Arquivo de outubro, 2009

VIVÊNCIA TEMPO É ARTE: ARTE E CULTURA PELO REENCARTANDO DO MUNDO

Estamos vivendo em um momento da história em que precisamos REENCANTAR a vida, os sonhos. Desacelerar essa marcha da falta de tempo para olhar o mundo e suas cores, flores, experimentar sabores. Essa velocidade esta em tudo: trânsito, fabricas, casas… Essa velocidade tem inviabilizado aquele tempo nosso, de sentar no chão e desenhar, descobrir prazer em universos mais nossos.

Se não estamos tendo tempo para nos reinventar, estamos apenas reproduzindo o desencantamento do mundo e é o caminho inverso que acredito que devemos seguir. A velocidade do tempo é relativa no universo, o sincronismo depende da forma que interagimos com o meio, e a partir do meio, e da relação com ele, influenciamos no desencantamento ou (re)encantamento do mundo.

É nessa necessidade de desacelerar, de sentir o sol nascer, circundar no céu de forma cíclica para ao fim da tarde se pôr, dando lugar as estrelas e seu céu infinito de uma lua que de tão nova fez renascer um outro encantamento para o mundo. É Refletindo o tempo, a relação humana, a arte e suas mais plurais linguagens que o Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental convida-o para participar da vivência TEMPO É ARTE: ARTE E CULTURA PELO REENCANTAMENTO DO MUNDO que acontecerá no Sítio Refazenda Unidade Demonstrativa de Permacultura nos dias 23, 24 e 25 de Outubro.

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas.

Essa vivência tem por objetivo desenvolver linguagens intuitivas entre os envolvidos, ampliando a percepção através de musicas intuitivas, que trás como proposta uma pedagogia prática, com musicas manifestadas no intuir, expressa no sentir e compartilhada no interagir. Vivenciaremos Rodas Encantadas para desenvolver o REENCANTAMENTO COLETIVO tendo como principio que o mundo é uma vivência coletiva, por isso precisamos no (re)conhecer enquanto seres em processo de evolução.

A vivência é um desenvolvimento COLETIVO, por isso, temos um desafio coletivo para alem do individual.

O Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental irá realizar essa vivência em parceria com o Sítio Refazenda – Unidade Demonstrativa de Permacultura inspirada nos artistas, pontos de cultuara, associações comunitárias e projetos de várias cidades do país que temos tido a oportunidade de conhecer e (re)conhecer como elos transformadores. Destaco em especial as vivências com artista Dan Baron, presidente da Associação Internacional de Drama Educação (IDEA). Dan Baron muito tem me inspirado, sensibilizado sobre o fazer arte, semear arte e compartilhar arte… Dan Baron é idealizador do projeto Rios de Encontro que formou artistas, jovens, educadores e lideranças comunitárias através de uma vivência de Transformance para cultivar a alfabetização cultural, experimentação estética e reflexão crítica como recursos de cidadania, desenvolvimento comunitário e transformação social.

Em 1999, Dan Baron foi convidado para colaborar na criação de uma obra artística que gritasse ao mundo a dor das milhares de vítimas sem terra, sem teto, sem memória e que transformasse o Massacre de Eldorado dos Carajás em uma marca nacional de cicatrização e formação humana. No processo, ele encontrou seu futuro, trocou seus sapatos do primeiro mundo pelo chinelo-de-dedo brasileiro e mudou de país.

No aeroporto da cidade de Marabá, na região sudeste do Pará, pisou no chão quente e úmido, a chuva subia ao céu como numa inversão dos sentidos. Levaram-o para uma casa velha, e sentado na rede com a brisa do rio, ouviu as primeiras histórias da ‘Velha Marabá’, enquanto se preparava para encontrar a paisagem dolorosa de uma Amazônia devorada e ferida. Naquele momento não imaginava que nove anos mais tarde, na mesma Velha Marabá um encontro entre artistas, num Galpão de Artes, no coração da origem de tudo aquilo que lhe abalava cultivaria afluentes de esperança e lhe levaria a mergulhar nas águas profundas no encontro dos Rios Tocantins e Itacaiúnas.

Lá estava ele, tão próximo ao Cabelo Seco, ponta épica de confluência dos rios da história, na sede do Ponto de Cultura do Galpão de Artes de Marabá. Passado de pai para filhos, da arte da engenharia à arte da identidade, exposta nas entranhas, nos telhados, nas paredes, o Galpão busca as artes que possam transformar a vida de crianças e adolescentes de um bairro ignorado, afogado nas mazelas labirintuosas que

é belo, cheio de arte, descoberta e reencantamento.

A Vivência TEMPO É ARTE: ARTE E CULTURA PELO REENCANTAMENTO DO MUNDO será um momento de reflexão-prática que terá como acervo de ampliação de consciência o livro ARTE E CULTURA PELO REENCANTAMENTO DO MUNDO de Hamilton Faria, Pedro Garcia, Bené Fonteles e Dan Baron.

Essa reflexão prática se dará através da pedagogia da roda, musicas intuitivas, exibição de vídeos-consciência e muitas dinâmicas corporais e plasticas, utilizando exercício de canto, respiração e comunicação sensitiva e intuitiva.

OS TEMAS QUE VAMOS REFLETIR NA VIVÊNCIA SÃO OS MESMOS DO LIVRO CITADO ACIMA:

  • A ARTE COMO REENCANTAMENTO DO MUNDO

  • ARTE E IDENTIDADE CULTURAL

  • ARTE E EDUCAÇÃO

  • A CONEXÃO ARTE-SOCIEDADE

  • ESTIMULAR A RESPONSABILIDADE SOCIAL DO ARTISTA

  • DEFENDER Á CIDADANIA CULTURAL

  • FORTALECER A DIVERSIDADE CULTURAL DOS PAÍSES E REGIÕES

  • ESTIMULAR A INTERCULTURALIDADE

  • FORTALECER A IDENTIDADE CULTURAL FRENTE AO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO

  • CONSTRUIR A CULTURA DE PAZ

  • A FUNÇÃO DA ARTE

programação

INTERVENÇÃO

Local: Sítio Refazenda (mapa)
Data: 23 á 25/10/09 (sexta á domingo)

* Pedimos que todos tragam alimentos para nossas refeições diárias.

Solicitamos a parceria do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, projeto realizado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia para poder cumprir todas as demandas da atividade.

Sicronizando

  • Pedimos que faça a inscrição somente as pessoas que tem a disponibilidade de cumprir essa data.

  • Pedimos que todos cheguem de 15 as 17h do Dia 23/10.

Nosso Blog: www.samauma.wordpress.com

Mail’s: coletivosamauma@yahoo.com.br

Contato: (91) 8181-4994

Instituto Claro entrevista Samir Raoni

Publicado: 20 de outubro de 2009 em Geral

Nobres amigos,
É com muito alegria que venho compartilhar com vocês a valorização do meu trabalho pelo Instituto Claro. Sementes que vem sendo regadas nos Argonautas Ambientalistas da Amazônia à cerca de três anos.

Segue abaixo uma entrevista realizada pelo Instituto Claro sobre Protagonismo Juvenil em Redes Virtuais.

Na oportunidade dos temas abordados pelo Instituto Claro na entrevista, Os Jovens Ambientalistas e Coletivo Samaúma irão irão realizar uma Descoferência ‘As Redes e as Gerações’ On-Line no ning www.redeamazoniajuvenil.ning.com no dia de Amanhã, 21/10/2009 dás 16h ás 17h. O Objetivo da Descoferência ‘As Redes e as Gerações’ é compartilhar com os parceriros que tiverem interesse as novas concepções de Ferramentas FreeSociais, Web 2.0 e Redes Virtuais.

Para aqueles que quiserem conhecer um pouco mais dos meus trabalhos acesse: www.samiraoni.wordpress.com
Entrevista: http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/noticias/detalhe/web-…

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.
Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.
O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.
A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.
Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.
Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.
Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.
O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael>>>>>>, colaborador do Sítio Refazenda.

HORTA

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.

Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.

magia de cada ser

O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.

A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.

Nando falando sobre os principios éticos da permacultura

Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.

Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.

Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.

O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael Soares, colaborador do Sítio Refazenda.

É preciso reencantar o mundo

Veja mais fotos dessa ação no nosso Flickr, acesse: www.flickr.com/photos/samauma

Fonte: Portal de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Flor, refletindo sobre qual a nossa responsabilidade com o nosso lixo de cada dia

Entrevista realizada pelo Poló Pará do Brasil Memória em Rede

Responsabilidade Social, é sobretudo respeito a vida, a cultura, a diversidade e a memória. É a sensibilidade que cada indivíduo desenvolve trabalhando seu Ser Humano, colaborando e cooperando para um mundo mais plural e solidário. A diversidade expressa modos de vida, motivações, crenças religiosas, valores, práticas, rituais e identidades. São recursos essenciais na construção e determinação de nossa própria vida em comunidade. Reflete Samir Raoni, coordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma.

A Universidade Anhanguera-Uniderp proporcionou diversas ações no dia da Responsabilidade Social. Diversas escolas e centros comunitários de Belém foram mobilizadas. Em toda sua dimensão acadêmica cerca de 5.000 pessoas, entre professores, crianças, artistas e atores sociais celebraram com diversas atividades este dia.

Publico

Os Samaumeiros tiveram como público cerca de 100 crianças além de pais e atores presentes no Dia de Responsabilidade Social que ocorreu no Centro Comunitário Santa Edivigis, localizado no Bairro Panorama XXI, local com alta vulnerabilidade social.

O Coletivo Samaúma junto ao curso tecnologia em gestão de serviços em saúde, realizaram a peça arte-educacional “O Lixo Nosso de Cada Dia”, que é uma reflexão sobre o cuidado que estamos tendo com o nossos ambientes dentro do nosso finito planeta. A intervenção aborda desde o consumo ao descarte, de como as embalagens impactam nosso ambiente. Contextualiza Elisângela Pinheiro, arte-educadora do Coletivo Samaúma.

As crianças interagem na peça como proponentes das soluções necessárias que gerem transformação social e fortaleça uma cultura solidária. As soluções partem de cada indivíduo em qualquer que seja seu convívio social, escola, trabalho ou em casa. Cuidando e racionando água, cultivando plantas, reduzindo, reutilizando e reciclando o lixo, proporcionando um ambiente mais harmônico e educativo. Na escola estimular a educação pelo brinquedo. Entender as artes como um jardim fértil e diverso, que quando regada com a imaginação criativa será capaz de desenvolver as soluções necessárias para os desafios que estão por vir em suas vidas. Compartilha Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.

Semente dizendo das possibilidades de reciclagem

Semente na intervenção Terra nossa Casa na peça Nosso Lixo de cada Dia

Veja mais fotos dessa ação no nosso Flickr, acesse: www.flickr.com/photos/samauma

FONTE: BRASIL MEMÓRAIA EM REDE


Parabéns a todos nós!
Vejo que a Rede Teatro da Floresta esta se fortalecendo dia após dia!
Temos muitos desafios pela frente.
Li na pagina principal da rede que aconteceu o PRIMEIRO ENCONTRO PRESENCIAL PARA ARTISTAS/ARTICULADORES DA REDE TEATRO D@ FLORESTA NA CARONA DO PRÓXIMO ATO – REGIÃO NORTE.
REDE TEATRO D@ FLORESTA – POR UMA BIOPOLÍTICA PARA OS ARTISTAS DE CENA DA AMAZÔNIA.

Eu quero conhecer o grupo. Tenho muito que colaborar para esse processo de fortalecimento.
Estou em contato direto com a Rede Mundial dos Artistas, ABRA – Rede Brasileira de Arte Educadores e IDEA.org – Associação Internacional de Drama, Teatro e Educação. Como Facilitador do Pontao de cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil tenho interesse de aproximar a Rede Teatro da Floresta desses outros movimentos, agindo cada vez mais em rede.
Tenho divulgado a Rede Teatro da Florestas por onde passo.
Acredito muito nessa Rede.
Vários arte educadores-amigos já entraram para esta casa.

Estamos construindo junto a outras redes a articulação do IDEA 2010.

Vc deve esta sabendo desse importante encontro Internacional de Arte Educação Pelo Reencantamento do Mundo que será em Belém.

Como faço para conhecer o grupo, quero ser um braço de gestão desse espaço.

Estamos aqui para somar!

Atenciosamente,

Samir Raoni
Facilitador do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil / Colaborador da Aliança Mundial dos Artistas / ABRA / IDEA 2010

O artista para álem da técnica

Publicado: 10 de outubro de 2009 em Literatura
O artista para álem da técnica
por Samir Raoni
“A arte chega a um “deserto” onde a única coisa reconhecível que há é a sensibilidade” Refletiu Klasimir Malevitch no Manifesto do Suprematismo, Escrito em 1927.
Os artistas de ontem e de hoje, continuam a ser, crer, ter a subversão da resistência acesa – mesmo que as lunetas e veias que corriam, correm tenha mostrado o outro lado da ilha.
A genuína arte se descobre, mesmo que na subjetividade.
O artista não deve ser visto como um ser iluminado – apesar de haverem estes – se houver uma forma de ser visto, seria como um tela em que no principio era branca, tela em que tons se fizeram, foram feitas, é assim que o artista cria sentido aquilo que em outrora não tinha sentido.
O artista esta a todas as horas se utilizando das freqüências universais para criar um ambiente que favoreça a sua compreensão de si em reflexão para o mundo.
A arte, de certa forma é sempre subjetiva, vista que quem esta de fora, recria, reconstrói, resignifica aquela expressão que surgiu de outros embriões, de outras resigficações.
Refletindo a arte como um espírito que não esta atrelado a uma linguagem repleta de lógica, técnica, e sim como uma janela por onde passa alguns feches de luz, e essa clareza que se apresenta (é descoberta) em pequenos centímetros se expressa por uma linguagem que se apropriá da técnica, mas por ela passa sem se prender aos limites que os sentidos técnicos costumam ter.
O artista precisa ter contato com as linguagens técnicas por ser um rio que já foi navegado, mas deve saber que aquele em outrora não existia, foi criado, significado por um outro artista, que na necessidade ou tentativa de gerar transferência, desenvolveu uma linguagem técnica.
O artista se apropria para se desapropriar, criar sua própria coerência, mesmo que ela não faça sentido para “ninguém”.
O artista antes de quaisquer coisa, tem de saber qual foi o processo criativo, intuitivo, poético que aquela expressão representou para consigo.\

por Samir Raoni

“A arte chega a um “deserto” onde a única coisa reconhecível que há é a sensibilidade” Refletiu Klasimir Malevitch no Manifesto do Suprematismo, Escrito em 1927″.

Os artistas de ontem e de hoje, continuam a ser, crer, ter a subversão da resistência acesa – mesmo que as lunetas e veias que corriam, correm tenha mostrado o outro lado da ilha.

A genuína arte se descobre, mesmo que na subjetividade. O artista não deve ser visto como um ser iluminado – apesar de haverem estes – se houver uma forma de ser visto, seria como um tela em que no principio era branca, tela em que tons se fizeram, foram feitas, é assim que o artista cria sentido aquilo que em outrora não tinha sentido.

O artista esta a todas as horas se utilizando das freqüências universais para criar um ambiente que favoreça a sua compreensão de si em reflexão para o mundo.

A arte, de certa forma é sempre subjetiva, vista que quem esta de fora, recria, reconstrói, resignifica aquela expressão que surgiu de outros embriões, de outras resigficações.

Refletindo a arte como um espírito que não esta atrelado a uma linguagem repleta de lógica, técnica, e sim como uma janela por onde passa alguns feches de luz, e essa clareza que se apresenta (é descoberta) em pequenos centímetros se expressa por uma linguagem que se apropriá da técnica, mas por ela passa sem se prender aos limites que os sentidos técnicos costumam ter.

O artista precisa ter contato com as linguagens técnicas por ser um rio que já foi navegado, mas deve saber que aquele em outrora não existia, foi criado, significado por um outro artista, que na necessidade ou tentativa de gerar transferência, desenvolveu uma linguagem técnica.

O artista se apropria para se desapropriar, criar sua própria coerência, mesmo que ela não faça sentido para “ninguém”.

O artista antes de quaisquer coisa, tem de saber qual foi o processo criativo, intuitivo, poético que aquela expressão representou para consigo.