Sede do Ponto de Cultura em Capanema

Breve Relato

Dia 07 de Junho

Diário de Bordo – Casarão na Estrada: Coluna FdE Pa, Amazônia Atlântica (Região do Salgado)

Hoje, foi à vez de visitarmos Capanema, o papo iniciou com a Banda Destruidores de Tóquio (DDT) e Ponto de Cultura, que já acompanha o trabalho do Fora do Eixo, mais que precisa ser atualizada do novo momento em que o FdE vive no Para através de seu Ponto de Gestão Compartilhada, pontuando os desafios e dando luz as oportunidades que estão sendo construídas. Queremos exercitar um dialogo mais dinâmico, de integração e acompanhamento, possibilitando o fortalecimento de uma rota que atenda as demandas das bandas, produtores e agentes culturais dos mais diversos seguimentos.

O dialogo atualizou nossa coluna e deu para visualizar muitas oportunidades para se concretizar de forma mais orgânica no segundo semestre.

Alguns encaminhamentos:

- Realizar uma ação de integração região do salgado (Capanema, Bragança e Primavera).

- Realizar um suporte de comunicação que valorize e de mais notoriedade as ações que Capanema desenvolve.

Formiguinhas construindo novos caminhos. Integração do bem!

Breve Relato
06 de junho de 2011
Diário de Bordo – Casarão na Estrada : Coluna FdE Para, Amazônia Atlântica (Região do Salgado)
O Ponto de Gestão Compartilhada do Circuito Fora do Eixo representada pelo Casarão Cultural Floresta Sonora, Movimento Curupira Antenado e Circuito Polifônico, que agregam 20 pontos de linguagem parceiros em sua Coluna, reuniram hoje, das 19h às 22h na Escola Estadual Inocêncio Soares 21 agentes culturais, representantes de projetos de Carimbó, Ação Juvenil, Memória e Musica.
A pauta era a atualização do Ponto FdE Local (Coletivo Mambembe) e apresentação da articulação que esta sendo feita nos municípios paraenses, tendo como principio a realidade local e a plataforma do Fora do Eixo, que vem praticando ações colaborativas, estabelecendo o dialogo com diversos movimentos populares, pontos de cultura, gestores públicos e iniciativas privadas.
Estiveram presentes os Secretários de Meio Ambiente, Cultura, Administração e Assistência Social do município de Primavera, que fica a 197 km de Belém.
Saiu como encaminhamento:
- Produção de uma tecnologia de mapeamento das produções e aparelhos de cultura. Facilitando a articulação e fortalecimentos da rota no eixo Pará.
- Planejamento da primeira ação do circuito de integração dos coletivos, bandas, agentes e gestores públicos da Coluna FdE Pará, envolvendo as três cidades da região do salgado (Capanema, Bragança, Primavera).

Publicado em 15/04/2011 por redecom

A CPPC reunida em fevereiro de 2011

Movimentos culturais paraenses de diversos naipes aderiram ao Dia Nacional de Mobilização de Pontos de Cultura, no próximo dia 18 de abril. A programação (abaixo) inclui uma ampla mobilização nas regiões sul e sudeste do Pará e uma reunião na sede da Representação Regional Norte do MinC, em Belém.

O foco da mobilização no Pará está centrado no debate da Lei Cultura viva e na divulgação da Carta Aberta dos Pontos de Cultura à presidente Dilma. As atividades estão sendo coordenada por três pontos de cultura, pela Comissão Paraense de Pontos de Cultura e pela Redecom Comunicação e Cultura em Rede Amazônia, com apoio de tuxáuas e membros da CNPdC. Uma característica local é que as atividades de mobilização começaram no dia 15 e vão até o dia 19 de abril de 2011.

Veja aqui a PROGRAMAÇÃO

Juca Culatra apresentando projeto para Nilson Chaves

Esse resgate da memória do Mestre Chico Braga integrará o acervo “Memória de Mestres da Cultura Popular, projeto realizado em 2009 e 2010 e que esta sendo rearticulado pelo Juca Culatra, Samir Raoni, Leo Chermont, Mg Calibre e Renato Reis, ambos com projetos de Resgate de Memória de Mestres.

Os projetos tem como meta produzir documentário audiovisual, exposição fotográfica na comunidade local em que os projetos estão sendo desenvolvidos, lançamento de cds de musicas inéditas de mestres e intercâmbio sonoro realizado pelos músicos MG Calibre e Leonardo Chermont, experiências que irão compor o livro “Mestres da Cultura Popular – Um olhar no tempo da pajelança sonora dos saberes populares” produzido colaborativamente pela equipe.

Essa produção conta com um sistema de divulgação dessa memória na comunidade onde os projetos serão desenvolvidos para ressaltar para os moradores locais a importância da sua manifestação para a Cultura Brasileira, Paraense e Amazônida.

Os projetos de Memória e Patrimônio iniciam este ano de 2011 em abril, com a história de vida de Chico Braga, através da parceria selada entre Casarão Cultural Floresta Sonora (sua frente de Patrimônio e Memória) e a Fundação Tancredo Neves que hoje é gerida pelo musico Nílson Chaves, musico e atual gestor da Fundação, que tem sabe da importância dessa resgate para a memória e história do Pará.

A equipe do Casarão se prepara para gravar o disco do Mestre Chico Braga e produzir um webdoc sobre essa experiência na Ilha de Algodoal, onde vamos levar a equipe de audiovisual do casarão para passar 10 dias gravando o cd e o documentário, “um processo que tem tudo para ser grandioso”, diz Juca Culatra.

Pra quem não conhece Chico Braga é o compositor de Carimbo da ilha “O Delegado” uma lenda viva que esta por perto e poucos conhecem sua riqueza cultural.

Em duas semanas começam as gravações sob a benção da Princesa do lago do amor.

As exposição das fotos serão produzidas pelo olhar de Renato Reis e o livro terá a consultoria e pesquisa de história de vida de Chico Braga de Samir Raoni, que baseará sua pesquisa através de seu projeto de memória e histórias de vida com metodologia do Museu da Pessoa, que tem como objetivo eternizar a história de vida do Mestre Chico Braga, que irá contar como surgiu sua musicalidade, onde nasceu, qual o nome de seus pais, como foi sua infância, quem foi que influenciou e incentivou seus cantos, seus amigos, outros mestres que conheceu, seus caminhos e ventos do mundo que levaram e trouxeram seu batuque em noites de lua cheia, vendo os primeiros raios do sol no amanhecer da praia, refletirá o processo do turismo na ilha e suas influência na comunidade de Ilha de Maiandeua.

Os projetos da frente de Memória e Patrimônio do Casarão Cultural Floresta Sonora – Ponto de Gestão Compartilhada Fora do Eixo (PA) será apresentado no Seminário de Memória e Histórias de Vida do Memória Social em Rede, realizado em São Paulo com parceria da Universidade Cruzeiro do Sul e Museu da Pessoa em Outubro.

O Museu da Pessoa é um museu virtual de histórias de vida aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua história a fim de democratizar e ampliar a participação dos indivíduos na construção da memória social.

Brasil Memória em Rede é uma rede de instituições e pessoas que valorizam o uso da memória como ferramenta de desenvolvimento social e cultural do país.

Seu objetivo é fomentar o diálogo entre produtores, articuladores e usuários de conteúdos de memória para democratizar o uso e a prática da memória histórica do país.

Por meio deste movimento local integrado a rede nacional, buscamos também mobilizar e fortalecer as iniciativas de memória presentes em todo o país, por meio da realização de encontros para troca de experiências e fomento de ações coletivas entre os participantes.

Estes fóruns, seminários, encontros e redes são essenciais para a circulação desses conhecimentos populares de mestres griôs da cultura popular brasileira, pois é através destas redes e apoios que conseguimos continuar essa revolução silenciosa ao qual o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e suas representações regionais tem um papel fundamental e já esta em nossa agenda de firmação de parceria para o projeto “Casarão da Memória” “Saberes de Mestres Carpinteiros – Conhecer Para Valorizar” e o ainda sendo elaborado pelo musico MG Calibre com a equipe de elaboração de projeto do casarão “Pajelança Sonora”.

Diário de Bordo – Telecentro Xinguará

Publicado: 13 13UTC abril 13UTC 2011 em argonautas
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diario de bordo: cheguei em marabá as 7h manhã e fui direto para o ponto de cultura galpão de artes de marabá. esperei o carro da prefeitura de xinguara chegar para pegarmos 290km de estrada verde e infinitas fazendas. cheguei em xinguará as 14h. agora estou no telecentro de informação e negócios de xinguará onde vamos realizar a 3° etapa do projeto.

diario de bordo: cheguei em marabá as 7h manhã e fui direto para o ponto de cultura galpão de artes de marabá. esperei o carro da prefeitura de xinguara chegar para pegarmos 290km de estrada verde e infinitas fazendas. cheguei em xinguará as 14h. agora estou no telecentro de informação e negócios de xinguará onde vamos realizar a 3° etapa do projeto.

03 de março de 2011 às 8:37

A avaliação que circula no Planalto é que o troféu “ministério problema” dos primeiros 100 dias do governo Dilma dificilmente escapará das mãos do MinC.

Na bancada de deputados petistas, há uma insatisfação quase generalizada com as ações do ministério; na blogosfera, o MinC se tornou pauta negativa todos os dias; nos movimentos sociais, que têm atuação relevante na área, há uma crise instalada por conta dos sinais que vem sendo emitidos em relação às novas políticas para os Pontos de Cultura; entre os intelectuais que apoiaram Dilma, a decepção com a nova agenda tem levado alguns a dizer que vão desembarcar do apoio ao governo, inclusive a criação de um manifesto demonstrando publicamente a insatisfação começa a ser articulado.

Apenas na classe artística mais comercial o ministério conseguiu avançar algumas peças. A nova política cultural passou a ter o apoio declarado do cineasta Luis Carlos Barreto e do ECAD.

Este blog foi o primeiro a informar que a nova gestão do MinC decidira romper com a política estruturante das gestões Lula na área. Aliás, registre-se, na ocasião esse blog informou queHildebrando Pontes Neto era o nome para a Diretoria de Direitos Intelectuais. A informação criou mal estar inclusive na base de apoio da nova ministra e a solução encontrada foi nomear uma pessoa da confiança de Hidelbrando (veja aqui o que ele pensa sobre propriedade intelectual), a advogada carioca Marcia Regina Vicente Barbosa.

Em comentários no post que escrevi na época houve quem descredenciasse a qualidade da informação que se publicara aqui. Como diria a frase na camisa do ex-presidente, o tempo é o senhor da razão.

O secretario executivo do ministério, Vitor Ortiz chegou a responder um tuiter de Marcelo Blanco, que coordenou a campanha de Dilma na internet, que repercutiu uma matéria publicada no site da Fórum . Vitor disse que a notícia era “totalmente infundada”. De fato, não foi nomeado Hidelbrando, mas uma pessoa de sua confiança e que compartilha de suas convicções.

Ou para brincar com a resposta que Marcelo Blanco deu a Vitor Ortiz dizendo que a nomeação de Hidelbrando seria o mesmo que colocar Ronaldo Caiado da UDR para cuidar da reforma agrária. Com o perdão da comparação, ao invés de Caiado, a opção foi a senadora Kátia Abreu.

Ontem mais uma vez o Ministério da Cultura virou notícia, inclusive no Jornal Nacional da TV Globo, com a decisão da ministra de não mais indicar sociólogo Emir Sader para a presidência da Casa Rui Barbosa.

A ministra teria feito chegar a Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, após a entrevista que Sader deu à Folha, que se ele tivesse que ficar, ela sairia. O governo deu carta branca a titular da pasta, mas “anotou a faca no pescoço”, segundo confidenciou em “off” uma pessoa que participou da articulação para que Ana de Hollanda substituísse Juca Ferreira. O mesmo interlocutor avaliou como “erro estratégico” o “truco” em relação à posse de Emir. “Acho que ele errou no tom da entrevista, mas colocá-lo para fora do ministério neste momento é abrir mais uma frente de oposição à nova gestão. E isso costuma ter preço…”

Na Esplanada, quem tem defendido a atual ministra é o ministro Antonio Palocci, que teria indicado pelo menos Elói Ferreira de Araújo, para a presidência da Fundação Palmares, e Galeno Amorim, para a presidência da Biblioteca Nacional. Vale aqui um registro, não tenho informações sobre Elói Ferreira, mas Galeno de fato é comprometido com a área do livro.

O governo Dilma ainda está começando e há tempo para o MinC mudar o sinal desses primeiros meses, saindo do noticiário a partir de pautas negativas e buscando um novo tipo de relacionamento com os setores que defenderam a candidatura de Dilma e que fazem parte da base histórica do PT e do PCdoB, por exemplo, na área. Mas para isso é preciso descer do salto. Não parece ser essa opção da nova equipe. Os recados que chegam do bloco A da Esplanada é de que certos temas são proibidos. E que na nova equipe se instalou um clima de que todas as críticas são parte de uma tentativa de desestabilizar Ana de Hollanda.

Política não se faz procurando inimigos embaixo da mesa de trabalho. Quando isso acontece, o resultado costuma ser desastroso.

LARISSA GUIMARÃES
DE BRASÍLIA

O Ministério da Cultura acumula cerca de R$ 60 milhões de pagamentos em atraso para Pontos de Cultura no país. Na cifra estão incluídos atrasos no pagamento de prêmios e editais, todos relacionados ao projeto.
Os pontos são locais selecionados pelo Ministério da Cultura para articular e impulsionar ações que já acontecem nas c omunidades.
A estimativa foi informada ontem à Folha pelo secretário executivo do MinC, Vitor Ortiz. Ele adiantou também que a programação de como será o pagamento dos valores em atraso será definida até meados de março.
O levantamento sobre os pagamentos atrasados do governo Lula ainda não foi concluído. “Os Pontos de Cultura são uma prioridade da gestão da ministra Ana de Hollanda”, disse Ortiz.
Do total, ao menos R$ 12 milhões se referem a SP. O MinC atrasou o pagamento de 200 Pontos no Estado.
Cada um deles deveria ter recebido, em dezembro, R$ 60 mil. Esses locais fazem parte de um convênio que reúne 300 Pontos de Cultura.
O atraso gerou protestos. Na semana passada, um grupo de 50 coordenadores de Pontos de Cultura foi a Brasília reclamar. O secretário executivo disse que o ministério tenta uma renegociação com produtores culturais.

Obs: desconfio que essa estimativa do Vitor Ortiz está bastante subestimada. Acho que a dívida é maior..

abs

Marcos Pardim


Lista Tuxáua – http://groups.google.com.br/group/listatuxaua?hl=pt-BR

Servidores do Minc ameaçam demitir-se

Publicado: 2 02UTC março 02UTC 2011 em Cultura
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Por Carlos Henrique Machado, Do Ministério da Cultura

Racha agita área de direitos do Minc

Estadão – SP, por Jotabê Medeiros, em 01/03/2011

Servidores ameaçam demitir-se em protesto contra saída de Marcos Souza, da direção de Direitos Intelectuais

Um racha atingiu ontem a Diretoria de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura em Brasília. A internet foi tomada com diversas manifestações de protesto pela exoneração do diretor da área, Marcos Alves de Souza. O imbróglio deve se radicalizar: 16 pessoas ameaçam afastar-se daquele setor do ministério nos próximos dias, segundo informações obtidas pelo Estado.

inistério da Cultura ofereceu a Souza, especialista jurídico em direitos de autores e um dos principais consultores do novo anteprojeto da reforma da Lei de Direitos Autorais, a possibilidade de assumir outra função na Diretoria de Direitos Intelectuais, mas ele recusou. Em seu lugar, foi nomeada a advogada carioca Marcia Regina Vicente Barbosa, de 56 anos, que integrou o Conselho Nacional de Direito Autoral (CNDA) entre 1982 a 1990. Advogada da União, Marcia foi integrante da Consultoria Jurídica do Ministério da Cultura, de 2006 a 2010, e integra a Consultoria Geral da União desde maio de 2010.http://www.cultura.gov.br/site/2011/03/01/racha-agita-area-de-direitos-do-minc/

Charles Chaplin se viu afrontado pela chegada do som em 1927. Para garantir a sobrevivência de seu alter-ego Carlitos, personagem decididamente mudo, Chaplin não podia realizar um filme silencioso.Em 2 anos se dedicou à realizar O filme silencioso.

Em 1931 “Luzes da Cidade” chegou aos cinemas como uma peça de resistência contra a irracional modernização dos tempos. O romance entre o vagabundo e a florista cega transcorre no cenário da Grande Cidade, plena em sua decadência e injustiça. Cada cena no filme é concebida com precisão técnica incomum e com a liberdade poética de um multi-artista no auge de sua louca criatividade.

Chaplin é um coração gigante. Seu filme é de Amor, mas de um Amor maiúsculo: Amor por Carlitos, pelo cinema, pela platéia e pela tantas vezes maltratada vida.

Miguel Haoni (APJCC – 2011)

Serviço:
Dia 3 de março (quinta)
às 18:30
no Cine-teatro do CCBEU – Tv. Padre Eutíquio, 1309
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e CCBEU
Mais informações:
Comunidade e Perfil no Orkut
E-mail: cineccbeu@gmail.com
Twitter da APJCC
Facebook da APJCC
Contato: (91) 83561799

Publicado em 01/03/2011 por redecom

Mistica de conexão com a natureza no Seminário Redecom

Encerramos ontem, dia 27 (domingo) uma intensa jornada de atividades, composta por três importantes atividades. Nos dias 19 e 20 realizamos em Marabá o Seminário da Redecom – Rede Amazônia de Comunicadores Comunitários, rede que foi rebatizada como “Comunicação e Cultura em Rede Amazônia”. Foi um momento muito especial de contato presencial e vivência da rede que vem sendo construída há mais de um ano. O Seminário contou com a participação 32 membros da Redecom ligados a pontos e pontões de cultura, infocentros, cineclubes, escolas, universidades e outros coletivos culturais.

Apresentação dos participantes do Encontro Convivência e Cultura de Paz

Chegamos de Marabá na terça-feira à noite literalmente direto para o Casarão Cultural Floresta Sonora, sede local da produção do Encontro de Politicas e Convivência de Cultura de Paz, organizado colaborativamente pelo Instituto Pólis (Pontão de Cultura Convivência e Cultura de Paz) e Comissão Paraense de Pontos de Cultura-CPPC e que foi realizado nos dias 25 e 26 de fevereiro. Foi mais um momento de grande troca de saberes e sensibilidade que contou com a participação de pontos de cultura, cineclubes e muitas outras iniciativas culturais do Pará. No dia 27 encerramos com chave de ouro a jornada de mobilização e pactuação de agendas da rede de pontos com a reunião da CPPC – Comissão Paraense de Pontos de Cultura. Esses dois eventos foram realizados no Parque dos Igarapés, um agradável hotel-fazenda localizado nos arredores de Belém.

Mistica de transição entre o Encontro Polís e a Reunião da CPPC

Foram duas semanas seguidas de atividades. No décimo-quinto dia (hoje, 28 de fevereiro) reservamos para descanso da equipe de colaboradores que se desdobrou para organizar esses três momentos da rede.

Infelizmente, em Marabá a Internet não funciona muito bem. Mesmo assim conseguimos transmitir alguns momentos do Seminário pela webradio do Circuito Fora do Eixo. Em Belém, a Internet no Parque dos Igarapés não estava funcionando e os modems portáteis da Tim e da Vivo estavam sem sinal. Esses percalços tecnológicos nos impediu de enviar informações mais quentes, em cima do ato. Porém, a partir de amanhã vamos começar a postar os milhares de megabites que recolhemos em formato de fotos, vídeos, áudios e textos através dos vários coletivos que interagiram durante a jornada, compartilhando os links de acesso.



CARTA DE TIRADENTES

Publicado: 28 28UTC fevereiro 28UTC 2011 em Audiovisual
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Para:Ministra da Cultura Sra. Ana de Hollanda, Secretária do Audiovisual Sra. Ana Paula Santana e Presidente da ANCINE Sr. Manoel Rangel

Amanhece um novo tempo no horizonte. Novas paisagens, novas questões, novos agentes, novas imagens e sons se multiplicam por todas as regiões do país, refletindo a imensa diversidade cultural do Brasil.

A construção de políticas públicas inclusivas, descentralizadas e transparentes – aliadas às facilidades trazidas pelas novas tecnologias de produção audiovisual – favoreceram o surgimento dessa nova realidade do cinema brasileiro. Moradores de municípios de menos de 20 mil habitantes passaram a fazer filmes através do programa Revelando os Brasis. Estivemos nas telas dos grandes festivais do mundo. Um filme brasileiro liderou as bilheterias e bateu recorde de público. Todas as vitórias pertencem ao conjunto da atividade cinematográfica e às iniciativas do poder público. Entretanto, é preciso reconhecer que, apesar das elevadas somas investidas através de políticas de renúncia fiscal, a indústria cinematográfica nacional ainda não conquistou sua independência do fomento público; que a maior parte desses recursos continuam concentrados nas mãos de poucos agentes; que nossa presença no mercado internacional é tímida frente ao potencial do setor e aos montantes investidos.

Sabemos do lugar estratégico do cinema para o futuro do país e para sua afirmação como nação soberana. As palavras da presidenta Dilma Rousseff em seu discurso de posse apontam para esse avanço: “o caminho para uma nação desenvolvida não está somente no campo econômico ou no campo do desenvolvimento econômico pura e simplesmente. Ele pressupõe o avanço social e a valorização da nossa imensa diversidade cultural. A cultura é a alma de um povo, essência de sua identidade. Vamos investir em cultura, ampliando a produção e o consumo de nossos bens culturais em todas as regiões e expandindo a exportação de nossa música, cinema e literatura, signos vivos de nossa presença no mundo.”

O Brasil resolveu, afinal, trilhar um caminho original e independente de desenvolvimento e soberania – um caminho fundado no crescimento econômico com distribuição de renda e inclusão social. O Brasil vive um momento histórico de ampliação de cidadania e participação democrática. Setores até então excluídos ganharam imagem e voz na cena política, tornando-se protagonista de importantes mudanças na realidade social. No campo do audiovisual, surgiram novos realizadores, muitos produzindo de forma absolutamente independente. A produção cinematográfica brasileira nunca foi tão diversa e plural como hoje. A maior parte desses filmes, no entanto, e apesar da enorme atenção que vem recebendo de prestigiados espaços da atividade cinematográfica no Brasil e no mundo – como os festivais de Tiradentes, Brasília, Cannes, Berlim, Veneza, Locarno e Rotterdam –, permanece alijada dos grandes lançamentos e das salas do circuito comercial. Felizmente, com o digital e uma gigantesca pulverização das formas de acesso aos filmes, essas obras ganharam muitas outras maneiras de existir fora do grande circuito de exibição convencional. Elas estão nos festivais, mostras, cineclubes, salas de aula, computadores, camelôs – em lugares que nem salas de cinema possuem (afinal, apenas 8% dos municípios brasileiros possuem salas de exibição). Este cinema, agora, precisa ser entendido em sua importância democratizante e simbólica. É urgente ultrapassar o bloqueio imposto por estruturas historicamente consagradas à manutenção de privilégios no acesso à produção e ao consumo dos bens culturais. Estes novos filmes já funcionam como farol da nossa cultura no intercâmbio simbólico entre os povos. Eles afirmam nosso lugar no mundo. Compreendem novos modelos de produção – muitas vezes, mais baratos. São filmes inovadores que não podem mais ser ignorados.

É chegada a hora de questionar privilégios cristalizados e de se criar mecanismos de inclusão para que a novidade, a invenção, novos agentes e novas paisagens possam emergir no cenário audiovisual nacional. É hora de pensar a cadeia da produção e consumo cinematográficos em seu conjunto, de entender a rede de relações e a interdependência entre os diversos formatos audiovisuais. Não há como pensar o mercado cinematográfico apostando na falsa contradição entre um cinema dito comercial e outro de vocação autoral. Parte das reconhecidas dificuldades enfrentadas atualmente pela indústria audiovisual brasileira têm sua origem em dicotomias artificiais como essa.

Queremos uma política pública que reconheça os novos modelos de produção, que distribua melhor os recursos já existentes de modo a ampliar o escopo do fomento, que desenvolva políticas efetivas de distribuição e exibição, que avance na estruturação comercial do setor, na democratização da produção e do consumo dos bens culturais, e que aposte no cinema como janela privilegiada para o desenvolvimento e a soberania. Para isso, propomos as seguintes ações:

1) Criar linhas específicas de fomento para formatos de produção que primem pela inovação técnica e artística, com orçamentos de menor porte. Que estas linhas específicas, já sinalizadas pelos Editais de Baixo Orçamento da Secretaria do Audiovisual, possam também ser aplicadas de maneira comprometida e responsável em outras ações de fomento como o Fundo Setorial do Audiovisual e as políticas de fomento direto da ANCINE para empresas de produção, distribuição e exibição, como forma de estimular e testar alternativas para a estruturação comercial do setor.

2) Desenvolver uma política de fomento específica para a distribuição e exibição de filmes de baixo orçamento, incentivando a estruturação comercial de empresas distribuidoras que se dediquem a este segmento. É preciso fazer experiências de mercado com estes filmes sem subestimar seu potencial comercial. Fortalecer o circuito alternativo de cineclubes como o Cine Mais Cultura e apostar em programas de expansão do parque exibidor como o Cinema Perto de Você. Investir na comercialização dessa produção é uma maneira de formar novas platéias com filmes que têm recebido grande atenção dos principais festivais de cinema do Brasil e do mundo.

3) Valorizar e ampliar as instâncias formuladoras de políticas para o setor, que reconheçam a pluralidade dos modos de produção e contemplem uma maior representatividade de todos os agentes.

4) Fortalecer e equipar os espaços de produção inclusiva e democrática, dos Pontos de Cultura aos CTAv’s. Acreditamos na necessidade urgente de fazer do CTAv um grande espaço para a profissionalização da finalização que agregue valor e diminua custos para conteúdos realizados à margem das principais políticas de fomento.

5) Construir uma política unificada e ousada de internacionalização de nossa produção, que aproveite as boas experiências dos programas de apoio da ANCINE, da SAV e do MRE, articulando um conjunto de ações para consolidar a presença internacional de nosso cinema de modo planejado e integrado, desde o desenvolvimento dos projetos – com o incremento dos acordos de co-produção – até o posicionamento do filme no mercado mundial.

Ainda em seu discurso de posse, nossa presidenta lembrou o escritor Guimarães Rosa: “O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”. Coragem para reconhecer que existem alternativas já em curso, cuja viabilidade muitas vezes se dá à margem das principais políticas de fomento, e que, apesar disso, encontram seu espaço nos grandes eventos internacionais e conquistam seu público. Coragem para assumir a necessidade de distribuir de forma conseqüente os recursos do setor, permitindo ampliar o número de agentes. Coragem para encarar os privilégios e não se deixar seduzir por suas promessas historicamente não cumpridas. Coragem para promover a inclusão e valorizar a diferença. Coragem para saber que aqui a produção mais plural e independente está regulada por uma agência nacional e que o grande capital privado opera sem uma política séria, integrada e socialmente construída de regulação, como é o caso da TV e da publicidade. Coragem para saber que o caminho é longo, mas passos importantes já foram dados. Coragem como quer o Brasil e requer seus Brasis.

Sergio Borges (realizador – MG), Felipe Bragança (realizador – RJ), Gabriel Mascaro (realizador – PE), Bruno Safadi (realizador – RJ), Ricardo Targino (realizador – MG), Eryk Rocha (realizador – RJ), Tiago Mata Machado (realizador – MG), Maya Da-Rin (realizadora – RJ), Marília Rocha (realizadora – MG), Marina Meliande (realizadora – RJ), Pedro Urano (realizador e diretor de fotografia – RJ), Pablo Lobato (realizador – MG), Clarissa Campolina (realizadora – MG), Helvécio Marins Jr. (realizador – MG), Gustavo Spolidoro (realizador – RS), Eduardo Valente (realizador, crítico e curador – RJ), Flávia Castro (realizadora – RJ), Renata Pinheiro (realizadora e diretora de arte – PE), Hilton Lacerda (realizador e roteirista – PE), Ricardo Pretti (realizador e montador – CE), Fellipe Barbosa (realizador e roteirista – RJ), Leonardo Barcellos (realizador – MG), Ricardo Alves Junior (realizador – MG), Lara Frigotto (produtora – RJ), Sergio Oliveira (realizador e roteirista – PE), Alê Castañeda (produtora – RJ), Marcelo Pedroso (realizador – PE), Karen Black (realizadora e cineclubista – RJ), Evandro Dunoyer (realizador – PE), Felipe Peres Calheiros (realizador – PE), Marcelo Ikeda (realizador e crítico – CE), Andrea Capella (realizadora e diretora de fotografia – RJ), Gustavo Beck (realizador – RJ), Silvia Cruz (distribuidora – SP), Allan Ribeiro (realizador – RJ), Douglas Soares (realizador – RJ), Carol Durão (realizadora – RJ), Lis Kogan (curadora – RJ), Ângelo Defanti (realizador e produtor – RJ), Francis Vogner dos Reis (crítico – SP), Marcelo Caetano (realizador – SP), Marcelo Toledo (realizador – SP), Paolo Gregori (realizador – SP), Andre Brasil (professor e pesquisador – MG), Patricia Moran (realizadora, pesquisadora e professora – MG), Marina Fraga (realizadora – RJ), Zeca Ferreira (realizador – RJ), Alonso Pafyeze (realizador e diretor de arte – MG), Sergio Jose de Andrade (realizador – AM), Juliano Dornelles (realizador – PE), Eduardo Raccah (agente de vendas internacional – RJ), Emilie Lesclaux (produtora – PE), Ava Rocha (realizadora e montadora – RJ), Frederico Benevides (realizador e montador – CE), Luiz Pretti (realizador – CE), Daniel Queiroz (curador – MG), Claudio Marques (realizador – BA), Marília Hughes (realizadora – BA), Eva Randolph (realizadora e montadora – RJ), Dellani Lima (realizador – MG), Gustavo Pizzi (realizador – RJ), Cavi Borges (realizador – RJ), Leonardo Sette (realizador – PE), Ivo Lopes Araujo (realizador e diretor de fotografia – CE), , Philipi Bandeira (realizador – CE), Guilherme Withaker (produtor – RJ), Alisson Ávila (produtor – RS), Jaqueline Beltrame (produtor – RS), Morgana Rissinger (produtor – RS), Ramiro Azevedo (produtor – RS), Débora Butruce (cineclubista e preservadora audiovisual), Gabriela Amaral Almeida (realizadora – BA), Michael Wahrmann (realizador – SP), Heloísa Passos (realizadora e diretora de fotografia – PR), Maria Leite Chiaretti (curadora – MG), Mateus Araújo Silva (curador e pesquisador – MG), João Dumans (curador e pesquisador – MG), Beto Magalhães (produtor – MG), Noa Bressane (realizadora – RJ), Matheus Rocha (realizador e diretor de fotografia – BA), André Lavaquial (realizador – RJ), Andre Novais (realizador – MG), Maurílio Martins (realizador – MG), Gabriel Martins (realizador – MG), Paula Gaitán (realizadora – RJ), Daniel Lisboa (realizador – BA), Fabiano de Souza (realizador – RS), Abelardo de Carvalho (realizador – RJ), Leo Jesus (realizador – RJ), Gustavo Melo (realizador – RJ), Luciano Vidigal (realizador – MG), Paulo Silva (realizador – RJ), Julio Pecly (realizador – RJ), Pedro Rossi (realizador – RJ), Pedro Asbeg (realizador – RJ), Sabrina Rosa (realizadora – RJ), Milton do Prado (produtor – RS), Karen Akerman (realizadora e montadora – RJ), Carla Maia (produtora – MG), Guto Parente (realizador – CE), Pedro Diógenes (realizador – CE), Max Eluard (realizador), Anna Azevedo (realizadora – RJ), Tião (realizador – PE), Marcelo Lordello (realizador – PE), Consuelo Lins (realizadora, professora e pesquisadora – RJ), Cezar Migliorin (realizador, professor e pesquisador – RJ), Ivana Bentes (professora e pesquisadora – RJ), João Junior (produtor – PE), Vania Catani (produtora), Karim Aïnouz (realizador – CE).
Os signatários

Prezad@s

Pontos de Cultura, bolsistas, instituições de ensino,da sociedade civil, públicas e privadas.

A Coordenação Geral de Cultura e Cidadania deseja agradecer a tod@s que em seu cotidiano tocaram as Ações de Cultura e Cidadania e do Programa Cultura Viva. Aos que contribuíram para a implementação e qualificação da política pública de cultura, aos sabedores e fazedores das manifestações e expressões culturais, aos que elaboraram os editais, aos que apresentaram projetos, aos membros das Comissões de Seleção e Avaliação dos Editais, aos gestores e servidores da SCC, as Regionais do MinC, á equipe interna da CGCC, aos colaboradores, aos consultores, aos ativistas das diferentes ações e das pessoas que trabalharam bravamente ao longo de 2010 para honrar os compromissos com os proponentes e convenentes da Cultura Brasileira.

Aproveitamos a oportunidade para compartilhar e informar sobre o andamento dos Editais de Prêmios e bolsas que estiveram sob a gestão desta Coordenação no exercício de 2010.

1. Prêmio Economia Viva 2010

Premiou 12 iniciativas de comunicação compartilhada e participativa, realizadas por Pontos de Cultura e/ou instituições sem fins lucrativos. Cada projeto selecionado receberá o valor de R$ 100 mil reais, pago em 2 parcelas. Todos os projetos foram encaminhados no dia 6 de dezembro de 2010 à Coordenação Geral de Execução Orçamentária e Financeira – CGEX, para pagamento da primeira parcela. Veja aqui o resultado.

2. Prêmio Cultura Digital 2010 – Esporos de Pesquisa e Experimentação –

Premiou 40 projetos que demonstrem um histórico de protagonismo em ações de Cultura Digital no contexto do Programa Cultura Viva, sendo 10 prêmios de R$ 100 mil de abrangência nacional e 30 no valor de R$ 50 mil de abrangência regional. Todos os projetos foram encaminhados dia 22 de dezembro de 2010 à Coordenação Geral de Execução Orçamentária e Financeira – CGEX, para pagamento da primeira parcela. Veja aqui o resultado.

3. Prêmio Pontinhos de Cultura

Premiará 300 iniciativas de comunicação compartilhada e participativa, realizadas por Pontos de Cultura e/ou instituições sem fins lucrativos. O valor total das premiações é de R$ 9.000.000,00 (9 milhões), sendo que cada projeto selecionado receberá parcela única no valor de 30.000.00 (trinta mil reais). Foi publicado o resultado no Diário Oficial da União – DOU a Portaria nº 74 de 22/12/2010. O presente Edital está em prazo regimental e de acordo com o Edital, os projetos desclassificados podem recorrer no prazo de cinco dias úteis após a publicação. Aguardamos disponibilidade orçamentária e reiteramos a solicitação de empenho em 30/12/2010. O pagamento dos selecionados será efetivado no exercício de 2011.

4. Prêmio Cultura e Saúde

Premiará 120 iniciativas culturais desenvolvidas por entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, que atuem no campo sócio-cultural, tendo como objetos de suas atividades a promoção da saúde, a prevenção de doenças, a educação popular para o cuidado/autocuidado em saúde de forma a reconhecer a saúde e a cultura como direitos que permitem qualidade de vida. Cada projeto selecionado receberá R$ 20.000,00 (vinte mil reais), totalizando R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais). Foi publicado no DOU a Portaria nº 75 de 22/12/201. De acordo com Edital, os projetos desclassificados podem recorrer no prazo de cinco dias úteis após a publicação. Aguardamos disponibilidade orçamentária e reiteramos a solicitação de empenho em 30/12/2010. O pagamento dos selecionados será efetivado no exercício de 2011.

5. Prêmio Agente Escola Viva 2009

Tem por finalidade conceder 300 (trezentas) bolsas no valor de R$ 380,00 (trezentos e oitenta reais) totalizando R$ 4.560,00 (quatro mil, quinhentos e sessenta reais) por bolsista. Os Pontos de Cultura receberão R$ 10 mil. As escolas indicadas por cada Ponto de Cultura premiado receberão R$ 20 mil, dos quais R$ 15 mil são para operacionalização do projeto e R$ 5 mil para o professor indicado para acompanhar o desenvolvimento das ações realizadas pelos bolsistas. O investimento total é de R$ 4.350.000,00 (quatro milhões e trezentos e cinqüenta mil reais). Todos os projetos foram encaminhados dia 22 de dezembro de 2010 à Coordenação Geral de Execução Orçamentária e Financeira – CGEX, para os pagamentos em parcela única dos valores referentes aos Pontos de Cultura e das escolas.

6. Prêmio Agente Cultura Viva 2009.

Selecionou 97 projetos de Pontos de Cultura, com valor total de R$ 2.541.600,00. (dois milhões, quinhentos e quarenta e um  e seiscentos reais) Todos os projetos foram encaminhados dia 22 de dezembro de 2010 à Coordenação Geral de Execução Orçamentária e Financeira – CGEX, para os pagamentos em parcela única no valor de R$ 10 mil ao Ponto de Cultura.

Sobre o pagamento das Bolsas:

O contrato com a instituição financeira foi celebrado dia 17 de dezembro de 2010 entre a Caixa Econômica Federal e o Ministério da Cultura.

As contas dos bolsistas que foram abertas anteriormente e que não foram movimentadas durante o período de 6 (seis) meses estão desativadas e terão que abrir novas contas, conforme os procedimentos da Caixa Econômica Federal.

Acreditamos que ocorrerão mudanças de bolsistas; estamos recebendo as notificações. Para darmos prosseguimento ao pagamento das bolsas precisamos ter estas informações atualizadas e a partir daí solicitaremos o processamento da folha de pagamento junto a Caixa Econômica Federal.

Informamos que a referida documentação de alteração de bolsista e dados bancários devem ser encaminhadas via correio postal a CGCC, pois cada documento será anexado no processo dos bolsistas.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

A CGCC esta sendo notificada pela Coordenação Geral de Execução Orçamentária e Financeira – CGEX, que não esta sendo possível efetivar alguns pagamentos devido a tais pendências: inadimplência no SIAFI, Certidão Conjunta vencida, CND vencida e irregularidade no Salic web.

Abaixo alguns links para consulta:

http://www.tesouro.fazenda.gov.br/siafi/index.asp

http://www.dataprev.gov.br/servicos/cnd1.htm

http://www.receita.fazenda.gov.br/certidoes/pessoajuridica.htm

http://sistemas.cultura.gov.br/propostaweb/

Solicitamos a gentileza de verificarem a situação das entidades nos referidos cadastros para garantir os trâmites para efetivação dos pagamentos.

 

Brasília, 30 de dezembro de 2010.

 

Atenciosamente,

 

Equipe da CGCC

 

Elaine da Silva Tozzi

Coordenadora Geral de Cultura e Cidadania

Secretaria de Cidadania Cultural

Ministério da Cultura -

End: SCRS Quadra 502, Bloco B, LL 08 a 12

Ed. Disbrave – Asa Sul

Fones: 61- 3901-3819 ou 3899

Brasília/DF

MENSAGEM AOS SELECIONADOS

Você foi selecionado(a) para participar do Encontro Regional de Convivência e Cultura de Paz,  organizado colaborativamente pelo Pontão Convivência e Cultura de Paz (Instituto Polis), Ponto de Gestão Compartilhada do Circuito Fora do Eixo Pará e Comissão Paraense de Pontos de Cultura-CPPC.
O Encontro será realizado nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro de 2011 (sexta, sábado e domingo), em Belém-PA, no Parque dos Igarapés (Travessa WE 12 n.º 1000 – bairro do Satélite-Fone: (91) 3248 1718.
Veja aqui a programação e a metodologia do Encontro Regional de Convivência e Cultura de Paz.
Esclarecemos que a lista de selecionados levou em consideração a data de inscrição (encerrada dia 15), a não solicitação de passagem e de hospedagem pelo inscrito, já que os recursos para estes dois itens são limitados e a garantia de um participante por entidade, instituição ou grupo.
Pedimos desculpas pela demora, mas somente ontem tivemos condições de concluir a análise e validação de todos os pedidos de inscrição, com a presença de representante do Instituto Pólis, entidade gestora do Pontão que organiza o Encontro.
Alertamos que o projeto não permite pagamento de passagens aéreas, nem despesas de taxi, mototaxi e assemelhados. Os participantes que demandaram passagem devem comprar o bilhete de vinda e será ressarcido do valor aqui em Belém. O valor total de deslocamento (vinda e volta) não pode ultrapassar R$ 180,00 (Cento e oitenta reais).
Por favor, confirme sua participação no Encontro, respondendo SIM ou NÃO no formulário aqui.
Ou ligue para (91) 9258-2280 (Veridiana), (91) 8154-1386 e (91) 8283-4237. 

VEJA:

Mais informações sobre Encontro Regional de Convivência e Cultura de Paz nos sites: http://redecom.wordpress.com/
http://onortedaculturadepaz.blogspot.com/

Seminário REDECOM (Agora em Marabá)

Publicado: 24 24UTC fevereiro 24UTC 2011 em Econômia Solidária

Mística de Conexão

“Integração cultural da AMazônia!! Circuito polifonico Protagonizando!! e CFE representado pela bancada do NORTE”
Juca Culatra

“Ola povo irmao e irma,
so complementando o que o Samir informou:
-Vamos transmitir pela Web Rádio Curupira Antenado/ Circuito Fora do Eixo no link abaixo
http://bit.ly/radiofde1″

Manuel Cardoso
Curupira Antenado

Nossa história (dinâmica de apresentação, para o desenvolvimento do grau de percepção de si e do ourto)




Em um novo momento de articulação e construção das identidades individuais para uma construção coletiva foi pensado o Seminário de TEC – O Poder das Redes Sociais, que vai reunir no Sul do Pará no município de Marabá durante os dias 19 e 20 de fevereiro, coletivos socioculturais das mais diversas redes e representações sociais, tendo em vista que no estado do Pará existem redes de pontos de cultura, fora do eixo, cineclubes, escolas, infocentros e telecentros comunitários, que somam mais de 500 organizações e milhares de pessoas conectadas a Internet, muitas delas capacitadas em comunicação comunitária e popular. Neste contexto foi pensado a realização do seminário da REDECOM, 2° etapa do projeto Rede Amazônia de Comunicadores Comunitários, realizado em parceria coletivos da região amazônica, que tem produzido e compartilhado cultural em rede, sistematizando cada vez mais as TEC’s e estimulando o desenvolvimento da região.
O encontro foi pensado para sistematizar as diversas ações, projetos e tecnologias que vem sendo praticadas por estes jardineiros socioculturais, e principalmente para proporcionar a relação humana, o estabelecimento de novos elos e o aprimoramento dos já iniciados, pois as relações são completamente dinâmicas e apresentam novas formas e fazeres a cada ciclo.
É evidente a necessidade de conectar esses coletivos, grupos e movimentos socioculturais que já vem interagindo e colaborando entre si em pesquisa, produção e disseminação de cultura livre em uma rede social distribuída.
Usamos as novas tecnologias, mas temos claro que a Rede não é um espaço virtual, mas sim uma teia real de conexão entre pessoas que se conhecem e já praticam algum nível de interação entre si, buscam objetivos comuns e que se relacionam de forma não hierárquica.
A REDECOM foi articulada através das experiências de formação e gestão de Redes que os Argonautas Ambientalistas da Amazônia vem empreendendo, e que em 2010 aprovou em edital publico da FAPESPA – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará o projeto de articulação da rede.
Entre as redes que fazem parte da REDECOM, cito a Rede Norte de Cineclubes, Rede Paraense de Pontos de Cultura e Rede Fora do Eixo que atualmente vem sendo construída em parceria com o apoio da sua regional norte representada pelo Coletivo Palafita do estado do Amapá que vem unindo as vozes no estado do Pará com o Casarão Cultural Floresta Sonora, Movimento Curupira Antenado e Circuito Polifônico que através de uma gestão compartilhada do Ponto de Linguagem do FDE vem pautando novas tecnologias de transformação e solidariedade através de moedas sociais e articulação das várias frentes setoriais da cultura, educação e tecnologia em parcerias municipais, estaduais e federais.
O projeto realizou em sua 1° Etapa a sensibilização e capacitação em redes sociais direcionada principalmente às pessoas capacitadas em comunicação comunitária e em comunicação popular, visando constituir uma rede mais específica, focada na produção colaborativa de comunicação e cultura, tendo como forma de integração inicial um Curso a distância sobre redes sociais que aprofundou o conhecimento do tema, desfazendo a confusão entre “redes digitais” e “redes sociais” que aconteceu no mês de janeiro. Na 2° Etapa estamos fazendo discussões virtuais e presenciais para o aperfeiçoamento da metodologia que trará os resultados esperados pelo Seminário de T.S que vamos realizar em Marabá neste final de semana.
A 3° etapa é para a produção pactuada e colaborativa em rede, e inclui oficinas de audiovisual desenvolvidas em software livre, visando capacitar as equipes que irão criar e gerir os empreendimentos e TEC’s de webradio; webtv e blog da rede.

Acesse nosso blog e veja os coletivos que fazem parte da rede aqui

 

O Ponto de Gestão Compartilhada do CIrcuito Fora do Eixo Pará pautam a construção da hidrelétrica de Belo Monte, acreditando que debatendo vamos possibilitar novos entendimentos sobre essa obra.
A idéia é produzir uma festa artística-cultural com atrações de qualidade em consonância com uma proposta social, com exibição do documentário sobre as barragens de Belo Monte, com o proposito de ouvir o que esse empreendimento pode resultar para nossa região.
O documentário será exibido às 21h00 e terá o comentário de alunos de engenharia ambiental, movimento de ambientalistas e professores da UFPA.
A Festa Na Floresta – Por que Belo Monte?” firma parceria com a Comissão Paraense de Pontos de Cultura e sua representação do Gt Audiovisual que sugeriu o doc, alem de apresentar o trabalho de arte educação ambiental do Ponto de Cultura no Xingu que tem atuado com a cultura popular em conexão com a educação ambiental, tendo Belo Monte como um tema vivo em suas composições.
O projeto tem base no município de Vitória do Xingu, mas desenvolve atividades ao longo da micro-região do Transxingu, no qual compõem sete municípios, que vem se fortalecendo através da rede, que tem agregado em Belém 5 coletivos e 10 projetos socioculturais de nível regional e nacional.
A 2° Festa na floresta reconhece os pontos convergentes, e nesse recorte propicio, o Ponto de Linguagem do Fora do Eixo Casarão Cultural Floresta Sonora e seus parceiros Circuito Polifônico, Curupira Antenado (Belém), tem dialogado com a Rede de Pontos de Cultura do Pará afinando as possibilidades de parceria e fortalecimento da Rede Fora do Eixo (Regional Norte) com a Rede de Pontos de Cultura da Amazônia que vem ganhado novas pernas e braços na pauta da cultura e desenvolvimento social da região.
Nosso interesse coletivo de pautar as questões sociais, é contribuir para uma geração mais consciente e participativa.
A Festa na Floresta, acontece toda quinta-feira até o final de março, sendo realizada em 10 eventos, que tem como proposta estimular a discussão sobre diversos temas. O projeto iniciou dia 27 de janeiro e irá realizar produções temáticas semanalmente, e terá exibição do documentário “ Tucuruí – A saga de um povo “ além de vídeos e fotografias de Renato Reis e os shows de Juca Culatra, Jungle Man finalizando com uma grande Jam session.
Valorizamos muito o processo intuitivo de transmissão e recepção daquilo que acreditamos, sonhamos e compartilhamos.
Confira os parceiros desta ação aqui
Release da Festa aqui

Venha conhecer a Festa na Floresta, que está acontecendo toda quinta-feira até o final de março, sendo realizada em 10 eventos, que tem como proposta estimular a discussão sobre diversos temas. O projeto iniciou dia 27 de janeiro e irá realizar produções temáticas semanalmente. A próxima Festa na Floresta terá exposição do documentário “ Tucuruí – A saga de um povo “ além de vídeos e fotografias de Renato Reis e os shows de Juca Culatra, Jungle Man finalizando com uma grande Jam session.

Nessa semana o tema é a construção das barragens de Belo-Monte, essa idéia surgiu através de uma conversa sobre as novas decisões do IBAMA a favor da construção da obra. O Casarão Cultural Floresta Sonora, Circuito Polifônico e o Movimento Curupira Antenado estão na discussão Sócio-Ambiental das listas estaduais e nacionais. Belo Monte é um projeto que precisa ser mais bem estudado, analisado e debatido. Em prol desta ação, vamos realizar a 2° edição da Festa na Floresta – “Por que Belo Monte? ­”, que vem com o intuito de informar e conscientizar sobre o que realmente está acontecendo através da exibição de curtas e debates. Acreditamos que não se pode ficar calado com essa decisão que envolve a vida animal, vegetal, cultural e social.
A Festa na Floresta acontece no Espaço Fuxico a partir de 21h – Trav. Rui Barbosa 1861, entre Conselheiro Furtado e Mundurucus .
Acompanhe nosso twitter e receba nossos boletins informativos @siga_polifonico
Endeço: Casarão Cultural n° 363, 13 de maio (entre campos sales e a próxima) – comércio.
Cel: 8154-1386 (Samir)

Nova Secretária do Audiovisual

Publicado: 2 02UTC fevereiro 02UTC 2011 em Audiovisual
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Ana Paula Santana foi nomeada ao cargo nesta quarta-feira

Foi nomeada nesta quarta-feira, 2 de fevereiro, a nova secretária do Audiovisual Ana Paula Santana, escolhida recentemente pela ministra, Ana de Hollanda, ao anunciar a sua equipe. Ana Paula será a mais nova e a única mulher a ocupar o cargo antes ocupado pelo roteirista Newton Cannito. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União. “Considero o convite da ministra Ana de Hollanda antes de tudo uma decisão corajosa que me motiva a trabalhar cada dia mais para o meu país.”

Ana Paula ingressou no Ministério da Cultura como estagiária em 2002 e há nove anos se dedica exclusivamente ao setor audiovisual. Foi assessora na extinta TV Cultura e Arte, coordenadora de intercâmbio cultural da SAv, assessora internacional e jurídica do secretário, gerente de fomento às atividades audiovisuais, chefe de gabinete da SAv de 2007 a 2010, diretora de Programas e Projetos Audiovisuais, secretária do Audiovisual substituta, dentre outras funções.

A secretária afirma não gostar de trabalhar com marca de gestões, mas que quer deixar um legado de construir a identidade cultural de sua geração. “A minha geração é uma geração perdida da cultura brasileira. Agora eu tenho a oportunidade de fazer a diferença. E eu farei a diferença trabalhando em conjunto com os mestres e novos jovens no estimulando o aprendizado e valorizando o que o nosso país tem a nos dar. Bebendo do passado e construindo o futuro. Acho que eu e minha geração podemos fazer a Revolução Criativa”.

Sobre a sua experiência na SAv, Ana Paula relata que foi muito privilegiada em ter convivido com os secretários José Álvaro Moisés, Orlando Senna, Silvio Da-Rin e Newton Cannito. “Aprendi muito com José Álvaro que me deu a oportunidade de trabalhar com Lisiane Taquary que teve a sensibilidade de evidenciar e investir no meu talento; com a confiança e sabedoria de Orlando Senna; com a ética, respeito ao trabalho público e com a trajetória de construção institucional do audiovisual brasileiro de Silvio Da-Rin e com toda genialidade, criatividade e poder de inovação do Newton Cannito. Desde que entrei na SAv busquei fazer o melhor, sempre com curiosidade, ética e responsabilidade, aprendendo a cada dia, pois tinha como lema que quem fazia o mais também tinha que aprender a fazer o menos. Por isso muito me orgulha ter feito de tudo na SAV”.

A nova secretária assegurou que continuará com o trabalho que Secretaria do Audiovisual desenvolveu nos últimos anos e pretende avançar muito. Avançar no poder criativo do indivíduo, no papel indutor do estado em criar mecanismo de sustentabilidade das ações e processos, e pretende contar com apoio de todos do setor audiovisual para construção conjunta de políticas para o audiovisual no brasileiro e para aumentar a sua presença no cenário internacional. Ainda pretende reforçar a competência de formulação de políticas na Secretaria do Audiovisual, tendo em vista que este setor tem papel estratégico na Política do Estado Brasileiro. “Não podemos nos esquecer em nenhum momento que o audiovisual desde as ações de preservação da memória e dos acervos até as ações distribuição e difusão são elos importantes que merecem olhar apurado e ações e políticas efetivas. Tenho consciência que o Audiovisual é uma das molas propulsoras a economia criativa e temos que também navegar nessa nova onda. A onda da economia criativa, da economia de serviços, dos coletivos criativos, onde idéias/conceitos/processos e inovação são ativos que agregam os valores que o público consumidor deseja e escolhe”, afirma.

Assessoria de Comunicação SAv/MinC

Narla Aguiar

Ministério da Cultura

Assessoria de Comunicação
Secretaria do Audiovisual
(61) 2024-2265

www.cultura.gov.br/audiovisual

DOCUMENTOS DO WORKSHOP POLIFÔNICO

Publicado: 24 24UTC janeiro 24UTC 2011 em Circuito Polifônico
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Boa noite,
Baixem os documentos usados no Workshop: O Projeto é um instrumento com quatro Finalidades realizado pelo Circuito Polifônico em parceria com o Casarão Cultural.
O Circuito Polifônico é a favor da livre circulação do conhecimento!

Nós realizamos neste mês de janeiro 7 workshops nas áreas de áudio, vídeo, produção, capitação, gestão e redes sociais. Os works acontecem em parceria com o Casarão Cultural Floresta Sonora e Movimento Curupira Antenado, visando o fortalecimento do circuito cultural da região e circulação da moeda social ‘muiraquitã’, que se baseia na troca de produtos e serviços solidários, alimentando a “vaca virtual do circuito cultura local”, facilitando a capitação de recursos privados e públicos.

BAIXAR ARQUIVO 1 – AS FINALIDADES DE UM PROJETO SOCIOCULTURAL.doc
BAIXAR ARQUIVO 2 – ELABORAÇÃO DE PROJETOS E CAPITAÇÃO DE RECURSOS.ppt

Os workshops foram desenvolvidos pela equipe de planejamento, sobre o acompanhamento da equipe de gestão e esta sendo divulgada pela equipe de comunicação polifônica.

Atenciosamente,

Equipe Circuito Polifônico

A ministra da Cultura Ana de Holanda lançou uma ofensiva contra a liberdade do conhecimento. Na quarta-feira pediu a retirada da licença Creative Commons do site do Ministério da Cultura, que na gestão de Gilberto Gil foi pioneiro em sua adoção no Brasil.

O exemplo do MinC foi àquela época fundamental para que outros sites governamentais seguissem a mesma diretriz e também publicassem seus conteúdos sob essa licença, como o da Agência Brasil e o Blog do Planalto.

A decisão da ministra é pavorosa porque, entre outras coisas, rasga um compromisso de campanha da candidata Dilma Roussef. O site de sua campanha foi publicado em Creative Commons o que denotava compromisso com esse formato.

Além desse ato simbólico, que demonstra falta de compromisso com o livre conhecimento, a ministra pediu o retorno ao Ministério da Cultura do Projeto de Lei de Revisão dos Direitos Autorais, que depois de passar por um debate de sete anos e uma consulta pública democrática no governo Lula, estava na Casa Civil para apreciação final e encaminhamento ao Congresso Nacional.

O que se comenta é que a intenção da ministra é revisar o projeto a partir das observações do ECAD, um órgão cartorial e que cumpre um papel danoso para a difusão da cultura no Brasil.

Para quem não conhece, o ECAD é aquele órgão que entre outras coisas contrata gente para fiscalizar bares e impedir, por exemplo, que um músico toque a música do outro. É uma excrescência da nossa sociedade cartorial.

Este blog também apurou que Ana de Holanda pretende nomear para a Diretoria de Direitos Intelectuais da Secretaria de Políticas Culturais o advogado Hildebrando Pontes, que mantém um escritório de Propriedade Intelectual em Belo Horizonte e que é aliado das entidades arrecadadoras.

Como símbolo de todo esse movimento foi publicado ontem no site do Ministério da Cultura, na página de Direitos Autorais, um texto intitulado “Direitos Autorais e Direitos Intelectuais”, que esclarece a “nova visão” do ministério sobre o tema. Vale a leitura do texto na íntegra , mas segue um trecho que já esclarece o novo ponto de vista:

Os Direitos Autorais estão sempre presentes no cotidiano de cada um de nós, pois eles regem as relações de criação, produção, distribuição, consumo e fruição dos bens culturais. Entramos em contato com obras protegidas pelos Direitos Autorais quando lemos jornais, revistas ou um livro, quando assistimos a filmes, ou simplesmente quando acessamos a internet.”

Essa ofensiva de Ana de Holanda tem várias inconsistências e enseja algumas perguntas:

A principal, o governo como um todo está a par desse movimento e concorda com ele?

Afinal a presidenta Dilma Roussef se comprometeu, como Ministra da Casa Civil e candidata à presidente da República, a manter o processo de revisão dos direitos autorais e promover a liberdade do conhecimento. E um desses compromissos foi firmado na Campus Party do ano passado, em encontro com o criador das licenças Creative Commons, Lawrence Lessig.

O atual ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, quando candidato ao governo de São Paulo, também se comprometeu com esta luta, inclusive numa reunião que contou com a presença deste blogueiro, na Vila Madalena, em São Paulo.

O que a atual presidenta e o ministro Mercadante pensam desta inflexão?

E o pessoal do PT ligado à Cultura, o que pensa disso?

Muitos dos militantes petistas da área comemoraram a indicação de Ana de Holanda.

Alguns entraram em contato com este blog para dizer que os compromissos anteriores não seriam rasgados.

E agora, o que eles pensam dessas decisões da ministra?

Dilma Roussef foi eleita também para dar continuidade ao governo Lula. Se havia interesse em revisar certas diretrizes  na área da Cultura e que vinham sendo implementadas com enorme sucesso e repercussão nacional e internacional, isso deveria ter ficado claro. Isso deveria ter sido dito nos diversos encontros que a candidata e gente do seu partido tiveram com esses setores.

Essas primeiras ações do MinC não são nada alentadoras. Demonstram um sinal trocado na política do ministério exatamente no que de melhor ele construiu nos anos de governo Lula.

Não há como definir de outra forma essa mudança rota: é traição com o movimento pela democratização da cultura e da comunicação.

A ministra precisa refletir antes de declarar guerra a esse movimento social.

E o PT precisa assumir uma posição antes que seja tarde.

Porque na hora H, não é  com o povo do ECAD e com o da indústria cultural que ele conta.

PS: Conversei com um amigo que entende de conteúdos licenciados em Creative Commons e ele me disse que a decisão da ministra de mudar o licenciamento do site vale exatamente nada no que diz respeito ao que foi produzido na gestão anterior.

Aquele conteúdo foi ofertado em Creative Commons e o Ministério não pode simplesmente revogar a licença de uso.

Se isso for feito, o Ministério infringe a licença Creative Commons e se torna um infrator de direitos.

DIÁRIO-FEST-POLIFÔNICO

Festival Polifônico que acontece 11 e 12 de Fevereiro, confirma a polifônia do Circuito Jam, com pitadas de guitarradas e outros instrumentos, uma Jam Session com musicos da programação oficial e convidados polifônicos. Acompanhe nosso boletim informativo e nos adicione no facebook.

No mês de janeiro os Polifônicos realizam 7 workshops nas áreas de áudio, vídeo, produção, capitação, gestão e redes sociais. Os works acontecem em parceria com o Casarão Cultural Floresta Sonora e Movimento Curupira Antenado, visando o fortalecimento do circuito cultural da região e circulação da moeda social ‘muiraquitã’, que se baseia na troca de produtos e serviços solidários, alimentando a “vaca virtual do circuito cultura local”, facilitando a capitação de recursos privados e públicos.
Os workshops foram desenvolvidos pela equipe de planejamento, sobre o acompanhamento da equipe de gestão e esta sendo divulgada pela equipe de comunicação polifônica.
Faça sua inscrição de GRÁTIS!
envie e-mail para circuitopolifonico@gmail.com com o assunto ‘workshop’ , e  informe seu nome, e-mail, contato e o workshop de seu interesse.

Workshop Polifônico das 14h às 16h.
12/01 – Como articular comunicadores populares e midialivristas em uma rede de comunicação colaborativa

carga hóraria: 2h, Vagas livres: 5)
14/01 – Software Livre de áudio (Ardour e Audacity)
carga hóraria: 2h, Vagas livres: 5
17/01 – Faça um programa de guerrilha de web-rádio e web-tv para a internet
carga hóraria: 2h, Vagas livres: 5
19/01 – Como produzir eventos a Custo Zero
carga hóraria: 2h, Vagas livres: 5
21/01 – Elaboração de Projetos e Capitação de Recursos
carga hóraria: 2h, Vagas livres: 5
24/01 – O projeto é um instrumento com quatro finalidades
carga hóraria: 2h, Vagas livres: 5
26/01 – Ecodesign Como Práxis Pedagógica
carga hóraria: 2h, Vagas livres: 5

E em fevereiro o festival polifônico, que une as vozes em um grito de carnaval que ecôa por 3 dias.
Acompanhe nossos boletins infomativos e siga-nos no twitter @circuipolifonic

Cine Ambiente

Publicado: 9 09UTC janeiro 09UTC 2011 em Audiovisual, Cultura
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Ministério da Cultura divulga retificação dos projetos habilitados

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, publicou na quinta-feira, 6 de janeiro, no Diário Oficial da União, a retificação dos projetos habilitados no Concurso de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas Inéditas, de Micrometragem, do Gênero Animação, com a temática “Consumo Sustentável e Biodiversidade” – Cine Ambiente

O edital – que vai apoiar a produção de dez obras cinematográficas, com orçamento individual no valor de até R$ 20 mil cada, com duração de um minuto – é uma iniciativa do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, e o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental.

Leia mais.

Os números de 2010

Publicado: 3 03UTC janeiro 03UTC 2011 em Tecnologias Sociais
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Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog está em brasa!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 6,900 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 17 747s cheios.

Em 2010, escreveu 59 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 102 artigos. Fez upload de 41 imagens, ocupando um total de 15mb. Isso equivale a cerca de 3 imagens por mês.

The busiest day of the year was 5 de junho with 244 views. The most popular post that day was Fotos.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram orkut.com.br, search.conduit.com, mail.live.com, google.com.br e mail.yahoo.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por calendario maia, agenda, arte, calendário maia e interdisciplinalidade

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Fotos julho, 2009

2

EXPRESSÃO CRIADORA – A ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL junho, 2009
3 comentários

3

Espiritualidade junho, 2009
2 comentários

4

Matérias julho, 2009

5

Agenda julho, 2009

Agradeço a equipe WordPress pela avaliação positiva deste ciberspaço.


O projeto Samaúma – Jornada de Produção Audiovisual em infocentros por pontos de cultura e cineclubes” realizou a segunda jornada de oficinas em Marabá de 16 a 27 (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá), com oficinas de Roteiro e Direção de Vídeo; Produção e Finalização de Vídeo; Produção e Edição de Áudio; e Criação e Manutenção de Site.

Na oficina foram produzidas 10 roteiros que resultaram em 10 vídeos e 10 áudios que será exibido na mostra dos resultados do projeto que acontecerá no dia 30 de novembro à partir das 18horas no Galpão de Artes de Marabá, com entrada franca. “A expectativa é que os participantes atuem como produtores de conteúdos audiovisuais junto às organizações que os indicaram, e passem a produzir conteúdo para publicação na internet”, compartilha Samir Raoni, coordenador do projeto.

A mostra dos vídeos e áudios produzidos nas oficinas do projeto pelo participantes, será realizada através da parceria com o Cine Carajás (coordenado pelo Botelho Filho) e Circuito Audiovisual do Festival de Artes Inegradas Circuito Polifônico e projeto Samaúma.

A mostra acontece por meio da parceira com a (APJCC), Rede Norte de Cineclubes e a produtora independente Sr. Cheff Produções, que cedeu os direitos de exibição do filme “D. Juan”, na programação oficial das jornadas do projeto. de Mateus Moura,

O filme do jovem cineasta Mateus Moura, integrante da Associação e idealizador da produtora, representa bem o que o projeto semeia: a produção independente e colaborativa, aproveitando a rede solidária, e demonstrando que é possível realizar grandes projetos se aproveitarmos os recursos e inteligência coletivos.

O projeto Samaúma tem como meta produzir 30 vídeos e 30 áudios de curta duração para serem exibidos na TV Cultura e em telões nas áreas de acesso público do Programa NAVEGAPARÁ, visando socializar a produção com a população local e despertar o interesse da coletividade pela cultura digital.

SERVIÇO

Mostra Samaúma Audiovisual

30 de Novembro

às 18H

Galpão de Artes de Marabá

ENTRADA FRANCA

Realização: Samaúma e Cine Carajás
Parceria: SR. Cheff Produções, Circuito Polifônico e Rede Norte de Cineclubes

 

Comunicado Importante

Publicado: 29 29UTC novembro 29UTC 2010 em (APJCC), Audiovisual
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Caros,

Neste mês de novembro a APJCC não realizará as sessões semanais no Cine Argonautas por motivo da realização do projeto Samaúma – Jornada de Produção Audiovisual. As jornadas vão acontecer em Ananindeua (Infocentro do Ponto de Cultura Ananin) no período de 10 a 15 de novembro; em Marabá (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá) de 16 a 30 de novembro e em Santarém (Infocentro do Pontão de Cultura Digital do Tapajós), de 5 a 15 de dezembro.
O Cine Argonautas volta com suas atividades regulares em dezembro, realizando o Ciclo “Riso é Coisa Séria”, com curadoria de Lionay Dias, Thiago Oliveira e Samir Raoni.
Agradecemos a compreensão.

Atenciosamente,

Samir Raoni (APJCC-2010)
“Excelente!” “Depois a gente conversa…” “Delicado” “Psicodélico!” “Muito bom, cara” “Só achei que a cena deles andando ficou muito longa…” “Acho que tu ta vendo muito Godard…” “Meio Tarkovski né?” “Maldito” “Você fez um filme!” “Teu filme não tem um gênero substancial” “Parece que tu só tem uma perna no filme!” “O áudio no diálogo é impressionantemente nítido” “Não ouvi rigorosamente nada na cena do diálogo” “Estranho” “O início é lindo!” “Francamente, achei que esse Coltrane estragou” “Parece que tu bateu punheta com a mão esquerda, mas de camisinha: é isso o teu filme!” “O animal preso e livre começa dançar”
D.Juan
Sinopse:

O encontro de lobos.
O homem é lobo do homem.
A mulher é loba da mulher.
A ribalta é a lua cheia,
onde o encontro das bestas será aceito.

Informações Técnicas:

Filme rodado nos dias 27 e 28 de julho de 2010 pela produtora independente Sr. Cheff Produções. Contou com o apoio da ETDUFPA (que cedeu o local de filmagem, com iluminação), o CEPEPO (que cedeu a câmera e os cinegrafistas), a MTV BELEM (que cedeu o microfone), a PARACINE (que bancou a alimentação) e a SINTDACPA (que cozinhou de forma admirável).

D. JUAN
Título: D. Juan
Realizador: Mateus Moura
Assistência: Felipe Cruz
Produção: Sr. Cheff Produções
Atores: Ramón Rivera, Giovana Miglio, Haroldo França, Felipe Cruz e Mateus Moura
Música original: Ramón Rivera
Trilha sonora, montagem e fotografia: Mateus Moura
Figurino: Cassiane Dantas
Duração: 33 min
Formato: 16:9 & 4:3 / Cor / Digital


Parte da equipe de produção

Sr. Cheff Produções é:
Mateus Moura
Felipe Cruz
Luana Beatriz
Luah Sampaio
Juan Pablo
Samir Raoni
Janaína Torres
Glenda Marinho
João Pedro Rodrigues
Neto Dias
Cassiane Dantas
Max Andreone
Giovana Miglio
Ramón Rivera
Haroldo França
Harrison Lopes
Vanessa Silva

Serviço:

24/11 (quarta-feira)
Em 3 sessões: às 19h, às 20h e às 21h
No Cine Líbero Luxardo - Av. Gentil Bitencourt, 650, Térreo
Entrada franca.
Apoio de exibição: Cine Líbero Luxardo

Leia textos sobre o filme em Cinemateus.

Ananindeua, Marabá e Xinguara

Foto: Samir Raoni, Meeking Off filme D. Juan, de Mateus Moura

O Circuito Audiovisual do Festival tem o desenvolvimento sociocultural como bandeira e a prática como princípio. Sendo assim, por meio da parceira com a produtora independente Sr. Cheff Produções e com a Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema (APJCC), estão incluídas na programação oficial das jornadas com a produção do filme D. Juan , de Mateus Moura, integrante da Associação e idealizador da produtora.

O filme representa bem o que o festival semeia: a produção independente e colaborativa, aproveitando a rede solidária, e demonstrando que é possível realizar grandes projetos se aproveitarmos os recursos e inteligência coletivos.

D. JUAN, de Mateus Moura, será exibido nas três cidades que recebem o Circuito, pertencente a gama de ações prévias do Festival de Artes integradas Circuito Polifônico que continua com a realização de três jornadas de produção audiovisual: em novembro, as atividades acontecem em Belém (10 a 16) e Marabá (17 a 28); em dezembro, é a vez de Xinguara  (2 a 12).

SERVIÇO

30 de Novembro

às 18H30

No Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá

ENTRADA FRANCA

Realização: Samaúma – Jornada de Produção Audiovisual e Circuito Polifônico
Parceria: SR. Cheff Produções, APJCC e Rede Norte de Cineclubes

Estão abertas inscrições para as oficinas do projeto SAMAUMA, uma das ações colaborativas do Programa NAVEGAPARÁ. O projeto vai capacitar sessenta pessoas nas técnicas de produção de vídeos, áudios e sites, mobilizando pontos de cultura, cineclubes e escolas a produzir conteúdos para exibição no programa “Ponto de Cultura Pará” da TV Cultura do Pará e também para publicação na internet.

O projeto “SAMAUMA-Jornadas de produção audiovisual em infocentros por pontos de cultura e cineclubes” vai realizar três jornadas de produção de audiovisual com oficinas de Roteiro e Direção de Vídeo; Produção e Finalização de Vídeo; Produção e Edição de Áudio; e Criação e Manutenção de Site. As jornadas vão acontecer em Ananindeua (Infocentro do Ponto de Cultura Ananin) no período de 10 a 14 de novembro; em Marabá (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá) de 16 a 21 de novembro e em Santarém (Infocentro do Pontão de Cultura Digital do Tapajós), de 5 a 10 de dezembro. Os participantes das oficinas têm que ter algum tipo de vínculo com infocentro, ponto de cultura, cineclube ou escola do projeto “Escolas de Portas Abertas”. A expectativa é que elas atuem como produtoras de conteúdos audiovisuais junto às organizações que os indicaram.

O projeto tem como meta produzir 30 vídeos e 30 áudios de curta duração para serem exibidos na TV Cultura e em telões nas áreas de acesso público do Programa NAVEGAPARÁ, visando socializar a produção com a população local e despertar o interesse da coletividade pela cultura digital. O “Manual de Produção em Software Livre” será distribuído aos participantes das oficinas e disponibilizado para download, visando disseminar o uso dos softwares livres. Também vão ser criados trinta sites como ferramentas de publicação de conteúdos audiovisuais e como estratégia de visibilidade das ações socioculturais dos parceiros do projeto. O “Mapa Olha Nós na Mídia”, um guia de sites e portais colaborativos de webradio e webtv, é outra ferramenta que o projeto vai adotar para estimular a publicação de conteúdos audiovisuais na internet através da rede de infocentros, escolas, pontos de cultura e cineclubes.

O Projeto SAMUAMA foi selecionado através de edital de apoio a projetos para ações colaborativas em Infocentros lançado pela FAPESPA – Fundação de Amparo à Pesquisa do Pará, órgão do Governo do Estado do Pará. O projeto é coordenado pelo educomunicador Samir Raoni e tem como parceiros o Pontão de Cultura Rede Juvenil, Pontão de Cultura Pororoca da Cidadania, Pontão de Cultura Digital do Tapajós, Coletivo Pogobol, Circuito Polífônico, Associaação Paraense de Jovens Críticos de Cinema, Sr. Chefe e Rede Cine Norte.

SERVIÇO: A inscrição na jornada de oficinas é gratuita e pode ser feitas pelo site www.redecom.org.br. Informações pelo e-mail samaumacoletivo@gmail.com e pelos fones (91) 8154-1386 e (91) 9245-7985.

INSCREVA-SE (AQUI)

BOLETIM POLIFÔNICO

APRESENTA

Circuito de Artes Visuais

Exposição de Fotos desenhada

In – Construção.

Uma exposição de fotografias onde a necessidade de construir novos territórios frente a perspectivas visuais criadas por imagens que se completam. A mistura de fotografia e gravura no mesmo plano chama a atenção e leva o observador a refletir a desconstrução e o encontro das imagens, de onde ela começa ou termina. Não há ordens. O confuso te faz perceber as idéias. Sentir, enxergar e questionar a obra além do que se vê.

Exposição de Fotos desenhada

In – Construção. Cinthya Marques e Maécio Monteiro

Hora: a partir das 19h00

Local: Café com arte

Mais informações escreva para: circuitodeartesvisuais@gmail.com

 

 

BOLETIM POLIFÔNICO

APRESENTA

Arte nossa de Cada Dia

Exposição de Fotos desenhada

In – Construção.

Uma exposição de fotografias onde a necessidade de construir novos territórios frente a perspectivas visuais criadas por imagens que se completam. A mistura de fotografia e gravura no mesmo plano chama a atenção e leva o observador a refletir a desconstrução e o encontro das imagens, de onde ela começa ou termina. Não há ordens. O confuso te faz perceber as idéias. Sentir, enxergar e questionar a obra além do que se vê.

Exposição de Fotos desenhada

In – Construção. Cinthya Marques e Maécio Monteiro

Hora: a partir das 19h00

Local: Café com arte

TV Clube apresenta  “Anos Incríveis”

Sinopse:
Tomemos o artifício ficcional de imaginar que Michel de Montaigne e Marcel Proust se uniram no final dos anos 80 e montaram um projeto para a televisão. Uma vez por semana ligaríamos nossos aparelhos no conforto de nossos lares e acompanharíamos, durante seis anos, episódio por episódio (cada qual balbuciando poeticamente um tema), um homem rememorando e analisando histórica e sentimentalmente a sua infância e a sua era.
Falando de realidade, felizmente podemos comprovar que algo análogo aconteceu quando o casal Neal Marlens e Carol Black, com clarividente ternura e inteligência, decidiram se debruçar sobre um projeto que intitularam “The Wonder Years”. Se todos os anos fossem tão incríveis quanto aqueles seis foram para a sua geração – pelo menos meia hora por semana – talvez não fosse tão solitário o caminho dos que passam alhures.
Nem todos, até hoje, é verdade, podem ter uma tv em casa; mas ao menos uma na rua de uma periferia distante, ou ao menos uma na praça de uma longínqua vila pesqueira. Os que se reuniram para assistir esta série partilharam, em forma de entretenimento, um ombro amigo do tamanho de um sentimento. Através da luz e do som – prováveis protagonistas na criação do universo – estes seres sensitivos puderam comungar ao menos uma migalha, uma fagulha de um momento sagrado. O ritual de ouvir e contar estórias, dizem, é tão antigo quanto o próprio homem. O de ver e ouvir simulações de realidade que são estórias, idem.
A matéria do tempo que passou é análoga a dos sonhos; resta-nos (como Kevin) sonhar, pouco importa se de olhos fechados ou abertos.
(Mateus Moura – APJCC 2010)

* * *

Sobre a necessidade de existência de um TV Clube
Toda arte é feita para ser apreciada.
Este momento de contato entre público e obra de arte é um ato de comunicação: alguém (o artista) envia uma mensagem (sua obra) e nós (os potenciais apreciadores) a recebemos das mais diversas formas.
Toda a comunicação pode ser facilitada por um veículo que seja eficiente em transmitir a mensagem e, por 50 anos, a televisão foi um dos grandes veículos de difusão das mais diversas obras (perdendo hoje, talvez, para a internet).
Atacada por Adorno e Horkheimer (e muitos outros) como o veículo das massas, a responsável pela idiotização da audiência, a destruidora da essência artística através da produção industrial de novelas, tele-jornais e séries, a TV indiscutivelmente teve sucesso em sua proposta primeira: levar o que quer que fosse que ela apresentava para a sala e os quartos das pessoas ao redor do mundo.
Quando assistimos a uma final de Copa do Mundo sabemos que não estamos sozinhos, mas na companhia de bilhões que se reúnem em vários países para vivenciar a mesma experiência. E esse potencial de conectividade (sem sombra de dúvida ligado ao poder aquisitivo dos donos das gigantes da comunicação) fez da TV uma presença incontornável nos lares humanos.
Mas o que é feito dessa capacidade de atingir um número vertiginoso de pessoas em escala global? Ou melhor, o que pode ser feito dessa capacidade?
Essa é a discussão que impulsionou a criação deste TV Clube – espaço onde discutiremos as grandes obras realizadas para a TV; começando com a exibição de uma das maiores séries de todos os tempos: Anos Incríveis.
* * *

Serviço:
TV Clube apresenta: Anos Incríveis.
Dia 24 de outubro (domingo) às 18h
Espaço Benedito Nunes (Livraria Saraiva – Shopping Boulevard, 2º piso)
Entrada franca.

Realização: APJCC
Apoio: Livraria Saraiva.
Cartaz: Luana Beatriz.

O Grupo Ideal em parceria com a Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema inicia a partir do dia 22 de outubro a implementação, no Colégio Sucesso, de uma ação cultural quinzenal de cunho cineclubista.
Cineclube do Colégio Sucesso é o mais novo espaço democrático de debates sobre cinema, arte e cultura. Visando o fortalecimento de uma comunidade ética e fraterna sob a bandeira da arte cinematográfica, o cineclube chega para ampliar o acesso gratuito a obras fundamentais na História do Cinema, integrando-se assim ao movimento nacional pela difusão do áudio-visual artístico e ao fortalecimento do circuito cultural paraense.
Cineclube do Colégio Sucesso funciona quinzenalmente, às sextas-feiras 18h30, e estréia oficialmente no dia 22 de outubro com a obra-prima do cinema moderno “O Processo” de Orson Welles, excepcionalmente às 16h00.
Sempre com entrada franca!
Sinopse:
Numa certa manhã, um homem é preso e acusado de um estranho crime que não cometeu. Versão bastante fiel do horror cômico-objetivo do clásscio romande de Franz Kafka. Tendo o controle absoluto sobre o filme, Welles conseguiu efeitos impressionantes apoiado num elenco de primeira. Destaques para a fantástica interpretação de Perkis como Joseph K. e a trilha sonora Jazz/Clássica.

Serviço:
22 de outubro (sexta)
às 16h
No auditório no Colégio Sucesso (Mauriti entre Pedro Miranda e Antonio Everdosa)
ENTRADA FRANCA

Realização: APJCC e Grupo Ideal
Apoio: Colégio Sucesso e Cineclube Amazonas Douro

 


Sobre o Filme:
“Sede de Sangue” é a queda livre de Park Chan-Wook no bizarro universo do romantismo gótico europeu recriado na chave pop de mangás e games contemporâneos. Park Chan-Wook, um dos cineastas responsáveis pela maravilhosa produção atual da Coréia-do-Sul, mostra o seu anormal talento na construção de imagens novas e vibrantes ao retratar o drama e as paixões de um padre que se submete a uma experiência que o transforma em vampiro.
Tudo neste filme reflete a megalomania e a liberdade de seu autor. Seu tradicional roteiro rocambólico também está lá para nos lembrar que cinema é arte das imagens em movimento e grandes roteiros só servem para grandes telenovelas. O cinema transborda a cada segundo de “Sede de Sangue” nos enquadramentos, movimentos de câmera, jogos de foco e raccords.
Como seus principais intérpretes, que se entregam a seus personagens como dois cães alucinados, Chan-Wook se entrega ao cinema como um grande herege sórdido pervertido. Graças a Deus!

Miguel Haoni

(APJCC – 2010)

SERVIÇO:
Sede de Sangue, de Park Chan-Wook
Dia: 20/10 (quarta-feira)
Local: sala de exibições do restaurante popular de ananindeua
(cidade nova 6  SN 22 com WE 75 na praça Dom Vicente Zico)
Horario: 18h30

Entrada franca

Realização: APJCC & Cine Argonautas
Parceria: Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Ponto de Cultura Ananin e Rede Norte de Cineclube
Comentários: Lionay Dias, Thiago Oliveira, Samir Raoni e Miguel Haoni

 

FESTIVAL PROMOVE INTEGRAÇÃO DAS ARTES EM BELÉM

O Festival de Artes integradas Circuito Polifônico terá sua primeira edição realizada em Dezembro de 2010, prevê a realização de oficinas, workshops, seminários, intervenções artísticas, mostras, shows de artistas e grupos independentes do Pará. O festival está sendo realizado de forma colaborativa por vários coletivos culturais que passam a formar o grande Coletivo Polifônico.

E nesse mês de outubro a programação já está pronta para promover uma série de ações que utilizarão a arte como ferramenta e a interação como proposta. A primeira delas será “O Circuito na Mesa” que acontecerá no próximo dia 22, das 18h00 às 22h00 no espaço cultural Café com Arte em Belém do Pará, serão quatro mesas focadas em temas como comunicação livre, direito autoral, circulação, distribuição, legislação e arranjos produtivos locais, e terá a presença de vários coletivos culturais, pontos de cultura, associações e cineclubes, além dos convidados Painelistas: Rodrigo Bouillet, Coordenador de Rede do Cine Mais Cultura (RJ); Juca Culatra, Representante do Música Pra Baixar (PA); Samir Raoni, Comissão Paraeanse de Pontos de Cultura/Gt Audiovisual (PA); Macelo Damaso, Representante da Se Rasgum (PA) e Marcel Arede, Representante do Conexão Vivo (PA).

E no sábado, dia 23, a partir das 16h, haverá “Arte nossa de Cada Dia”, que vai reunir artistas de todas as áreas como; música, pintura, artes digitais, stickers, grafite, áudio-visual, teatro e mais, para realização de uma imensa pintura comunitária no chão da Passagem do Horto, a fim de lançar em 20 metros de pista, a mensagem que nasce da soma de sensibilidades. Feito a várias mãos, diversas perspectivas, congregando todas as expressões e aberto para todos que quiserem participar de uma intervenção artística conjunta inédita em Belém. Depois, às 18h30, começa um circuito cheio de atrações, que passam pelo Audiovisual, Design sustentável, Artes Visuais, Performances e Jam Sessions, tudo isso com a cobertura completa feita pela Rádio Manga Sonora e Tv Mangueirosa.

O Festival de Artes Integradas Circuito Polifônico trabalha para abrir oportunidades de intercâmbio, circulação de pessoas e bens culturais, fortalecimento de uma rede de relacionamento nacional, democratização do acesso a informação e a produção do conhecimento, bem como a celebração da diversidade brasileira e de estimulo da produção e difusão da música, do audiovisual e da cultura alternativa independente local.

E não termina por aí, a integração é tamanha que a publicidade de todo o festival vai ser produzida dos registros desse dia. Uma transpiração em nome da livre criação. Um dia para consagrar com arte, acreditando que ela liberta.

Ananindeua Ganha primeira Sala para exibição de grandes obras que marcaram a história do cinema, sempre com Entrada Franca!

De olhos bem abertos em quem tem os olhos meio fechados, o Cine Argonautas em parceria com a APJCC promove um ciclo de exibições com perolas do cinema oriental. Essa ação inaugura uma jornada da Associação em prol de criar um olhar mais atento a fantástica produção áudio-visual do oriente. O Brasil é o pais com maior numero de japoneses fora o japão, tendo aqui muitos imigrantes que deis do ciclo da borracha vieram para o Pará e passaram a fazer parte da realidade sociocultural desta terra, portal da amazônia. Brasileiros, filhos de gente que veio do outro lado do mundo, e que se adaptou harmoniosamente a nossa cultura; Já que poucos de nós vamos poder ir la fazer o mesmo, a APJCC propõe que façamos esse contato através da arte, através dos mestres orientais que emprestaram seus olhos à nós pelas lentes do cinema. O Ciclo Novos Orientes vai exibir cinco obras, entre eles 2 longas da primorosa animação japonesa que merece toda a sensibilidade de quem reconhece a verdadeira arte quando ela se apresenta. Enquanto alguns críticos discutem se esta pode ser considerada Arte como o cinema, alguns gênios como Miyazaki mostram que ela pode ser até mais.
(Lionay Dias, Samir Raoni e Thiago Oliveira)
Programação
(29/09) – Princesa Monnoke, Hayao Miyazaki
(06/09) – RAN, Akira Kurosawa
(13/10) – Dragão chines, Lo Wei
(20/10) – Sede de Sangue, Chan-wook Park
(27/10) – Túmulo dos Vagalumes, Isao Takahata
***
O Ciclo Novos Orientes vai acontecer nas sessões semanais que acontecem na Sala de Exibição do Restaurante Popular de Ananindeua (Cidade Nova VI, WE 72 com sn 22 – em frente a pça Dom Vincente Zico) à partir das 18h30, sempre com Entrada Franca!
O Ciclo vai iniciar com uma perola da animação japonese “Princesa Mononoke” de 1997, dirigida por um dos talentosos gênios do cinema de animação Hayao Miyazaki. O Cine tem a curadoria compartilhada entre os membros da APJCC, e nesses semestre exibirá também, grandes obras da cinematografia mundial, passando pela produção brasileira, americana, europeia, oriental e pelo cinema de animação.
Confira a sessão Princesa Mononoke (aqui)
*“Uma princesa entre os lobos , um mergulho nos princípios da natureza”

Sinopse:

Ashitaka é o jovem guerreiro do clã Emishi que é amaldiçoado ao defender a sua aldeia de um demônio criado pela violência humana. Assim, viaja até à região controlada pelo clã Tatara na esperança de compreender a maldição que lhe fora posta, antes que esta o mate. O que Ashitaka vai encontrar é um conflito entre os humanos e os deuses da floresta. Apanhado no meio do conflito, Ashitaka conhece San, a Princesa Mononoke, criada por lobos, e trava feroz brigas para acabar com os humanos que ameaçam a floresta. Ashitaka colocar-se entre San e Lady Eboshi, a líder do clã Tatara, procurando um meio de terminar a guerra.
Sobre o filme:
Em um épico sobre a tumultuosa relação do homem com a natureza, Miyazaki mostra como a animação tradicional japonesa, ao usar temas tão recorrentes como amor e ecologia, pode resultar em uma obra tão surpreendente. Com sua estética de sonho, ele pinta uma era de deuses ferais que, incapazes de defender a floresta da pólvora do homem, são consumidos por ódio e a vingança. Uma era, onde o homem também a perece entre guerras e pragas naturais, escolhendo domar a natureza para sobreviver. Sem maniqueísmos, Miyazaki combina politica e fantasia , príncipes e deuses, em uma guerra que não distingui lados, uma guerra onde sangue e lagrimas são os espólios, uma guerra como todas as outras.
Lionay Dias
SERVIÇO
Cine Argonautas apresenta “Princesa Mononoke”, de Hayao Miyazaki
Data: 29 de setembro (quarta-feira)
Horário: 18h30
Local: Sala de Exibição do Restaurante Popular de Ananindeua (Cidade Nova VI, WE 72 com sn 22 – em frente a pça Dom Vincente Zico)
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e Cine Argonautas
Parceria: SEMMA e, Cine CCBEU, Ponto de Cultura Ananin e Rede Norte de Cineclubes (RNC)
Comentários: Lionay Dias, Samir Raoni e Thiago Oliveira
*Conferirá a Programação do Ciclo Novos Orientes (aqui)

 

APJCC realiza sessão pelo Dia Mundial da Cultura de Paz em Parceria com outros estados brasileiros.
 
Por Samir Raoni (APJCC-2010)
 
Dia Internacional da Paz é celebrado em 21 de Setembro, e teve sua primeira manifestação em 30 de novembro de 1981, pela ONU. Nesse dia o mundo mundo pede que todos os seres pratiquem a paz – mesmo que seja um grande desafio vivencia-la plenamente, afinal, não é porque é dia internacional da paz que vamos conseguir esquecer toda a violência existente no mundo, mas não podemos deixar de considerar que esse é um bom dia para olharmos a importância de cultiva-la, tentar estabelecer uma outra relação com os seres que viventes.
O Dia Internacional da Paz vai acontecer de 21 a 26 de setembro e tem sido construído por vários seguimentos da cultura do Brasil de forma colaborativa, através de uma Grande Ação em Rede, envolvendo Pontos de Cultura, Movimentos Socioculturas e Organizações Não-Governamentais de várias regiões do país que chegam para somar nessa grande ação planejada deis do  Encontro de Ponteir@s da Cultura de Paz realizada pelo Instituto Pólis que é Pontão de Cultura de Paz em São Paulo, sendo referência em metodologias, mapeamento e sistematização de metodologias e ações que emergem para uma transformação social regada pela Cultura de Paz.
O intuito de realizar uma ação colaborativamente com vários atores sociais no Dia Internacional da Cultura de Paz é proporcionar um compartilhamento de saberes, na perspectiva de uma construção coletiva e co-responsável para uma sociedade orientada pela prática do respeito, da solidariedade e dos valores da cultura de paz; além de fundamentar ação-reflexão-ação, tendo como proposta instrumentar essas ações para que elas envolvam o máximo de agentes de transformação de base possível, permeando a transmissão de valores, artes e saberes voltados para uma Cultura emergente para sustentabilidades humanas, que legitima o fazer e a cidadania culturais.
Estamos em diálogo através de e-mail, skype, msn deis de junho tecendo esse grande Boom Pela Paz. E agora, no mês de Setembro teremos inúmeras atividades acontecendo, podendo ser acompanhadas pelo blog GT Cultura de Paz ou pelo Portal da Rede Norte de Cineclubes.
A Comissão Nacional de Pontos de Cultura através de seu Grupo de Trabalho de Cultura de Paz fez algumas propostas na lista, discutidas no Congresso Internacional de Drama Teatro e Educação (IDEA) e em outros fóruns e espaços de referido interesse temas importantes que apontem nessa direção, e muitas propostas foram apresentadas e as que pareciam mais urgentes de serem materializadas foram aprovadas, e um dos resultados que vale citar aqui nesse espaço é a Carta de Cultura e Educação Transformadora com alguns nortes temáticos destas práticas.
Nosso proposito é que cada envolvido realize alguma ação que tenha a cultura de paz como proposta, as linguagens podem e devem ser as mais diversas possíveis: teatro, dança, poesia, grafite, artes visuais, no caso da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema (APJCC), optamos pelo audiovisual.
A Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema faz coro a Rede Nacional de Pontos de Cultura que conta com mais de 2.700 pontos de cultura em todo o país, convidando todos os amantes da sétima arte a participar da sessão do filme “Tempos de Paz’, de Daniel Filho, nesta sexta-feira, a partir das 18h00 no Restaurante Popular de Ananindeua.
Essa sessão visa somar nessa grande Ciranda pela Paz! Vamos irradiar essa luz, praticando um outro mundo mais humano, fraterno, solidário, possível!
Confira a sessão (AQUI)

Sessão pelo Dia Internacional da Cultura de Paz

Publicado: 15 15UTC setembro 15UTC 2010 em Audiovisual, Cultura

Parceria entre APJCC e Cine Argonautas, exibe “Tempos de Paz”
Por Samir Raoni (APJCC-2010) 

O próximo dia 17 de setembro marca o novo ciclo de exibição do Cine Argonautas que inicia com o filme. “Tempos de Paz” de Daniel Filho, a sessão integra a programação em rede do Dia Internacional da Cultura de Paz (aqui), Realizado pela Comissão Nacional de Pontos de Cultura através de seu Grupo de Trabalho de Cultura de Paz na qual a Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema é parceira.

A sessão também faz coro a mostra “Curta a Cultura de Paz” que acontece no dia 21 de setembro no Instituto Pólis – Pontão de Cultura de Paz. Importante lembrar o dia conta com inúmeras manifestações e praticas pela Cultura de Paz dos mais diversos pontos de cultura e movimentos sociais do Brasil. Em Belém a APJCC realiza sessão em parceria com o Cine Argonautas, que realiza sessões todas as sextas-feiras no Restaurante Popular de Ananindeua (localizado na cidade nova VI), sempre com entrada franca.
A curadoria do Cine será feita colaborativamente entre os Argonautas e a APJCC, e nesses semestre exibirá, grandes obras da cinematografia mundial, passando pela produção paraense, brasileira, americana, europeia, oriental e pelo cinema de animação. Para dar início à programação, o filme Tempos de Paz do cineasta brasileiro Daniel Filho, que tem feito um belo trabalho nessa arte chamado cinema. O filme não gerou uma grande repercussão no cinema comercial, e suas imagens em movimento ainda continuam inéditas para muitos cinéfilos, e cabe a nós difusores dessa arte tão preciosa, revelar o olhar daqueles que ainda não se permitiram deslumbrar-se com essa janela visionária.
Sessão: Tempos de Paz
Em abril de 1945 os combates da 2º Guerra Mundial já cessavam na Europa, mas o Brasil ainda estava tecnicamente em guerra. O combate entre Segismundo, interrogador alfandegário e ex-torturador da polícia política de Getúlio Vargas, com o ex-ator polonês Clausewitz, confundido com um nazista fugitivo, se desenrola na sala de imigração do porto do Rio de Janeiro. Tudo porque o fim da Guerra, por ironia do destino, é o que tira a paz de Segismundo. Ele teme a vingança de seus ex-prisioneiros. E hoje chefe da imigração na Alfândega do Rio de Janeiro, Segismundo é quem decide quem entra ou não no país. Clausewitz terá que usar todo o seu talento de ator para provar que não é um seguidor de Hitler. O filme retrata um período crítico da história brasileira e fala do maniqueísmo e da luta pela vida.
SERVIÇO
Cine Argonautas apresenta “Tempos de Paz”, de Daniel Filho
Data: 17 de setembro (sexta-feira)
Horário: 18h
Local: Restaurante Popular de Ananindeua – Cidade Nova VI
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e Cine Argonautas
Parceria: Secretária de Meio Ambiente de Ananindeua e RNC
Comentários: Samir Raoni

A REDE NORTE DE CINECLUBES realiza Oficina de Web-Ativismo-Digital em Belém, para integrantes de pontos de cultura, cineclubes e interessados em geral. A oficina acontecerá nos dias 04 e 05 de setembro, das 18h às 22h na Aldeia Digital do Infocentro do Programa NavegaPará instalada na Feira Pan-Amazônica do Livro. Estão sendo ofertadas 20 vagas, o numero de computadores do infocentro. Os inscritos participarão da programação, que tem como conteúdo o conceito histórico do nascimento da cibercultura ate a sua função atual; e o uso dos aplicativos de web 2.0 e a internet colaborativa. Os participantes da oficina aprenderão como montar um plano de comunicação para potencializar sua ação sociocultural usando a internet como canal de uma comunicação integrada a várias ferramentas como twitter, blogspot e youtube.

A REDE NORTE DE CINECLUBES foi aprovado através do edital Tuxaua do Ministério da Cultura. O projeto tem como parceiro o Governo do Estado do Pará através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia – SEDECT e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará – FAPESPA, da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema – APJCC e Pontão de Cultura Rede Amazônia Juvenil.

O projeto vai realizar três jornadas de formação cineclubista e web-ativismo-digital através de doze oficinas. No Pará as oficinas acontecerão no Núcleo Metropolitano de Belém, Nordeste Paraense e Soure, e em novembro inicia o planejamento das oficinas no Núcleo Marabá – Regiões Sul e Sudeste do Pará e Núcleo Santarém – Regiões do Baixo Amazonas, Xingu e Tapajós.

As jornadas serão realizadas nos estados do Amazonas, Roraima, Tocantins e Pará em parceria com as células de articulação estadual da rede que tem como principal objetivo a articulação e difusão das praticas cineclubistas do norte.

O objetivo de formação do projeto é capacitar pontos de cultura, infocentros, cineclubes e escolas a produzir vídeos, áudios e sites nos Infocentros do Programa NavegaPará para potencializar as ações socioculturais, assim como realizar oficina de formação cineclubista que tem como conteúdo a instrumentalização prática de se tocar um cineclube (da pré à pós produção) e o aprofundamento na teoria cinematográfica através de sua História, parte realizada em parceria com a (APJCC).

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As inscrições podem ser feitas pelo e-mail redecinenorte@yahoo.com.br ou na ficha de inscrição virtual aqui.
Na ficha constam apenas o nome completo, contato telefônico do interessado e ponto de cultura ou cineclube (não é obrigatório). Qualquer dúvida ligar para (91) 8154-1386 e falar com Samir Raoni, coordenador do projeto.

Confira a programação aqui.

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Serviço

Oficina de Web-Ativismo-Digital

Aldeia Digital da Feira Pan-Amazônica do Livro

Centro de Convenções -Hangar

Dias: 04 e 05 de Setembro

Hórario: 18h às 22h

Inscrições $ 0 reais.

Eles estão na cidade… finalmente. Belém deve ser a sexta capital, se não perdi a conta, a receber o projeto que iniciou, em abril deste ano em São Paulo. É possível seguí-los e assistí-los on line, além de saber de todos os passos que dão neste projeto.

Já passaram por Brasília, Salvador, Recife, Belo Horizonte e daqui seguem para Manaus, mas só depois do dia 22. Até lá, o Grupo Oficina de José Celso Martinez, com o “Dionisíacas em Viagem” fincam os pés na Cidade das Mangueiras.

Quando chegam, costumam sair em cortejo chamando para os espetáculos. Isso deve acontecer na semana que vem, porque nesta iniciam as oficinas, que são muitas, diversas e gratuitas.

Chamadas Uzynas Uzonas, ela propõem novas linguagens artísticas, baseadas na estrutura de montagem dos próprios espetáculos, onde a força da tecnologia se torna experimento cênico. Uma delas, por exemplo, ilustra bem isso. A oficina de Vídeo e Transmissão on line é para os interessados em Cinema Digital, ligado às artes cênicas de atuação, e à Internet – Transmissão Direta dos espetáculos.

Mas também vão acontecer oficinas de direção, atuação e música, sonoplastia, iluminação, figurino, arquitetura cênica e direção de arte, direção de cena e produção. E tem outra. Vários participantes poderão atuar nos espetáculos ou em seus bastidores.

Em Belém, elas acontecem entre os dias 12 e 22, na Escola de Teatro e Dança da Ufpa, e entre os dias 16 e 22, no Teatro de Extádio. Construído para abrigar cerca de 2.000 pessoas, a estrutura está sendo armada, desde domingo, na Praça da Bandeira.

Logo, logo, Taniko, o Nô Bossa Nova, “Cacilda!!”, “Bacantes” e “Banquete de Platão estarão sob nossos olhares e para quem fizer as oficinas talvez muito mais que isso.

Ainda há vagas, são 40 por oficina e não se pode fazer mais de uma. No primeiro dia Zé Celso Martinez conversa com todas as turmas. Mais informações pelos telefones do Teatro Cláudio Barradas – 91 3212.5050 / 3212.5050.

Postado por Holofote Virtual às 01:52

Festival Territórios de Teatro

Publicado: 11 11UTC agosto 11UTC 2010 em Cultura, Tecnologias Sociais
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Uma semana inteirinha para curtir teatro. O Territórios chega em seu terceiro ano. Logo mais, às 10h, a abertura com o Pássaro Tucano dá início a uma grande jornada que se espalhará por vários pontos da cidade. Fique atento aos locais, espetáculos e os horários para aproveitar ao máximo.

Ao todo serão apresentados 24 espetáculos, chegando a exibição de até quatro por dia.
Na programação, a oportunidade de ver espetáculos que, apesar de terem ficado longa temporada em cartaz, ainda tem muita gente que não viu, como “Abraço”, com o Cláudio Barradas, e também alguns que ficaram em curtíssimas agendas, como espetáculo de marionetes “Contos da Floresta”.

O In Bust está com duas peças: “Sirênios” e “O Conto que eu vim Contar”.

Já os Palhaços Trovadores retornam com o excelente “Mão de Vaca”, assim como A Casa da Atriz, de Yeyé Porto, reapresentará “A Troca e a Tarefa”.

A maioria dos espaços tem endereço já conhecido para o público, como o Teatro Maria Sylvia Nunes, o Anfiteatro da Praça da República e até memso o Teatro Cláudio Barradas, que fica na Escola de Teatro de Dança da UFPA, na Jerônimo Pimentel com a Dom Romulado de Seixas. O Casarão do Boneco, na 16 de Novembro, 815 e a Casa da Atriz, na Oliveira Belo, 95, entre Generalissimo e D. Romulado de Seixas.

A Praça e o Memorial Indígena, no Ver-o-Rio, como o Maria Sylvia Nunes, entram pela primeira vez como espaço da programação. Também vão receber espetáculos, o Teatro Fundação Curro Velho (Na Fundação Curro Velho), o Teatro Porão Unipop (Na Senador Lemos, 557) e o Teatro Cuíra. Abaixo a programação completa.

A entrada é franca, mas os espetáculos apresentados em locais fechados terão como ingressos a doação de 1 Kg de alimento não perecível, que serão doados à instituição Paravida. Mais informações no blog do evento.

Dia 08 – Abertura

Teatro Universitário Cláudio Barradas -10h – PÁSSARO TUCANO

Casarão do Bonecos – 20H – MORGUE INSANO AND COOL

Dia 09

Anfiteatro da Praça da República – 19h30 – O MÃO DE VACA

Teatro Cuíra – 21h – ABRAÇO

Teatro da Fundação Curro Velho – 19h – UMA FLOR PARA LINDA FLORA

Dia 10

Casarão dos Bonecos – 19h – SIRÊNIOS

Anfiteatro da Praça da República – 19h30 – CONTOS DA FLORESTA

Teatro Cuíra – 21h – IRACEMA VOA

Dia 11

Casarão do Bonecos – 19h – O CONTO Q EU VIM CONTAR

Anfiteatro da Praça da República – 19h30 – PERIFÉERICO

Teatro Cuíra – 21h – ÚTERO

Dia 12

Teatro Cuíra – 21h – SEM FLOR, SEM PERFUME, SEM MARGARIDA

Teatro da Fundação Curro Velho – 19h-RETALHOS DE HOLANDA

Teatro Porão Cultural da Unipop – 20h – A MULHER MACACO

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – CORPO SANTO

Dia 13

Teatro da Fundação Curro Velho – 19h – ÁGUAS DE MARIANA

A Casa da Atriz – 19h – A TROCA E A TAREFA

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – MEIO DIA DO FIM

Dia 14

Praça Ver-o-Rio 17h – Grupo de Experimentação Teatro Miniatura

Memorial dos Povos Indígenas – 19h – 6 MESES AQUI

Teatro da Fundação Curro Velho – 19 – QUEM TEM RISO VAI A LONA

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – FROZEN

Dia 15

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 18h – DONS DE QUIXOTE

Teatro Maria Sylvia Nunes – 21h – IN BETWEEN

Postado por Holofote Virtua

Nesta quinta-feira, 05, artistas e produtores culturais de Belém terão uma oportunidade ímpar nas mãos. Trata-se do primeiro encontro com os gestores do Conexão Vivo, Vivo Lab e Vivo arte.mov, Marcos Boffa e Fabrício Santos, onde serão apresentados os programas. A reunião acontecerá no auditório do Edifício Síntese 21, a partir das 18h.
Os programas Vivo Lab e Vivo arte.mov fazem parte da política cultural Vivo e tem como proposta articular em Rede, por todo Brasil, iniciativas de formação, experimentação e produção em audiovisual (Vivo Lab) e Mídias Móveis (Vivo arte.mov).
Com foco na formação interdisciplinar, o Programa estimula experiências de redes sociais colaborativas na internet, através do Portal Vivo Lab, que reúne produções audiovisuais e possibilita a troca de experiências e conteúdos entre os projetos integrantes da Rede.
O Conexão Vivo, por sua vez, é uma rede constituída da união de artistas, produtores culturais e iniciativas pública e privada. Criado com a proposta de apontar novos caminhos e encontrar respostas para os desafios do mercado da música independente, o Conexão sempre trouxe ideais de interdependência, autonomia, diversidade e democratização do acesso à cultura.
No encontro de quinta-feira, o objetivo é apresentar os três programas, esclarecer dúvidas dos produtores e incentivar a apresentação de projetos para participação nos programas. A proposta da reunião seria, aproveitando os editais abertos dos programas, incentivar produtores e artistas a inscreverem seus projetos já alinhados com a política cultural a fim de integrarem tais ações.
PALESTRANTES
  • Marcos Boffa ganhou uma bolsa de estudos do Goethe Institut de Berlim para formação de produtores culturais. Diplomado em Estudos Superiores Especializados pela Universidade de Bourgogne em 1996, foi sócio da Motor Music, que trouxe as turnês de grupos e DJs internacionais no Brasil e na América do Sul, entre eles: Jon Carter, Atari Teenage Riot, Man or Astroman?, Tortoise, Stereolab, Yo La Tengo, Mudhoney, Senor Coconut y su orquestra, Laurent Garnier e Peaches. Criou o projeto Batucada Inglesa do British Council Brasil, que reuniu artistas brasileiros e ingleses. Participou também de festivais e feiras como Mutek, Popkomm, Transmusicales, Club Transmediale e Printemps.

  • Fabrício Santos é analista da Gerência de Desenvolvimento Cultural da Vivo. Jornalista formado em 2002 e pós-graduado em Gestão Estratégica da Comunicação, ambos pela PUC-Minas, iniciou sua trajetória profissional no Terceiro Setor na área de direitos humanos. Desde 2005 está na Vivo, onde atua no planejamento e execução das políticas de sustentabilidade e cultura.
Para maiores informações, os interessados podem entrar em contato com a produção do encontro, através do telefone 32291106.

Festival Pan-amazônico de Cinema

03 a 07 novembro de 2010

Belém – Pará – Amazônia – Brasil

 Estão abertas as inscrições para a mostra competitiva do AMAZÔNIA DOC. 2010 – Festival Pan-amazônico  de Cinema. A Mostra Competitiva Pan-amazônica se propõe a mapear, exibir e divulgar trabalhos audiovisuais em variados formatos e durações, realizados nos últimos três anos (2008-2010). Este ano, serão aceitos documentários e ficções de longa, média e curta-metragem, em cinema e/ou vídeo, COM TEMA LIVRE. As inscrições estão abertas até 30 DE SETEMBRO DE 2010, no site www.amazoniadoc.com.

 

O Amazônia DOC. acontece anualmente em Belém do Pará e apresenta um panorama diversificado da produção audiovisual de países PAN-AMAZÔNICOS, com exibição de mostras de filmes clássicos e contemporâneos. Realizado pelo Instituto Culta da Amazônia, com patrocínio da Oi, por meio da Lei Semear de incentivo à cultura do Estado do Pará, e apoio da Oi Futuro e da Ecleteca Cultural, é também um espaço para a discussão de trabalhos que através do audiovisual constroem um diálogo com a vida social e a diversidade cultural.

 

O Amazônia DOC 2010 será realizado  no Cine Olympia, Cine Líbero Luxardo, e em espaços abertos da cidade, ampliando e diversificando seu público. Todas as atividades são gratuitas.

 

Amazonia Doc
Festival PanAmazônico de Cinema
www.amazoniadoc.com

amazoniadoc@gmail.com

Cineclubes fundam a ParaCine

Publicado: 1 01UTC agosto 01UTC 2010 em Audiovisual
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Federação Paraense de Cineclubes foi criada no último domingo, 25 de julho. 
Foi-se o tempo em que Belém ficava vazia nas férias de julho. Bastou um breve passeio, neste último domingo, 25, para ver que as pessoas estavam nas ruas e nas praças aproveitando o dia de sol intenso, próprio do verão paraense.

Mas enquanto a cidade fervilhava, neste final de semana, com trocentas programações, incluindo aí as apresentações de teatro e debates do IDEA 2010, pessoas ligadas ao audiovisual se reuniam para fundar a PARACINE – Federação Paraense de Cineclubes.

O encontro de cineclubistas, vindos de vários outros municípios paraenses, aconteceu de sexta, 23 a domingo, 25, no Colégio Pablo Mufarrej, durante a Jornada Paraense de Cineclubes. Participaram, entre outros, representantes de cineclubes de Belém (20); Oeiras (01); Ananindeua (03); Santa Bárbara (01); Redenção (01); Colares (02) ; Soure (03); Altamira (02); Santarèm (02); Marabá (01); Parauapebas (01).

Além dos cineclubistas, a jornada contou com a presença do secretário de educação do estado do Pará, o professor Luíz Cavalcante; do secretário geral do Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros, o senhor João Batista Pimentel Neto; do representante do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do Pará, responsável pelo serviço de refeição aos participantes; do presidente da Fundação Curro Velho, Valmir Bispo; da sacerdote afro-religiosa Mãe Nangetu, e da presidente da Associação Brasileira dos Documentaristas e Curta-Metragistas do Pará, Dani Franco.

Texto e foto: Blog Holofote Virtual - publicado originalmente em 27 de julho

EDUCAÇÃO - Cine Refazenda leva grandes filmes de graça para o interior do Estado

A comunidade de Genipauba, localidade do município de Santa Barbara, poderá ir ao cinema, com a inauguração do Cine Refazenda, amanhã. Na sua estreia o espaço apresenta o filme ‘O Cineasta da Selva’ (1997), de Andre Michiles. O cineclube é resultado de uma parceria entre a Associação dos Jovens Críticos de Cinema (APJCC) a Rede Norte de Cineclubes.

O Cine Refazenda atenderá o público de 12 comunidades rurais da localidade e tem a proposta de discutir sobre a sustentabilidade, arte e espiritualidade. As sessões ocorrerão quinzenalmente, aos sábados, no Instituto Refazenda e depois da estreia, o próximo filme será ‘Sangue e Suor: a saga de Manaus’ (1977), de Luiz Miranda Corrêa, no dia 14 de agosto.

Os amigos Mateus Moura e Miguel Haoni estão entre os fundadores da APJCC (Associação Paraense dos Jovens Críticos de Cinema). Para eles, o cineclube é um meio de apresentar filmes de grandes diretores, importantes para a história do cinema. Para o diretor executivo da APJCC, Mateus Moura, o cineclube é uma ação de arte-educação que democratiza a cultura audiovisual e proporciona às pessoas o acesso a um conhecimento que não é repassado na sala de aula. Para os cineclubistas, frequentar as sessões dos cineclubes é fazer um curso de cinema. Vantagem para as comunidades rurais de Abaetetuba, que terão uma alternativa de entretenimento, além de uma nova forma de educação.

Os cineclubistas usam o cinema para transmitir conhecimento. Antes da exibição dos filmes, as obras são apresentadas. A plateia é informada sobre o enredo, o contexto histórico no qual foi produzida, características marcantes do diretor do filme e outras informações que os cineclubistas considerem importantes para o expectador compreender melhor o filme. Após a exibição, os membros do cineclube discutem sobre os pontos interessantes da obra.

Serviço:

Inauguração do Cine Refazenda. Dia 31, às 19h30, no Instituto Refazenda – Km 12 da estrada do Genipauba, em Abaetetuba (PA). Entrada gratuita. Informação: (91) 8154-1386 e cinerefazenda@gmail.com

Fonte: O Liberal

O Clube de Cinema surge com este nome em janeiro de 2010, mas as ações de audiovisual dentro do Circuito Fora do Eixo estão ativas desde 2008 como força de trabalho nacional (isso descartando o acúmulo que cada coletivo traz em sua trajetória pré Circuito Fora do Eixo).

Em 2008 criamos o canal do You Tube, intitulado de Web TV Fora do Eixo. Na época a Web TV era a grande ação Audiovisual no CFE, e a cobertura das atividades dos coletivos, a atividade mais articulada desenvolvida nesta frente gestora, mostrando à rede o quão estratégico seria fomentar o trabalho em linguagens artísticas variadas, para além da cadeia produtiva da música.

No início de 2009 a Web TV começou a trabalhar de forma integrada. Naquele momento 3 coletivos (Espaço Cubo, Goma e Massa Coletiva, representados por Thiago Dezan, Tassio Lopes e Eu) formavam a base de trabalhos da frente, estimulando dia a dia a participação de mais agentes no audiovisual.

O primeiro resultado desta equipe foi a criação do Curto Circuito Fora do Eixo, soltando em um mesmo vídeo a cobertura realizada por diferentes coletivos. O 1º episódio foi uma conquista e em pouco tempo o formato do programa mudou, vários outros empreendimentos contribuíram para sua evolução como o Retomada, Do Sol, Megalozebú… O programa foi semanal por um período, passando inclusive em TV aberta, na TVE São Carlos, mas a dificuldade em manter a constância da produção dificultou a manutenção da parceria.

Ainda em 2009 ambicionamos realizar mais do que cobertura de atividades. Os agentes da Web Tv queriam extrapolar a linguagem Web, extrapolar a TV. A meta era trabalhar o audiovisual em todas as suas frentes. O nome Web TV era pouco para as metas do projeto.

Durante o II Congresso Fora do Eixo, realizado em Rio Branco no Acre, entre um GT e uma plenária, depois do almoço ou na alta madrugada, os três militantes do AV escrevemos um documento a ser apresentado ao Circuito na plenária final. Tratava-se de um compromisso com a evolução da cadeia produtiva da linguagem que nos movia dentro desta rede cultural.

II Congresso Fora do Eixo – Rio Branco / AC – 09/2009

Neste documento mudamos o nome Web TV para Audiovisual, reiteramos o comprometimento das regionais com o fomento desta cadeia produtiva, cobramos a participação na SEDA – Semana do Audiovisual, cobramos dos coletivos a produção de conteúdo, propusemos a realização de exibições não comerciais. Tentamos amarrar de todas as formas o compromisso do CFE ao trabalho com esta linguagem.

Apesar de todo o estímulo do Congresso, uma coisa nos incomodava demais. A inconstância dos colaboradores do agora intitulado Audiovisual FDE. Na SEDA 2009 em Cuiabá nos encontramos novamente, com mais pessoas e coletivos envolvidos (contando com a entrada fundamental da Bahrbara Andrade – Megafônica – e FerKrum – Macondo Coletivo) e lá descobrimos o nosso erro. Como exemplo de desenvolvimento da cadeia produtiva, havia o trabalho acumulado na linguagem musical. Oferecer o show autoral, formar público como espectador, estimular o consumo, fomentar a produção e formar tecnicamente.

SEDA – Cuiabá / MT – 12/2009

A equivalência ao show autoral para o cinema é o cineclubismo. Este deveria ser nosso norte. E lá mesmo mapeamos aonde encontrar as ferramentas para desenvolver esta metodologia.

De volta a São Carlos conversei com Léo BR e Dudu (meus amigos cineclubistas), e questionei o que fazer para potencializar esta prática no circuito. A resposta foi imediata: acervo. Ofereça os filmes que as pessoas poderão assistir, exibir, reproduzir.

Já em janeiro de 2010, num encontro das regionais em São Paulo, em uma roda num gramado do Parque do Ibirapuera, horas antes do primeiro show do Macaco Bong Convida, no auditório do parque (inesquecível), apresentamos esta reflexão sobre o novo norte do Audiovisual. Neste contexto, foi-nos proposto mudar o nome audiovisual para cineclube. Dias depois, em nossa reunião semanal, optamos pelo nome Clube de Cinema, uma chancela que representa bem este clubinho de apaixonados pela 7ª arte.

Macaco Bong Convida – Auditório do Ibirapuera – São Paulo / SP – 01/2010

Estimulados com o potencial surgimento de uma rede de cineclubes dentro do CFE, a dupla de cineclubistas iniciou o Catalogo de Filmes do fora do eixo. Prontamente alguns coletivos incluíram seus títulos no catalogo, outros solicitaram filmes e realizaram suas mostras, mas muitos viviam o mesmo problema. Falta de local para exibição, falta de equipamento e infraestrutura.

Um acervo sem espaço de exibição realmente não teria muita serventia. E mais uma vez a oportunidade de contar com pessoas com acúmulo na vivência de exibição não comercial trouxe-nos uma solução: identificar em quais cidades que possuem um ponto do CFE existe um Cine + Cultura ou cineclube instalado.

Da-lhe pesquisa para constituir o Mapeamento CFE / Políticas Públicas. Boa parte das cidades inseridas no Circuito possuem um cineclube. Então, tudo resolvido. Exceto as relações humanas, o acúmulo interpessoal, as dificuldades da cena local, as gestões públicas em cada município… o Clube de Cinema criou ferramentas, mas a solução de um, não é a solução de todos.

Este trabalho trouxe resultados positivos, mas também explicitou dificuldades e fragilidades na nossa metodologia. É um processo no qual aprendemos a cada referência absorvida, a cada empirismo bem ou mal sucedido. É isso que fazemos para atingir o que pretendemos construir.

Excluindo alguns nomes e passagens também importantes (mas não caberiam nesta linha de raciocínio estabelecida no texto) esta é a minha leitura da história do Clube de Cinema, e foi isso que relatei  no último fim de semana.

O Sebrae/GO, através do Décio Coutinho, viabilizou um seminário de apresentação do CFE para representantes do Cine + Cultura (da Ancine / MinC) e membros do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). Por parte do Circuito, a articulação foi do Tião Donato, que apresentou ao meu lado esta história. O encontro durou uma manhã dentro de um GT de quatro dias realizado na bela Alto Paraiso de Goiás, onde estes grupos se reuniram para estruturação interna.

Seminário do CFE para Cine+Cultura e Conselho Nacional de Cineclubes

Alto Paraíso / GO – 07/2010

Este encontro foi uma faísca necessária para o nosso processo. Ali presentes havia cineclubes sediados em cidades onde há pontos Fora do Eixo e já nesta semana parcerias começaram a ser construídas, produtores interessados em aderir à rede CFE, mostrando que nosso circuito não se limita à música e tampouco os cineclubistas se resumem na fruição audiovisual. Ali vivemos um encontro entre duas redes capilarizadas, cada uma com sua história, cada qual com seu acúmulo, mas ambas entendendo um norte semelhante, sinalizando que muitas parcerias ainda estão por vir.

A cultura é transversal, a arte é multimídia, a gestão é horizontal, a construção é coletiva. O mutualismo é a nossa evolução.

Cachoeira das Loquinhas – Alto Paraiso / GO

Cine Refazenda apresenta:

O Cineasta da Selva, de Aurélio Michiles


Ainda hoje, os filmes de Silvino Santos (1886-1970) parecem bem mais que peças de um museu cinematográfico. Suas tomadas enchem os olhos pelos sentidos de movimento, ação, composição e detalhe. Cineasta do capitalismo caboclo nascente, cronista de índios, seringüeiros, pescadores e grandes empresários, são pétalas que caem na margem dessa amazônia retratada por um cineasta que passou mais tempo em terras amazônicas que na própria terra em que nasceu (Portugal). Silvino praticamente inaugurou, junto com o major Tomaz Reis, o documentarismo etnográfico brasileiro. E também uma série de dilemas que o nosso cinema historicamente enfrentou junto aos poderes político e econômico – principalmente em terras de “índio”.

Aurélio Michiles encorpou uma perspectiva romântica para enfocar O cineasta da selva e o efeito ressalta a opção de Michiles por uma espécie de memorialismo lúdico, combinando rigor histórico e liberdade poética.

Uma cobra avança entre cachos de película, uma borboleta pousa num pedaço de filme. São imagens sintéticas que pretendem substituir grandes esforços de produção do filme de época. Da mesma forma, o uso gracioso de fotografias, mapas, transições de cor e incrustações digitais, além de um trabalho musical delicadíssimo e primoroso, tudo solicita do espectador uma atenção pelo menos tão lírica quanto histórica. A síntese acaba sendo a maior virtude desse filme que se lança ao desafio de retratar uma epopéia.

O filme retrata um tema de grande importância histórica para o Pará, o ciclo da borracha, que serve de paralelo com a situação da Amazônia dos anos 1970 no curta que será exibido na próxima sessassão do dia 14 de agosto, “Sangue e suor: A saga de Manaus”.

Samir Raoni (APJCC – 2010)

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O Cine Refazenda convida as 12 Comunidades Rurais do Genipauba para espaço de exibição de grandes obras da cinematografia mundial e rodas de conversa sobre Permacultura, Arte e Espiritualidade.

Numa parceria entre a Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema (APJCC) e a Rede Norte de Cineclubes, a programação passará a funcionar quinzenalmente, aos sábados, a partir do próximo dia 31 de julho, sempre às 19h30, com entrada franca.

A primeira sessão apresenta o filme “O Cineasta da Selva”, de Aurélio Michiles. No dia 14 de agosto, será exibido “Sangue e Suor: A Saga de Manaus “, de Luiz de Miranda Corrêa

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Serviço:

31 de julho (sábado) às 19h30
debaixo da Mangueira do Instituto Refazenda (Km 12 da estrada do Genipauba) – Veja Mapa
Entrada franca

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Mais informações:

Site do Instituto Refazenda
E-mails: samiraoni@gmail.com e cinerefazenda@gmail.com
Contato: (91) 8154-1386

Neste mês de julho, o movimento cineclubista paraense poderá celebrar mais uma conquista através de um evento pioneiro no estado. Trata-se da I Jornada Paraense de Cineclubes (JOPACINE), evento que ocorre entre os dias 23 e 25 de julho, na Escola Estadual Davi Salomão Mufarrej.

Organizado por representantes de diversas entidades cineclubistas, como  O INOVACINE/FAPESPA e a APJCC (Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema), o JOPACINE irá tratar de assuntos de interesse comum ao movimento, tais como a fundação da Federação Paraense de Cineclubes (ParáCINE), a aprovação de seu estatuto, eleição da diretoria, além da discussão de políticas públicas de incentivo aos cineclubes, e estratégias de desenvolvimento da atividade cineclubista no Estado do Pará, entre outros tópicos.

Podem participar do JOPACINE todas as organizações cineclubistas atuantes no Estado do Pará, filiados ou não ao CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), representantes de instituições públicas e particulares, entidades da sociedade civil e outras nas quais sejam desenvolvidas atividades de caráter cineclubista. As inscrições estão abertas até o dia 23 de julho, 19 horas, no Colégio Davi . O material de inscrição pode ser enviado para o e-mail jopacine@gmail.com ou para a Comissão Organizadora da Jornada Paraense de Cineclubes – JOPACINE – Presidente Vargas, 1020, Centro – CEP: 66017-000 Belém – PA.

Serviço:

I Jornada Paraense de Cineclubes
Data: 23 a 25 de julho (sexta a domingo)
Horário: A Partir das 8h
Local: Escola Estadual Davi Salomão Mufarrej – Av. Alm. Tamandaré, 256
Inscrições até 22 de julho
Informações: http://jopacine.wordpress.com/

De 23 a 25 de julho, Belém recebe a I Jornada Paraense de Cineclubes (JOPACINE), evento que promoverá o encontro dos Cineclubes do Estado do Pará. A proposta é discutir políticas públicas de incentivo aos cineclubes e estratégias de desenvolvimento da atividade cineclubista no estado.

A JOPACINE é convocada por trinta e três (33) organizações cineclubistas reunidas nos “II DIÁ-logos Cineclubistas – Construindo a Jornada Paraense de Cineclubes”, evento realizado no último dia 15 de maio, no Instituto Nangetu de Tradição Afro-Religiosa e Desenvolvimento Social. Sem orçamento e ao mesmo tempo sem economia de esforços, o evento vem sendo estruturado em rede, de forma colaborativa, com os seus passos sendo permanentemente publicitados de forma a que a sociedade possa acompanhá-los.

Estão convidadas a participar da programação todas as organizações cineclubistas atuantes no Estado do Pará, filiadas ou não ao Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), assim como os representantes de instituições públicas e particulares, entidades da sociedade civil e outras nas quais sejam desenvolvidas atividades de caráter cineclubista.

Os interessados devem apresentar documentos que comprovem o caráter democrático da entidade ou grupo informal; o compromisso cultural e ético da organização; o plano de desenvolvimento de ações cineclubistas e, quando for o caso, relatório de atividades. As inscrições podem ser feitas até a véspera do evento, 22 de julho.

Para mais informações, acesse os links abaixo.