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Ah Yum Hunab Ku Evan Maya E Ma Ho
Hoje, muitas conexões em Belém. Terna conversa sobre tudo que tem estimulado o despertar dos dias com os hermanos Caio e Juca. Conheci a Casa Fora do Eixo Amazônia. Espaço mais que demais! A galera ta mantendo os sonhos acesos. Conseguimos circundar a semente da turner norte da Picanha de Chernobill. Conexões com 14 escolas da região metropolitana de belém mais 8 no sul do Pará. Serão cerca de 30 dias por estes lados em uma agenda de 24 shows. A cidade esta super receptiva para essa nova safra de Rock’n’Roll! Eu to só felicidade. Entreguei o segundo cd da picanha para o Edgar Proença, Jayme Katarro, Marcelo Damaso, Roberto Figueiredo, Fabricio e Inoar.

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Foto: Espaço Eco House, Rua Amaro Cavalheiro 158, São Paulo.
Aos amigos que estiverem em São Paulo nesse Domingo (24/02), vou estar presente na Eco House, em papo com Dani Botelho e os outros empreendedores sociais da casa.
O norte do papo tem haver com os projetos que o Circuito Polifonico tem empreendido deis de 2010, com diversos artístas, produtores, escritores, cineastas, dançarinos, musicos, pesquisadores, ou seja, um circuito de pessoas que desenvolvem ações de arte e cultura, regidos pelos principios de redes sociais distribuídas, pontos interconectados de pessoas que se organizam a partir de um (ou mais) pontos em comum, e que, fundamentalmente, agem de forma independente em sem hierarquia entre si, valorizando as relações humanas e a autonomia.A chegada em São Paulo em julho ate dezembro de 2012, serviu para aproximar novos parceiros, projetos e sonhos. Hoje, estamos mais orgânicos como amigos-artístas-sonhadores. Tendo espaços para receber e aprofundar olhares e relações, um desses ambientes é o Estúdio Lâmina, galeria de arte pilimorfa, que trabalha com 11 artístas residentes de forma independente. Outra, é a Airon Fidler Films, produtora de filmes que trabalha na construção do imaginário da cena independente e principalmente rock ‘n’ roll, tendo como cerne a banda Picanha de Chernobill. Ambos moradores do Centro Histórico de São Paulo.
O papo na casa tem como portas e janelas essas iniciativas muitas vezes expontâneas e não-institucional, afinal, ainda estamos nos conhecendo, mas estamos bem felizes (todos) pelo convite e interesse de partilhar poéticas do olhar. Tem sido bem interessante exercitar rodadas de negócios livres para cambiar tecnologias sociais, projetos, idéias criativas e colaborativas.