Arquivo de abril, 2010

Entrega de Certificado das 1) 3° Oficinas de Web 2.0; 2) 1° de Web-Ativismo; 3) 1° de Elaboração de Projetos, realizada nos dias 26 e 27 de abril de 2010, pelos educomunicadores Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia na Escola Estadual Delgado Leão, Cachoeira do Arari (Marajó-PA), com carga horária de 4 horas, sendo parte da 1° Mostra de Cinema Marajoara 24 a 27 de Abril.

Confira algumas fotos das Oficinas realizadas

Hoje 29 de abril, Cachoeira do Arari amanhece com um sol que verdeja as mangueiras dos quintais, e nesse dia aluminado de solidariedade, transformação e protagonismo, é feita a entrega dos certificados para os 35 jovens participantes das oficinas de web 2.0, web-ativismo-digital e elaboração de projetos sociais ministradas pelos Edu-Comunicadores Argonautas Samir Raoni, Helton Almeida e Higor Tohany. Os oficineiros retornam hoje para a cidade das mangueiras, Belém do Pará, a segunda cidade mais populosa da região Norte e principal cidade da maior região metropolitana da Amazônia. Com população estimada em 1.437.600, é conhecida como “Metrópole da Amazônia”. Os oficineiros concluíram com honra a sua colaboração solidária, gerando um sentimento de inclusão para os 400 jovens da Escola Estadual Delgado Leão que fica no centro de Cachoeira do Arari (Marajo-Pará), cidade originada da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, município que abriga o Museu do Marajó, cidade onde viveu o ilustre escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira.

A oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa tem como objetivo introduzir os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores
quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Apesar de algumas coisas não terem saído do jeito que a coordenação da mostra havia previsto, é consenso entre os envolvidos da importância desta ação arte-politica.

Os resultados da 1° Mostra de Cinema Marajoara demonstram que a parceria entre os envolvidos fez com que a mostra de filmes produzidos no arquipélago fosse enriquecida com rodas de conversa e as mais diversas oficinas.

A ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará tem a finalidade de defender o meio ambiente e
promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, contribuiu nessa ação, pois acredita no poder transformador que tem estimular o protagonismo comunitária e fortalecer as parcerias.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Foto: Entrega de Certificado das 1) 3° Oficinas de Web 2.0; 2) 1° de Web-Ativismo; 3) 1° de Elaboração de Projetos, realizada nos dias 26 e 27 de abril de 2010, pelos educomunicadores Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia na Escola Estadual Delgado Leão, Cachoeira do Arari (Marajó-PA), com carga horária de 4 horas, sendo parte da 1° Mostra de Cinema Marajoara 24 a 27 de Abril.


Confira algumas fotos das Oficinas realizadas


Hoje 29 de abril, Cachoeira do Arari amanhece com um sol que verdeja as mangueiras dos quintais, e nesse dia aluminado de solidariedade, transformação e protagonismo, é feita a entrega dos certificados para os 35 jovens participantes das oficinas de web 2.0, web-ativismo-digital e elaboração de projetos sociais ministradas pelos Edu-Comunicadores Argonautas Samir Raoni, Helton Almeida e Higor Tohany. Os oficineiros retornam hoje para a cidade das mangueiras, Belém do Pará, a segunda cidade mais populosa da região Norte e principal cidade da maior região metropolitana da Amazônia. Com população estimada em 1.437.600, é conhecida como “Metrópole da Amazônia”. Os oficineiros concluíram com honra a sua colaboração solidária, gerando um sentimento de inclusão para os 400 jovens da Escola Estadual Delgado Leão que fica no centro de Cachoeira do Arari (Marajo-Pará), cidade originada da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, município que abriga o Museu do Marajó, cidade onde viveu o ilustre escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira.

A oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa tem como objetivo introduzir os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores
quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Apesar de algumas coisas não terem saído do jeito que a coordenação da mostra havia previsto, é consenso entre os envolvidos da importância desta ação arte-politica.

Os resultados da 1° Mostra de Cinema Marajoara demonstram que a parceria entre os envolvidos fez com que a mostra de filmes produzidos no arquipélago fosse enriquecida com rodas de conversa e as mais diversas oficinas.

A ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará tem a finalidade de defender o meio ambiente e
promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, contribuiu nessa ação, pois acredita no poder transformador que tem estimular o protagonismo comunitária e fortalecer as parcerias.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Foto: Os Argonautas Samir Raoni e Helton Almeipda realizando a 3° Oficina de Web 2.0 - A Internet Colaborativa, que aconteceu no laboratório de informática da Escola Estadual Delgado Leão tendo na 3 ° oficina 15 jovens inscritos, resultando em 15 blogs que agregaram ferramentas de web rádio, web tv e redes sociais.

Fontos: Confira algumas fotos publicadas


A parceria da ONG Argonautas com a 1° Mostra de Cinema Marajoara leva para cachoeira as praticas do projeto CARAVANA DIGITAL: JUVENTUDE CONECTADA PELA CIDADANIA que aporta em Cachoeira do Arari, que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, em 1747. O Município abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo. Na cidade também viveu o escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira. A Ong não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará, que tem a finalidade de defender o meio ambiente e promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, aporta suas velas de solidariedade na Cidade com rica cultura e expressão Marajoara em motivo da 1° Mostra de Cinema Marajoara que acontece deis de 24 de Abril com rodas de conversa, oficinas e mostra audiovisual em praça publica.

Hoje, 27 de abril os Argonautas Samir Raoni e Helton Almeida realizaram a 3° oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa. Pela manhã e pela tarde. A Oficina introduziu os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva”.

Raoni diz que colaborativamente, a web 2.0 também pode ser usada como uma ferramenta pedagógica para a construção de conceitos. É neste sentido que a chamada “arquitetura de participação” de muitos serviços online pretende oferecer além de um ambiente de fácil publicação e espaço para debates, recursos para a gestão coletiva do trabalho comum, no caso da escola, criando uma interdisciplinaridade das meterias. No entanto, devemos estar atentos ao fato de que, quando se discute o trabalho aberto e coletivo online, não se pode pensar que não deva haver a regulação das relações. Igualmente ao trabalho coletivo não virtual, há sempre possibilidades de termos que lidar com ações não prudentes e desvinculadas do objetivo principal do projeto. Uma rede social online não se forma tão e somente pela simples conexão de terminais, conclui o Educomunicador Raoni. “Trata-se de um processo emergente que mantém sua existência através de interações entre os envolvidos” destaca Primo.

Participaram da III oficina 12 alunos da escola estadual Delgado Leão que fica localizada no centro da cidade de Cachoeira do Arari. O resultado das 3° oficinas de Web 2.0 é latente na escola, onde todos os 35 jovens introduzidos nessa nova forma de inclusão e protagonismo social, hoje chamado de Web-Ativismo, gerou 35 blogs que agregam ferramentas de web rádio, web tv e ferramentas de interação em redes sociais que fizeram os jovens trazerem novos sentidos para o uso da internet antes limitada apenas ao MSN e ORKUT, reflete Raoni lembrando dos depoimentos dos jovens sobre o uso da internet.

A primeira oficina foi feita para o turno da manhã que participou da Roda de Conversa com os educadores Argonautas, oficina que gerou o interesse dos jovens do turno da tarde que acharam injusto não ter oficinas para os alunos da tarde, pedindo para a diretora para ser realizada oficinas para o seu turno também, de base dessas novas inscrições dos jovens e do apoio da educadora Sandra Souza, Diretora da unidade de ensino, parceria crucial para a realização das oficinas, foram realizadas mais duas oficinas, tendo mais duas que as jovens lideranças da escola foram articular com Aristides, Secretário de Cultura do município, que esta garantindo a hospedagem solidária e alimentação para os oficineiros que realizam essas ações voluntariamente, pois entendem a importância que tem estimular o protagonismo juvenil nos jovens cachoeirenses.

Acabamos de concluir essa Caravana Digital Solidária conectando a juventude cachoeirense pela cidadania, sensibilizados pelo grande numero de jovens interessados em se apropriar desse conhecimento tão necessário. Essa jornada de oficinas que acontece na 1° Mostra de Cinema Marajoara integra o projeto CARAVANA DIGITAL – JUVENTUDE CONECTADA PELA CIDADANIA uma iniciativa da Ong Argonautas Ambientalistas da Amazônia em parceria com o governo do Estado visando a inclusão digital de jovens a partir de 3 (três) passos; a) articular escolas e movimentos sociais voltados para a juventude, sensibilizando gestores de escolas, lideranças locais e parceiros a partir da necessidade de desenvolvimento de ações de inclusão digital, cultural e social; b) elaborar um diagnóstico participativo, cujo objetivo é o trabalho de campo pautado nas necessidades e demandas; c) formar e capacitar jovens a partir das oficinas e atividades a serem desenvolvidas pelo projeto, em especial as de inclusão digital e produção audiovisual/fotografia.

A 1° Mostra encerra hoje com com o lançamento do Filme Ajuntador de Cacos – A história de Giovanni Gallo e o seu Marajó que acontece na praça do Imperador, convidando todos os moradores Cachoeirense para prestigiar essa história que poderia ser ficção, mas é realidade.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Hoje 26 de abril os Argonautas continuam suas ações em Cachoeira do Arari que realiza a 1° Mostra de Cinema Marajoara parceria entre Museu do Marajó prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari, Governo do Estado, Irmandade de São Sebastião, AMAM, ONG Argonautas, produtora LUX Amazônia entre outros, que privilegia filmes que tenham sido rodados no arquipélago e desenvolve rodas de conversas e oficinas de cine-ativismo-digital, web 2.0 – a internet colaborativa e cineclubismo.

Os Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida de Belém do Pará realizaram hoje pela manhã Roda de Conversa com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ciclo do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão que se localiza no centro de Cachoeira do Arari, no bairro 7 de Setembro. Os jovens receberam os educadores com bastante receptividade participando da roda de conversa. As vivências em rodas são participativas e coletivas, que buscam identificar os principais desafios, experiências e poéticas dos grupos de jovens das escolas, comunidades e pontos de cultura. Através destas atividades serão identificados os conflitos e valores existentes, bem como formas e espaços de resolução através do diálogo e da convivência que permita um sentimento de pertencimento que gere Cultura de Paz. Na roda Samir Raoni, documentarista, poeta e arte-educamor falou do vídeo-doc que esta realizando com jovens principalmente de escolas publicas, pontos de cultura, comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, ‘Roda Vida Juvenil” – continuação/ampliação do projeto ‘Rodas de Memória Escolar’, realizado no ano de 2008 na escola Ulysses Guimarães na I Feira da Cultura Ambiental, em outubro do mesmo ano com o Pontão Cultura do Instituto Pólis, São Paulo, em Marabá em parceria com o Ponto de Cultura GAM. O vídeo-documentário vai refletir a MEMÓRIA JUVENIL tendo como eixos de pesquisa a família, a escola e a sociedade. O documentarista pretende montar através das narrativas das histórias de vida, como a escola tem colaborado para o processo de formação de cidadãos comprometidos e participativos do desenvolvimento social e cultural da nova geração. Esses vídeos-documentários tem o apoio metodológico do Museu da Pessoa, responsáveis pelo Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede, projeto que sou pesquisador de histórias de vida e pretende ser exibido na 2° Mostra de Cinema Marajoara, enviado para as Escolas Publicas, Comunidades, Pontos de Cultura e Cineclubes.


Mais informações sobre esse projeto acesse: www.samiraoni.wordpress.com

Selecionados nos editais estaduais receberão equipamentos, acervo audiovisual e capacitação cineclubista

Dezenas de municípios do Acre, Pará e Piauí passarão a contar com novas salas para exibição gratuita de filmes, os Cines Mais Cultura. As localidades beneficiadas situam-se nas periferias dos centros urbanos e no interior dos estados, nos Territórios da Cidadania, e não possuem salas de cinema.

Com investimento de cerca de R$ 1,2 milhão, sendo 67% de recursos federais e 33% da contrapartida dos governos estaduais, os selecionados receberão equipamentos de projeção, acervo audiovisual com obras do catálogo da Programadora Brasil e oficinas de capacitação cineclubista.

Confira as relações de contemplados no Acre, Pará e Piauí.

Editais Estaduais – A iniciativa, que visa ampliar o acesso da população ao cinema e apoiar a difusão da produção audiovisual nacional, é desenvolvida por meio de editais lançados em parceria com o Ministério da Cultura. Até o final deste ano, 1.600 salas de exibição não comercial deverão integrar uma rede nacional.

Leia mais.

(SAI/MinC

Neste dia 20 de abril participaram da reunião Com Prof. Dr. Renato Padovese Pró- Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul; Nilce Léa Lobato (SP), Samir Raoni (PA) e Profª Drª Rosemary (SP) Santiago na qual teve como objetivo apresentar pessoalmente e ouvir dos próprios autores sobre o “Projeto Memória Social em Rede: Histórias e Culturas do Espaço Rural e Urbano do Norte e Sul do Brasil”. Conversamos sobre a relevância da memória e sua metodologia para a formação dos alunos de licenciatura da universidade, apresentamos a Carta de Anuência do Ponto de Cultura Caiçara-Cananéia, litoral de São Paulo, zona rural e o vídeo-registro do Encontro dos dias 14 e 15. O Profº Renato parabenizou a iniciativa e  colocou a Universidade Cruzeiro do Sul como potencial apoiador e colaborador do Projeto Memória Social em Rede entre outras propostas apresentadas.

Para o bom resultado do projeto que vai acontecer nas Ilhas de Ananindeua e Quilombo do Abacatau e Baixo Acará do Pará e em Belém (NO) e em Cananéia espaço rural e São Paulo (SU) contamos com apoio da Profª Dra. Rosemary parceira e amiga nesta nova trajetória que iniciou na reunião.


Centenas de jovens das comunidades de Icoaracy e Outeiro em Grande Belém vão se reunir neste sábado, dia 24 de maio, das 08 às 16 horas no
Auditório da Escola Bosque, onde haverá apresentações de teatro,
dança, música, e artes cênicas, além de rodas de diálogo para
realizar mais um passo do projeto mundial “Jovem IDEA: Grande
Colheita de Esperança”. O encontro é realizado e organizado pela
Rede Brasileira de Arteducadores (ABRA) e pelo Grupo de Teatro
Monturo – Outeiro/PA, em colaboração com a Associação
Internacional de Teatro e Educação (IDEA) e faz parte da preparação
e mobilização do VII Congresso Mundial da IDEA 2010 que acontecerá
este ano em Belém do Pará, entre os dias 17 e 25 de julho.

Os jovens que participarão nesse encontro são a maioria dos grupos da
região metropolitana de Belém e estarão participando em oficinas
ministrados por jovens de mais de 15 países a partir do inicio de
julho. Desde o inicio de 2009, jovens atores e diretores do mundo
inteiro vem se preparando para participar numa residência na Escola
Bosque que vai criar uma nova peça teatral chamada “Grande
Colheita da Esperança”. O projeto mundial possibilita que jovens
expressam e reflitam sobre seus desejos e medos, aprendendo como
coordenar, produzir coletivamente e cultivar valores de solidariedade
e cuidado. A Escola Bosque será o berço ideal para um projeto
dedicado as questões do meio ambiente, respeito pela diversidade e
transformação sustentável, base de uma educação capaz de lidar
com as necessidades do Seculo XXI.

Neste sábado, os jovens vão trocar culturas e celebrar a diversidade. Entre eles estão os
jovens do projeto de cerâmica do Mova-Ci (Movimento Vanguarda
Cultural de Icoaraci), cordões de Pássaro, grupos de Hip-Hop,
Grupos de Dança Folclórica (como o Balé Folclórico da Amazônia),
Grupos do Guamá em Rede (Guaerê, Rede de Proteção à criança e
ao adolescente que funciona no bairro do Guamá), Grupo
Kacholanakumbuca (teatro de bonecos), Dançarte Cia. de Dança de
Marituba, e componentes do tradicional Pássaro Junino Colibri. Além
dos grupos “Rabecas de Bragança” e “Anjos em Cena” de Santo
Antônio do Tauá.

Os jovens da Grande Belém estão se preparando para acolher seus colegas internacionais. Participarão de
apresentações culturais e coordenarão três rodas vivas sobre
Vida, Diversidade, e Transformação que estruturarão os debates e
as reflexões sobre o futuro,em particular, o futuro da Amazônia.
Também os jovens no dia 24, elaborarão propostas para o grande
encontro de IDEA 2010 que reunirá 2000 educadores, arte-educadores e
gestores de mais de 70 países do mundo para discutir e vivenciar
novos métodos de ensino em aprendizagem baseados na cooperação,
cuidado e sustentabilidade.

De acordo com um dos jovens coordenadores do evento “Queremos mostrar que um grupo de jovens é
capaz de fazer um evento como esse, que toque na mente das pessoas,
pra que elas acreditem que a gente pode melhorar a maneira de fazer
as coisas.” Michel, jovem do Projeto de Cerâmica do MOVA-CI.

Samir Raoni da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia e Tuxaua da Rede Norte de Cineclubes irá participar da 1ª Mostra de Cinema Marajoara realizado pelo Museu do Marajó no período de 24 à 27/04, a no município de Cachoeira do Arari/Marajó e privilegiará filmes que tenham sido rodados no arquipélago.

A programação contará com obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia, “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa, selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso”, produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN, os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, outros filmes foram inscritos e selecionados para a Mostra até o dia 20/04.

Além da exibição dos filmes da Mostra, serão realizadas as oficinas “Cineclube: Cinema pra Gente” e “Elaboração de Projetos e Captação de Recursos”, na qual, haverá elaboração prática de projetos para o MINC.

A I mostra de Cinema Marajoara está prevista para acontecer durante as homenagens de aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04. O projeto é promovido pelo Museu do Marajó em parceira com a prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari, Governo do Estado, Irmandade de São Sebastião, AMAM, ONG Argonautas e a produtora LUX Amazônia.

Programação

24 – sábado

Manhã e Tarde – Oficina cineclube: Cinema pra gente.

Noite – Lançamento do Filme Ajuntador de Cacos – A história de Giovanni Gallo e o seu Marajó.

Documentário de Paulo Miranda/Lux Amazônia.

25 – domingo

Manhã – (Filme Selecionado)

Tarde – A Festa da Cobra.

Curta documentário do Coletivo Resistência Marajoara.

Sou Teu Maninho! Um grito marajoara.

Curta de ficção do Projeto Outros Brasis.

Direção de Daniel Corrêa.

Noite – Lançamento do Filme O Glorioso.

Documentário sobre Festa de São Sebastião de Cachoeira do Arari.

Uma realização do IPHAN.

26 – Segunda.

Manhã e Tarde – Oficina “Elaboração de projetos de captação de recursos”.

Tarde – Perseverança – São Sebastião da Boa Vista – PA.
C
urta de ficção do Projeto Outros Brasis.

Direção: Mauro Bandeira

Noite – Marajó, barreira do mar

Filme Longa-mentragem de Líbero Luxardo.

27 – terça

Manhã – Exibição do Making-off do Filme Ajuntador de Cacos (Conversa sobre a produção).

Tarde – É proibido não tocar nos saberes do Museu do Marajó.

Curta Documentário de Darcel Andrade.

Noite – Ajuntador de Cacos – A história de Giovanni Gallo e o seu Marajó.

Documentário de Paulo Miranda/Lux Amazônia.

Samir Raoni Documentarista e Pesquisador do Pólo Pará do BMR/Argonautas de Belém do Pará e Nilce Léa Lobato, Universidade Cruzeiro do Sul/CNPq participam da Formação em Tecnologia Social da Memória e Revolução Midiática – 16, 17 e 18/04 – Cananéia – SP, onde irão apresentar o projeto “Memória Social em Rede – Histórias e Cultura do espaço rural e urbano do Norte e Sul do Brasil”, projeto que tem como tema a memória social, que serão as histórias de vida de Jovens e adultos que residem em São Paulo/Cananéia e Belém do Pará/Ribeirinha e Quilombolas, zona urbana e rural. O objetivo é resgatar memória de vida dos jovens e adultos que residem nestas cidades a fim de remontar a trajetória e recompor o tempo passado – recordação dos acontecimentos políticos, econômicos e social. Identificar os impactos que a cultura e costumes gera na vida destas pessoas.

O projeto é fruto de uma parceria entre esses dois pesquisadores que tem como pano de fundo o estudo científico de “Histórias de vida de pessoas adultas não alfabetizadas: a memória social da não escolarização” realizado pela pesquisadora Nilce Léa, que realiza o estudo a três anos com adultos acima de 40 anos, e Samir Raoni, que realiza vários projetos com jovens estudantes de escolas públicas com idade de 14 a 22 anos, em parcerias com organizações e pontos de cultura que se relacionam com o Programa de Protagonismo Juvenil da ONG Argonautas, na qual é o coordenador, onde tem ministrado oficinas de Comunicação Compartilhada para a Produção de Memória Local através do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil.

Esta formação faz parte do projeto Prêmio Tuxáua Cultura Viva, lançado pelo Ministério da Cultura em 2009 e tem como proposta a mobilização e articulação de ações que reúnam representantes de diversos Pontos de Cultura, redes sociais e iniciativas de atividades que promovam o fortalecimento de laços e somem esforços na construção de objetivos comuns. Visando isso, o Ponto de Cultura “Caiçaras” – Cananéia/SP, querem compartilhar sua experiência com os demais Pontos do Vale do Ribeira e tecer uma rede horizontal de iniciativas para fortalecer e potencializarmos suas ações.

O objetivo é articular e fomentar iniciativas individuais e coletivas de criação, produção e difusão de conteúdos relacionados com o registro de memória oral e histórias de vida, democratizando essas práticas como instrumento de visibilidade e fortalecimento da diversidade cultural e histórica do Vale do Ribeira e estimulando posturas e comportamentos sociais que permitam às comunidades viverem numa relação construtiva consigo mesmas e com seu meio, fortalecendo assim, suas identidades e dinâmicas culturais.

O Ponto de Cultura Caiçaras, através do Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede/Museu da Pessoa e do Pontão de Cultura “Nós Digitais”, realizará um ciclo de formação para os Pontos de Cultura do Vale do Ribeira interessados em desenvolver e/ou aperfeiçoar projetos de registro de memória e histórias de vida e de conhecer e/ou aprofundar na discussão sobre uso de software livre.

A formação esta dividida em quatro módulos, dois sobre: “Tecnologia Social da Memória” e dois sobre: “Software Livre e Revolução Midiática”. O primeiro módulo será sobre “Tecnologia Social da Memória” nos dias 17 e 18 de abril (sábado e domingo) em Cananéia – SP. As datas dos próximos serão definidas junto aos participantes, para que tenhamos a participação de todos durante esse ciclo de formação.

Além disso, no dia 16 de abril (sexta-feira) será feita uma breve discussão sobre a situação atual dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira em relação a diversas questões, como: administrativas, financeiras, operacionais, etc, afim de apoiar as organizações que estão com dificuldades de iniciar seus projetos e fomentar a troca de experiências entre as que estão caminhando.

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira – 16 de abril

Chegada dos participantes
19h – Roda de prosa sobre situação geral dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira (gestão, comunicação, articulação, prestação de contas, tecnologias, etc)

Sábado – 17 de abril

08h – Café da manhã
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória
13h – Almoço
14h – Curso de Tecnologia Social da Memória
19h – Jantar

21h – Mostra de Vídeo:

Agentes de Memória em Rede” (5min) – Pólo Pará BMR/Argonautas

O Grande Balé de Damiana” (15min) – Revelando os Brasis

22h – Apresentações culturais: Fandango Caiçara, Orchestra Sacinfônica e palco aberto

Domingo – 18 de abril

08h – Café da manhã
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória
13h – Avaliação e encaminhamentos
14h – Almoço
Retorno dos participantes

Informações

E-mail: cleberbio@yahoo.com.br ou fernando@matimperere.com.br ou ligue para (13) 9114-0749 (Cleber), (13) 9777-0030 (Fernando) ou (13) 3851-3959 (Ponto de Cultura “Caiçaras”).

<br/>
<br/>
APRESENTAÇÃO<br/>
<br/>
Este projeto faz parte do Prêmio Tuxáua Cultura Viva, lançado pelo Ministério da Cultura em 2009 e tem como proposta a mobilização e articulação de ações que reúnam representantes de diversos Pontos de Cultura, redes sociais e iniciativas de atividades que promovam o fortalecimento de laços e somem esforços na construção de objetivos comuns. Visando isso, nós do Ponto de Cultura “Caiçaras” – Cananéia/SP, queremos compartilhar nossa experiência com os demais Pontos do Vale do Ribeira e tecer uma rede horizontal de iniciativas para fortalecermos e potencializarmos nossas ações.<br/>
<br/>
OBJETIVO GERAL<br/>
<br/>
Articular e fomentar iniciativas individuais e coletivas de criação, produção e difusão de conteúdos relacionados com o registro de memória oral e histórias de vida, democratizando essas práticas como instrumento de visibilidade e fortalecimento da diversidade cultural e histórica do Vale do Ribeira e estimulando posturas e comportamentos sociais que permitam às comunidades viverem numa relação construtiva consigo mesmas e com seu meio, fortalecendo assim, suas identidades e dinâmicas culturais.<br/>
<br/>
ATIVIDADES<br/>
<br/>
O Ponto de Cultura Caiçaras, através do Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede/Museu da Pessoa e do Pontão de Cultura “Nós Digitais”, realizará um ciclo de formação para os Pontos de Cultura do Vale do Ribeira interessados em desenvolver e/ou aperfeiçoar projetos de registro de memória e histórias de vida e de conhecer e/ou aprofundar na discussão sobre uso de software livre.<br/>
<br/>
A formação foi dividida em quatro módulos, dois sobre: “Tecnologia Social da Memória” e dois sobre: “Software Livre e Revolução Midiática”. O primeiro módulo será sobre “Tecnologia Social da Memória” nos dias 17 e 18 de abril (sábado e domingo) em Cananéia – SP. As datas dos próximos serão definidas junto aos participantes, para que tenhamos a participação de todos durante esse ciclo de formação.<br/>
<br/>
Além disso, no dia 16 de abril (sexta-feira) faremos uma breve discussão sobre a situação atual dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira em relação a diversas questões, como: administrativas, financeiras, operacionais, etc, afim de apoiar as organizações que estão com dificuldades de iniciar seus projetos e fomentar a troca de experiências entre as que estão caminhando.<br/>
<br/>
PROGRAMAÇÃO (sujeita a alterações)<br/>
<br/>
Sexta-feira – 16 de abril<br/>
<br/>
Chegada dos participantes<br/>
19h – Roda de prosa sobre situação geral dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira (gestão, comunicação, articulação, prestação de contas, tecnologias, etc)<br/>
<br/>
Sábado – 17 de abril<br/>
<br/>
08h – Café da manhã<br/>
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória<br/>
13h – Almoço<br/>
14h – Curso de Tecnologia Social da Memória<br/>
19h – Jantar<br/>
22h – Apresentações culturais: Fandango Caiçara, Orchestra Sacinfônica e palco aberto<br/>
<br/>
Domingo – 18 de abril<br/>
<br/>
08h – Café da manhã<br/>
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória<br/>
13h – Avaliação e encaminhamentos<br/>
14h – Almoço<br/>
Retorno dos participantes<br/>
<br/>
Informações<br/>
<br/>
E-mail: cleberbio@yahoo.com.br ou fernando@matimperere.com.br ou ligue para (13) 9114-0749 (Cleber), (13) 9777-0030 (Fernando) ou (13) 3851-3959 (Ponto de Cultura “Caiçaras”).<br/>
<br/>
Cleber Rocha Chiquinho publicou em 08.Abril.10<br/>
cleberbio@yahoo.com.br

O GEPHOM – Grupo de Estudo e Pesquisa em História Oral e Memória da Universidade de São Paulo convida professores, pesquisadores e estudantes para a submissão de resumos para o 1º Simpósio de História Oral e Memória: Memória da Zona Leste de São Paulo, que acontecerá nos dias 22 e 23 de junho de 2010, na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.
Serão avaliados os resumos sobre temas afins aos dois eixos temáticos do simpósio, remetidos até o dia:

Eixo temático “História e memória da Zona Leste de São Paulo”:
Movimentos sociais, história e política na Zona Leste de São Paulo.
Movimentos migratórios em São Paulo e na Zona Leste.
Patrimônio, memória, história e urbanização de bairros, de cidades e da Zona Leste de São Paulo.
Eixo temático “História oral, memória e fontes de pesquisa”:

Fontes orais: métodos de pesquisa e análise.
Memória, identidade e cultura.
História oral e história local.Instruções para a apresentação de propostas
Os interessados deverão enviar seus resumos, impreterivelmente até 05 de abril de 2010 [prorrogado para 12 de abril de 2010], para o e-mail gephom@gmail.com. Eles deverão conter de 400 a 500 palavras, incluindo, de forma não-esquemática: a) justificativa; b) objetivos; c) marco teórico; d) metodologia; e) resultados. Formatação: arquivo em word (.doc) 2003; Times New Roman; Tamanho: 11; Espaçamento: simples. Pede-se anexar uma nota biográfica resumida (máximo 4 linhas). O resultado da avaliação será divulgado a partir do dia 15 de abril de 2010, por e-mail e pelo website http://each.uspnet.usp.br/gephom/. Professores, pesquisadores e estudantes de pós-graduação com trabalhos aceitos serão alocados em sessões temáticas; estudantes de graduação participarão de sessões de comunicação de pesquisa.


Critérios de avaliação
· Os trabalhos serão avaliados pela Comissão de Avaliação, presidida pela coordenação do evento;
· Somente serão avaliados os trabalhos explicitamente referentes à temática do evento e que estiverem de acordo com as normas de prazo e formatação;
· Não será permitida a substituição de arquivo do resumo nem do texto completo.

Certificados
Serão emitidos pela organização do evento aos participantes que apresentarem trabalho e aos ouvintes que comparecerem a pelo menos 85% da programação.
Taxas de inscrição
– Ouvintes: até 30 de abril de 2010: R$ 10,00
após essa data: R$ 20,00
– Apresentadores de trabalho:
estudantes de graduação: R$ 20,00
estudantes de pós-graduação: R$ 50,00
Professores e pesquisadores: R$ 60,00

A taxa de inscrição dará direito à participação em todas as atividades do evento, aos cadernos de resumos e à emissão de certificado (conforme normas acima).
As inscrições para ouvintes já estão abertas.
Maiores informações:
GEPHOM – Grupo de Estudo e Pesquisa em História Oral e Memória
http://each.uspnet.usp.br/gephom/
gephom@gmail.com

    Foto 1: Samir Raoni falando da Importância do Portal Colaborativo para a Produção da Memória Local.

    O ENCONTRO DE ARTE-EDUCADORES que acontece dia 14 (hoje) e 15 de abril
    iniciou com uma Roda de Conversa sobre a experiência de Samir Raoni,
    que é Poeta e Arte-Educamor dos Argonautas, organização
    não-governamental que realiza 9 projetos no Pará e que tem feito
    parceria com a Universidade Cruzeiro do Sul e seu Programa de
    Extensão/Proeja, através do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, no
    qual é documentarista e pesquisador. O Pólo Pará do BMR e a
    Universidade tem dialogado deis de Agosto de 2009, através da
    Pesquisadora do CNPq Nilce Léa Lobato, que já realizou com o Samir
    Raoni cinco projetos, entre eles o Portal de Educação Compartilhada e
    Memória – CENTRO DE MEMÓRIA, espaço que Raoni e Nilce, idealizadores
    dos projetos que tem conseguido resultados inspiradores. O Portal
    Centro de Memória esta se tornando um espaço de troca de experiências
    entre educadores e alunos principalmente de Artes e Pedagogia que tem o
    apoio da Prof°. Dr. Rosema Santiago, parceira integral das iniciativas
    deis de sempre.

    Hoje 14 de abril, o Encontro de Arte-Educadores “O Papel do Portal
    Colaborativo na Produção da Memória Local iniciou com a fala do
    Pro-Reitor Dr. Renato Padovese sobre o Programa de Extensão da
    Universidade que agrega vários projetos, e tem o interesse de estimular
    os alunos a iniciação cientifica, após sua fala Rosemery falou do Pólo
    Arte na Escola que tem como missão incentivar o ensino da Arte por meio
    de formação contínua do professor do ensino básico, investigando e
    qualificando processos de aprendizagem. Após sua fala o palestrante
    convidado pelo Pólo Arte na Escola, Samir Raoni falou dos Argonautas
    Ambientalistas da Amazônia gestora do Pólo Pará do BMR que tem como
    objetivo fomentar o diálogo entre produtores, articuladores e usuários
    de conteúdos de memória para democratizar o uso e a prática da memória
    histórica do Pará. Raoni pontuou a importância das Universidades
    estarem fazendo parcerias com projetos sociais. Contou os resultados
    que essas parcerias tem emergido, no Pará a ONG é parceira da
    Universidade Federal do Pará, Universidade da Amazônia – UNAMA e
    Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA, parcerias que tem
    permitido um trabalho de campo bem interessante entre as comunidades
    tradicionais: ribeirinhos, quilombolas e indígenas. É uma soma perfeita
    entre alunos/universidade e movimento social/comunidade fazendo uma
    troca que permite a vivência, o debate e a pesquisa, função social dos
    projetos e responsabilidade social das instituições. Exemplificou como
    essa experiência de Memória Social pode contribuir para o
    Desenvolvimento Local tendo as tecnologias de informação e comunicação,
    regada com o respeito bio-regional, pode trazer para a superfície novos
    olhares de fora para dentro e de dentro para fora, proporcionando um
    sentimento de pertencimento, resgate e transformação.

    Após citar o projeto, falar da transversalidade com os Programas de
    Extensão que foi exemplificado com vídeo-doc “Agentes de Memória em
    Rede” um dos resultados do Pólo Pará, Nilce Léa contextualizou como foi
    feito os cinco projetos, trazendo para o dialogo sua experiência
    enquanto aluna da universidade e pesquisadora do CNPq, que esta
    relacionado ao programa de extensão da Universidade Cruzeiro do Sul
    apoiador e incentivador destas ações realizadas colaborativamente por
    Nilce em São Paulo e Samir no Pará, provando a função pratica do Portal
    Centro de Memória. Nilce contou que ela e Samir se encontraram em
    Dezembro para escreverem um projeto para o Museu da Pessoa, hoje
    intitulado Memória Social em Rede – A Memória no Norte e Sul do País,
    um estudo comparativo que tem como foco de pesquisa jovens e adultos
    não alfabetizados e como plano de ação o meio Rural e Urbano de São
    Paulo e Cananéia (SP) e Ananindeua e Belém. Nilce conclui sua
    apresentação com fotos que narram a sua trajetória como pesquisadora em
    parceria com o programa de extensão.

    O programa de extensão com o apoio da coordenação do Proeja tem
    fortalecido bastante a parceria entre essas duas regiões tão distinta
    socioculturalmente, e que tem tantos pontos em comum para compartilhar
    contribuindo para o desenvolvimento local, humano.

    Foto 2: Samir Raoni, Argonautas / Pólo Pará BMR Entregando os livros João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária e a metodologia utilizada pela ong para gerir os projetos Desenvolvimento Local Amazônico – DELA, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Dr Renato, Pro-Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul.

    Nilce Léa, PROEJA/CNPq falando dos cinco projetos realizados em parceria PROEJA/Universidade Cruzeiro do Sul e ARGONAUTAS/Pólo Pará BMR

    Pro-Reitor Dr. Renato falando do Programa de Extensão da Universidade Cruzeiro do Sul, parabenizando os projetos desenvolvidos em parceria e convidando os alunos para se informarem mais desse programa que tem iniciado cientificamente os alunos.

    Apresentação da História de Vida de Samir Raoni, apresentado por Nilce Léa, PROEJA/CNPq

    Participantes do Encontro de Arte-Educadores “ A Importância do Portal Colaborativo para a Produção de Memória Local

    Samir Raoni entregando o livro João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária, e a metodologia utilizada pela ong para gerir seus projetos, “Desenvolvimento Local Amazônico – DELA”, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Prof° Dra Rosemery Santiago, Universidade Cruzeiro do Sul.

    O Arte-Educamor Samir Raoni fazendo dinimica “Fortalecendo-se em Rede” com os educadores da Universidade Cruzeiro do Sul.

    Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades

    II Encontro de Conhecimentos Livres / Fórum Amazônico de Cultura Digital

    Nos dias 07 a 09 de abril, eu estarei participando em Santarém da primeira Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades Amazônicas representando o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, que desenvolve ações de cultura digital em seus projetos e tem boas experiências para compartilhar nesse importante momento de construção, essa feira é uma iniciativa do Pontão de Cultural do Tapajós, fruto da parceria entre Projeto Puraqué e Projeto Saúde e Alegria – PSA.

    O evento integrará pela primeira vez uma diversidade grande de iniciativas de inclusão e cultura digital que vem sendo realizadas na região, dando-lhes visibilidade e possibilidades de maior apropriação pela população dos conceitos e usos práticos proporcionados pela cultura digital na vida dos cidadãos.

    A feira vai mobilizar cerca de 13 comunidades da chamada Grande Área do Santarenzinho e Maracanã, além de participantes de 10 infocentros do Navegapará, 07 Pontos de Cultura Estaduais, Laboratórios de Informática Educativa da SEMED, 11 telecentros ribeirinhos da Rede Mocoronga do PSA e diversos pontos de cultura de outros estados da Amazônia.

    Assim, a proposta da feira reúne uma gama de atividades que visam divulgar essas experiências para que a população possa interagir com elas, ampliando seu alcance não somente para quem já tem domínio do assunto, mas para a população em geral.

    Um espaço no Centro de Formação da Paróquia Nossa Senhora do Rosário (antiga ASAT) está sendo preparado para receber o evento, que vai contar com laboratórios multimídia com acesso gratuito à internet sem fio, oficinas de áudio, blog, vídeo, edição gráfica e metareciclagem, cineclubismo, festival de cultura regional, rádio comunitária, debates e rodas de conversa, a feira de economia solidária, jogos e brincadeiras, lançamento da moeda social muiraquitã, encontro sobre relações de gênero e tecnologia e o II encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital, reunindo representantes de diversos estados da Amazônia.

    A variedade de atividades tem o propósito de mostrar como as tecnologias digitais podem ser úteis em diversos aspectos da vida do cidadão, favorecendo o aprendizado e o compartilhamento de conhecimentos, buscando desmistificar o uso da tecnologia, que deve passar a ser entendida como ferramenta para promover mudanças sociais.

    A Cultura Digital baseia-se em processos educativos em rede, valorizando as realidades locais, e os conhecimentos tradicionais associados a processos e conhecimentos globais e contemporâneos, utilizando principalmente as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs. Busca fomentar redes sociais e culturais que visem a transformação social e política, a autonomia nas comunidades, a geração e partilha de recursos através da economia solidária. A Feira será um grande laboratório dessa visão e das experiências que já vem acontecendo em nossa região.

    Da periferia ao centro através da inclusão digital

    A grande região do Santarenzinho e Maracanã, criados principalmente a partir de ocupações desordenadas, concentram hoje cerca de 60 mil habitantes. A região é considerada periferia da cidade de Santarém, com um baixo IDH, e tem em comum, problemas como altos índices de violência, saneamento precário e falta de acesso à vários serviços sociais básicos. Mas esta região vem buscando mudar essa imagem, com a presença de diversos movimentos sociais, grupos culturais e esportivos, políticas públicas de inclusão digital e associações comunitárias.

    Desde o início de 2009, com a instalação de um núcleo do Projeto Puraqué e a revitalização da Casa Brasil, a região também passou a protagonizar experiências bastante positivas de inclusão digital, trazendo melhores oportunidades de desenvolvimento saudável, especialmente aos adolescentes e jovens.

    Boa parte dos moradores dessas regiões, também são oriundos de comunidades ribeirinhas, pessoas que migraram para a cidade em busca de dias melhores. O evento vai proporcionar também o intercâmbio com as comunidades ribeirinhas onde a inclusão digital já chegou com o apoio do Projeto Saúde e Alegria. Na bagagem eles vão trazer, além de experiência, vídeos produzidos nos seus telecentros mostrando a realidade ribeirinha. Essa integração será útil para pensar a realidade de uma forma crítica e consciente, buscando sempre a qualidade de vida.

    II Encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital

    Presentes na Feira estarão ativistas de cultura digital vindos de diversos pontos de cultura de pelo menos 04 estados da amazônia. O objetivo é continuar o processo de articulação permanente com o uso das ferramentas da internet para discussões sobre políticas públicas, projetos, desafios e trocas de experiências, criando um espaço aberto de discussão que dê visibilidade às questões peculiares sobre como fazer cultura digital na Amazônia.

    Saiba mais sobre as atividades da Feira:

    • CyberChibé: montagem de um laboratório multimídia metareciclado aberto à comunidade, com acesso gratuito à internet e orientação para experimentação (criação de email, pesquisas, bate-papo). Através de um Ponto de acesso do Navegapará, será disponibilizado conexão wi-fi livre onde pessoas com celulares e computadores poderão conectar gratuitamente;
    • Montagem de produtora multimídia de cultura popular, onde serão experimentadas a produção de áudio, vídeo e editoração gráfica para valorizar os talentos culturais da região;
    • Festival de Cultura Popular, contando com um palco com estrutura de som e luz onde serão apresentadas manifestações artísticas com cantores, poetas, grupos de teatro, bandas alternativas e grupos folclóricos;
    • Rádio Comunitária, com a elaboração de programação informativa durante a feira, difundida no local e via web-rádio;
    • Rodas de Conversa, espaço aberto para debates e palestras sobre Cultura Digital, Encomia Solidária, Fórum Social Panamazônico, Relações de Gênero e tecnologia;
    • Feira da Economia Solidária onde serão realizadas trocas e vendas de produtos, desde objetos eletrônicos usados, até artesanato, quitutes, vestuário, remédios caseiros, etc;
    • Jogos e brincadeiras, uma mistura entre jogos digitais e brincadeiras analógicas, um espaço para jogos em rede e uma brinquedoteca para que as crianças menores possam se divertir também sem computador, como brincadeiras de roda, macaca, pular corda, pebolim, tênis de mesa, etc;
    • Lançamento da Moeda Social Muiraquitã. todos os dias haverão sorteios de pendrives através de canhotos que poderão ser adquiridos com o Crédito Social Muiraquitã, que pode ser obtido trocando por garrafas pet, como uma forma de estimular as pessoas a praticarem uma nova lógica econômica solidária, baseada na preservação do meio ambiente, e no último dia será sorteado um computador;
    • II Encontro de Conhecimentos Livres, onde estarão presentes representantes de Pontos de Cultura vindos de diversos estados da Amazônia, para fortalecer o Fórum Amazônico de Cultura Digital;

    SERVIÇO:

    Local: Centro de Formação da Paróquia N. Sra. Do Rosário (Antiga ASAT), na avenida Olavo Bilac, esquina com a Tomé de Souza, Bairro Santarenzinho.

    www.redemocoronga.org.br

    www.puraque.org

    www.casabrasilstm.wordpress.com