Arquivo da categoria ‘Moda’

Eles estão na cidade… finalmente. Belém deve ser a sexta capital, se não perdi a conta, a receber o projeto que iniciou, em abril deste ano em São Paulo. É possível seguí-los e assistí-los on line, além de saber de todos os passos que dão neste projeto.

Já passaram por Brasília, Salvador, Recife, Belo Horizonte e daqui seguem para Manaus, mas só depois do dia 22. Até lá, o Grupo Oficina de José Celso Martinez, com o “Dionisíacas em Viagem” fincam os pés na Cidade das Mangueiras.

Quando chegam, costumam sair em cortejo chamando para os espetáculos. Isso deve acontecer na semana que vem, porque nesta iniciam as oficinas, que são muitas, diversas e gratuitas.

Chamadas Uzynas Uzonas, ela propõem novas linguagens artísticas, baseadas na estrutura de montagem dos próprios espetáculos, onde a força da tecnologia se torna experimento cênico. Uma delas, por exemplo, ilustra bem isso. A oficina de Vídeo e Transmissão on line é para os interessados em Cinema Digital, ligado às artes cênicas de atuação, e à Internet – Transmissão Direta dos espetáculos.

Mas também vão acontecer oficinas de direção, atuação e música, sonoplastia, iluminação, figurino, arquitetura cênica e direção de arte, direção de cena e produção. E tem outra. Vários participantes poderão atuar nos espetáculos ou em seus bastidores.

Em Belém, elas acontecem entre os dias 12 e 22, na Escola de Teatro e Dança da Ufpa, e entre os dias 16 e 22, no Teatro de Extádio. Construído para abrigar cerca de 2.000 pessoas, a estrutura está sendo armada, desde domingo, na Praça da Bandeira.

Logo, logo, Taniko, o Nô Bossa Nova, “Cacilda!!”, “Bacantes” e “Banquete de Platão estarão sob nossos olhares e para quem fizer as oficinas talvez muito mais que isso.

Ainda há vagas, são 40 por oficina e não se pode fazer mais de uma. No primeiro dia Zé Celso Martinez conversa com todas as turmas. Mais informações pelos telefones do Teatro Cláudio Barradas – 91 3212.5050 / 3212.5050.

Postado por Holofote Virtual às 01:52

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Hoje 26 de abril os Argonautas continuam suas ações em Cachoeira do Arari que realiza a 1° Mostra de Cinema Marajoara parceria entre Museu do Marajó prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari, Governo do Estado, Irmandade de São Sebastião, AMAM, ONG Argonautas, produtora LUX Amazônia entre outros, que privilegia filmes que tenham sido rodados no arquipélago e desenvolve rodas de conversas e oficinas de cine-ativismo-digital, web 2.0 – a internet colaborativa e cineclubismo.

Os Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida de Belém do Pará realizaram hoje pela manhã Roda de Conversa com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ciclo do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão que se localiza no centro de Cachoeira do Arari, no bairro 7 de Setembro. Os jovens receberam os educadores com bastante receptividade participando da roda de conversa. As vivências em rodas são participativas e coletivas, que buscam identificar os principais desafios, experiências e poéticas dos grupos de jovens das escolas, comunidades e pontos de cultura. Através destas atividades serão identificados os conflitos e valores existentes, bem como formas e espaços de resolução através do diálogo e da convivência que permita um sentimento de pertencimento que gere Cultura de Paz. Na roda Samir Raoni, documentarista, poeta e arte-educamor falou do vídeo-doc que esta realizando com jovens principalmente de escolas publicas, pontos de cultura, comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, ‘Roda Vida Juvenil” – continuação/ampliação do projeto ‘Rodas de Memória Escolar’, realizado no ano de 2008 na escola Ulysses Guimarães na I Feira da Cultura Ambiental, em outubro do mesmo ano com o Pontão Cultura do Instituto Pólis, São Paulo, em Marabá em parceria com o Ponto de Cultura GAM. O vídeo-documentário vai refletir a MEMÓRIA JUVENIL tendo como eixos de pesquisa a família, a escola e a sociedade. O documentarista pretende montar através das narrativas das histórias de vida, como a escola tem colaborado para o processo de formação de cidadãos comprometidos e participativos do desenvolvimento social e cultural da nova geração. Esses vídeos-documentários tem o apoio metodológico do Museu da Pessoa, responsáveis pelo Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede, projeto que sou pesquisador de histórias de vida e pretende ser exibido na 2° Mostra de Cinema Marajoara, enviado para as Escolas Publicas, Comunidades, Pontos de Cultura e Cineclubes.


Mais informações sobre esse projeto acesse: www.samiraoni.wordpress.com

Centenas de jovens das comunidades de Icoaracy e Outeiro em Grande Belém vão se reunir neste sábado, dia 24 de maio, das 08 às 16 horas no
Auditório da Escola Bosque, onde haverá apresentações de teatro,
dança, música, e artes cênicas, além de rodas de diálogo para
realizar mais um passo do projeto mundial “Jovem IDEA: Grande
Colheita de Esperança”. O encontro é realizado e organizado pela
Rede Brasileira de Arteducadores (ABRA) e pelo Grupo de Teatro
Monturo – Outeiro/PA, em colaboração com a Associação
Internacional de Teatro e Educação (IDEA) e faz parte da preparação
e mobilização do VII Congresso Mundial da IDEA 2010 que acontecerá
este ano em Belém do Pará, entre os dias 17 e 25 de julho.

Os jovens que participarão nesse encontro são a maioria dos grupos da
região metropolitana de Belém e estarão participando em oficinas
ministrados por jovens de mais de 15 países a partir do inicio de
julho. Desde o inicio de 2009, jovens atores e diretores do mundo
inteiro vem se preparando para participar numa residência na Escola
Bosque que vai criar uma nova peça teatral chamada “Grande
Colheita da Esperança”. O projeto mundial possibilita que jovens
expressam e reflitam sobre seus desejos e medos, aprendendo como
coordenar, produzir coletivamente e cultivar valores de solidariedade
e cuidado. A Escola Bosque será o berço ideal para um projeto
dedicado as questões do meio ambiente, respeito pela diversidade e
transformação sustentável, base de uma educação capaz de lidar
com as necessidades do Seculo XXI.

Neste sábado, os jovens vão trocar culturas e celebrar a diversidade. Entre eles estão os
jovens do projeto de cerâmica do Mova-Ci (Movimento Vanguarda
Cultural de Icoaraci), cordões de Pássaro, grupos de Hip-Hop,
Grupos de Dança Folclórica (como o Balé Folclórico da Amazônia),
Grupos do Guamá em Rede (Guaerê, Rede de Proteção à criança e
ao adolescente que funciona no bairro do Guamá), Grupo
Kacholanakumbuca (teatro de bonecos), Dançarte Cia. de Dança de
Marituba, e componentes do tradicional Pássaro Junino Colibri. Além
dos grupos “Rabecas de Bragança” e “Anjos em Cena” de Santo
Antônio do Tauá.

Os jovens da Grande Belém estão se preparando para acolher seus colegas internacionais. Participarão de
apresentações culturais e coordenarão três rodas vivas sobre
Vida, Diversidade, e Transformação que estruturarão os debates e
as reflexões sobre o futuro,em particular, o futuro da Amazônia.
Também os jovens no dia 24, elaborarão propostas para o grande
encontro de IDEA 2010 que reunirá 2000 educadores, arte-educadores e
gestores de mais de 70 países do mundo para discutir e vivenciar
novos métodos de ensino em aprendizagem baseados na cooperação,
cuidado e sustentabilidade.

De acordo com um dos jovens coordenadores do evento “Queremos mostrar que um grupo de jovens é
capaz de fazer um evento como esse, que toque na mente das pessoas,
pra que elas acreditem que a gente pode melhorar a maneira de fazer
as coisas.” Michel, jovem do Projeto de Cerâmica do MOVA-CI.

Foto 1: Samir Raoni falando da Importância do Portal Colaborativo para a Produção da Memória Local.

O ENCONTRO DE ARTE-EDUCADORES que acontece dia 14 (hoje) e 15 de abril
iniciou com uma Roda de Conversa sobre a experiência de Samir Raoni,
que é Poeta e Arte-Educamor dos Argonautas, organização
não-governamental que realiza 9 projetos no Pará e que tem feito
parceria com a Universidade Cruzeiro do Sul e seu Programa de
Extensão/Proeja, através do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, no
qual é documentarista e pesquisador. O Pólo Pará do BMR e a
Universidade tem dialogado deis de Agosto de 2009, através da
Pesquisadora do CNPq Nilce Léa Lobato, que já realizou com o Samir
Raoni cinco projetos, entre eles o Portal de Educação Compartilhada e
Memória – CENTRO DE MEMÓRIA, espaço que Raoni e Nilce, idealizadores
dos projetos que tem conseguido resultados inspiradores. O Portal
Centro de Memória esta se tornando um espaço de troca de experiências
entre educadores e alunos principalmente de Artes e Pedagogia que tem o
apoio da Prof°. Dr. Rosema Santiago, parceira integral das iniciativas
deis de sempre.

Hoje 14 de abril, o Encontro de Arte-Educadores “O Papel do Portal
Colaborativo na Produção da Memória Local iniciou com a fala do
Pro-Reitor Dr. Renato Padovese sobre o Programa de Extensão da
Universidade que agrega vários projetos, e tem o interesse de estimular
os alunos a iniciação cientifica, após sua fala Rosemery falou do Pólo
Arte na Escola que tem como missão incentivar o ensino da Arte por meio
de formação contínua do professor do ensino básico, investigando e
qualificando processos de aprendizagem. Após sua fala o palestrante
convidado pelo Pólo Arte na Escola, Samir Raoni falou dos Argonautas
Ambientalistas da Amazônia gestora do Pólo Pará do BMR que tem como
objetivo fomentar o diálogo entre produtores, articuladores e usuários
de conteúdos de memória para democratizar o uso e a prática da memória
histórica do Pará. Raoni pontuou a importância das Universidades
estarem fazendo parcerias com projetos sociais. Contou os resultados
que essas parcerias tem emergido, no Pará a ONG é parceira da
Universidade Federal do Pará, Universidade da Amazônia – UNAMA e
Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA, parcerias que tem
permitido um trabalho de campo bem interessante entre as comunidades
tradicionais: ribeirinhos, quilombolas e indígenas. É uma soma perfeita
entre alunos/universidade e movimento social/comunidade fazendo uma
troca que permite a vivência, o debate e a pesquisa, função social dos
projetos e responsabilidade social das instituições. Exemplificou como
essa experiência de Memória Social pode contribuir para o
Desenvolvimento Local tendo as tecnologias de informação e comunicação,
regada com o respeito bio-regional, pode trazer para a superfície novos
olhares de fora para dentro e de dentro para fora, proporcionando um
sentimento de pertencimento, resgate e transformação.

Após citar o projeto, falar da transversalidade com os Programas de
Extensão que foi exemplificado com vídeo-doc “Agentes de Memória em
Rede” um dos resultados do Pólo Pará, Nilce Léa contextualizou como foi
feito os cinco projetos, trazendo para o dialogo sua experiência
enquanto aluna da universidade e pesquisadora do CNPq, que esta
relacionado ao programa de extensão da Universidade Cruzeiro do Sul
apoiador e incentivador destas ações realizadas colaborativamente por
Nilce em São Paulo e Samir no Pará, provando a função pratica do Portal
Centro de Memória. Nilce contou que ela e Samir se encontraram em
Dezembro para escreverem um projeto para o Museu da Pessoa, hoje
intitulado Memória Social em Rede – A Memória no Norte e Sul do País,
um estudo comparativo que tem como foco de pesquisa jovens e adultos
não alfabetizados e como plano de ação o meio Rural e Urbano de São
Paulo e Cananéia (SP) e Ananindeua e Belém. Nilce conclui sua
apresentação com fotos que narram a sua trajetória como pesquisadora em
parceria com o programa de extensão.

O programa de extensão com o apoio da coordenação do Proeja tem
fortalecido bastante a parceria entre essas duas regiões tão distinta
socioculturalmente, e que tem tantos pontos em comum para compartilhar
contribuindo para o desenvolvimento local, humano.

Foto 2: Samir Raoni, Argonautas / Pólo Pará BMR Entregando os livros João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária e a metodologia utilizada pela ong para gerir os projetos Desenvolvimento Local Amazônico – DELA, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Dr Renato, Pro-Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul.

Nilce Léa, PROEJA/CNPq falando dos cinco projetos realizados em parceria PROEJA/Universidade Cruzeiro do Sul e ARGONAUTAS/Pólo Pará BMR

Pro-Reitor Dr. Renato falando do Programa de Extensão da Universidade Cruzeiro do Sul, parabenizando os projetos desenvolvidos em parceria e convidando os alunos para se informarem mais desse programa que tem iniciado cientificamente os alunos.

Apresentação da História de Vida de Samir Raoni, apresentado por Nilce Léa, PROEJA/CNPq

Participantes do Encontro de Arte-Educadores “ A Importância do Portal Colaborativo para a Produção de Memória Local

Samir Raoni entregando o livro João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária, e a metodologia utilizada pela ong para gerir seus projetos, “Desenvolvimento Local Amazônico – DELA”, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Prof° Dra Rosemery Santiago, Universidade Cruzeiro do Sul.

O Arte-Educamor Samir Raoni fazendo dinimica “Fortalecendo-se em Rede” com os educadores da Universidade Cruzeiro do Sul.

Roda com artistas e colaboradores do GAM 

  O Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá, em parceria com o Instituto Transformance, Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil e Movimentos Culturais, realizaram de 22 a 26 de Setembro nos Municípios de Parauapebas, Eldorado dos Carajás e Marabá, o I Fórum Rios de Encontro da Cultura Solidária da Região Carajás, que transformou a região durante 05 dias na capital cultura do Estado, reunindo inúmeras entidades que desenvolveram na região atividades artísticas democratizando a cultura em nosso Estado.Durante os 05 dias de atividades que se iniciaram no Município de Parauapebas com abertura, a Caravana da Cultura Solidária realizou inúmeros cursos e oficinas na cidade, durante os dias 22 e 23, reunindo centenas de participantes em inúmeras ações como oficinas de teatro, dança, artes visuais, dentre outras, levando assim a arte e a cultura para toda comunidade.

No dia 24 a Caravana da Cultura solidária aportou no município de Eldorado dos Carajás, realizando ações artísticas, culturais e tecnológicas, o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil ministrou oficinas de audiovisual, construção de Blogs, Radio Web e fez documentário do Fórum.

Oficina de Web 2.0 - A Internet Colaborativa

Oficina de Web 2.0 - A Internet Colaborativa, Infocentro Bairro Independência, Marabá

A oficina Web 2.0 Blog – A Internet Colaborativa, ministrada por Samir Raoni foi realizada em Eldorados do Carajás no Infocentro do Assentamento 17 de Abril, já a oficina de Web Rádio, ministrada por Nilton Silva aconteceu na Casa da Juventude Camponesa do Assentamento 17 de Abril. E nos dias 25 e 26, a Caravana do Fórum Rios de Encontro, chegou ao seu destino final, o município de Marabá, onde foram realizadas mais de 30 atividades artísticas e culturais, que aconteceram nos Bairros do Cabelo Seco, São Felix e Liberdade, cumprindo assim o seu papel de levar arte e cultura para os bairros mais afastados do centro da cidade.

O evento teve como objetivo abraçar reflexões, ações e intervenções para celebrar a cultura e as linguagens artísticas como caminhos essenciais de transformação social e pessoal, motivando assim a criação de políticas públicas para a cultura e educação, cultivando uma Rede de Cultura Solidária para fomentar o processo de desenvolvimento cultural da Região Carajás.

As atividades do fórum se encerraram na noite de sábado 26, com um grande encontro cultural na praça da Liberdade, onde inúmeros grupos culturais do bairro, organizados pela Biblioteca Ozana Lopes de Abreu, chamou atenção de centenas de pessoas que viram de perto as expressões artísticas do seu bairro, que foram aplaudidos e ovacionados pela comunidade presente no evento.

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A Proposta do Fórum é inspirada no Fórum da Cultura Solidária que acontece na Villa El Salvador, na periferia da cidade de Lima, Peru, mobilizado pelo centro cultural Vichama Teatro. Hoje em sua quinta edição, mobiliza em torno de 30.000 pessoas, entre artista, educadores, associações comunitárias, intelectuais, grupos e produtores culturais, estudantes, crianças e jovens, que durante uma semana realizam seminários, oficinas, apresentações artísticas, cortejo cultural e cursos de formação nas comunidades.

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VIVÊNCIA TEMPO É ARTE: ARTE E CULTURA PELO REENCARTANDO DO MUNDO

Estamos vivendo em um momento da história em que precisamos REENCANTAR a vida, os sonhos. Desacelerar essa marcha da falta de tempo para olhar o mundo e suas cores, flores, experimentar sabores. Essa velocidade esta em tudo: trânsito, fabricas, casas… Essa velocidade tem inviabilizado aquele tempo nosso, de sentar no chão e desenhar, descobrir prazer em universos mais nossos.

Se não estamos tendo tempo para nos reinventar, estamos apenas reproduzindo o desencantamento do mundo e é o caminho inverso que acredito que devemos seguir. A velocidade do tempo é relativa no universo, o sincronismo depende da forma que interagimos com o meio, e a partir do meio, e da relação com ele, influenciamos no desencantamento ou (re)encantamento do mundo.

É nessa necessidade de desacelerar, de sentir o sol nascer, circundar no céu de forma cíclica para ao fim da tarde se pôr, dando lugar as estrelas e seu céu infinito de uma lua que de tão nova fez renascer um outro encantamento para o mundo. É Refletindo o tempo, a relação humana, a arte e suas mais plurais linguagens que o Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental convida-o para participar da vivência TEMPO É ARTE: ARTE E CULTURA PELO REENCANTAMENTO DO MUNDO que acontecerá no Sítio Refazenda Unidade Demonstrativa de Permacultura nos dias 23, 24 e 25 de Outubro.

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas.

Essa vivência tem por objetivo desenvolver linguagens intuitivas entre os envolvidos, ampliando a percepção através de musicas intuitivas, que trás como proposta uma pedagogia prática, com musicas manifestadas no intuir, expressa no sentir e compartilhada no interagir. Vivenciaremos Rodas Encantadas para desenvolver o REENCANTAMENTO COLETIVO tendo como principio que o mundo é uma vivência coletiva, por isso precisamos no (re)conhecer enquanto seres em processo de evolução.

A vivência é um desenvolvimento COLETIVO, por isso, temos um desafio coletivo para alem do individual.

O Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental irá realizar essa vivência em parceria com o Sítio Refazenda – Unidade Demonstrativa de Permacultura inspirada nos artistas, pontos de cultuara, associações comunitárias e projetos de várias cidades do país que temos tido a oportunidade de conhecer e (re)conhecer como elos transformadores. Destaco em especial as vivências com artista Dan Baron, presidente da Associação Internacional de Drama Educação (IDEA). Dan Baron muito tem me inspirado, sensibilizado sobre o fazer arte, semear arte e compartilhar arte… Dan Baron é idealizador do projeto Rios de Encontro que formou artistas, jovens, educadores e lideranças comunitárias através de uma vivência de Transformance para cultivar a alfabetização cultural, experimentação estética e reflexão crítica como recursos de cidadania, desenvolvimento comunitário e transformação social.

Em 1999, Dan Baron foi convidado para colaborar na criação de uma obra artística que gritasse ao mundo a dor das milhares de vítimas sem terra, sem teto, sem memória e que transformasse o Massacre de Eldorado dos Carajás em uma marca nacional de cicatrização e formação humana. No processo, ele encontrou seu futuro, trocou seus sapatos do primeiro mundo pelo chinelo-de-dedo brasileiro e mudou de país.

No aeroporto da cidade de Marabá, na região sudeste do Pará, pisou no chão quente e úmido, a chuva subia ao céu como numa inversão dos sentidos. Levaram-o para uma casa velha, e sentado na rede com a brisa do rio, ouviu as primeiras histórias da ‘Velha Marabá’, enquanto se preparava para encontrar a paisagem dolorosa de uma Amazônia devorada e ferida. Naquele momento não imaginava que nove anos mais tarde, na mesma Velha Marabá um encontro entre artistas, num Galpão de Artes, no coração da origem de tudo aquilo que lhe abalava cultivaria afluentes de esperança e lhe levaria a mergulhar nas águas profundas no encontro dos Rios Tocantins e Itacaiúnas.

Lá estava ele, tão próximo ao Cabelo Seco, ponta épica de confluência dos rios da história, na sede do Ponto de Cultura do Galpão de Artes de Marabá. Passado de pai para filhos, da arte da engenharia à arte da identidade, exposta nas entranhas, nos telhados, nas paredes, o Galpão busca as artes que possam transformar a vida de crianças e adolescentes de um bairro ignorado, afogado nas mazelas labirintuosas que

é belo, cheio de arte, descoberta e reencantamento.

A Vivência TEMPO É ARTE: ARTE E CULTURA PELO REENCANTAMENTO DO MUNDO será um momento de reflexão-prática que terá como acervo de ampliação de consciência o livro ARTE E CULTURA PELO REENCANTAMENTO DO MUNDO de Hamilton Faria, Pedro Garcia, Bené Fonteles e Dan Baron.

Essa reflexão prática se dará através da pedagogia da roda, musicas intuitivas, exibição de vídeos-consciência e muitas dinâmicas corporais e plasticas, utilizando exercício de canto, respiração e comunicação sensitiva e intuitiva.

OS TEMAS QUE VAMOS REFLETIR NA VIVÊNCIA SÃO OS MESMOS DO LIVRO CITADO ACIMA:

  • A ARTE COMO REENCANTAMENTO DO MUNDO

  • ARTE E IDENTIDADE CULTURAL

  • ARTE E EDUCAÇÃO

  • A CONEXÃO ARTE-SOCIEDADE

  • ESTIMULAR A RESPONSABILIDADE SOCIAL DO ARTISTA

  • DEFENDER Á CIDADANIA CULTURAL

  • FORTALECER A DIVERSIDADE CULTURAL DOS PAÍSES E REGIÕES

  • ESTIMULAR A INTERCULTURALIDADE

  • FORTALECER A IDENTIDADE CULTURAL FRENTE AO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO

  • CONSTRUIR A CULTURA DE PAZ

  • A FUNÇÃO DA ARTE

programação

INTERVENÇÃO

Local: Sítio Refazenda (mapa)
Data: 23 á 25/10/09 (sexta á domingo)

* Pedimos que todos tragam alimentos para nossas refeições diárias.

Solicitamos a parceria do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, projeto realizado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia para poder cumprir todas as demandas da atividade.

Sicronizando

  • Pedimos que faça a inscrição somente as pessoas que tem a disponibilidade de cumprir essa data.

  • Pedimos que todos cheguem de 15 as 17h do Dia 23/10.

Nosso Blog: www.samauma.wordpress.com

Mail’s: coletivosamauma@yahoo.com.br

Contato: (91) 8181-4994

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.
Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.
O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.
A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.
Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.
Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.
Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.
O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael>>>>>>, colaborador do Sítio Refazenda.

HORTA

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.

Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.

magia de cada ser

O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.

A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.

Nando falando sobre os principios éticos da permacultura

Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.

Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.

Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.

O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael Soares, colaborador do Sítio Refazenda.

É preciso reencantar o mundo

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Fonte: Portal de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil