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Nesta quinta-feira, 05, artistas e produtores culturais de Belém terão uma oportunidade ímpar nas mãos. Trata-se do primeiro encontro com os gestores do Conexão Vivo, Vivo Lab e Vivo arte.mov, Marcos Boffa e Fabrício Santos, onde serão apresentados os programas. A reunião acontecerá no auditório do Edifício Síntese 21, a partir das 18h.
Os programas Vivo Lab e Vivo arte.mov fazem parte da política cultural Vivo e tem como proposta articular em Rede, por todo Brasil, iniciativas de formação, experimentação e produção em audiovisual (Vivo Lab) e Mídias Móveis (Vivo arte.mov).
Com foco na formação interdisciplinar, o Programa estimula experiências de redes sociais colaborativas na internet, através do Portal Vivo Lab, que reúne produções audiovisuais e possibilita a troca de experiências e conteúdos entre os projetos integrantes da Rede.
O Conexão Vivo, por sua vez, é uma rede constituída da união de artistas, produtores culturais e iniciativas pública e privada. Criado com a proposta de apontar novos caminhos e encontrar respostas para os desafios do mercado da música independente, o Conexão sempre trouxe ideais de interdependência, autonomia, diversidade e democratização do acesso à cultura.
No encontro de quinta-feira, o objetivo é apresentar os três programas, esclarecer dúvidas dos produtores e incentivar a apresentação de projetos para participação nos programas. A proposta da reunião seria, aproveitando os editais abertos dos programas, incentivar produtores e artistas a inscreverem seus projetos já alinhados com a política cultural a fim de integrarem tais ações.
PALESTRANTES
  • Marcos Boffa ganhou uma bolsa de estudos do Goethe Institut de Berlim para formação de produtores culturais. Diplomado em Estudos Superiores Especializados pela Universidade de Bourgogne em 1996, foi sócio da Motor Music, que trouxe as turnês de grupos e DJs internacionais no Brasil e na América do Sul, entre eles: Jon Carter, Atari Teenage Riot, Man or Astroman?, Tortoise, Stereolab, Yo La Tengo, Mudhoney, Senor Coconut y su orquestra, Laurent Garnier e Peaches. Criou o projeto Batucada Inglesa do British Council Brasil, que reuniu artistas brasileiros e ingleses. Participou também de festivais e feiras como Mutek, Popkomm, Transmusicales, Club Transmediale e Printemps.

  • Fabrício Santos é analista da Gerência de Desenvolvimento Cultural da Vivo. Jornalista formado em 2002 e pós-graduado em Gestão Estratégica da Comunicação, ambos pela PUC-Minas, iniciou sua trajetória profissional no Terceiro Setor na área de direitos humanos. Desde 2005 está na Vivo, onde atua no planejamento e execução das políticas de sustentabilidade e cultura.
Para maiores informações, os interessados podem entrar em contato com a produção do encontro, através do telefone 32291106.
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O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.
Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.
O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.
A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.
Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.
Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.
Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.
O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael>>>>>>, colaborador do Sítio Refazenda.

HORTA

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.

Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.

magia de cada ser

O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.

A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.

Nando falando sobre os principios éticos da permacultura

Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.

Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.

Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.

O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael Soares, colaborador do Sítio Refazenda.

É preciso reencantar o mundo

Veja mais fotos dessa ação no nosso Flickr, acesse: www.flickr.com/photos/samauma

Fonte: Portal de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Flor, refletindo sobre qual a nossa responsabilidade com o nosso lixo de cada dia

Entrevista realizada pelo Poló Pará do Brasil Memória em Rede

Responsabilidade Social, é sobretudo respeito a vida, a cultura, a diversidade e a memória. É a sensibilidade que cada indivíduo desenvolve trabalhando seu Ser Humano, colaborando e cooperando para um mundo mais plural e solidário. A diversidade expressa modos de vida, motivações, crenças religiosas, valores, práticas, rituais e identidades. São recursos essenciais na construção e determinação de nossa própria vida em comunidade. Reflete Samir Raoni, coordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma.

A Universidade Anhanguera-Uniderp proporcionou diversas ações no dia da Responsabilidade Social. Diversas escolas e centros comunitários de Belém foram mobilizadas. Em toda sua dimensão acadêmica cerca de 5.000 pessoas, entre professores, crianças, artistas e atores sociais celebraram com diversas atividades este dia.

Publico

Os Samaumeiros tiveram como público cerca de 100 crianças além de pais e atores presentes no Dia de Responsabilidade Social que ocorreu no Centro Comunitário Santa Edivigis, localizado no Bairro Panorama XXI, local com alta vulnerabilidade social.

O Coletivo Samaúma junto ao curso tecnologia em gestão de serviços em saúde, realizaram a peça arte-educacional “O Lixo Nosso de Cada Dia”, que é uma reflexão sobre o cuidado que estamos tendo com o nossos ambientes dentro do nosso finito planeta. A intervenção aborda desde o consumo ao descarte, de como as embalagens impactam nosso ambiente. Contextualiza Elisângela Pinheiro, arte-educadora do Coletivo Samaúma.

As crianças interagem na peça como proponentes das soluções necessárias que gerem transformação social e fortaleça uma cultura solidária. As soluções partem de cada indivíduo em qualquer que seja seu convívio social, escola, trabalho ou em casa. Cuidando e racionando água, cultivando plantas, reduzindo, reutilizando e reciclando o lixo, proporcionando um ambiente mais harmônico e educativo. Na escola estimular a educação pelo brinquedo. Entender as artes como um jardim fértil e diverso, que quando regada com a imaginação criativa será capaz de desenvolver as soluções necessárias para os desafios que estão por vir em suas vidas. Compartilha Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.

Semente dizendo das possibilidades de reciclagem

Semente na intervenção Terra nossa Casa na peça Nosso Lixo de cada Dia

Veja mais fotos dessa ação no nosso Flickr, acesse: www.flickr.com/photos/samauma

FONTE: BRASIL MEMÓRAIA EM REDE


Esse Vídeo-Arte-educacional é parte do projeto ARTE EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UNINDO SABERES COMPARTILHANDO CIDADANIA – Projeto realizado pelo Coletivo Samaúma com o apoio da organização não-governamental sem fins lucrativos Argonautas Ambientalistas da Amazônia.O vídeo apresenta a peça SERES ANIMADOS em três comunidades de Soure, Marajó.

A peça reflete a problemática ambiental através de uma linguagem lúdica, com arte de circo, teatro e educação ambiental. “O objetivo do projeto Arte Educação Ambiental: Unindo Saberes, Compartilhando Cidadania é aflorar o desenvolvimento artístico, cultural e ambiental das comunidades de Soure, Marajó, gerando o desenvolvimento local para uma cultura de paz que resgate e fortaleça a memória dos povos tradicionais, gerando renda através do ecoturismo e dos saberes populares, Explica Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Projeto, em entrevista para o Portal Rede Teatro da Floresta”

Um desdobramento dessa experiência é produção de um vídeo documentário Arte Educacional que tem por objetivos resgatar a memória tendo por base a metodologia consagrada no projeto “Brasil Memória em Rede”. Os resultados esperados são: a) Comunicar as realidades das três comunidades envolvidas; b) Demonstrar a Arte Educação Ambiental como alternativa de transformação social; c) Ajudar na divulgação para conseguir apoios para a continuidade desse trabalho, que em seu plano prevê oficinas de inclusão digital, fotografia, memória, teatro, artes circenses, confecção de brinquedos educativos, arte-reciclagem, artesanato e iniciação a Permacultura, conclui Rafael de Rivera, cordenador Pedagógico do Projeto em entravista para a Rede Teatro da Floresta.

MISSÃO

O Coletivo Samauma vem aprofundando suas raízes para três desafios; 1) despertar o valor da educação nas comunidades onde atua, usando a arte como instrumento; 2) contribuir para o desenvolvimento sócio-ambiental e cultural, valorizando a diversidade e a memória social; 3) Promover a Arte Educação Ambiental Transdiciplinar através da visão de Ecologia Sistêmica baseada na Permacultura. Mais informações sobre os samaumeiros acesse: http://www.samauma.wordpress.com

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.