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A Prefeitura de São Paulo e o Instituto TIM se uniram em 2013 em um esforço conjunto para dar mais qualidade à gestão cultural dos municípios e estados. O objetivo era reunir informações sobre agentes, espaços, eventos e projetos culturais por meio de uma ferramenta colaborativa, fornecendo ao poder público uma radiografia da área de cultura e ao cidadão um mapa de espaços e eventos culturais da cidade. Dessa parceria surgiu Mapas Culturais, um software livre que pode ser adotado gratuitamente por qualquer cidade ou estado, e que em São Paulo leva o nome de SP Cultura.

A plataforma foi lançada oficialmente na Praça das Artes, em São Paulo (Av São João, Vale do Anhangabaú), no dia 4 de maio. O momento contou com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy, do prefeito Fernando Haddad, do secretário municipal de Cultura Juca Ferreira, além de instituições e coletivos culturais. Também compareceram gestores públicos dos 6 municípios e 2 estados que adotarão a ferramenta em 2014: os governos do Ceará e do Rio Grande do Sul, e dos municípios de Campinas (SP), Santos (SP), João Pessoa (PB), Vitória da Conquista (BA), Sobral (CE) e Itacoatiara (AM).

A plataforma está alinhada ao Sistema Nacional de Informação e Indicadores Culturais do Ministério da Cultura (SIINC) e contribui para que os gestores públicos realizem alguns dos objetivos do Plano Nacional de Cultura. Em São Paulo ela foi utilizada, por exemplo, para alimentar a programação da Virada Cultural (realizada entre os dias 17 e 18 de maio) no site e em aplicativos do evento.

As bases para o desenvolvimento do projeto foram lançadas no Encontro Mapas Culturais, em julho de 2013, que reuniu agentes culturais de vários países da América Latina, do Ministério da Cultura e da prefeitura de São Paulo para discutir a criação de uma ferramenta de mapeamento de iniciativas culturais, gestão cultural e geração de indicadores. Para iniciar a inserção de dados na plataforma, 20 bolsistas da Agência Popular Solano Trindade realizaram um levantamento-piloto no bairro do Campo Limpo, em São Paulo, onde coletaram informações de 400 agentes e iniciativas culturais. Depois da inserção de dados do Campo Limpo foi realizado o cadastro de equipamentos culturais da prefeitura.

Acesse, conheça, desenvolva: http://spcultura.prefeitura.sp.gov.br/

Foto: Espaço Eco House, Rua Amaro Cavalheiro 158, São Paulo.
Aos amigos que estiverem em São Paulo nesse Domingo (24/02), vou estar presente na Eco House, em papo com Dani Botelho e os outros empreendedores sociais da casa.
O norte do papo tem haver com os projetos que o Circuito Polifonico tem empreendido deis de 2010, com diversos artístas, produtores, escritores, cineastas, dançarinos, musicos, pesquisadores, ou seja, um circuito de pessoas que desenvolvem ações de arte e cultura, regidos pelos principios de redes sociais distribuídas, pontos interconectados de pessoas que se organizam a partir de um (ou mais) pontos em comum, e que, fundamentalmente, agem de forma independente em sem hierarquia entre si, valorizando as relações humanas e a autonomia.A chegada em São Paulo em julho ate dezembro de 2012, serviu para aproximar novos parceiros, projetos e sonhos. Hoje, estamos mais orgânicos como amigos-artístas-sonhadores. Tendo espaços para receber e aprofundar olhares e relações, um desses ambientes é o Estúdio Lâmina, galeria de arte pilimorfa, que trabalha com 11 artístas residentes de forma independente. Outra, é a Airon Fidler Films, produtora de filmes que trabalha na construção do imaginário da cena independente e principalmente rock ‘n’ roll, tendo como cerne a banda Picanha de Chernobill. Ambos moradores do Centro Histórico de São Paulo.
O papo na casa tem como portas e janelas essas iniciativas muitas vezes expontâneas e não-institucional, afinal, ainda estamos nos conhecendo, mas estamos bem felizes (todos) pelo convite e interesse de partilhar poéticas do olhar. Tem sido bem interessante exercitar rodadas de negócios livres para cambiar tecnologias sociais, projetos, idéias criativas e colaborativas.

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Artistas, cineastas, produtores culturais, curadores, ativistas sociais, coletivos e galeristas se reúnem em São Paulo para dialogar sobre a produção e criação em torno dos temas patrimônio, memória e tecnologia social em rede. O Seminário acontece neste sábado, dia 8 de dezembro, a partir das 10 horas, coordenado pelo Estúdio Lâmina com a medição do curador do estúdio Luciano CortaRuas.
Os diálogos do Seminário serão abertos com a apresentação do documentário “Mestres Carpinteiros Navais – conhecer para valorizar”, filmado na cidade de Vigia de Nazaré, estado do Pará,  com narrativas dos mestres carpinteiros navais dos estaleiros da cidade sobre a arte, as técnicas de construção e as preocupações com o futuro da profissão, uma das mais antigas da Amazônia. O vídeo foi produzido pelo poeta e gestor cultural Samir Raoni, com direção do cineasta Mateus Moura e orientação do pesquisador Francisco Oliveira. Em março o vídeo será apresentado no Pará em circuito de apresentação que está sendo montado junto à rede de cineclubes e pontos de cultura, com apoio da Redecom Comunicação e Cultura em Rede Amazônia.

Dois eixos temáticos irão nortear os debates do Seminário, conduzidos por dois grandes realizadores da arte, do cinema, da produção e articulação cultural no Brasil. A produção audiovisual na formação da identidade e na valorização crítica da memória cultural no Brasil será o eixo de partida para Beto Brant nos contar um pouco de sua trajetória cinematográfica e o modo como monta sua narrativa visual sobre as realidades históricas, sociais e políticas do brasileiro atualmente.
Arte contemporânea, streat art e educação serão o mote para Baixo Ribeiro nos falar das pioneiras contribuições que a galeria Choque Cultural e seu Educativo-Instituto vem realizando nos campos da arte urbana e suas realizações na criação de novos processos educacionais que valorizam a potência comunicativa que a arte feita no espaço urbano oferece para transformar a realidade.

SERVIÇO:

Endereço: Estúdio Lâmina- Avenida São João, 108 – Sala 41
Data: 08/12/2012 (Sábado) a partir das 10h00
Telefone: 97029.6338 – Luciano Corta Ruas (curador e gestor do Estúdio Lâmina)

Evento Facebook: http://www.facebook.com/events/138328509651508/?ref=ts&fref=ts