Arquivo da categoria ‘Artes Visuais’

Despir minha camisa, meu livro, meu casaco, minha vida
Deixá-los, cascas vazias e folhas secas
Ir em busca de comida e de uma nascente
De água fresca.
 
Encontrarei uma árvore tão grossa quanto dez homens gordos
Água cristalina correndo entre suas raízes cinzentas
Bagos encontrarei, maçãs selvagens e nozes,
E chamarei tudo de lar.
 
Direi ao vento meu nome, e a mais ninguém.
A verdadeira loucura nos toma ou nos deixa na floresta
na metade da vida de todos nós. Minha pele será
meu rosto agora.
 
Eu devo ser doido. Deixando a razão com os sapatos e a casa,
meu estômago dói. Cambalearei através do verde
rumo a minhas raízes, e folhas e espinhos e botões,
e tremerei.
 
Abandonarei as palavras para andar no mato
Serei o homem da floresta, saudarei o sol,
E sentirei o silêncio brotar na minha lingua
como linguagem.
 
Neil Gaiman

Poema Publicado no Livro “Coisas Frágeis”, na primavera de 2006 pela Editora Conrad Brasil

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Hoje foi gravado um documentário sobre produção cultural, processo de planejamento e execução — com Andy MarshallMilena Monforte RochaJazz MotaSamir Raoni e Patricia Dos Santos Lopes.

 

somos soma de caminhos feito a grãos...

Intervenção multi sensorial no coração do Vale do Anhangabaú da Feliz Cidade. Fotografia Marina Bitten

Androides Andróginos: Intervenção, vivência e performance!

O processo de 10 seres criadores exposto no Estúdio Lâmina

O título parece sugerir uma invasão alienígena, mas a banda que vai habitar por 40 dias o Estúdio Lâmina, no centro histórico de São Paulo, é composta por 10 seres criadores que juntos vão expor sua vivência e seu processo criativo em interação com o mundo. Observação, Intuição e interação. O imaginário compartilhado. Trata-se de uma exposição em movimento, começando e se transformando todos os dias, numa inauguração constante de 22 de março até o dia 30 de Abril.

A música deu origem a esse encontro repleto de trocas e potencialidades onde cada indivíduo se expressa num processo contínuo, cocriando assim, numa dança harmônica, a exposição Androides Andróginos. O visitante entra em conexão com o agora do processo de cada residente presente.

Os artistas vão expor seus processos como se estivessem num aquário, mas abrindo lacunas para interagir suas obras e ideias com as pessoas que constroem o centro de São Paulo. Essas pessoas serão convidadas a interagir em momentos pontuais do processo de criação e também durante as oficinas que serão propostas nesse período. O visitante vai se conectar, através de fones de ouvido e da observação. Outra forma de conexão com os Androides vai ser uma rede virtual, aberta ao público de qualquer lugar do mundo através de transmissão streaming, de áudio e vídeo.

Nessa vivência, cada um vai expor seu deserto e sua transformação como areia movediça, mostrando ao público que as sutilezas e fragilidades humanas podem e devem ser compartilhadas, afinal ” Todo ser é criador” !

Sobre o Estúdio Lâmina

O Estúdio Lâmina é um espaço de arte polimorfa e invenção em arte contemporânea situado em um prédio construído na década de 40, no centro histórico de São Paulo. Inaugurado em novembro de 2011 como casa-galeria, estúdio de criação e residência artística,o Lâmina tem como proposta ser um Espaço de Cultura Independente para estimular a pesquisa em artes, e divulgar o trabalho de novos artistas, criando um ambiente permanente de troca entre artes visuais, música, dança, circo contemporâneo, cinema, poesia, provocando novas narrativas para o debate de políticas públicas e culturais do centro e das margens de São Paulo.

Exposição Androides Andrógenos
De 22 de março a 30 de abril de 2014

Estúdio Lâmina
Av. São João, 108 – sala 41 – Centro Histórico – São Paulo/SP – facebook.com/estudiolamina

visitas, de terça a sábado, 11h às 17h
+55 11 3228 6815
+55 11 970 296 338

Comunicação Laminada
Jazz Mota
jessicamota@gmail.com
(11) 98206-4731

A banda Vaudeville disponibiliza seu novo álbum em mp3 para download no link a baixo. O álbum intitulado de Mecanismos Frouxos Funcionários trás musicas como Gerson, Axel Flag entre outras que a banda já vinha apresentando em seus últimos shows. A Vaudeville faz seu groove psicodélico e seu rock sessentista desde 2008 com seu primeiro álbum Absurdo Fantástico.
O disco trás 10 faixas inéditas compostas pela banda e gravado nos estúdios Cachoeira e nos estúdios da Cúpula que também é casa do guitarrista e fotografo Cisco Vasques em São Paulo.
A banda é formada por Tomás Oliveira nos vocais, baixos e pianos, Cisco Vasques nas guitarras, Axel Flag nos vocais, Marcio Sujeira na bateria e Pedro Pelotas hammond, clavinet e pianos.
O disco foi produzido por Gustavo Breier, que já trabalhou com Hermeto Pascoal, Artur de Faria entre outros e mixado por Jander Antunes.
Os gaúchos radicados em São Paulo prometem uma obra altamente viajante e envenenada, o disco será lançado para venda em formato de Vinil duplo em inicio de 2014.
A banda teve o cuidado de produzir um documentário cinematográfico do processo de gravação e também a cena, bandas e músicos que envolve o Mecanismos Frouxos Funcionários produzido de 2011 a 2013.
A capa foi clicada por cisco vasques, cena extraída do grupo de teatro Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz de Porto Alegre.

Documentário:
vimeo.com/77858360
Disco para donwload:
http://www.ciscovasques.com/cd/VaudevilleMecanismos.zip

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Artistas, cineastas, produtores culturais, curadores, ativistas sociais, coletivos e galeristas se reúnem em São Paulo para dialogar sobre a produção e criação em torno dos temas patrimônio, memória e tecnologia social em rede. O Seminário acontece neste sábado, dia 8 de dezembro, a partir das 10 horas, coordenado pelo Estúdio Lâmina com a medição do curador do estúdio Luciano CortaRuas.
Os diálogos do Seminário serão abertos com a apresentação do documentário “Mestres Carpinteiros Navais – conhecer para valorizar”, filmado na cidade de Vigia de Nazaré, estado do Pará,  com narrativas dos mestres carpinteiros navais dos estaleiros da cidade sobre a arte, as técnicas de construção e as preocupações com o futuro da profissão, uma das mais antigas da Amazônia. O vídeo foi produzido pelo poeta e gestor cultural Samir Raoni, com direção do cineasta Mateus Moura e orientação do pesquisador Francisco Oliveira. Em março o vídeo será apresentado no Pará em circuito de apresentação que está sendo montado junto à rede de cineclubes e pontos de cultura, com apoio da Redecom Comunicação e Cultura em Rede Amazônia.

Dois eixos temáticos irão nortear os debates do Seminário, conduzidos por dois grandes realizadores da arte, do cinema, da produção e articulação cultural no Brasil. A produção audiovisual na formação da identidade e na valorização crítica da memória cultural no Brasil será o eixo de partida para Beto Brant nos contar um pouco de sua trajetória cinematográfica e o modo como monta sua narrativa visual sobre as realidades históricas, sociais e políticas do brasileiro atualmente.
Arte contemporânea, streat art e educação serão o mote para Baixo Ribeiro nos falar das pioneiras contribuições que a galeria Choque Cultural e seu Educativo-Instituto vem realizando nos campos da arte urbana e suas realizações na criação de novos processos educacionais que valorizam a potência comunicativa que a arte feita no espaço urbano oferece para transformar a realidade.

SERVIÇO:

Endereço: Estúdio Lâmina- Avenida São João, 108 – Sala 41
Data: 08/12/2012 (Sábado) a partir das 10h00
Telefone: 97029.6338 – Luciano Corta Ruas (curador e gestor do Estúdio Lâmina)

Evento Facebook: http://www.facebook.com/events/138328509651508/?ref=ts&fref=ts

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Por Estúdio Lâmina

No próximo sábado, dia 08/12, a partir das 10H, o Estúdio Lâmina vai promover seu primeiro seminário para diálogar sobre o que vem sendo feito e pensado por artistas, produtores culturais, curadores, ativistas sociais, coletivos e galeristas em torno dos temas: patrimônio, memória e tecnologia social em rede. O ponto de partida que abrirá os diálogos sobre estas questões tão caras a nossa formação cultural será o mini-documentário ‘Mestres Carpinteiros Navais – conhecer para valorizar’, produzido pelo poeta, ator, e gestor cultural Samir Raoni, e, realizado em Vigia-Pará. Dois eixos temáticos irão nortear os debates que se seguiram após a apresentação do mini-documentário e cada um conduzido pelas experiências profissionais vividas por dois grandes artistas, articulares e realizadores da cultura contemporânea brasileira, Beto Brant e Baixo Ribeiro.

A produção audiovisual na formação da identidade e na valorização da memória cultural do Brasil será o eixo condutor para Beto Brant nos contar um pouco de sua trajetória cinematográfica na construção narrativa e ficcional que ele vem desenvolvendo em seus filmes a respeito da construção social, política e cultural do homem brasileiro.
Arte contemporânea, streat art e educação, será o ponto de partida para Baixo Ribeiro nos trazer as pioneiras contribuições que a galeria e o Instituto Choque Cultural vem realizando nos campos da promoção e difusão da arte urbana e suas contribuições na criação de novos processos educacionais.
Ao longo destes dias estaremos divulgando mais informações sobre nossos convidados e sobre os temas a serem dialogados neste seminário. Fiquem ligados!!!

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Parabenizar Carlos Eduardo de Aguiar, Hiro Kawahara e todos aqueles, que na fusão de sonhos clamam seu amor pelo cinema, superando todos os desafios ao longo de 3 anos para ver saindo do forno a lá pelicula do filme Delírios de um cinemaníaco, baseado na vida e na obra de José de Oliveira – Minhas memórias com meu Cinema.

Me indentifico muito com todo o processo de realização dessa obra. A primeira mais consistente, de muitas que virão.

Lembro do dia que recebi do Carlos uma DVD impresso em preto e branco. Dentro, 9 curtas em uma projeção que durou 93 minutos de pura tentativa, expressão de uma geração de cineastas independentes que aprendem o oficio fazendo. A série Sanca Vice #1 é a porta de entrada para um movimento que das entranhas e no desconforto de quem quer fazer, sabendo que uma hora tem de começar. Obras são feitas e refeitas. Pilotos abrem caminhos para uma estrada que tem como luz os sonhos queimando na lenha dos espíritos daqueles que sabem que a vida só é substancial se realizamos nossas aspirações, pirações.

Tem bastante material sobre o filme no site oficial, vale conferir

http://www.filmesparabailar.com/zepintor/

As outras produções da produtora Filmes Para Bailar você encontra aqui

Forte abraço e muito sucesso!

STORYLINE

A história de JOSÉ DE OLIVEIRA, uma pessoa que superou todos os obstáculos da vida em busca de seus sonhos e paixões.

SINOPSE LONGA

JOSÉ DE OLIVEIRA um homem de oitenta anos de idade está sozinho em sua casa apertada assistindo aos filmes que fez no passado. São jovens vestidos de cowboy lutando na beira de um lago. As imagens o emocionam fazendo recordar a história de sua vida.

JOSÉ DE OLIVEIRA agora é ZÉZINHO, uma criança de oito anos de idade, que desde cedo encarou a realidade vivendo o sofrimento da doença incurável de seu PAI, mas se divertindo com seus amigos e ajudando sua família com as sessões de cineminha de brinquedo.

O tempo passa e ZÉ se torna um adolescente que perde a mãe, e consequentemente toda a estrutura familiar. Ele precisa amadurecer, e encontra no amor por EDNA o combustível para seguir adiante. Ela é sua vizinha e planeja com ele uma fuga de trem, para deixar para traz aquela triste realidade. ZÉ não tem dinheiro e precisa comer, consegue um trabalho de faxineiro no cinema para se sustentar.  Tudo parecia voltar ao normal, mas o destino quis separar-los.

Ele agora está sozinho e precisa recomeçar a viver.

Muitos anos depois ele encontra a alegria vivendo o cinema! Fazendo filmes de ficção em 16mm, trabalhando como pintor de cartazes das grandes estrelas de Hollywood. Suas obras vão alimentando seus delírios e levando ele a viver o impossível! Fazer um cinema feito pelas pessoas ao seu redor para essas mesmas pessoas, marcando a história de suas vidas e de toda a cidade de São Carlos.

Mas o tempo teima em continuar e ZÉ fica velho, seus atores vão sumindo, sua câmera 16mm não serve mais, os cinemas da cidade faliram e ninguém precisa mais de um pintor de cartazes. Os momentos de alegria e felicidade ficaram apenas nas películas velhas que JOSÉ DE OLIVEIRA continua a assistir, com oitenta anos de idade, esperando que o destino lhe traga algo para ele viver mais uma vez, Delírios de um cinemaníaco.

e fez-se o grito.

            A organização do Grito Rock Belém informou oficialmente hoje que os shows do próximo dia 17 não mais acontecerão no Píer das Onze Janelas como estava previsto inicialmente. Para não promover riscos às estruturas das igrejas do entorno do projeto Feliz Luzitânia, a organização e a Secretaria de Estado de Cultura decidiram realocar o Grito Rock Belém para a Praça Dom Pedro II, entre o Museu do Estado e o Palácio Antonio Lemos, onde aconteceu a última edição do projeto Conexão Vivo na capital.
            Apesar dessa mudança o restante da programação permanece e até ganhou um dia extra de debates na Livraria Saraiva. E é importante frisar que a noite do dia 17 será aberta ao público. Baudelaires, Strobo, Projeto Secreto Macacos, Turbo, Molho Negro, Johny Rockstar [fazendo o lançamento virtual de seu aguardado disco novo], Delinquentes, Maquine, Juca Culatra e a internacionalmente famosa Gang do Eletro, tocarão nesse dia a partir das 15 horas.
            Entre um show e outro, haverá performances do Palco FdE com Romário Alves e Maha Mantra, exposição virtual de artistas plásticos na ExpoGrito, entre outras surpresas. Tudo com transmissão ao vivo pela Rádio e Portal Cultura FM. No mesmo dia 17, haverá ainda a já tradicional festa Doente do Pé, promovida pela Se Rasgum Produções, no Café com Arte, a partir das 23h, com a participação do pai do tecnobrega, Tony Brasil, e da banda amapaense Minibox Lunar.
            Mas a festa começa já na sexta-feira, 16 de março, com Félix e Los Carozos botando geral para dançar em um acasalamento sensorial coletivo no Palafita, em noite promovida pelo coletivo Black Soul Samba, a partir das 21h.
            No domingo, 18 de março, a produtora Xaninho Discos Falidos promete deixar a ressaca da noite anterior em casa e botar tudo na chón, a partir das 16h, no African Bar. Serão oito bandas, duas de fora do estado: o psychobilly curitibano d’As Diabatz junta-se ao metal macapaense da Amatribo e às bandas paraenses All Still Burns, A Red Nightmare, Tranze, Idílio, Vinil Laranja e Bruno BO [feat. Batalha de MC’s + DJ Morcegão + DJ Fantasma] para coroar a noite e o festival em Belém.
            Saraiva – No dia 15, no Espaço Benedito Nunes, da Livraria Saraiva (Shopping Boulevard), haverá a exibição do filme Bollywood Dreams, dirigido por Beatriz Seigner, com a atriz paraense Lorena Lobato no elenco, pelo Compacto.Cine, novo modelo de distribuição audiovisual proposto pelo Fora do Eixo. O Compacto.Cine também vai exibir o filme “Brega S/A”, de Gustavo Gondinho e Vladimir Cunha. Logo após haverá uma mesa com a participação do jornalista Lúcio Flávio Pinto. A programação na Saraiva começa às 10h com a Expo Grito e segue até a noite (confira a programação completa abaixo).
Na sexta-feira, 16 de março, a partir das 19h, o secretário de comunicação Ney Messias e os produtores Marcel Arêde e Caio Mota discutem O Futuro da Produção Cultural na Região Norte com Pablo Capilé, um dos principais articuladores do Fora do Eixo, em debate que será transmitido ao vivo pela Pós-TV Fora do Eixo através do endereço http://www.ustream.tv/user/pos-tv, direto do Estúdio Gotazkaen [Rua Ó de Almeida, 755, entre Tv. Piedade e Av. Assis de Vasconcelos].
Enquanto isso, às margens do Tapajós
            Além de Belém, o Grito Rock teve edições nos municípios de Marabá (09/03), Parauapebas (10/03), Tucuruí (11/03). Nos dias, 17 e 18 será a vez de Santarém receber a edição 2012 do maior festival integrado do mundo. No dia 17, a programação será no Espaço Alter do Chão, a partir das 20h, com entradas a R$ 5. As bandas The Littte Beach, Vinil 80, Octoplugs e Exxcalibur fazem a programação nesse dia. Já no dia 18, a programação será aberta ao público na Praça Mirante de Santarém, a partir das 18h30, com as bandas Darwin e Seus Pitecos, Professor Madragora, 16 Bits e Insdustrial Blame, além da belenense Turbo.
            União sócio-político-geográfica, união de estilos, ritmos, credos, crenças, parangolés e afins. Se no interior, o resultado é o esforço de quatro coletivos (Cafofo, Poeira, Cultura em Movimento e Mulama), só em Belém o número sobe para seis: Croatã Ghostwriting, Casarão Cultural Floresta Sonora, MúsicaParaense.Org, Black Soul Samba, Se Rasgum Produções e Xaninho Discos Falidos comandam la résistance. O evento conta ainda com o apoio da Fundação de Telecomunicações do Pará – FUNTELPA, Toque no Brasil – TnB, Ná Figueredo, Gotazkaen Studio, Garfo e Faca, Qualquer Quoletivo, Improvideo, Pizzup, Abelhuda, além de cobertura exclusiva do Pará Música.
            Um grito só – Desde 2002, quando foi idealizado em Cuiabá, o projeto é uma plataforma independente de circulação e uma alternativa cultural para o período de Carnaval. A previsão é que aproximadamente 250 mil pessoas participem do Grito Rock em todo o mundo. Reflexo da conexão com diversos países latinos em 2011, este ano, o Grito Rock se estabelece em 14 cidades estrangeiras. Vários representantes da América do Sul e Central participam do Festival: Costa Rica, Guatemala, Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Honduras e Nicaragua.
            Em 2012, o número de edições fora do país supera as expectativas e alcança culturas diversas, através de brasileiros que realizam o evento em parceria com agentes locais, como na Cidade do México, Los Angeles e Braga [Portugal]. É a primeira vez que o Festival chega ao continente europeu e também ao México.
            Faça parte dessa festa intercontinental colaborativa você também. Fique por dentro de tudo que irá acontecer no Grito Rock Pará através de nossas mídias sociais:
SERVIÇO:
GRITO ROCK SANTARÉM
Sábado, 17/03
Espaço Alter do Chão
A partir das 20h
Bandas: The Littte Beach, Vinil 80, Octoplugs e Exxcalibur
Ingressos: R$ 5
Domingo 18/03
Praça Mirante de Santarém
A partir das 18h30
Banda: Darwin e Seus Pitecos, Professor Madragora, 16 Bits, Insdustrial Blame e Turbo.
Maiores informações: http://projetomulama.blogspot.com/
GRITO ROCK BELÉM
Quinta-feira, 15/03
Livraria Saraiva (Espaço Benedito Nunes)
10h – Expo Grito
15h – Pocket Show: Banda Turbo
15h30 – Compacto.Cine: “Brega S/A”, de Gustavo Godinho e Vladimir Cunha (PA)
17h – Mesa: “A Estética da Periferia”
Com: Vladimir Cunha, Lúcio Flávio Pinto e Waldo Squash
Mediação: Tylon Maués
18h30 – Pocket show: Banda Molho Negro
19h – Compacto.Cine: “Bollywood Dream”, de Beatriz Seigner (SP)
20h30 – Mesa: “O grito no cinema”
Com: Afonso Gallindo, Lucas Escócio, Jorane Castro e Mateus Moura
Mediação: Sissa de Assis
Sexta-feira, 16/03
Mesa: O Futuro da Produção Cultural na Região Norte
A partir das 19h @ Estúdio Gotazkaen
Rua Ó de Almeida, 755, entre Tv. Piedade e Av. Assis de Vasconcelos
Debatedores: Ney Messias, Pablo Capilé, Marcel Arêde e Ná Figueredo
ABERTO AO PÚBLICO
Sexta-feira, 16/03
Black Soul Samba
A partir das 21h @ Palafita
Banda: Félix e Los Carozos
Ingressos: R$ 10
Sábado, 17/03
Praça Dom Pedro II
A partir das 15h
Bandas: Baudelaires, Strobo, Projeto Secreto Macacos, Turbo, Molho Negro, Johny Rockstar, Delinquentes, Maquine, Juca Culatra e Gang do Eletro
ABERTO AO PÚBLICO
Sábado, 17/03
Doente do Pé
A partir das 23h @ Café com Arte
Bandas: Tony Brasil e Minibox Lunar [AP]
R$ 20 com fantasia e R$ 25 sem fantasia [até 00h00] | R$ 25,00 [após 00h00]
Domingo, 18/03
Xaninho Discos Falidos
A partir das 17h @ African bar
Bandas: As Diabatz [PR], Amatribo [AP], All Still Burns, A Red Nightmare, Tranze, Idílio, Vinil Laranja e Bruno BO
Aberto ao público até às 17h | R$ 15 depois das 17h

Acompanhe as novidades e ultimas informações naPage do Grito Belém

Charles Chaplin se viu afrontado pela chegada do som em 1927. Para garantir a sobrevivência de seu alter-ego Carlitos, personagem decididamente mudo, Chaplin não podia realizar um filme silencioso.Em 2 anos se dedicou à realizar O filme silencioso.

Em 1931 “Luzes da Cidade” chegou aos cinemas como uma peça de resistência contra a irracional modernização dos tempos. O romance entre o vagabundo e a florista cega transcorre no cenário da Grande Cidade, plena em sua decadência e injustiça. Cada cena no filme é concebida com precisão técnica incomum e com a liberdade poética de um multi-artista no auge de sua louca criatividade.

Chaplin é um coração gigante. Seu filme é de Amor, mas de um Amor maiúsculo: Amor por Carlitos, pelo cinema, pela platéia e pela tantas vezes maltratada vida.

Miguel Haoni (APJCC – 2011)

Serviço:
Dia 3 de março (quinta)
às 18:30
no Cine-teatro do CCBEU – Tv. Padre Eutíquio, 1309
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e CCBEU
Mais informações:
Comunidade e Perfil no Orkut
E-mail: cineccbeu@gmail.com
Twitter da APJCC
Facebook da APJCC
Contato: (91) 83561799

CARTA DE TIRADENTES

Publicado: 28 de fevereiro de 2011 em Artes Visuais
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Para:Ministra da Cultura Sra. Ana de Hollanda, Secretária do Audiovisual Sra. Ana Paula Santana e Presidente da ANCINE Sr. Manoel Rangel

Amanhece um novo tempo no horizonte. Novas paisagens, novas questões, novos agentes, novas imagens e sons se multiplicam por todas as regiões do país, refletindo a imensa diversidade cultural do Brasil.

A construção de políticas públicas inclusivas, descentralizadas e transparentes – aliadas às facilidades trazidas pelas novas tecnologias de produção audiovisual – favoreceram o surgimento dessa nova realidade do cinema brasileiro. Moradores de municípios de menos de 20 mil habitantes passaram a fazer filmes através do programa Revelando os Brasis. Estivemos nas telas dos grandes festivais do mundo. Um filme brasileiro liderou as bilheterias e bateu recorde de público. Todas as vitórias pertencem ao conjunto da atividade cinematográfica e às iniciativas do poder público. Entretanto, é preciso reconhecer que, apesar das elevadas somas investidas através de políticas de renúncia fiscal, a indústria cinematográfica nacional ainda não conquistou sua independência do fomento público; que a maior parte desses recursos continuam concentrados nas mãos de poucos agentes; que nossa presença no mercado internacional é tímida frente ao potencial do setor e aos montantes investidos.

Sabemos do lugar estratégico do cinema para o futuro do país e para sua afirmação como nação soberana. As palavras da presidenta Dilma Rousseff em seu discurso de posse apontam para esse avanço: “o caminho para uma nação desenvolvida não está somente no campo econômico ou no campo do desenvolvimento econômico pura e simplesmente. Ele pressupõe o avanço social e a valorização da nossa imensa diversidade cultural. A cultura é a alma de um povo, essência de sua identidade. Vamos investir em cultura, ampliando a produção e o consumo de nossos bens culturais em todas as regiões e expandindo a exportação de nossa música, cinema e literatura, signos vivos de nossa presença no mundo.”

O Brasil resolveu, afinal, trilhar um caminho original e independente de desenvolvimento e soberania – um caminho fundado no crescimento econômico com distribuição de renda e inclusão social. O Brasil vive um momento histórico de ampliação de cidadania e participação democrática. Setores até então excluídos ganharam imagem e voz na cena política, tornando-se protagonista de importantes mudanças na realidade social. No campo do audiovisual, surgiram novos realizadores, muitos produzindo de forma absolutamente independente. A produção cinematográfica brasileira nunca foi tão diversa e plural como hoje. A maior parte desses filmes, no entanto, e apesar da enorme atenção que vem recebendo de prestigiados espaços da atividade cinematográfica no Brasil e no mundo – como os festivais de Tiradentes, Brasília, Cannes, Berlim, Veneza, Locarno e Rotterdam –, permanece alijada dos grandes lançamentos e das salas do circuito comercial. Felizmente, com o digital e uma gigantesca pulverização das formas de acesso aos filmes, essas obras ganharam muitas outras maneiras de existir fora do grande circuito de exibição convencional. Elas estão nos festivais, mostras, cineclubes, salas de aula, computadores, camelôs – em lugares que nem salas de cinema possuem (afinal, apenas 8% dos municípios brasileiros possuem salas de exibição). Este cinema, agora, precisa ser entendido em sua importância democratizante e simbólica. É urgente ultrapassar o bloqueio imposto por estruturas historicamente consagradas à manutenção de privilégios no acesso à produção e ao consumo dos bens culturais. Estes novos filmes já funcionam como farol da nossa cultura no intercâmbio simbólico entre os povos. Eles afirmam nosso lugar no mundo. Compreendem novos modelos de produção – muitas vezes, mais baratos. São filmes inovadores que não podem mais ser ignorados.

É chegada a hora de questionar privilégios cristalizados e de se criar mecanismos de inclusão para que a novidade, a invenção, novos agentes e novas paisagens possam emergir no cenário audiovisual nacional. É hora de pensar a cadeia da produção e consumo cinematográficos em seu conjunto, de entender a rede de relações e a interdependência entre os diversos formatos audiovisuais. Não há como pensar o mercado cinematográfico apostando na falsa contradição entre um cinema dito comercial e outro de vocação autoral. Parte das reconhecidas dificuldades enfrentadas atualmente pela indústria audiovisual brasileira têm sua origem em dicotomias artificiais como essa.

Queremos uma política pública que reconheça os novos modelos de produção, que distribua melhor os recursos já existentes de modo a ampliar o escopo do fomento, que desenvolva políticas efetivas de distribuição e exibição, que avance na estruturação comercial do setor, na democratização da produção e do consumo dos bens culturais, e que aposte no cinema como janela privilegiada para o desenvolvimento e a soberania. Para isso, propomos as seguintes ações:

1) Criar linhas específicas de fomento para formatos de produção que primem pela inovação técnica e artística, com orçamentos de menor porte. Que estas linhas específicas, já sinalizadas pelos Editais de Baixo Orçamento da Secretaria do Audiovisual, possam também ser aplicadas de maneira comprometida e responsável em outras ações de fomento como o Fundo Setorial do Audiovisual e as políticas de fomento direto da ANCINE para empresas de produção, distribuição e exibição, como forma de estimular e testar alternativas para a estruturação comercial do setor.

2) Desenvolver uma política de fomento específica para a distribuição e exibição de filmes de baixo orçamento, incentivando a estruturação comercial de empresas distribuidoras que se dediquem a este segmento. É preciso fazer experiências de mercado com estes filmes sem subestimar seu potencial comercial. Fortalecer o circuito alternativo de cineclubes como o Cine Mais Cultura e apostar em programas de expansão do parque exibidor como o Cinema Perto de Você. Investir na comercialização dessa produção é uma maneira de formar novas platéias com filmes que têm recebido grande atenção dos principais festivais de cinema do Brasil e do mundo.

3) Valorizar e ampliar as instâncias formuladoras de políticas para o setor, que reconheçam a pluralidade dos modos de produção e contemplem uma maior representatividade de todos os agentes.

4) Fortalecer e equipar os espaços de produção inclusiva e democrática, dos Pontos de Cultura aos CTAv’s. Acreditamos na necessidade urgente de fazer do CTAv um grande espaço para a profissionalização da finalização que agregue valor e diminua custos para conteúdos realizados à margem das principais políticas de fomento.

5) Construir uma política unificada e ousada de internacionalização de nossa produção, que aproveite as boas experiências dos programas de apoio da ANCINE, da SAV e do MRE, articulando um conjunto de ações para consolidar a presença internacional de nosso cinema de modo planejado e integrado, desde o desenvolvimento dos projetos – com o incremento dos acordos de co-produção – até o posicionamento do filme no mercado mundial.

Ainda em seu discurso de posse, nossa presidenta lembrou o escritor Guimarães Rosa: “O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”. Coragem para reconhecer que existem alternativas já em curso, cuja viabilidade muitas vezes se dá à margem das principais políticas de fomento, e que, apesar disso, encontram seu espaço nos grandes eventos internacionais e conquistam seu público. Coragem para assumir a necessidade de distribuir de forma conseqüente os recursos do setor, permitindo ampliar o número de agentes. Coragem para encarar os privilégios e não se deixar seduzir por suas promessas historicamente não cumpridas. Coragem para promover a inclusão e valorizar a diferença. Coragem para saber que aqui a produção mais plural e independente está regulada por uma agência nacional e que o grande capital privado opera sem uma política séria, integrada e socialmente construída de regulação, como é o caso da TV e da publicidade. Coragem para saber que o caminho é longo, mas passos importantes já foram dados. Coragem como quer o Brasil e requer seus Brasis.

Sergio Borges (realizador – MG), Felipe Bragança (realizador – RJ), Gabriel Mascaro (realizador – PE), Bruno Safadi (realizador – RJ), Ricardo Targino (realizador – MG), Eryk Rocha (realizador – RJ), Tiago Mata Machado (realizador – MG), Maya Da-Rin (realizadora – RJ), Marília Rocha (realizadora – MG), Marina Meliande (realizadora – RJ), Pedro Urano (realizador e diretor de fotografia – RJ), Pablo Lobato (realizador – MG), Clarissa Campolina (realizadora – MG), Helvécio Marins Jr. (realizador – MG), Gustavo Spolidoro (realizador – RS), Eduardo Valente (realizador, crítico e curador – RJ), Flávia Castro (realizadora – RJ), Renata Pinheiro (realizadora e diretora de arte – PE), Hilton Lacerda (realizador e roteirista – PE), Ricardo Pretti (realizador e montador – CE), Fellipe Barbosa (realizador e roteirista – RJ), Leonardo Barcellos (realizador – MG), Ricardo Alves Junior (realizador – MG), Lara Frigotto (produtora – RJ), Sergio Oliveira (realizador e roteirista – PE), Alê Castañeda (produtora – RJ), Marcelo Pedroso (realizador – PE), Karen Black (realizadora e cineclubista – RJ), Evandro Dunoyer (realizador – PE), Felipe Peres Calheiros (realizador – PE), Marcelo Ikeda (realizador e crítico – CE), Andrea Capella (realizadora e diretora de fotografia – RJ), Gustavo Beck (realizador – RJ), Silvia Cruz (distribuidora – SP), Allan Ribeiro (realizador – RJ), Douglas Soares (realizador – RJ), Carol Durão (realizadora – RJ), Lis Kogan (curadora – RJ), Ângelo Defanti (realizador e produtor – RJ), Francis Vogner dos Reis (crítico – SP), Marcelo Caetano (realizador – SP), Marcelo Toledo (realizador – SP), Paolo Gregori (realizador – SP), Andre Brasil (professor e pesquisador – MG), Patricia Moran (realizadora, pesquisadora e professora – MG), Marina Fraga (realizadora – RJ), Zeca Ferreira (realizador – RJ), Alonso Pafyeze (realizador e diretor de arte – MG), Sergio Jose de Andrade (realizador – AM), Juliano Dornelles (realizador – PE), Eduardo Raccah (agente de vendas internacional – RJ), Emilie Lesclaux (produtora – PE), Ava Rocha (realizadora e montadora – RJ), Frederico Benevides (realizador e montador – CE), Luiz Pretti (realizador – CE), Daniel Queiroz (curador – MG), Claudio Marques (realizador – BA), Marília Hughes (realizadora – BA), Eva Randolph (realizadora e montadora – RJ), Dellani Lima (realizador – MG), Gustavo Pizzi (realizador – RJ), Cavi Borges (realizador – RJ), Leonardo Sette (realizador – PE), Ivo Lopes Araujo (realizador e diretor de fotografia – CE), , Philipi Bandeira (realizador – CE), Guilherme Withaker (produtor – RJ), Alisson Ávila (produtor – RS), Jaqueline Beltrame (produtor – RS), Morgana Rissinger (produtor – RS), Ramiro Azevedo (produtor – RS), Débora Butruce (cineclubista e preservadora audiovisual), Gabriela Amaral Almeida (realizadora – BA), Michael Wahrmann (realizador – SP), Heloísa Passos (realizadora e diretora de fotografia – PR), Maria Leite Chiaretti (curadora – MG), Mateus Araújo Silva (curador e pesquisador – MG), João Dumans (curador e pesquisador – MG), Beto Magalhães (produtor – MG), Noa Bressane (realizadora – RJ), Matheus Rocha (realizador e diretor de fotografia – BA), André Lavaquial (realizador – RJ), Andre Novais (realizador – MG), Maurílio Martins (realizador – MG), Gabriel Martins (realizador – MG), Paula Gaitán (realizadora – RJ), Daniel Lisboa (realizador – BA), Fabiano de Souza (realizador – RS), Abelardo de Carvalho (realizador – RJ), Leo Jesus (realizador – RJ), Gustavo Melo (realizador – RJ), Luciano Vidigal (realizador – MG), Paulo Silva (realizador – RJ), Julio Pecly (realizador – RJ), Pedro Rossi (realizador – RJ), Pedro Asbeg (realizador – RJ), Sabrina Rosa (realizadora – RJ), Milton do Prado (produtor – RS), Karen Akerman (realizadora e montadora – RJ), Carla Maia (produtora – MG), Guto Parente (realizador – CE), Pedro Diógenes (realizador – CE), Max Eluard (realizador), Anna Azevedo (realizadora – RJ), Tião (realizador – PE), Marcelo Lordello (realizador – PE), Consuelo Lins (realizadora, professora e pesquisadora – RJ), Cezar Migliorin (realizador, professor e pesquisador – RJ), Ivana Bentes (professora e pesquisadora – RJ), João Junior (produtor – PE), Vania Catani (produtora), Karim Aïnouz (realizador – CE).
Os signatários


Ana Paula Santana foi nomeada ao cargo nesta quarta-feira

Foi nomeada nesta quarta-feira, 2 de fevereiro, a nova secretária do Audiovisual Ana Paula Santana, escolhida recentemente pela ministra, Ana de Hollanda, ao anunciar a sua equipe. Ana Paula será a mais nova e a única mulher a ocupar o cargo antes ocupado pelo roteirista Newton Cannito. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União. “Considero o convite da ministra Ana de Hollanda antes de tudo uma decisão corajosa que me motiva a trabalhar cada dia mais para o meu país.”

Ana Paula ingressou no Ministério da Cultura como estagiária em 2002 e há nove anos se dedica exclusivamente ao setor audiovisual. Foi assessora na extinta TV Cultura e Arte, coordenadora de intercâmbio cultural da SAv, assessora internacional e jurídica do secretário, gerente de fomento às atividades audiovisuais, chefe de gabinete da SAv de 2007 a 2010, diretora de Programas e Projetos Audiovisuais, secretária do Audiovisual substituta, dentre outras funções.

A secretária afirma não gostar de trabalhar com marca de gestões, mas que quer deixar um legado de construir a identidade cultural de sua geração. “A minha geração é uma geração perdida da cultura brasileira. Agora eu tenho a oportunidade de fazer a diferença. E eu farei a diferença trabalhando em conjunto com os mestres e novos jovens no estimulando o aprendizado e valorizando o que o nosso país tem a nos dar. Bebendo do passado e construindo o futuro. Acho que eu e minha geração podemos fazer a Revolução Criativa”.

Sobre a sua experiência na SAv, Ana Paula relata que foi muito privilegiada em ter convivido com os secretários José Álvaro Moisés, Orlando Senna, Silvio Da-Rin e Newton Cannito. “Aprendi muito com José Álvaro que me deu a oportunidade de trabalhar com Lisiane Taquary que teve a sensibilidade de evidenciar e investir no meu talento; com a confiança e sabedoria de Orlando Senna; com a ética, respeito ao trabalho público e com a trajetória de construção institucional do audiovisual brasileiro de Silvio Da-Rin e com toda genialidade, criatividade e poder de inovação do Newton Cannito. Desde que entrei na SAv busquei fazer o melhor, sempre com curiosidade, ética e responsabilidade, aprendendo a cada dia, pois tinha como lema que quem fazia o mais também tinha que aprender a fazer o menos. Por isso muito me orgulha ter feito de tudo na SAV”.

A nova secretária assegurou que continuará com o trabalho que Secretaria do Audiovisual desenvolveu nos últimos anos e pretende avançar muito. Avançar no poder criativo do indivíduo, no papel indutor do estado em criar mecanismo de sustentabilidade das ações e processos, e pretende contar com apoio de todos do setor audiovisual para construção conjunta de políticas para o audiovisual no brasileiro e para aumentar a sua presença no cenário internacional. Ainda pretende reforçar a competência de formulação de políticas na Secretaria do Audiovisual, tendo em vista que este setor tem papel estratégico na Política do Estado Brasileiro. “Não podemos nos esquecer em nenhum momento que o audiovisual desde as ações de preservação da memória e dos acervos até as ações distribuição e difusão são elos importantes que merecem olhar apurado e ações e políticas efetivas. Tenho consciência que o Audiovisual é uma das molas propulsoras a economia criativa e temos que também navegar nessa nova onda. A onda da economia criativa, da economia de serviços, dos coletivos criativos, onde idéias/conceitos/processos e inovação são ativos que agregam os valores que o público consumidor deseja e escolhe”, afirma.

Assessoria de Comunicação SAv/MinC

Narla Aguiar

Ministério da Cultura

Assessoria de Comunicação
Secretaria do Audiovisual
(61) 2024-2265

www.cultura.gov.br/audiovisual

Cine Ambiente

Publicado: 9 de janeiro de 2011 em Artes Visuais
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Ministério da Cultura divulga retificação dos projetos habilitados

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, publicou na quinta-feira, 6 de janeiro, no Diário Oficial da União, a retificação dos projetos habilitados no Concurso de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas Inéditas, de Micrometragem, do Gênero Animação, com a temática “Consumo Sustentável e Biodiversidade” – Cine Ambiente

O edital – que vai apoiar a produção de dez obras cinematográficas, com orçamento individual no valor de até R$ 20 mil cada, com duração de um minuto – é uma iniciativa do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, e o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental.

Leia mais.


O projeto Samaúma – Jornada de Produção Audiovisual em infocentros por pontos de cultura e cineclubes” realizou a segunda jornada de oficinas em Marabá de 16 a 27 (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá), com oficinas de Roteiro e Direção de Vídeo; Produção e Finalização de Vídeo; Produção e Edição de Áudio; e Criação e Manutenção de Site.

Na oficina foram produzidas 10 roteiros que resultaram em 10 vídeos e 10 áudios que será exibido na mostra dos resultados do projeto que acontecerá no dia 30 de novembro à partir das 18horas no Galpão de Artes de Marabá, com entrada franca. “A expectativa é que os participantes atuem como produtores de conteúdos audiovisuais junto às organizações que os indicaram, e passem a produzir conteúdo para publicação na internet”, compartilha Samir Raoni, coordenador do projeto.

A mostra dos vídeos e áudios produzidos nas oficinas do projeto pelo participantes, será realizada através da parceria com o Cine Carajás (coordenado pelo Botelho Filho) e Circuito Audiovisual do Festival de Artes Inegradas Circuito Polifônico e projeto Samaúma.

A mostra acontece por meio da parceira com a (APJCC), Rede Norte de Cineclubes e a produtora independente Sr. Cheff Produções, que cedeu os direitos de exibição do filme “D. Juan”, na programação oficial das jornadas do projeto. de Mateus Moura,

O filme do jovem cineasta Mateus Moura, integrante da Associação e idealizador da produtora, representa bem o que o projeto semeia: a produção independente e colaborativa, aproveitando a rede solidária, e demonstrando que é possível realizar grandes projetos se aproveitarmos os recursos e inteligência coletivos.

O projeto Samaúma tem como meta produzir 30 vídeos e 30 áudios de curta duração para serem exibidos na TV Cultura e em telões nas áreas de acesso público do Programa NAVEGAPARÁ, visando socializar a produção com a população local e despertar o interesse da coletividade pela cultura digital.

SERVIÇO

Mostra Samaúma Audiovisual

30 de Novembro

às 18H

Galpão de Artes de Marabá

ENTRADA FRANCA

Realização: Samaúma e Cine Carajás
Parceria: SR. Cheff Produções, Circuito Polifônico e Rede Norte de Cineclubes

 

Comunicado Importante

Publicado: 29 de novembro de 2010 em Artes Cênicas, Artes Visuais
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Caros,

Neste mês de novembro a APJCC não realizará as sessões semanais no Cine Argonautas por motivo da realização do projeto Samaúma – Jornada de Produção Audiovisual. As jornadas vão acontecer em Ananindeua (Infocentro do Ponto de Cultura Ananin) no período de 10 a 15 de novembro; em Marabá (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá) de 16 a 30 de novembro e em Santarém (Infocentro do Pontão de Cultura Digital do Tapajós), de 5 a 15 de dezembro.
O Cine Argonautas volta com suas atividades regulares em dezembro, realizando o Ciclo “Riso é Coisa Séria”, com curadoria de Lionay Dias, Thiago Oliveira e Samir Raoni.
Agradecemos a compreensão.

Atenciosamente,

Samir Raoni (APJCC-2010)
“Excelente!” “Depois a gente conversa…” “Delicado” “Psicodélico!” “Muito bom, cara” “Só achei que a cena deles andando ficou muito longa…” “Acho que tu ta vendo muito Godard…” “Meio Tarkovski né?” “Maldito” “Você fez um filme!” “Teu filme não tem um gênero substancial” “Parece que tu só tem uma perna no filme!” “O áudio no diálogo é impressionantemente nítido” “Não ouvi rigorosamente nada na cena do diálogo” “Estranho” “O início é lindo!” “Francamente, achei que esse Coltrane estragou” “Parece que tu bateu punheta com a mão esquerda, mas de camisinha: é isso o teu filme!” “O animal preso e livre começa dançar”
D.Juan
Sinopse:

O encontro de lobos.
O homem é lobo do homem.
A mulher é loba da mulher.
A ribalta é a lua cheia,
onde o encontro das bestas será aceito.

Informações Técnicas:

Filme rodado nos dias 27 e 28 de julho de 2010 pela produtora independente Sr. Cheff Produções. Contou com o apoio da ETDUFPA (que cedeu o local de filmagem, com iluminação), o CEPEPO (que cedeu a câmera e os cinegrafistas), a MTV BELEM (que cedeu o microfone), a PARACINE (que bancou a alimentação) e a SINTDACPA (que cozinhou de forma admirável).

D. JUAN
Título: D. Juan
Realizador: Mateus Moura
Assistência: Felipe Cruz
Produção: Sr. Cheff Produções
Atores: Ramón Rivera, Giovana Miglio, Haroldo França, Felipe Cruz e Mateus Moura
Música original: Ramón Rivera
Trilha sonora, montagem e fotografia: Mateus Moura
Figurino: Cassiane Dantas
Duração: 33 min
Formato: 16:9 & 4:3 / Cor / Digital


Parte da equipe de produção

Sr. Cheff Produções é:
Mateus Moura
Felipe Cruz
Luana Beatriz
Luah Sampaio
Juan Pablo
Samir Raoni
Janaína Torres
Glenda Marinho
João Pedro Rodrigues
Neto Dias
Cassiane Dantas
Max Andreone
Giovana Miglio
Ramón Rivera
Haroldo França
Harrison Lopes
Vanessa Silva

Serviço:

24/11 (quarta-feira)
Em 3 sessões: às 19h, às 20h e às 21h
No Cine Líbero Luxardo – Av. Gentil Bitencourt, 650, Térreo
Entrada franca.
Apoio de exibição: Cine Líbero Luxardo

Leia textos sobre o filme em Cinemateus.

Publicado: 23 de novembro de 2010 em Artes Cênicas, Artes Visuais
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Ananindeua, Marabá e Xinguara

Estão abertas inscrições para as oficinas do projeto SAMAUMA, uma das ações colaborativas do Programa NAVEGAPARÁ. O projeto vai capacitar sessenta pessoas nas técnicas de produção de vídeos, áudios e sites, mobilizando pontos de cultura, cineclubes e escolas a produzir conteúdos para exibição no programa “Ponto de Cultura Pará” da TV Cultura do Pará e também para publicação na internet.

O projeto “SAMAUMA-Jornadas de produção audiovisual em infocentros por pontos de cultura e cineclubes” vai realizar três jornadas de produção de audiovisual com oficinas de Roteiro e Direção de Vídeo; Produção e Finalização de Vídeo; Produção e Edição de Áudio; e Criação e Manutenção de Site. As jornadas vão acontecer em Ananindeua (Infocentro do Ponto de Cultura Ananin) no período de 10 a 14 de novembro; em Marabá (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá) de 16 a 21 de novembro e em Santarém (Infocentro do Pontão de Cultura Digital do Tapajós), de 5 a 10 de dezembro. Os participantes das oficinas têm que ter algum tipo de vínculo com infocentro, ponto de cultura, cineclube ou escola do projeto “Escolas de Portas Abertas”. A expectativa é que elas atuem como produtoras de conteúdos audiovisuais junto às organizações que os indicaram.

O projeto tem como meta produzir 30 vídeos e 30 áudios de curta duração para serem exibidos na TV Cultura e em telões nas áreas de acesso público do Programa NAVEGAPARÁ, visando socializar a produção com a população local e despertar o interesse da coletividade pela cultura digital. O “Manual de Produção em Software Livre” será distribuído aos participantes das oficinas e disponibilizado para download, visando disseminar o uso dos softwares livres. Também vão ser criados trinta sites como ferramentas de publicação de conteúdos audiovisuais e como estratégia de visibilidade das ações socioculturais dos parceiros do projeto. O “Mapa Olha Nós na Mídia”, um guia de sites e portais colaborativos de webradio e webtv, é outra ferramenta que o projeto vai adotar para estimular a publicação de conteúdos audiovisuais na internet através da rede de infocentros, escolas, pontos de cultura e cineclubes.

O Projeto SAMUAMA foi selecionado através de edital de apoio a projetos para ações colaborativas em Infocentros lançado pela FAPESPA – Fundação de Amparo à Pesquisa do Pará, órgão do Governo do Estado do Pará. O projeto é coordenado pelo educomunicador Samir Raoni e tem como parceiros o Pontão de Cultura Rede Juvenil, Pontão de Cultura Pororoca da Cidadania, Pontão de Cultura Digital do Tapajós, Coletivo Pogobol, Circuito Polífônico, Associaação Paraense de Jovens Críticos de Cinema, Sr. Chefe e Rede Cine Norte.

SERVIÇO: A inscrição na jornada de oficinas é gratuita e pode ser feitas pelo site www.redecom.org.br. Informações pelo e-mail samaumacoletivo@gmail.com e pelos fones (91) 8154-1386 e (91) 9245-7985.

INSCREVA-SE (AQUI)

FESTIVAL PROMOVE INTEGRAÇÃO DAS ARTES EM BELÉM

O Festival de Artes integradas Circuito Polifônico terá sua primeira edição realizada em Dezembro de 2010, prevê a realização de oficinas, workshops, seminários, intervenções artísticas, mostras, shows de artistas e grupos independentes do Pará. O festival está sendo realizado de forma colaborativa por vários coletivos culturais que passam a formar o grande Coletivo Polifônico.

E nesse mês de outubro a programação já está pronta para promover uma série de ações que utilizarão a arte como ferramenta e a interação como proposta. A primeira delas será “O Circuito na Mesa” que acontecerá no próximo dia 22, das 18h00 às 22h00 no espaço cultural Café com Arte em Belém do Pará, serão quatro mesas focadas em temas como comunicação livre, direito autoral, circulação, distribuição, legislação e arranjos produtivos locais, e terá a presença de vários coletivos culturais, pontos de cultura, associações e cineclubes, além dos convidados Painelistas: Rodrigo Bouillet, Coordenador de Rede do Cine Mais Cultura (RJ); Juca Culatra, Representante do Música Pra Baixar (PA); Samir Raoni, Comissão Paraeanse de Pontos de Cultura/Gt Audiovisual (PA); Macelo Damaso, Representante da Se Rasgum (PA) e Marcel Arede, Representante do Conexão Vivo (PA).

E no sábado, dia 23, a partir das 16h, haverá “Arte nossa de Cada Dia”, que vai reunir artistas de todas as áreas como; música, pintura, artes digitais, stickers, grafite, áudio-visual, teatro e mais, para realização de uma imensa pintura comunitária no chão da Passagem do Horto, a fim de lançar em 20 metros de pista, a mensagem que nasce da soma de sensibilidades. Feito a várias mãos, diversas perspectivas, congregando todas as expressões e aberto para todos que quiserem participar de uma intervenção artística conjunta inédita em Belém. Depois, às 18h30, começa um circuito cheio de atrações, que passam pelo Audiovisual, Design sustentável, Artes Visuais, Performances e Jam Sessions, tudo isso com a cobertura completa feita pela Rádio Manga Sonora e Tv Mangueirosa.

O Festival de Artes Integradas Circuito Polifônico trabalha para abrir oportunidades de intercâmbio, circulação de pessoas e bens culturais, fortalecimento de uma rede de relacionamento nacional, democratização do acesso a informação e a produção do conhecimento, bem como a celebração da diversidade brasileira e de estimulo da produção e difusão da música, do audiovisual e da cultura alternativa independente local.

E não termina por aí, a integração é tamanha que a publicidade de todo o festival vai ser produzida dos registros desse dia. Uma transpiração em nome da livre criação. Um dia para consagrar com arte, acreditando que ela liberta.

Ananindeua Ganha primeira Sala para exibição de grandes obras que marcaram a história do cinema, sempre com Entrada Franca!

De olhos bem abertos em quem tem os olhos meio fechados, o Cine Argonautas em parceria com a APJCC promove um ciclo de exibições com perolas do cinema oriental. Essa ação inaugura uma jornada da Associação em prol de criar um olhar mais atento a fantástica produção áudio-visual do oriente. O Brasil é o pais com maior numero de japoneses fora o japão, tendo aqui muitos imigrantes que deis do ciclo da borracha vieram para o Pará e passaram a fazer parte da realidade sociocultural desta terra, portal da amazônia. Brasileiros, filhos de gente que veio do outro lado do mundo, e que se adaptou harmoniosamente a nossa cultura; Já que poucos de nós vamos poder ir la fazer o mesmo, a APJCC propõe que façamos esse contato através da arte, através dos mestres orientais que emprestaram seus olhos à nós pelas lentes do cinema. O Ciclo Novos Orientes vai exibir cinco obras, entre eles 2 longas da primorosa animação japonesa que merece toda a sensibilidade de quem reconhece a verdadeira arte quando ela se apresenta. Enquanto alguns críticos discutem se esta pode ser considerada Arte como o cinema, alguns gênios como Miyazaki mostram que ela pode ser até mais.
(Lionay Dias, Samir Raoni e Thiago Oliveira)
Programação
(29/09) – Princesa Monnoke, Hayao Miyazaki
(06/09) – RAN, Akira Kurosawa
(13/10) – Dragão chines, Lo Wei
(20/10) – Sede de Sangue, Chan-wook Park
(27/10) – Túmulo dos Vagalumes, Isao Takahata
***
O Ciclo Novos Orientes vai acontecer nas sessões semanais que acontecem na Sala de Exibição do Restaurante Popular de Ananindeua (Cidade Nova VI, WE 72 com sn 22 – em frente a pça Dom Vincente Zico) à partir das 18h30, sempre com Entrada Franca!
O Ciclo vai iniciar com uma perola da animação japonese “Princesa Mononoke” de 1997, dirigida por um dos talentosos gênios do cinema de animação Hayao Miyazaki. O Cine tem a curadoria compartilhada entre os membros da APJCC, e nesses semestre exibirá também, grandes obras da cinematografia mundial, passando pela produção brasileira, americana, europeia, oriental e pelo cinema de animação.
Confira a sessão Princesa Mononoke (aqui)
*“Uma princesa entre os lobos , um mergulho nos princípios da natureza”

Sinopse:

Ashitaka é o jovem guerreiro do clã Emishi que é amaldiçoado ao defender a sua aldeia de um demônio criado pela violência humana. Assim, viaja até à região controlada pelo clã Tatara na esperança de compreender a maldição que lhe fora posta, antes que esta o mate. O que Ashitaka vai encontrar é um conflito entre os humanos e os deuses da floresta. Apanhado no meio do conflito, Ashitaka conhece San, a Princesa Mononoke, criada por lobos, e trava feroz brigas para acabar com os humanos que ameaçam a floresta. Ashitaka colocar-se entre San e Lady Eboshi, a líder do clã Tatara, procurando um meio de terminar a guerra.
Sobre o filme:
Em um épico sobre a tumultuosa relação do homem com a natureza, Miyazaki mostra como a animação tradicional japonesa, ao usar temas tão recorrentes como amor e ecologia, pode resultar em uma obra tão surpreendente. Com sua estética de sonho, ele pinta uma era de deuses ferais que, incapazes de defender a floresta da pólvora do homem, são consumidos por ódio e a vingança. Uma era, onde o homem também a perece entre guerras e pragas naturais, escolhendo domar a natureza para sobreviver. Sem maniqueísmos, Miyazaki combina politica e fantasia , príncipes e deuses, em uma guerra que não distingui lados, uma guerra onde sangue e lagrimas são os espólios, uma guerra como todas as outras.
Lionay Dias
SERVIÇO
Cine Argonautas apresenta “Princesa Mononoke”, de Hayao Miyazaki
Data: 29 de setembro (quarta-feira)
Horário: 18h30
Local: Sala de Exibição do Restaurante Popular de Ananindeua (Cidade Nova VI, WE 72 com sn 22 – em frente a pça Dom Vincente Zico)
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e Cine Argonautas
Parceria: SEMMA e, Cine CCBEU, Ponto de Cultura Ananin e Rede Norte de Cineclubes (RNC)
Comentários: Lionay Dias, Samir Raoni e Thiago Oliveira
*Conferirá a Programação do Ciclo Novos Orientes (aqui)

Parceria entre APJCC e Cine Argonautas, exibe “Tempos de Paz”
Por Samir Raoni (APJCC-2010) 

O próximo dia 17 de setembro marca o novo ciclo de exibição do Cine Argonautas que inicia com o filme. “Tempos de Paz” de Daniel Filho, a sessão integra a programação em rede do Dia Internacional da Cultura de Paz (aqui), Realizado pela Comissão Nacional de Pontos de Cultura através de seu Grupo de Trabalho de Cultura de Paz na qual a Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema é parceira.

A sessão também faz coro a mostra “Curta a Cultura de Paz” que acontece no dia 21 de setembro no Instituto Pólis – Pontão de Cultura de Paz. Importante lembrar o dia conta com inúmeras manifestações e praticas pela Cultura de Paz dos mais diversos pontos de cultura e movimentos sociais do Brasil. Em Belém a APJCC realiza sessão em parceria com o Cine Argonautas, que realiza sessões todas as sextas-feiras no Restaurante Popular de Ananindeua (localizado na cidade nova VI), sempre com entrada franca.
A curadoria do Cine será feita colaborativamente entre os Argonautas e a APJCC, e nesses semestre exibirá, grandes obras da cinematografia mundial, passando pela produção paraense, brasileira, americana, europeia, oriental e pelo cinema de animação. Para dar início à programação, o filme Tempos de Paz do cineasta brasileiro Daniel Filho, que tem feito um belo trabalho nessa arte chamado cinema. O filme não gerou uma grande repercussão no cinema comercial, e suas imagens em movimento ainda continuam inéditas para muitos cinéfilos, e cabe a nós difusores dessa arte tão preciosa, revelar o olhar daqueles que ainda não se permitiram deslumbrar-se com essa janela visionária.
Sessão: Tempos de Paz
Em abril de 1945 os combates da 2º Guerra Mundial já cessavam na Europa, mas o Brasil ainda estava tecnicamente em guerra. O combate entre Segismundo, interrogador alfandegário e ex-torturador da polícia política de Getúlio Vargas, com o ex-ator polonês Clausewitz, confundido com um nazista fugitivo, se desenrola na sala de imigração do porto do Rio de Janeiro. Tudo porque o fim da Guerra, por ironia do destino, é o que tira a paz de Segismundo. Ele teme a vingança de seus ex-prisioneiros. E hoje chefe da imigração na Alfândega do Rio de Janeiro, Segismundo é quem decide quem entra ou não no país. Clausewitz terá que usar todo o seu talento de ator para provar que não é um seguidor de Hitler. O filme retrata um período crítico da história brasileira e fala do maniqueísmo e da luta pela vida.
SERVIÇO
Cine Argonautas apresenta “Tempos de Paz”, de Daniel Filho
Data: 17 de setembro (sexta-feira)
Horário: 18h
Local: Restaurante Popular de Ananindeua – Cidade Nova VI
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e Cine Argonautas
Parceria: Secretária de Meio Ambiente de Ananindeua e RNC
Comentários: Samir Raoni

A REDE NORTE DE CINECLUBES realiza Oficina de Web-Ativismo-Digital em Belém, para integrantes de pontos de cultura, cineclubes e interessados em geral. A oficina acontecerá nos dias 04 e 05 de setembro, das 18h às 22h na Aldeia Digital do Infocentro do Programa NavegaPará instalada na Feira Pan-Amazônica do Livro. Estão sendo ofertadas 20 vagas, o numero de computadores do infocentro. Os inscritos participarão da programação, que tem como conteúdo o conceito histórico do nascimento da cibercultura ate a sua função atual; e o uso dos aplicativos de web 2.0 e a internet colaborativa. Os participantes da oficina aprenderão como montar um plano de comunicação para potencializar sua ação sociocultural usando a internet como canal de uma comunicação integrada a várias ferramentas como twitter, blogspot e youtube.

A REDE NORTE DE CINECLUBES foi aprovado através do edital Tuxaua do Ministério da Cultura. O projeto tem como parceiro o Governo do Estado do Pará através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia – SEDECT e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará – FAPESPA, da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema – APJCC e Pontão de Cultura Rede Amazônia Juvenil.

O projeto vai realizar três jornadas de formação cineclubista e web-ativismo-digital através de doze oficinas. No Pará as oficinas acontecerão no Núcleo Metropolitano de Belém, Nordeste Paraense e Soure, e em novembro inicia o planejamento das oficinas no Núcleo Marabá – Regiões Sul e Sudeste do Pará e Núcleo Santarém – Regiões do Baixo Amazonas, Xingu e Tapajós.

As jornadas serão realizadas nos estados do Amazonas, Roraima, Tocantins e Pará em parceria com as células de articulação estadual da rede que tem como principal objetivo a articulação e difusão das praticas cineclubistas do norte.

O objetivo de formação do projeto é capacitar pontos de cultura, infocentros, cineclubes e escolas a produzir vídeos, áudios e sites nos Infocentros do Programa NavegaPará para potencializar as ações socioculturais, assim como realizar oficina de formação cineclubista que tem como conteúdo a instrumentalização prática de se tocar um cineclube (da pré à pós produção) e o aprofundamento na teoria cinematográfica através de sua História, parte realizada em parceria com a (APJCC).

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As inscrições podem ser feitas pelo e-mail redecinenorte@yahoo.com.br ou na ficha de inscrição virtual aqui.
Na ficha constam apenas o nome completo, contato telefônico do interessado e ponto de cultura ou cineclube (não é obrigatório). Qualquer dúvida ligar para (91) 8154-1386 e falar com Samir Raoni, coordenador do projeto.

Confira a programação aqui.

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Serviço

Oficina de Web-Ativismo-Digital

Aldeia Digital da Feira Pan-Amazônica do Livro

Centro de Convenções -Hangar

Dias: 04 e 05 de Setembro

Hórario: 18h às 22h

Inscrições $ 0 reais.

Eles estão na cidade… finalmente. Belém deve ser a sexta capital, se não perdi a conta, a receber o projeto que iniciou, em abril deste ano em São Paulo. É possível seguí-los e assistí-los on line, além de saber de todos os passos que dão neste projeto.

Já passaram por Brasília, Salvador, Recife, Belo Horizonte e daqui seguem para Manaus, mas só depois do dia 22. Até lá, o Grupo Oficina de José Celso Martinez, com o “Dionisíacas em Viagem” fincam os pés na Cidade das Mangueiras.

Quando chegam, costumam sair em cortejo chamando para os espetáculos. Isso deve acontecer na semana que vem, porque nesta iniciam as oficinas, que são muitas, diversas e gratuitas.

Chamadas Uzynas Uzonas, ela propõem novas linguagens artísticas, baseadas na estrutura de montagem dos próprios espetáculos, onde a força da tecnologia se torna experimento cênico. Uma delas, por exemplo, ilustra bem isso. A oficina de Vídeo e Transmissão on line é para os interessados em Cinema Digital, ligado às artes cênicas de atuação, e à Internet – Transmissão Direta dos espetáculos.

Mas também vão acontecer oficinas de direção, atuação e música, sonoplastia, iluminação, figurino, arquitetura cênica e direção de arte, direção de cena e produção. E tem outra. Vários participantes poderão atuar nos espetáculos ou em seus bastidores.

Em Belém, elas acontecem entre os dias 12 e 22, na Escola de Teatro e Dança da Ufpa, e entre os dias 16 e 22, no Teatro de Extádio. Construído para abrigar cerca de 2.000 pessoas, a estrutura está sendo armada, desde domingo, na Praça da Bandeira.

Logo, logo, Taniko, o Nô Bossa Nova, “Cacilda!!”, “Bacantes” e “Banquete de Platão estarão sob nossos olhares e para quem fizer as oficinas talvez muito mais que isso.

Ainda há vagas, são 40 por oficina e não se pode fazer mais de uma. No primeiro dia Zé Celso Martinez conversa com todas as turmas. Mais informações pelos telefones do Teatro Cláudio Barradas – 91 3212.5050 / 3212.5050.

Postado por Holofote Virtual às 01:52

Nesta quinta-feira, 05, artistas e produtores culturais de Belém terão uma oportunidade ímpar nas mãos. Trata-se do primeiro encontro com os gestores do Conexão Vivo, Vivo Lab e Vivo arte.mov, Marcos Boffa e Fabrício Santos, onde serão apresentados os programas. A reunião acontecerá no auditório do Edifício Síntese 21, a partir das 18h.
Os programas Vivo Lab e Vivo arte.mov fazem parte da política cultural Vivo e tem como proposta articular em Rede, por todo Brasil, iniciativas de formação, experimentação e produção em audiovisual (Vivo Lab) e Mídias Móveis (Vivo arte.mov).
Com foco na formação interdisciplinar, o Programa estimula experiências de redes sociais colaborativas na internet, através do Portal Vivo Lab, que reúne produções audiovisuais e possibilita a troca de experiências e conteúdos entre os projetos integrantes da Rede.
O Conexão Vivo, por sua vez, é uma rede constituída da união de artistas, produtores culturais e iniciativas pública e privada. Criado com a proposta de apontar novos caminhos e encontrar respostas para os desafios do mercado da música independente, o Conexão sempre trouxe ideais de interdependência, autonomia, diversidade e democratização do acesso à cultura.
No encontro de quinta-feira, o objetivo é apresentar os três programas, esclarecer dúvidas dos produtores e incentivar a apresentação de projetos para participação nos programas. A proposta da reunião seria, aproveitando os editais abertos dos programas, incentivar produtores e artistas a inscreverem seus projetos já alinhados com a política cultural a fim de integrarem tais ações.
PALESTRANTES
  • Marcos Boffa ganhou uma bolsa de estudos do Goethe Institut de Berlim para formação de produtores culturais. Diplomado em Estudos Superiores Especializados pela Universidade de Bourgogne em 1996, foi sócio da Motor Music, que trouxe as turnês de grupos e DJs internacionais no Brasil e na América do Sul, entre eles: Jon Carter, Atari Teenage Riot, Man or Astroman?, Tortoise, Stereolab, Yo La Tengo, Mudhoney, Senor Coconut y su orquestra, Laurent Garnier e Peaches. Criou o projeto Batucada Inglesa do British Council Brasil, que reuniu artistas brasileiros e ingleses. Participou também de festivais e feiras como Mutek, Popkomm, Transmusicales, Club Transmediale e Printemps.

  • Fabrício Santos é analista da Gerência de Desenvolvimento Cultural da Vivo. Jornalista formado em 2002 e pós-graduado em Gestão Estratégica da Comunicação, ambos pela PUC-Minas, iniciou sua trajetória profissional no Terceiro Setor na área de direitos humanos. Desde 2005 está na Vivo, onde atua no planejamento e execução das políticas de sustentabilidade e cultura.
Para maiores informações, os interessados podem entrar em contato com a produção do encontro, através do telefone 32291106.

Festival Pan-amazônico de Cinema

03 a 07 novembro de 2010

Belém – Pará – Amazônia – Brasil

 Estão abertas as inscrições para a mostra competitiva do AMAZÔNIA DOC. 2010 – Festival Pan-amazônico  de Cinema. A Mostra Competitiva Pan-amazônica se propõe a mapear, exibir e divulgar trabalhos audiovisuais em variados formatos e durações, realizados nos últimos três anos (2008-2010). Este ano, serão aceitos documentários e ficções de longa, média e curta-metragem, em cinema e/ou vídeo, COM TEMA LIVRE. As inscrições estão abertas até 30 DE SETEMBRO DE 2010, no site www.amazoniadoc.com.

 

O Amazônia DOC. acontece anualmente em Belém do Pará e apresenta um panorama diversificado da produção audiovisual de países PAN-AMAZÔNICOS, com exibição de mostras de filmes clássicos e contemporâneos. Realizado pelo Instituto Culta da Amazônia, com patrocínio da Oi, por meio da Lei Semear de incentivo à cultura do Estado do Pará, e apoio da Oi Futuro e da Ecleteca Cultural, é também um espaço para a discussão de trabalhos que através do audiovisual constroem um diálogo com a vida social e a diversidade cultural.

 

O Amazônia DOC 2010 será realizado  no Cine Olympia, Cine Líbero Luxardo, e em espaços abertos da cidade, ampliando e diversificando seu público. Todas as atividades são gratuitas.

 

Amazonia Doc
Festival PanAmazônico de Cinema
www.amazoniadoc.com

amazoniadoc@gmail.com

Cineclubes fundam a ParaCine

Publicado: 1 de agosto de 2010 em Artes Visuais
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Federação Paraense de Cineclubes foi criada no último domingo, 25 de julho. 
Foi-se o tempo em que Belém ficava vazia nas férias de julho. Bastou um breve passeio, neste último domingo, 25, para ver que as pessoas estavam nas ruas e nas praças aproveitando o dia de sol intenso, próprio do verão paraense.

Mas enquanto a cidade fervilhava, neste final de semana, com trocentas programações, incluindo aí as apresentações de teatro e debates do IDEA 2010, pessoas ligadas ao audiovisual se reuniam para fundar a PARACINE – Federação Paraense de Cineclubes.

O encontro de cineclubistas, vindos de vários outros municípios paraenses, aconteceu de sexta, 23 a domingo, 25, no Colégio Pablo Mufarrej, durante a Jornada Paraense de Cineclubes. Participaram, entre outros, representantes de cineclubes de Belém (20); Oeiras (01); Ananindeua (03); Santa Bárbara (01); Redenção (01); Colares (02) ; Soure (03); Altamira (02); Santarèm (02); Marabá (01); Parauapebas (01).

Além dos cineclubistas, a jornada contou com a presença do secretário de educação do estado do Pará, o professor Luíz Cavalcante; do secretário geral do Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros, o senhor João Batista Pimentel Neto; do representante do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do Pará, responsável pelo serviço de refeição aos participantes; do presidente da Fundação Curro Velho, Valmir Bispo; da sacerdote afro-religiosa Mãe Nangetu, e da presidente da Associação Brasileira dos Documentaristas e Curta-Metragistas do Pará, Dani Franco.

Texto e foto: Blog Holofote Virtual – publicado originalmente em 27 de julho

O Clube de Cinema surge com este nome em janeiro de 2010, mas as ações de audiovisual dentro do Circuito Fora do Eixo estão ativas desde 2008 como força de trabalho nacional (isso descartando o acúmulo que cada coletivo traz em sua trajetória pré Circuito Fora do Eixo).

Em 2008 criamos o canal do You Tube, intitulado de Web TV Fora do Eixo. Na época a Web TV era a grande ação Audiovisual no CFE, e a cobertura das atividades dos coletivos, a atividade mais articulada desenvolvida nesta frente gestora, mostrando à rede o quão estratégico seria fomentar o trabalho em linguagens artísticas variadas, para além da cadeia produtiva da música.

No início de 2009 a Web TV começou a trabalhar de forma integrada. Naquele momento 3 coletivos (Espaço Cubo, Goma e Massa Coletiva, representados por Thiago Dezan, Tassio Lopes e Eu) formavam a base de trabalhos da frente, estimulando dia a dia a participação de mais agentes no audiovisual.

O primeiro resultado desta equipe foi a criação do Curto Circuito Fora do Eixo, soltando em um mesmo vídeo a cobertura realizada por diferentes coletivos. O 1º episódio foi uma conquista e em pouco tempo o formato do programa mudou, vários outros empreendimentos contribuíram para sua evolução como o Retomada, Do Sol, Megalozebú… O programa foi semanal por um período, passando inclusive em TV aberta, na TVE São Carlos, mas a dificuldade em manter a constância da produção dificultou a manutenção da parceria.

Ainda em 2009 ambicionamos realizar mais do que cobertura de atividades. Os agentes da Web Tv queriam extrapolar a linguagem Web, extrapolar a TV. A meta era trabalhar o audiovisual em todas as suas frentes. O nome Web TV era pouco para as metas do projeto.

Durante o II Congresso Fora do Eixo, realizado em Rio Branco no Acre, entre um GT e uma plenária, depois do almoço ou na alta madrugada, os três militantes do AV escrevemos um documento a ser apresentado ao Circuito na plenária final. Tratava-se de um compromisso com a evolução da cadeia produtiva da linguagem que nos movia dentro desta rede cultural.

II Congresso Fora do Eixo – Rio Branco / AC – 09/2009

Neste documento mudamos o nome Web TV para Audiovisual, reiteramos o comprometimento das regionais com o fomento desta cadeia produtiva, cobramos a participação na SEDA – Semana do Audiovisual, cobramos dos coletivos a produção de conteúdo, propusemos a realização de exibições não comerciais. Tentamos amarrar de todas as formas o compromisso do CFE ao trabalho com esta linguagem.

Apesar de todo o estímulo do Congresso, uma coisa nos incomodava demais. A inconstância dos colaboradores do agora intitulado Audiovisual FDE. Na SEDA 2009 em Cuiabá nos encontramos novamente, com mais pessoas e coletivos envolvidos (contando com a entrada fundamental da Bahrbara Andrade – Megafônica – e FerKrum – Macondo Coletivo) e lá descobrimos o nosso erro. Como exemplo de desenvolvimento da cadeia produtiva, havia o trabalho acumulado na linguagem musical. Oferecer o show autoral, formar público como espectador, estimular o consumo, fomentar a produção e formar tecnicamente.

SEDA – Cuiabá / MT – 12/2009

A equivalência ao show autoral para o cinema é o cineclubismo. Este deveria ser nosso norte. E lá mesmo mapeamos aonde encontrar as ferramentas para desenvolver esta metodologia.

De volta a São Carlos conversei com Léo BR e Dudu (meus amigos cineclubistas), e questionei o que fazer para potencializar esta prática no circuito. A resposta foi imediata: acervo. Ofereça os filmes que as pessoas poderão assistir, exibir, reproduzir.

Já em janeiro de 2010, num encontro das regionais em São Paulo, em uma roda num gramado do Parque do Ibirapuera, horas antes do primeiro show do Macaco Bong Convida, no auditório do parque (inesquecível), apresentamos esta reflexão sobre o novo norte do Audiovisual. Neste contexto, foi-nos proposto mudar o nome audiovisual para cineclube. Dias depois, em nossa reunião semanal, optamos pelo nome Clube de Cinema, uma chancela que representa bem este clubinho de apaixonados pela 7ª arte.

Macaco Bong Convida – Auditório do Ibirapuera – São Paulo / SP – 01/2010

Estimulados com o potencial surgimento de uma rede de cineclubes dentro do CFE, a dupla de cineclubistas iniciou o Catalogo de Filmes do fora do eixo. Prontamente alguns coletivos incluíram seus títulos no catalogo, outros solicitaram filmes e realizaram suas mostras, mas muitos viviam o mesmo problema. Falta de local para exibição, falta de equipamento e infraestrutura.

Um acervo sem espaço de exibição realmente não teria muita serventia. E mais uma vez a oportunidade de contar com pessoas com acúmulo na vivência de exibição não comercial trouxe-nos uma solução: identificar em quais cidades que possuem um ponto do CFE existe um Cine + Cultura ou cineclube instalado.

Da-lhe pesquisa para constituir o Mapeamento CFE / Políticas Públicas. Boa parte das cidades inseridas no Circuito possuem um cineclube. Então, tudo resolvido. Exceto as relações humanas, o acúmulo interpessoal, as dificuldades da cena local, as gestões públicas em cada município… o Clube de Cinema criou ferramentas, mas a solução de um, não é a solução de todos.

Este trabalho trouxe resultados positivos, mas também explicitou dificuldades e fragilidades na nossa metodologia. É um processo no qual aprendemos a cada referência absorvida, a cada empirismo bem ou mal sucedido. É isso que fazemos para atingir o que pretendemos construir.

Excluindo alguns nomes e passagens também importantes (mas não caberiam nesta linha de raciocínio estabelecida no texto) esta é a minha leitura da história do Clube de Cinema, e foi isso que relatei  no último fim de semana.

O Sebrae/GO, através do Décio Coutinho, viabilizou um seminário de apresentação do CFE para representantes do Cine + Cultura (da Ancine / MinC) e membros do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). Por parte do Circuito, a articulação foi do Tião Donato, que apresentou ao meu lado esta história. O encontro durou uma manhã dentro de um GT de quatro dias realizado na bela Alto Paraiso de Goiás, onde estes grupos se reuniram para estruturação interna.

Seminário do CFE para Cine+Cultura e Conselho Nacional de Cineclubes

Alto Paraíso / GO – 07/2010

Este encontro foi uma faísca necessária para o nosso processo. Ali presentes havia cineclubes sediados em cidades onde há pontos Fora do Eixo e já nesta semana parcerias começaram a ser construídas, produtores interessados em aderir à rede CFE, mostrando que nosso circuito não se limita à música e tampouco os cineclubistas se resumem na fruição audiovisual. Ali vivemos um encontro entre duas redes capilarizadas, cada uma com sua história, cada qual com seu acúmulo, mas ambas entendendo um norte semelhante, sinalizando que muitas parcerias ainda estão por vir.

A cultura é transversal, a arte é multimídia, a gestão é horizontal, a construção é coletiva. O mutualismo é a nossa evolução.

Cachoeira das Loquinhas – Alto Paraiso / GO

Neste mês de julho, o movimento cineclubista paraense poderá celebrar mais uma conquista através de um evento pioneiro no estado. Trata-se da I Jornada Paraense de Cineclubes (JOPACINE), evento que ocorre entre os dias 23 e 25 de julho, na Escola Estadual Davi Salomão Mufarrej.

Organizado por representantes de diversas entidades cineclubistas, como  O INOVACINE/FAPESPA e a APJCC (Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema), o JOPACINE irá tratar de assuntos de interesse comum ao movimento, tais como a fundação da Federação Paraense de Cineclubes (ParáCINE), a aprovação de seu estatuto, eleição da diretoria, além da discussão de políticas públicas de incentivo aos cineclubes, e estratégias de desenvolvimento da atividade cineclubista no Estado do Pará, entre outros tópicos.

Podem participar do JOPACINE todas as organizações cineclubistas atuantes no Estado do Pará, filiados ou não ao CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), representantes de instituições públicas e particulares, entidades da sociedade civil e outras nas quais sejam desenvolvidas atividades de caráter cineclubista. As inscrições estão abertas até o dia 23 de julho, 19 horas, no Colégio Davi . O material de inscrição pode ser enviado para o e-mail jopacine@gmail.com ou para a Comissão Organizadora da Jornada Paraense de Cineclubes – JOPACINE – Presidente Vargas, 1020, Centro – CEP: 66017-000 Belém – PA.

Serviço:

I Jornada Paraense de Cineclubes
Data: 23 a 25 de julho (sexta a domingo)
Horário: A Partir das 8h
Local: Escola Estadual Davi Salomão Mufarrej – Av. Alm. Tamandaré, 256
Inscrições até 22 de julho
Informações: http://jopacine.wordpress.com/

De 23 a 25 de julho, Belém recebe a I Jornada Paraense de Cineclubes (JOPACINE), evento que promoverá o encontro dos Cineclubes do Estado do Pará. A proposta é discutir políticas públicas de incentivo aos cineclubes e estratégias de desenvolvimento da atividade cineclubista no estado.

A JOPACINE é convocada por trinta e três (33) organizações cineclubistas reunidas nos “II DIÁ-logos Cineclubistas – Construindo a Jornada Paraense de Cineclubes”, evento realizado no último dia 15 de maio, no Instituto Nangetu de Tradição Afro-Religiosa e Desenvolvimento Social. Sem orçamento e ao mesmo tempo sem economia de esforços, o evento vem sendo estruturado em rede, de forma colaborativa, com os seus passos sendo permanentemente publicitados de forma a que a sociedade possa acompanhá-los.

Estão convidadas a participar da programação todas as organizações cineclubistas atuantes no Estado do Pará, filiadas ou não ao Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), assim como os representantes de instituições públicas e particulares, entidades da sociedade civil e outras nas quais sejam desenvolvidas atividades de caráter cineclubista.

Os interessados devem apresentar documentos que comprovem o caráter democrático da entidade ou grupo informal; o compromisso cultural e ético da organização; o plano de desenvolvimento de ações cineclubistas e, quando for o caso, relatório de atividades. As inscrições podem ser feitas até a véspera do evento, 22 de julho.

Para mais informações, acesse os links abaixo.

 

O secretário geral do Conselho Nacional de Cineclubes, João Batista Pimentel Neto, foi a primeira pessoa a confirmar presença na Jornada que vai fundar a Federação Paraense de Cineclubes, dias 23, 24 e 25 de julho, em Belém.

Segue abaixo, texto enviado pelo evento.

Honrado pelo convite, conforme e-mail endereçado á comissão organizadora, o secretário do CNC vai arcar com a viabilização da própria passagem aérea para garantir a sua participação em toda a Jornada, propondo-se, inclusive, em aceitar acomodações disponibilizadas através da hospedagem e alimentação solidárias.

Além do estímulo ao movimento cineclubista, a presença de Pimentel, segundo a comissão organizadora do encontro, confirma que a articulação de eventos em rede, de forma aberta, transparente e democrática, fortalece o sentimento e a sinestesia colaborativa dos participantes. A comissão organizadora avalia que a presença de Pimentel, assim posta, poderá estimular a militância cineclubista para a o entendimento de que a JOPACINE, por resultar de um esforço coletivo e por ser organizada com enormes dificuldades estruturais, os seus participantes serão convocados a assumir eles próprios diversas responsabilidades com este evento, histórico pela sua própria natureza.

Assim sendo, a presença de Pimentel em Belém na Jornada Paraense de Cineclubes é sem dúvida a primeira de uma série de confirmações que estão se desenhando e que devem estar consolidadas até meados da próxima semana. Até o presente momento, o evento conta com apoios do IDEA 2010, Rede Norte de Cineclubes, Secretaria de Educação, Casa Civil, Prodepa, Fapespa, Sedect e Secult.

Objetivamente, estão garantidos o espaço de realização do evento (Cinema Olímpia), o alojamento dos participantes (que será em escola próxima ao local da JOPACINE), transporte dos participantes entre o local do evento e a escola onde ficarão alojados.

A partir de segunda-feira, dia 12, serão intensificadas as chamadas aos cineclubistas, gestores de entidades da sociedade civil, ativistas do setor audiovisual, realizadores e produtores de cinema e mídias digitais, de forma a garantir a maior representatividade possível deste encontro.

O evento é convocado por cerca de 30 entidades e projetos que participaram do ii DIÁ-logos cineclubistas, realizado em maio no instituto de Tradição Afro-Religiosa Mãe Nangetu. Sem orçamento e ao mesmo tempo sem economia de esforços, o evento vem sendo estruturado em rede, de forma colaborativa, com os seus passos sendo permanentemente publicitados de forma a que a sociedade possa acompanhá-los.

Assim sendo, estão disponibilizados no site www.jopacine.wordpress.com todas as informações sobre a JORNADA, entre as quais: programação, ficha de inscrição, proposta de regimento interno da JOPACINE e ainda a proposta de estatutos da Federação Paraense de Cineclubes.

A meta da comissão organizadora é aparar as arestas e solucionar todos os impasses entre teorias e práticas antes da JOPACINE, para que a mesma se transforme num espaço de conversas entre as vivências e de proposições afirmativas para o desenvolvimento da atividade cineclubista no Estado do Pará.

Fonte: Comissão Organizadora da Jornada Paraense de Cineclubes

Mini documentário sobre novos cineclubes que foram capacitados na oficina

do Cine Mais Cultura realizada em Belém nos dias 17 a 21 de maio de 2010.

A oficina teve o apoio do Tuxaua da Rede Norte de Cineclubes, Samir Raoni e do coordenador do projeto Inovacine/Fapespa, Francisco Weyl, ambos integrantes da Comissão Organizadora da Jornada Paraense de Cineclubes que irá acontecer de 22 a 25 de julho em Belém do Pará em parceria com o IDEA 2010.

Samir Raoni falou de formação de redes, web-ativismo-digital, apropriação das novas tecnologias e sentimento de pertencimento, tendo como ponto de reflexão os elos de parceria que tem sido feitos através de ações colaborativas em rede.

Francisco Weyl apresentou o projeto de democratização de cinema no Pará e formação de cineclubista, ressaltando a vivência e resultado obtido em cada lugar por onde o projeto já aportou com sua caravana de oficineiros.

Nessa segunda oficina do Cine Mais Cultura participaram representantes de Tocantins, Rondônia, Roraima Pará e Amapá.

Fotos da oficina 1: (Aqui)

Ps: Esse Mini documentário realizado pelo Labirinto Cinema Clube

www.labirintocinemaclube.com.br

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Terminada a 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu de 24 a 27 de abril de 2010 no município de Cachoeira do Arari (Marajó-Pará), cidade que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, cidade onde viveu o
escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira e que abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo, nos faz refletir o verdadeiro sentimento que nos move enquanto seres, produtores, pesquisadores, cineclubistas, realizadores, seres humanos. Os Argonautas Ambientalistas da Amazônia tem o prazer de enviar os resultados obtidos na 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu em homenagem ao aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04 e principalmente aos cachoeirenses-marajoaras.

Apesar de todas as dificuldades surgidas na mostra, os Edu-Comunicadores oficineiros Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida aportaram em Cachoeira do Arari com mais 10 arte-educadores, oficineiros de projetos e organizações que iam desenvolver uma gama de ações no município, mas infelizmente a maior parte deles foram apenas para a abertura do evento e retornaram logo no dia seguinte, inclusive o curador da Mostra, que também estava representando o Governo do Estado, que justificou que precisava retornar a Belém por motivos de trabalho. Com a Mostra sem curador, os amigos da Produtora LUX Eduardo, Paulo e Miranda tiveram que assumir o barco de realização da Mostra para não decepcionar o público, a nós mesmos.

A programação previa exibir obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia (exibido), “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa (exibido), selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso” (exibido), produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN. Os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, que infelizmente não foram exibidos no dia que deveria porque a secretária de cultura emprestou o data-show para alguém que não devolveu o equipamento para a realização dessa etapa da mostra.

Além da exibição dos filmes da Mostra, os Argonautas realizaram uma caravana de inclusão digital com oficinas de web 20, web-ativismo-digital e oficina de Elaboração de Projetos Socioculturais envolvendo e empolgando mais de 150 jovens no total das atividades oferecidas pelos educadores, o que demonstra o potencial pedagógico que a internet tem como tecnologia. A web 2.0 como ferramenta pedagógica contribui para a construção de conceitos, estimulando os jovens a se tornarem protagonistas de suas realidades, contribuindo para a manifestação sociocultural e estimulando o desenvolvimento local. Nesse sentido que os oficineiros avaliam que apesar de várias coisas não terem saído do jeito que foi combinado coletivamente entre os parceiros envolvidos, julgam positivamente suas ações que teve a participação empolgante dos jovens da Escola Estadual Delgado Leão.

Esperamos que na próxima ação possamos estar mais harmonizados enquanto grupo, praticando a solidariedade, o compromisso e a verdadeira transformação.

Confira as Fotos da Roda de Conversa, oficina de Web 2.0, Web-Ativismo-Digital, Elaboração de Projetos Socioculturais e Entrega de Certificados, realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Roda de Conversa realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ano do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Caravana de Inclusão Digital realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a entrega dos Certificados da Caravana de Oficinas realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).



Terminada a 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu de 24 a 27 de abril de 2010 no município de Cachoeira do Arari (Marajó-Pará), cidade que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, cidade onde viveu o
escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira e que abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo, nos faz refletir o verdadeiro sentimento que nos move enquanto seres, produtores, pesquisadores, cineclubistas, realizadores, seres humanos. Os Argonautas Ambientalistas da Amazônia tem o prazer de enviar os resultados obtidos na 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu em homenagem ao aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04 e principalmente aos cachoeirenses-marajoaras.

Apesar de todas as dificuldades surgidas na mostra, os Edu-Comunicadores oficineiros Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida aportaram em Cachoeira do Arari com mais 10 arte-educadores, oficineiros de projetos e organizações que iam desenvolver uma gama de ações no município, mas infelizmente a maior parte deles foram apenas para a abertura do evento e retornaram logo no dia seguinte, inclusive o curador da Mostra, que também estava representando o Governo do Estado, que justificou que precisava retornar a Belém por motivos de trabalho. Com a Mostra sem curador, os amigos da Produtora LUX Eduardo, Paulo e Miranda tiveram que assumir o barco de realização da Mostra para não decepcionar o público, a nós mesmos.

A programação previa exibir obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia (exibido), “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa (exibido), selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso” (exibido), produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN. Os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, que infelizmente não foram exibidos no dia que deveria porque a secretária de cultura emprestou o data-show para alguém que não devolveu o equipamento para a realização dessa etapa da mostra.

Além da exibição dos filmes da Mostra, os Argonautas realizaram uma caravana de inclusão digital com oficinas de web 20, web-ativismo-digital e oficina de Elaboração de Projetos Socioculturais envolvendo e empolgando mais de 150 jovens no total das atividades oferecidas pelos educadores, o que demonstra o potencial pedagógico que a internet tem como tecnologia. A web 2.0 como ferramenta pedagógica contribui para a construção de conceitos, estimulando os jovens a se tornarem protagonistas de suas realidades, contribuindo para a manifestação sociocultural e estimulando o desenvolvimento local. Nesse sentido que os oficineiros avaliam que apesar de várias coisas não terem saído do jeito que foi combinado coletivamente entre os parceiros envolvidos, julgam positivamente suas ações que teve a participação empolgante dos jovens da Escola Estadual Delgado Leão.

Esperamos que na próxima ação possamos estar mais harmonizados enquanto grupo, praticando a solidariedade, o compromisso e a verdadeira transformação.

Confira as Fotos da Roda de Conversa, oficina de Web 2.0, Web-Ativismo-Digital, Elaboração de Projetos Socioculturais e Entrega de Certificados, realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Roda de Conversa realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ano do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Caravana de Inclusão Digital realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a entrega dos Certificados da Caravana de Oficinas realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Foto: Os Argonautas Samir Raoni e Helton Almeipda realizando a 3° Oficina de Web 2.0 - A Internet Colaborativa, que aconteceu no laboratório de informática da Escola Estadual Delgado Leão tendo na 3 ° oficina 15 jovens inscritos, resultando em 15 blogs que agregaram ferramentas de web rádio, web tv e redes sociais.

Fontos: Confira algumas fotos publicadas


A parceria da ONG Argonautas com a 1° Mostra de Cinema Marajoara leva para cachoeira as praticas do projeto CARAVANA DIGITAL: JUVENTUDE CONECTADA PELA CIDADANIA que aporta em Cachoeira do Arari, que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, em 1747. O Município abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo. Na cidade também viveu o escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira. A Ong não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará, que tem a finalidade de defender o meio ambiente e promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, aporta suas velas de solidariedade na Cidade com rica cultura e expressão Marajoara em motivo da 1° Mostra de Cinema Marajoara que acontece deis de 24 de Abril com rodas de conversa, oficinas e mostra audiovisual em praça publica.

Hoje, 27 de abril os Argonautas Samir Raoni e Helton Almeida realizaram a 3° oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa. Pela manhã e pela tarde. A Oficina introduziu os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva”.

Raoni diz que colaborativamente, a web 2.0 também pode ser usada como uma ferramenta pedagógica para a construção de conceitos. É neste sentido que a chamada “arquitetura de participação” de muitos serviços online pretende oferecer além de um ambiente de fácil publicação e espaço para debates, recursos para a gestão coletiva do trabalho comum, no caso da escola, criando uma interdisciplinaridade das meterias. No entanto, devemos estar atentos ao fato de que, quando se discute o trabalho aberto e coletivo online, não se pode pensar que não deva haver a regulação das relações. Igualmente ao trabalho coletivo não virtual, há sempre possibilidades de termos que lidar com ações não prudentes e desvinculadas do objetivo principal do projeto. Uma rede social online não se forma tão e somente pela simples conexão de terminais, conclui o Educomunicador Raoni. “Trata-se de um processo emergente que mantém sua existência através de interações entre os envolvidos” destaca Primo.

Participaram da III oficina 12 alunos da escola estadual Delgado Leão que fica localizada no centro da cidade de Cachoeira do Arari. O resultado das 3° oficinas de Web 2.0 é latente na escola, onde todos os 35 jovens introduzidos nessa nova forma de inclusão e protagonismo social, hoje chamado de Web-Ativismo, gerou 35 blogs que agregam ferramentas de web rádio, web tv e ferramentas de interação em redes sociais que fizeram os jovens trazerem novos sentidos para o uso da internet antes limitada apenas ao MSN e ORKUT, reflete Raoni lembrando dos depoimentos dos jovens sobre o uso da internet.

A primeira oficina foi feita para o turno da manhã que participou da Roda de Conversa com os educadores Argonautas, oficina que gerou o interesse dos jovens do turno da tarde que acharam injusto não ter oficinas para os alunos da tarde, pedindo para a diretora para ser realizada oficinas para o seu turno também, de base dessas novas inscrições dos jovens e do apoio da educadora Sandra Souza, Diretora da unidade de ensino, parceria crucial para a realização das oficinas, foram realizadas mais duas oficinas, tendo mais duas que as jovens lideranças da escola foram articular com Aristides, Secretário de Cultura do município, que esta garantindo a hospedagem solidária e alimentação para os oficineiros que realizam essas ações voluntariamente, pois entendem a importância que tem estimular o protagonismo juvenil nos jovens cachoeirenses.

Acabamos de concluir essa Caravana Digital Solidária conectando a juventude cachoeirense pela cidadania, sensibilizados pelo grande numero de jovens interessados em se apropriar desse conhecimento tão necessário. Essa jornada de oficinas que acontece na 1° Mostra de Cinema Marajoara integra o projeto CARAVANA DIGITAL – JUVENTUDE CONECTADA PELA CIDADANIA uma iniciativa da Ong Argonautas Ambientalistas da Amazônia em parceria com o governo do Estado visando a inclusão digital de jovens a partir de 3 (três) passos; a) articular escolas e movimentos sociais voltados para a juventude, sensibilizando gestores de escolas, lideranças locais e parceiros a partir da necessidade de desenvolvimento de ações de inclusão digital, cultural e social; b) elaborar um diagnóstico participativo, cujo objetivo é o trabalho de campo pautado nas necessidades e demandas; c) formar e capacitar jovens a partir das oficinas e atividades a serem desenvolvidas pelo projeto, em especial as de inclusão digital e produção audiovisual/fotografia.

A 1° Mostra encerra hoje com com o lançamento do Filme Ajuntador de Cacos – A história de Giovanni Gallo e o seu Marajó que acontece na praça do Imperador, convidando todos os moradores Cachoeirense para prestigiar essa história que poderia ser ficção, mas é realidade.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Hoje 26 de abril os Argonautas continuam suas ações em Cachoeira do Arari que realiza a 1° Mostra de Cinema Marajoara parceria entre Museu do Marajó prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari, Governo do Estado, Irmandade de São Sebastião, AMAM, ONG Argonautas, produtora LUX Amazônia entre outros, que privilegia filmes que tenham sido rodados no arquipélago e desenvolve rodas de conversas e oficinas de cine-ativismo-digital, web 2.0 – a internet colaborativa e cineclubismo.

Os Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida de Belém do Pará realizaram hoje pela manhã Roda de Conversa com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ciclo do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão que se localiza no centro de Cachoeira do Arari, no bairro 7 de Setembro. Os jovens receberam os educadores com bastante receptividade participando da roda de conversa. As vivências em rodas são participativas e coletivas, que buscam identificar os principais desafios, experiências e poéticas dos grupos de jovens das escolas, comunidades e pontos de cultura. Através destas atividades serão identificados os conflitos e valores existentes, bem como formas e espaços de resolução através do diálogo e da convivência que permita um sentimento de pertencimento que gere Cultura de Paz. Na roda Samir Raoni, documentarista, poeta e arte-educamor falou do vídeo-doc que esta realizando com jovens principalmente de escolas publicas, pontos de cultura, comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, ‘Roda Vida Juvenil” – continuação/ampliação do projeto ‘Rodas de Memória Escolar’, realizado no ano de 2008 na escola Ulysses Guimarães na I Feira da Cultura Ambiental, em outubro do mesmo ano com o Pontão Cultura do Instituto Pólis, São Paulo, em Marabá em parceria com o Ponto de Cultura GAM. O vídeo-documentário vai refletir a MEMÓRIA JUVENIL tendo como eixos de pesquisa a família, a escola e a sociedade. O documentarista pretende montar através das narrativas das histórias de vida, como a escola tem colaborado para o processo de formação de cidadãos comprometidos e participativos do desenvolvimento social e cultural da nova geração. Esses vídeos-documentários tem o apoio metodológico do Museu da Pessoa, responsáveis pelo Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede, projeto que sou pesquisador de histórias de vida e pretende ser exibido na 2° Mostra de Cinema Marajoara, enviado para as Escolas Publicas, Comunidades, Pontos de Cultura e Cineclubes.


Mais informações sobre esse projeto acesse: www.samiraoni.wordpress.com

Selecionados nos editais estaduais receberão equipamentos, acervo audiovisual e capacitação cineclubista

Dezenas de municípios do Acre, Pará e Piauí passarão a contar com novas salas para exibição gratuita de filmes, os Cines Mais Cultura. As localidades beneficiadas situam-se nas periferias dos centros urbanos e no interior dos estados, nos Territórios da Cidadania, e não possuem salas de cinema.

Com investimento de cerca de R$ 1,2 milhão, sendo 67% de recursos federais e 33% da contrapartida dos governos estaduais, os selecionados receberão equipamentos de projeção, acervo audiovisual com obras do catálogo da Programadora Brasil e oficinas de capacitação cineclubista.

Confira as relações de contemplados no Acre, Pará e Piauí.

Editais Estaduais – A iniciativa, que visa ampliar o acesso da população ao cinema e apoiar a difusão da produção audiovisual nacional, é desenvolvida por meio de editais lançados em parceria com o Ministério da Cultura. Até o final deste ano, 1.600 salas de exibição não comercial deverão integrar uma rede nacional.

Leia mais.

(SAI/MinC

Samir Raoni da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia e Tuxaua da Rede Norte de Cineclubes irá participar da 1ª Mostra de Cinema Marajoara realizado pelo Museu do Marajó no período de 24 à 27/04, a no município de Cachoeira do Arari/Marajó e privilegiará filmes que tenham sido rodados no arquipélago.

A programação contará com obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia, “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa, selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso”, produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN, os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, outros filmes foram inscritos e selecionados para a Mostra até o dia 20/04.

Além da exibição dos filmes da Mostra, serão realizadas as oficinas “Cineclube: Cinema pra Gente” e “Elaboração de Projetos e Captação de Recursos”, na qual, haverá elaboração prática de projetos para o MINC.

A I mostra de Cinema Marajoara está prevista para acontecer durante as homenagens de aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04. O projeto é promovido pelo Museu do Marajó em parceira com a prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari, Governo do Estado, Irmandade de São Sebastião, AMAM, ONG Argonautas e a produtora LUX Amazônia.

Programação

24 – sábado

Manhã e Tarde – Oficina cineclube: Cinema pra gente.

Noite – Lançamento do Filme Ajuntador de Cacos – A história de Giovanni Gallo e o seu Marajó.

Documentário de Paulo Miranda/Lux Amazônia.

25 – domingo

Manhã – (Filme Selecionado)

Tarde – A Festa da Cobra.

Curta documentário do Coletivo Resistência Marajoara.

Sou Teu Maninho! Um grito marajoara.

Curta de ficção do Projeto Outros Brasis.

Direção de Daniel Corrêa.

Noite – Lançamento do Filme O Glorioso.

Documentário sobre Festa de São Sebastião de Cachoeira do Arari.

Uma realização do IPHAN.

26 – Segunda.

Manhã e Tarde – Oficina “Elaboração de projetos de captação de recursos”.

Tarde – Perseverança – São Sebastião da Boa Vista – PA.
C
urta de ficção do Projeto Outros Brasis.

Direção: Mauro Bandeira

Noite – Marajó, barreira do mar

Filme Longa-mentragem de Líbero Luxardo.

27 – terça

Manhã – Exibição do Making-off do Filme Ajuntador de Cacos (Conversa sobre a produção).

Tarde – É proibido não tocar nos saberes do Museu do Marajó.

Curta Documentário de Darcel Andrade.

Noite – Ajuntador de Cacos – A história de Giovanni Gallo e o seu Marajó.

Documentário de Paulo Miranda/Lux Amazônia.


Olá Sra Thalita,


Como vai?

Fico muito grato por ter entrado em contato para definirmos as datas que a Comissão Paraense de Pontos de Cultura – CPPC / Gt Audiovisual e Cineclube Rede Norte – CRN eixo Pará, junto ao Movimento Cineclubista da Região Metropolitana de Belém irão se reunir na Casa da Juventude – Centro de Articulação Social e Apoio da Juventude. Diálogo que tem o Apoio do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil e Pontos de Cultura do Pará, que tem feito parcerias com as instituições/atuações governamentais, ampliando a atuação e articulação da sociedade civil organizada ou como diz alguns amigos do movimento: se organizando.

A Casa da Juventude(CAJU), nos interessa porque a Casa é mais que um símbolo. É a síntese do trabalho do Governo do Estado para apoiar, capacitar e gerar oportunidades aos jovens do Pará, e essa missão se dá em parceria com os movimentos de base, com os projetos que acontecem no interior destas comunidades, envolvendo unidades de ensino e compartilhamento do saber, em Infocentros, Centros Comunitário, Bibliotecas Comunitárias, Associação de Bairro, Sindicatos…

Nesse sentido estamos sempre dialogando com Gestores Públicos e Comunidades Locais, acreditando que essa parceria é capaz de gerar posi tivas transformarções!


Nesse sentido, as Comissões Estaduais, instâncias de representação dos Pontos e Pontões de Cultura e são formadas autonomamente por cada fórum estadual. A Comissão Paraense de Pontos de Cultura – CPPC, foi definido pelo Fórum Paraense de Pontos de Cultura – FPPC a composição da Comissão Paraense de Pontos de Cultura (CPPC) mediante critérios de indicação por GTs permanentes (criados pela plenária do Fórum) e indicação por representação das 12 regiões de integração do Pará aprovadas na Plenária).

CPPC – Comissão Paraense de Pontos de Cultura


O Cineclube Rede Norte – CRN é um facilitador desse debate que vem sendo fomentado por vários projetos/coletivos/ongs e organizações atuantes nas causas sociais-culturais-ambientais do Pará.


Estamos convidando a todos, pesquisadores, educadores, cineclubistas, roteiristas, atores e atrizes que integrem a Comissão Organizadora da Jornada Paraense de Cineclubes – JOPACINE e Fórum Audiovisual Amazônia Legal – FAAL, (eventos de fundamental importância para o fortalecimento da identidade da população Amazônida) que participem das Rodas de Encaminhamento da JOPACINE E FAAL que acontecem nas segundas-feiras de cada semana (segue calendário abaixo), na Sala de Reuniões da CAJU.


Junte-se a esse novo ciclo que inicia em nosso movimento!

Calendário com Datas e Horários das Rodas de Encaminhamentos do Movimento Cineclubista do Pará, tabela do Movimento da Região Metropolitana de Belém.

Local: CAJU

End: Gentil, ao lado do Centur

Contatos: (91) 8181-4994 / redecinenorte@yahoo.com.br

Rede Social: www.redecinenorte.ning.com


..: EM ANEXO TABELA DE DATAS E HORÁRIO DAS RODAS DE ENCAMINHAMENTOS DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ.

Mês Dia Horário Observação
Abril 6 16 horas ás 19 horas
Abril 13 16 horas ás 19 horas
Abril 20 16 horas ás 19 horas
Abril 27 16 horas ás 19 horas
Maio 4 16 horas ás 19 horas
Maio 11 16 horas ás 19 horas
Maio 18 16 horas ás 19 horas
Maio 25 16 horas ás 19 horas
Junho 1 16 horas ás 19 horas
Junho 8 16 horas ás 19 horas
Junho 15 16 horas ás 19 horas
Junho 22 16 horas ás 19 horas
Junho 29 16 horas ás 19 horas
Julho 6 16 horas ás 19 horas
Julho 13 16 horas ás 19 horas
Julho 20 16 horas ás 19 horas
Julho 27 16 horas ás 19 horas

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Aproveito a oportunidade e venho em nome do Movimento Cineclubista do Pará enviar a Carta Aberta do Movimento Cineclubista do Pará, ao Governo do Estado, ao Conselho Nacional de Cineclubes, a Secretária de Audiovisual e a Todos do Movimento do Audiovisual/Cineclubismo.

ao mesmo tempo em que lançamos essa carta aberta com intuito de somar,
de compartilhar e sugerirmos idéias que visam o fortalecimento
do audiovisual em nosso Estado.

Fazemos parte de um grupo denominado “CRN – Cineclube Rede Norte/Pará” que reúne 9 cineclubes com forte atuação na
capital e no Estado. Estamos nos organizando em rede exatamente por
entender que somente com a cultura colaborativista, poderemos tratar
da questão do audiovisual como uma teia. E sabemos que o papel

dos exibidores ainda precisa ser melhor entendido e respeitado como
sendo de fundamental importância na cadeia produtiva dessa
linguagem.

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas – Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde são
desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua-Pará (onde foi escrita a CARTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELEM) e a Teia da Cultura Amazônica – fortalecendo as identidades e a diversidade regional nas comunidades, realizada de 4 a 7 de março de 2010 (onde a CARTA foi reaberta para novas adesões de movimentos de cidades do Pará, virando a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ), trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária.

Nesse sentido, nós, abaixo-assinados, realizadores, produtores e técnicos, atores e atrizes, cineclubistas, críticos e pesquisadores, exibidores e amantes do cinema, representantes de projetos e organizações com forte atuação em Belém, Ananindeua, Santa Barbara, Mosqueiro, Soure, Cachoeira do Arari, ,Parauapebas, Eldorado dos Carajás, Marabá, Rondon do Pará, Xinguara, Conceição do Araguaia, Santarém e Altamira, tornam pública a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ, com o objetivo de refletir, compartilhar e sugerir idéias e propostas para fortalecer o cinema, o audiovisual e o cineclubismo no Estado do Pará.


Conheça a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ, Link: http://redecinenorte.ning.com/forum/attachment/download?id=3785400%3AUploadedFile%3A8232


Assine a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ, Link:

http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dHFoT0MwWW1qZTNTVnYyRWlaSnAxNlE6MA

Fraternalmente,

Força e Honra!

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Samir Raoni ۞

Comissão Paraense de Pontos de Cultura / Gt Audiovisual

Pontão de Cultura Rede Amazônia Juvenil

Gestor CRN – Cineclube Rede Norte

Pólo Pará Brasil Memória em Rede

Argonautas Ambientalistas da Amazônia

Website: www.samiraoni.wordpress.com

(91) 8181-4994

Teia das Relações

Twitter: www.twitter.com/samiraoni

Msn: samiraoni@hotmail.com

Flickr: www.flickr.com/photos/samiraoni

Orkut: Samir Raoni

Constelação
www.redeamazoniajuvenil.ning.com

www.redecinenorte.ning.com

www.bmr.org.br

O Cineclube Argonautas fez a curadoria da Mostra Audiovisual da Teia da Cultura Amazônica em parceria com o Inovacine/Fapespa, projetos que tem como característica a formação cineclubista, a exibição cinematográfica principalmente brasileira e regional, formação de publico e o fomento das artes audiovisuais.

O Cineclube Argonautas – Cineclubismo Itinerante na Amazônia tem por objetivo realizar atividades de exibição, assim como, oficinas e cursos de capacitação para as comunidades da região metropolitana de Belém, e a partir do apoio do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, dos Pontos de Cultura, e de parceiros locais, pretendemos chegar a outras localidades do Estado do Pará.

A Mostra Audiovisual foi selecionada em parceria com o projeto de formação cineclubista Inovacine/Fapespa, que é uma parceria da Fundação de Amparo á Pesquisa do Estado do Pará – Fapespa, com a Associação Paraense dos Jovens Críticos de cinema – APJCC. O projeto Realiza sessões e oficinas de formação cineclubista nos pontos de cultura e nos infocentros do programa NAVEGAPARÁ.

Francisco Weyl, Inovacine e Samir Raoni, Cine Argonautas, exibiram filmes produzidos no Pará, entre os vídeos-documentários estava o Memória em Rede, resultado das oficinas do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, coordenado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia. A mostra apresentou também o vídeo-doc produzido pela TV Cultura sobre o Instituto Refazenda, I Unidade Demonstrativa de Permacultura do Pará, os vídeos eram exibidos e os exibidores faziam uma breve fala sobre a produção e seus projetos. Tivemos exibição do projeto realizado através de edital da Funart, Resistência Marajoara realizado em residência artística com o Ponto de Cultura Reconquistando Arte, Cultura e Cidadania em Soure, Marajó. Outro produção feita em Soure, Marajó nas comunidades do Pesqueiro, Céu e Caju-una foi o vídeo-doc parte do projeto Arte Educação Ambiental: Unindo Saberes Compartilhando Cidadania realizada pelo Coletivo Samaúma em parceria com o Pontão de Cultura Rede Juvenil. Tivemos também em nossa lista de exibidores o Galpão de Artes de Marabá – GAM, com as produções ‘Digitais de Família’ e ‘Memória de Tereza’ Bandeira. Finalizamos nossa mostra com o curta paraense ‘O Grande Balé de Damiana’, Santarém-Pará, que integra o projeto Revelando os Brasis apoiado pelo Minc, Secretaria do Audiovisual e Petrobras, o curta finalizou a Mostra Audiovisual realizada pelos cineclubistas na Teia da Cultura Amazônica.

Se você quiser conhecer ou se integrar a praticas cineclubistas do Norte entre em www.redecinenorte.ning.com

NavegaPará transmite pela web debate do projeto Inovacine-Fapespa

É o barravento* que se inicia, com a apresentação do filme homônimo de Glauber Rocha. A pretensão é dinamizar uma oficina de formação cineclubista – visando teoria cinematográfica, história do cinema e prática cineclubista – e a agilização de uma cena forte de sessões durante pouco mais de uma semana, exibindo e discutindo um filme por dia, em diversos pontos de cultura da grande Santarém. A intenção maior é fortalecer a cultura fraterna e crítica, de formação cultural e existencial, que envolve a área dos amantes de cinema. Uma comunidade que discuta, de forma democrática e enriquecedora, arte e sociedade, regularmente, é o princípio da base cineclubista.

A oficina ocorrerá entre os dias 18 e 20 de fevereiro de 2010, de manhã e à tarde. No dia 18, à noite, acontecerá a inauguração oficial do projeto itinerante, que depois de Santarém, ainda pretende aportar, pela ordem, em Ananindeua e Bragança (março), Altamira (abril) e Marabá (maio). Como a inauguração trata de todas essas cidades, todas elas estarão participando, através do programa NavegaPará – assistindo; e, através do chat online – discutindo. E não apenas eles, mas o mundo todo poderá participar, entrando no site www.webtv.pa.gov.br, a partir das 20 horas do dia 18 de fevereiro.

Entre os responsáveis pela iniciativa estão o governo do Estado do Pará, as secretarias de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect), Cultura (Secult) e Educação (Seduc), a Empresa de Processamento de Dados do Pará (Prodepa), e as ONGs Argonautas Ambientalistas da Amazônia, Poraquê e Saúde e Alegria – de Santarém, além da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema, APJCC.

A democratização e discussão da cultura audiovisual será massiva, com uma programação que tenta dar a volta ao mundo em 8 dias.

*barravento: momento de violência, quando as coisas da terra e mar se transformam, quando no amor, na vida e no meio social ocorrem súbitas mudanças.

Mateus Moura, Miguel Haoni e Francisco Weyl (Inovacine-Fapespa)

PROGRAMAÇÃO:

Dia 18 de fevereiro, 20 horas

– AULA INAUGURAL com transmissão web (www.webtv.pa.gov.br)

“Barravento” (Glauber Rocha)

Instituto Saude e Alegria/Pontão de Cultura – Rua Barjona de Miranda com Sebastião. Bairro Aldeia (Contato: Paulo Lima 93 – 91410052)

Dia 20 de fevereiro, 20 horas

“Sede de sangue (Park Chan-Wook)
Instituto Saude e Alegria/Pontão de Cultura – Rua Barjona de Miranda com Sebastião. Bairro Aldeia (Contato: Paulo Lima 93 – 91410052)

Dia 22 de fevereiro, 20 horas

“Malditos mendigos” (Vicente Franz Cecim) & “Brega S/A “(Wladimir Cunha e Gustavo Godinho)
Associação dos moradores do bairro do Maracanã – Rua Lorena, 191, Bairro Maracanã (Contato: Carol 93 – 9143-0682 / Donaldo Godinho 93 – 3523-8855)

Dia 23 de fevereiro, 20 horas

“A grande ilusão” (Jean Renoir)
FAMCOS – Av. Curuá-Una, Canto com a Av. São Nicolau, n 20, Bairro Diamantino

(Contato: Patrícia/Jorge. Fone: 93 – 35245110 9124-9710)

Dia 24 de fevereiro, 20 hs

“Aurora” (F. W. Murnau)

Associação dos moradores do  bairro Conquista – Rua Valni Sarmento, S/N – Conquista

(Contato – Antonio Duarte 93 – 35239823 / 91412626)

Dia 25 de fevereiro, 20 hs

“Pierrot Le fou” (J. L. Godard)
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém – Rodovia Santarém-Cuiabá, km 3 (Contato Raimundo de Lima Mesquita – 93 – 35241845)

Dia 26 de fevereiro, 20 hs

“A moça com a valise” (Valerio Zurllini)
Fundo de Desenvolvimento e Ação Comunitária – FUNDAC – Rua Frei Rogério, nº 107. Bairro: Esperança (Contato Socorro Peloso – 93 – 35243509/35243009)

Dia 27 de fevereiro, 20 horas

“Santa Marta” (Eduardo Coutinho)
Associação dos moradores bairro Aeroporto Velho – Trav. Tupaiulandia, 545 – Aeroporto-Velho (Contato Lauro Corrêa -93 – 91331858)

Dia  28 de fevereiro, 20 horas

“Bastardos inglórios” (Quentin Tarantino)

Colônia dos Pescadores de Santarém Z-20 – Av. Mendonça Furtado, nº161 – Px. Peixaria Piracatu (Contato Amarildo – 93 – 35221764 / João Nilson – 93 -9122-3963 / 9132-8367)


Fonte: Ascom / Fapespa

Narrativa para Cinema e Televisão – FICs

Publicado: 5 de fevereiro de 2010 em Artes Visuais
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Análise e teoria para escrita de roteiro e script doctoring

 O curso Narrativa para Cinema e Televisão é orientado pelo método da FICs (Fábrica de Ideias Cinemáticas) e tem como objetivo ensinar, exercitar e orientar o aluno nos fundamentos da dramaturgia e da narrativa.

Entre outros projetos, a FICs desenvolveu o universo e os roteiros do seriado da Fox 9 mm: São Paulo, com produção da MoonShot Pictures

Com aulas expositivas, leituras de textos, análise de filmes e debates, essenciais para o entendimento e fundamentais para aguçar a sensibilidade e capacidade analítica do aluno

O programa do curso compreende:

 a) aprendizado do repertório teórico, com conceitos sobre dramaturgia, narrativa e gêneros, com a leitura e discussão de textos de referência;

 b) passeio pelos mais importantes subgêneros, como policial, sci fi, comédia e sitcom, com abordagem tanto de filmes como de séries televisivas;

c) apresentação de repertório mais diretamente ligado à análise e escrita de roteiros, como curva dramática, tonalidade e procedimentos narrativos.

Mais Informações>>>

 

Escola e Curso Reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo

É o único curso técnico de cinema no Brasil com produção intensa e constante, em que os alunos produzem filmes com tecnologia digital e em película. O método é estruturado em ciclos de produção, com teoria aplicada e ênfase na prática. Ao longo dos quatro módulos do curso, os alunos estudam e experimentam todas as etapas de produção de filmes: roteiro, produção, direção, fotografia, direção de arte, edição, mixagem, e cada aluno participa da realização de no mínimo 10 filmes. As aulas são ministradas por professores experientes e cineastas atuantes no mercado nacional e internacional.

Ao concluir o curso, o aluno recebe o diploma de Técnico em Direção Cinematográfica, válido em todo o Brasil, com o qual poderá requerer o registro profissional na Delegacia Regional do Trabalho (D.R.T.).

 Candidatos a delegados podem se inscrever até 31 de janeiro

As inscrições para participar como delegado da Pré-Conferência Setorial do Audiovisual, que ocorrerá nos dias 24 e 25 de fevereiro, em Brasília, estão abertas até o dia 31 de janeiro. Podem se inscrever representantes do setor audiovisual. A Pré-Conferência Setorial do Audiovisual tem como objetivo promover o debate entre os segmentos representativos do setor. O encontro também servirá para eleger os dez delegados que irão representar o audiovisual das cinco regiões brasileiras na II Conferência Nacional de Cultura. A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura fará a análise de currículos e das cartas de recomendação de entidades e divulgará a lista dos participantes no início de fevereiro. Serão indicados três delegados da sociedade civil por unidade da federação e um dos poderes públicos estadual ou distrital. Os critérios para a escolha dos delegados que participarão do evento levam em conta o número de instituições da área que subscreve a candidatura, a experiência anterior em instâncias de participação, a atuação na área e a atuação em redes sociais. As inscrições podem ser feitas no site da Conferência Nacional de Cultura. Além de preencherem o formulário na Internet, os candidatos a delegados terão que enviar os documentos exigidos pelo regulamento para o seguinte endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 3º Andar, Brasília – DF, CEP 70068-900.