Arquivo de dezembro, 2009

Circuito Cine Mais Cultura

Publicado: 31 de dezembro de 2009 em Geral
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Parceria com o Festival Cine Cultura Viva leva a recente produção de curtas a cidades de todo o país No dias 18, 19 e 20 de dezembro, espaços de exibição do Brasil inteiro ficaram sintonizados na produção nacional recente de curta e curtíssima metragem. Um conjunto de 27 Cines da ação Cine Mais Cultura em todo o país, sendo um por estado e no Distrito Federal, exibiram conteúdo do I Festival Cine Cultura Viva, que aconteceu em Brasília, entre 16 e 20 deste mês. A participação dos Cines começou na sexta-feira, dia 18. O material que foi exibido no Circuito Cine Mais Cultura foi composto por 20 curtas selecionados para a Mostra Competitiva do Festival, obras com duração de 5 a 26 minutos finalizadas a partir de 2007, que representam Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Paraíba e Distrito Federal. A curadoria responsável pela seleção dos filmes ficou a cargo de Adriana de Andrade, Eládio Garcia e João Vargas Penna. O time de jurados foi composto por José Eduardo Belmonte, William Alves e Adirley Queirós, figuras históricas e do cinema no DF. Nas mesas de debates estiveram presentes, pelo Ministério da Cultura, Adilson Ruiz, diretor de Programas e Projetos de Audiovisual da Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC), e TT Catalão, diretor da Secretaria de Cidadania Cultural (SCC/MinC). Também participaram Orlando Senna, presidente da Televisão América Latina (TAL); Ivana Bentes, diretora da Escola de Comunicação Social da UFRJ; e Janaina Rocha, coordenadora do programa Ponto Brasil; além de Rodrigo Bouillet, coordenador de rede do Cine Mais Cultura, e Antônio Claudino de Jesus, presidente do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). “A parceria entre o festival e os cines é mais uma forma de favorecer o encontro e a integração do público brasileiro com a produção audiovisual do país, um objetivo comum da ação Cine Mais Cultura e da rede Cultura Viva, que atua no âmbito da valorização e fortalecimento da diversidade cultural brasileira”, diz Bouillet. O Cine Mais Cultura é uma ação do Programa Mais Cultura do MinC e tem disponibilizado, por meio de editais e parcerias diretas, equipamento audiovisual de projeção digital, obras brasileiras do catálogo da Programadora Brasil, além de oficinas de capacitação cineclubista. A ação visa democratizar o acesso à cinematografia nacional e apoiar a difusão da produção audiovisual brasileira por meio da exibição não comercial de filmes. A prioridade é atender localidades rurais e urbanas que não possuem salas de cinema, localizadas nos Territórios da Cidadania e nas periferias dos grandes centros urbanos. O Festival Cine Cultura Viva é uma iniciativa do Grupo de Trabalho Audiovisual dos Pontos de Cultura e da Casa Verde/Cultura e Meio Ambiente, com apoio da SAv/MinC e da SCC/MinC, que pretende, ao incentivar a produção de ficção de curta metragem em formato digital, gerar maior visibilidade às realizações dos Pontos de Cultura e integrar produtores independentes. “O Cine Cultura Viva é um espaço que pretende reunir Pontos de Cultura e os melhores produtores audiovisuais do Brasil. Deste encontro surgirão infinitas possibilidades. Os Pontos, espalhados pelo Brasil, podem oferecer locações, assistentes, técnicos, atores, trilhas, artistas de todo tipo e, em contrapartida, num processo de constante troca de saberes, aprender com profissionais experientes e melhorar, cada vez mais, a qualidade de suas produções”, destaca Bouillet.

Informações sobre as exibições do Circuito Cine Mais Cultura do Festival estão disponíveis em www.festivalcineculturaviva.com.br/circuito-cine-mais-cultura.html.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Cine Mais Cultura)

Qual é a do Google agora?

Publicado: 30 de dezembro de 2009 em Geral
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Na semana passada, o Google, o gigante cool da internet, lançou na rede a primeira versão de testes de seu sistema operacional, o Chrome OS. Anunciada em julho deste ano, a iniciativa de produzir um concorrente para o Windows criou enorme expectativa na comunidade do software livre. Isso porque o Google já anunciou de cara que o programa será baseado no Linux. Muita gente dos blogs de tecnologia comemorou a novidade, profetizando que o sonho da derrubada do monopólio de Bill Gates pelo sistema livre estaria próximo de virar realidade.

A euforia com o novo sistema, no entanto, começou a ruir com o lançamento da versão alfa para os usuários. Difundido via torrent (tecnologia livre de transferência de dados), o ChromiumOS (nome da versão preliminar) começou a pipocar nos mesmos blogs e as primeiras impressões não foram lá das melhores. Quem imaginou um sistema que possa fazer frente ao Windows ficou decepcionado. E, além disso, os primeiros testes despertaram um espírito crítico em relação à postura do Google para com seus usuários.

Afinal de contas, o que é o ChromiumOS? Tomado por essa curiosidade, resolvi baixar o torrent e rodá-lo no meu computador. Quem se interessar, pode aprender como fazer neste tutorial (se não tiver alguma experiência, mesmo que pouca, com computadores, não faça isso em casa).


O sistema operacional do Google foi pensado para funcionar exclusivamente sob conexão com a Internet. Foi designado, ainda, para netbooks, os computadores pessoais ultraportáteis, com telas de 8 a 10 polegadas. O pessoal do ChromiumOS pensa neste tipo de máquina exclusivamente como um portal de entrada para a rede. Assim, quando você ligar o computador (imagem acima), ele já pede de cara seu login e sua senha de acesso aos serviços do Google (Gmail, Orkut, Agenda, Maps, Picasa, Blogger, YouTube, Docs, Reader e Grupos).


Pois bem, você entrou com sua senha? Tem então acesso a todos estes serviços automaticamente. O sistema não tem janelas, menu iniciar, ícones ou coisas que estamos acostumados em nossos tradicionais desktops. Tem apenas um navegador, que ocupa toda a tela do PC, por onde o usuário navega na rede (imagem 2). Sim, esta é a única opção a que você tem direito: navegar na internet. Tudo o que você venha a querer fazer (ler textos, ouvir música, editar vídeos, desenhar, etc), só poderá ser feito em serviços oferecidos na internet para tal fim.

Evidentemente, há uma lógica por trás disso. Ninguém vai usar um computador com tela de 9 polegadas para tarefas como editar vídeos, por exemplo. A tendência, e o Google quer reforçar isso, é de que os ultraportáteis sirvam apenas para o usuário checar compromissos, ler e-mail, marcar reuniões, trocar ideias com amigos on-line. Mas a tendência, com o Google Chrome, é que esta seja a única opção. Se você, por exemplo, estiver sem conexão com a internet, seu computador simplesmente não vai passar da tela de login. Ficar sem conexão será como ficar sem energia elétrica.

É a esta filosofia que o Google chama de navegação em nuvem. Tudo o que produzirmos não ficará armazenado em nossos computadores, mas sim numa nuvem de informações, a qual acessaremos de qualquer máquina sempre que precisarmos. E quem ganha com isso?

O Google, é claro. A empresa oferece tudo o que se pode imaginar na rede. Pelo conjunto de serviços que disponibiliza aos usuários (relembrando: Gmail, Orkut, Agenda, Maps, Picasa, Blogger, YouTube, Docs, Reader e Grupos), a gigante da rede tem arquivado em seus computadores informações sobre com quem trocamos e-mails, de quem somos amigos, quais nossas preferências, onde moramos, por onde andamos, quais ideias defendemos, por qual time torcemos, para qual partido votamos, o que gostamos de ler, ouvir, assistir. Com todas essas informações o Google comercializa publicidade direcionada (os famosos links patrocinados). Para os mais críticos, a prática nada mais é do que roubar e vender nossas almas ao sistema capitalista.

Bom, não vamos chegar a tanto. Mas é no mínimo muito bizarro pensar que uma empresa distribui um sistema que nos vincula obrigatoriamente a seus serviços e nós, voluntariamente, entregamos todos os nossos dados a ela. Por mais que o sistema será gratuito e de código aberto, o Google Chrome OS não tem nada de puritano. Imagine daqui a algumas décadas, caso a filosofia da navegação em nuvem vingue. Pense o poder de um empresa que passou quarenta, cinquenta anos catalogando tudo o que 2, 3 ou 4 bilhões de pessoas registraram da própria vida. Onde vai parar tudo isso?

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O I Encontro de Tecnologias Socioculturais de Pontos de Cultura realizado pelo Instituto Polis nos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro Reuniu representantes de Pontos de Cultura do Pará, Bahia, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo.

A realização do Seminário de Tecnologias Socioculturais promoveu a criação de uma nova cultura de participação para o desenvolvimento sustentável, por meio das trocas de experiências e saberes em tecnologias socioculturais, e da articulação entre os Pontos de Cultura na difusão dos produtos culturais produzidos por eles, para se apropriarem das tecnologias socioculturais a partir de suas práticas, para uma convivência com princípios claros que potencializam ações de resistência, de interculturalidade e de construção de paradigmas.

Para isso, durante dois dias, contamos com a participação de especialistas em Tecnologias Sociais/Culturais (Socioculturais), bem como de pessoas que atuam nos Pontos de Cultura. Estiveram presentes gestores de instituições públicas e privadas, lideranças comunitárias, empreendedores sociais e de organizações de pesquisa. A metodologia contemplou a experiência e as formulações, as auscultas socioculturais e o conceito de ‘desenvolver-se com arte’ (criado pelo Instituto Pólis e apropriado pelo Pontão de Convivência e Cultura de Paz).

Considerando o cenário artístico e cultural para o desenvolvimento das reflexões; os debates foram permeados por apresentações artísticas e culturais (roda de histórias, cirandas, expressões artísticas, testemunhos, experiências poéticas, etc). O evento contou também com a exposição de produtos artesanais manufaturados.

O objetivo deste seminário foi estabelecer parâmetros conceituais para a compreensão das Tecnologias Socioculturais existentes, ou em construção, integrando diferentes saberes e apresentando publicamente experiências inovadoras. O Seminário proporcionou e potencializou a troca de informações e conhecimento entre as tecnologias desenvolvidas pelos Pontos de Cultura, entre lideranças regionais e instituições que trabalham com Tecnologias Sociais numa perspectiva de promoção do desenvolvimento.

Reflexã Poética

Publicado: 23 de dezembro de 2009 em Geral

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[…] São através dos átomos internos que podemos desenvolver os elos que vão nos devolver os verdadeiros sentidos, nos revelando a nossa verdadeira essência como seres do cosmo […]

Auscultadora: Nilce Léa Lobato, Pesquisadora do CNPq

Auscultado: Samir Raoni, Poeta e Arte Educamor

 

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Este vídeo foi produzido na feira de orgânicos que acontece todo mês na Praça Batista Campos, Belém-PA. O objetivo foi ouvir quem consome e quem produz alimentos naturais e orgânicos, pois sabemos que a alimentação saudável é fundamental para quem aspira uma melhor qualidade de Vida.<br>Entrevistamos cinco produtores / consumidores para falar de suas práticas ecológicas.

Edição – Rafael de Rivera

Roteiro – Samir Raoni e Rafael de Rivera

Entrevista – Andréia Silva, Higor Tohany e Samir Raoni

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O Instituto Refazenda é uma Organização que Trabalha para a Sustentabilidade Humana. É a primeira Unidade Permacultural do Pará.
O Instituto Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os conceitos de Permacultura: Casas Bio-construídas e Bio-climatizadas; Telhados Vivos; Cozinha e Galinheiro Ecológicos; Banheiro com Biotratamento e Banheiro Compostável; Bioremediação de Águas Servidas; Hortas-Mandala; Sistema Agroflorestal em estágio inicial; Cultivo de Plantas de Uso Alimentar, Fitoterápico, Aromático, Paisagístico; Banho de Cheiro com Aquecimento Solar; Fogão e Forno de Barro e Viveiro de Plantas;
Reportagem Gravada e apresentada pela TV Cultura.

http://www.institutorefazenda.wordpress.com

Samir Raoni
Gestor de Educomunicação do Instituto

 

Começou ontem, 10 de Dezembro, pela manhã o seminário de Seminário de Políticas Publicas de Economia Solidária no Centro Publico de Economia Solidária em Osasco, São Paulo. O seminário contou com um público de quase 100 pessoas, com a participação de ONG’s, Movimentos Sociais e Entidades do Setor Publico, Pontos de Cultura das cidades de Belém (PA), Salvador (BA) e São Paulo, coordenadores de departamentos e assessorias, e mais uma dezena de entidades de apoio, empreendimentos econômicos solidários e fóruns. O Seminário é promovido pelo Programa Osasco Solidária em parceria com a Prefeitura Municipal de Osasco, Secretaria Nacional de Economia Solidária-SENAES e a Rede de Gestores Públicos de Economia Solidária.

Em seus três dias, 10, 11 e 12 vai se discutir, desde o conceito da Economia Solidária e os modelos de desenvolvimento que se apresentam na sociedade, a constituição da ES como política pública nos municípios, levantados como está o processo de articulação do Primeiro encontro nacional de Economia Solidária; como esta sendo construído a Campanha da Fraternidade: Economia e Vida; Como é que a economia solidária vai ser contemplada nas novas gestões como política publica além de ter sido fita uma Analise pelo representante da Rede Estadual de Economia Solidária de São Paulo do quão o movimento tem se fortalecido, tendo 22 ministério apoiando práticas de Economia Solidária no Brasil.

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