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Artistas, cineastas, produtores culturais, curadores, ativistas sociais, coletivos e galeristas se reúnem em São Paulo para dialogar sobre a produção e criação em torno dos temas patrimônio, memória e tecnologia social em rede. O Seminário acontece neste sábado, dia 8 de dezembro, a partir das 10 horas, coordenado pelo Estúdio Lâmina com a medição do curador do estúdio Luciano CortaRuas.
Os diálogos do Seminário serão abertos com a apresentação do documentário “Mestres Carpinteiros Navais – conhecer para valorizar”, filmado na cidade de Vigia de Nazaré, estado do Pará,  com narrativas dos mestres carpinteiros navais dos estaleiros da cidade sobre a arte, as técnicas de construção e as preocupações com o futuro da profissão, uma das mais antigas da Amazônia. O vídeo foi produzido pelo poeta e gestor cultural Samir Raoni, com direção do cineasta Mateus Moura e orientação do pesquisador Francisco Oliveira. Em março o vídeo será apresentado no Pará em circuito de apresentação que está sendo montado junto à rede de cineclubes e pontos de cultura, com apoio da Redecom Comunicação e Cultura em Rede Amazônia.

Dois eixos temáticos irão nortear os debates do Seminário, conduzidos por dois grandes realizadores da arte, do cinema, da produção e articulação cultural no Brasil. A produção audiovisual na formação da identidade e na valorização crítica da memória cultural no Brasil será o eixo de partida para Beto Brant nos contar um pouco de sua trajetória cinematográfica e o modo como monta sua narrativa visual sobre as realidades históricas, sociais e políticas do brasileiro atualmente.
Arte contemporânea, streat art e educação serão o mote para Baixo Ribeiro nos falar das pioneiras contribuições que a galeria Choque Cultural e seu Educativo-Instituto vem realizando nos campos da arte urbana e suas realizações na criação de novos processos educacionais que valorizam a potência comunicativa que a arte feita no espaço urbano oferece para transformar a realidade.

SERVIÇO:

Endereço: Estúdio Lâmina- Avenida São João, 108 – Sala 41
Data: 08/12/2012 (Sábado) a partir das 10h00
Telefone: 97029.6338 – Luciano Corta Ruas (curador e gestor do Estúdio Lâmina)

Evento Facebook: http://www.facebook.com/events/138328509651508/?ref=ts&fref=ts

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Por Estúdio Lâmina

No próximo sábado, dia 08/12, a partir das 10H, o Estúdio Lâmina vai promover seu primeiro seminário para diálogar sobre o que vem sendo feito e pensado por artistas, produtores culturais, curadores, ativistas sociais, coletivos e galeristas em torno dos temas: patrimônio, memória e tecnologia social em rede. O ponto de partida que abrirá os diálogos sobre estas questões tão caras a nossa formação cultural será o mini-documentário ‘Mestres Carpinteiros Navais – conhecer para valorizar’, produzido pelo poeta, ator, e gestor cultural Samir Raoni, e, realizado em Vigia-Pará. Dois eixos temáticos irão nortear os debates que se seguiram após a apresentação do mini-documentário e cada um conduzido pelas experiências profissionais vividas por dois grandes artistas, articulares e realizadores da cultura contemporânea brasileira, Beto Brant e Baixo Ribeiro.

A produção audiovisual na formação da identidade e na valorização da memória cultural do Brasil será o eixo condutor para Beto Brant nos contar um pouco de sua trajetória cinematográfica na construção narrativa e ficcional que ele vem desenvolvendo em seus filmes a respeito da construção social, política e cultural do homem brasileiro.
Arte contemporânea, streat art e educação, será o ponto de partida para Baixo Ribeiro nos trazer as pioneiras contribuições que a galeria e o Instituto Choque Cultural vem realizando nos campos da promoção e difusão da arte urbana e suas contribuições na criação de novos processos educacionais.
Ao longo destes dias estaremos divulgando mais informações sobre nossos convidados e sobre os temas a serem dialogados neste seminário. Fiquem ligados!!!

Estão abertas inscrições para as oficinas do projeto SAMAUMA, uma das ações colaborativas do Programa NAVEGAPARÁ. O projeto vai capacitar sessenta pessoas nas técnicas de produção de vídeos, áudios e sites, mobilizando pontos de cultura, cineclubes e escolas a produzir conteúdos para exibição no programa “Ponto de Cultura Pará” da TV Cultura do Pará e também para publicação na internet.

O projeto “SAMAUMA-Jornadas de produção audiovisual em infocentros por pontos de cultura e cineclubes” vai realizar três jornadas de produção de audiovisual com oficinas de Roteiro e Direção de Vídeo; Produção e Finalização de Vídeo; Produção e Edição de Áudio; e Criação e Manutenção de Site. As jornadas vão acontecer em Ananindeua (Infocentro do Ponto de Cultura Ananin) no período de 10 a 14 de novembro; em Marabá (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá) de 16 a 21 de novembro e em Santarém (Infocentro do Pontão de Cultura Digital do Tapajós), de 5 a 10 de dezembro. Os participantes das oficinas têm que ter algum tipo de vínculo com infocentro, ponto de cultura, cineclube ou escola do projeto “Escolas de Portas Abertas”. A expectativa é que elas atuem como produtoras de conteúdos audiovisuais junto às organizações que os indicaram.

O projeto tem como meta produzir 30 vídeos e 30 áudios de curta duração para serem exibidos na TV Cultura e em telões nas áreas de acesso público do Programa NAVEGAPARÁ, visando socializar a produção com a população local e despertar o interesse da coletividade pela cultura digital. O “Manual de Produção em Software Livre” será distribuído aos participantes das oficinas e disponibilizado para download, visando disseminar o uso dos softwares livres. Também vão ser criados trinta sites como ferramentas de publicação de conteúdos audiovisuais e como estratégia de visibilidade das ações socioculturais dos parceiros do projeto. O “Mapa Olha Nós na Mídia”, um guia de sites e portais colaborativos de webradio e webtv, é outra ferramenta que o projeto vai adotar para estimular a publicação de conteúdos audiovisuais na internet através da rede de infocentros, escolas, pontos de cultura e cineclubes.

O Projeto SAMUAMA foi selecionado através de edital de apoio a projetos para ações colaborativas em Infocentros lançado pela FAPESPA – Fundação de Amparo à Pesquisa do Pará, órgão do Governo do Estado do Pará. O projeto é coordenado pelo educomunicador Samir Raoni e tem como parceiros o Pontão de Cultura Rede Juvenil, Pontão de Cultura Pororoca da Cidadania, Pontão de Cultura Digital do Tapajós, Coletivo Pogobol, Circuito Polífônico, Associaação Paraense de Jovens Críticos de Cinema, Sr. Chefe e Rede Cine Norte.

SERVIÇO: A inscrição na jornada de oficinas é gratuita e pode ser feitas pelo site www.redecom.org.br. Informações pelo e-mail samaumacoletivo@gmail.com e pelos fones (91) 8154-1386 e (91) 9245-7985.

INSCREVA-SE (AQUI)

O Clube de Cinema surge com este nome em janeiro de 2010, mas as ações de audiovisual dentro do Circuito Fora do Eixo estão ativas desde 2008 como força de trabalho nacional (isso descartando o acúmulo que cada coletivo traz em sua trajetória pré Circuito Fora do Eixo).

Em 2008 criamos o canal do You Tube, intitulado de Web TV Fora do Eixo. Na época a Web TV era a grande ação Audiovisual no CFE, e a cobertura das atividades dos coletivos, a atividade mais articulada desenvolvida nesta frente gestora, mostrando à rede o quão estratégico seria fomentar o trabalho em linguagens artísticas variadas, para além da cadeia produtiva da música.

No início de 2009 a Web TV começou a trabalhar de forma integrada. Naquele momento 3 coletivos (Espaço Cubo, Goma e Massa Coletiva, representados por Thiago Dezan, Tassio Lopes e Eu) formavam a base de trabalhos da frente, estimulando dia a dia a participação de mais agentes no audiovisual.

O primeiro resultado desta equipe foi a criação do Curto Circuito Fora do Eixo, soltando em um mesmo vídeo a cobertura realizada por diferentes coletivos. O 1º episódio foi uma conquista e em pouco tempo o formato do programa mudou, vários outros empreendimentos contribuíram para sua evolução como o Retomada, Do Sol, Megalozebú… O programa foi semanal por um período, passando inclusive em TV aberta, na TVE São Carlos, mas a dificuldade em manter a constância da produção dificultou a manutenção da parceria.

Ainda em 2009 ambicionamos realizar mais do que cobertura de atividades. Os agentes da Web Tv queriam extrapolar a linguagem Web, extrapolar a TV. A meta era trabalhar o audiovisual em todas as suas frentes. O nome Web TV era pouco para as metas do projeto.

Durante o II Congresso Fora do Eixo, realizado em Rio Branco no Acre, entre um GT e uma plenária, depois do almoço ou na alta madrugada, os três militantes do AV escrevemos um documento a ser apresentado ao Circuito na plenária final. Tratava-se de um compromisso com a evolução da cadeia produtiva da linguagem que nos movia dentro desta rede cultural.

II Congresso Fora do Eixo – Rio Branco / AC – 09/2009

Neste documento mudamos o nome Web TV para Audiovisual, reiteramos o comprometimento das regionais com o fomento desta cadeia produtiva, cobramos a participação na SEDA – Semana do Audiovisual, cobramos dos coletivos a produção de conteúdo, propusemos a realização de exibições não comerciais. Tentamos amarrar de todas as formas o compromisso do CFE ao trabalho com esta linguagem.

Apesar de todo o estímulo do Congresso, uma coisa nos incomodava demais. A inconstância dos colaboradores do agora intitulado Audiovisual FDE. Na SEDA 2009 em Cuiabá nos encontramos novamente, com mais pessoas e coletivos envolvidos (contando com a entrada fundamental da Bahrbara Andrade – Megafônica – e FerKrum – Macondo Coletivo) e lá descobrimos o nosso erro. Como exemplo de desenvolvimento da cadeia produtiva, havia o trabalho acumulado na linguagem musical. Oferecer o show autoral, formar público como espectador, estimular o consumo, fomentar a produção e formar tecnicamente.

SEDA – Cuiabá / MT – 12/2009

A equivalência ao show autoral para o cinema é o cineclubismo. Este deveria ser nosso norte. E lá mesmo mapeamos aonde encontrar as ferramentas para desenvolver esta metodologia.

De volta a São Carlos conversei com Léo BR e Dudu (meus amigos cineclubistas), e questionei o que fazer para potencializar esta prática no circuito. A resposta foi imediata: acervo. Ofereça os filmes que as pessoas poderão assistir, exibir, reproduzir.

Já em janeiro de 2010, num encontro das regionais em São Paulo, em uma roda num gramado do Parque do Ibirapuera, horas antes do primeiro show do Macaco Bong Convida, no auditório do parque (inesquecível), apresentamos esta reflexão sobre o novo norte do Audiovisual. Neste contexto, foi-nos proposto mudar o nome audiovisual para cineclube. Dias depois, em nossa reunião semanal, optamos pelo nome Clube de Cinema, uma chancela que representa bem este clubinho de apaixonados pela 7ª arte.

Macaco Bong Convida – Auditório do Ibirapuera – São Paulo / SP – 01/2010

Estimulados com o potencial surgimento de uma rede de cineclubes dentro do CFE, a dupla de cineclubistas iniciou o Catalogo de Filmes do fora do eixo. Prontamente alguns coletivos incluíram seus títulos no catalogo, outros solicitaram filmes e realizaram suas mostras, mas muitos viviam o mesmo problema. Falta de local para exibição, falta de equipamento e infraestrutura.

Um acervo sem espaço de exibição realmente não teria muita serventia. E mais uma vez a oportunidade de contar com pessoas com acúmulo na vivência de exibição não comercial trouxe-nos uma solução: identificar em quais cidades que possuem um ponto do CFE existe um Cine + Cultura ou cineclube instalado.

Da-lhe pesquisa para constituir o Mapeamento CFE / Políticas Públicas. Boa parte das cidades inseridas no Circuito possuem um cineclube. Então, tudo resolvido. Exceto as relações humanas, o acúmulo interpessoal, as dificuldades da cena local, as gestões públicas em cada município… o Clube de Cinema criou ferramentas, mas a solução de um, não é a solução de todos.

Este trabalho trouxe resultados positivos, mas também explicitou dificuldades e fragilidades na nossa metodologia. É um processo no qual aprendemos a cada referência absorvida, a cada empirismo bem ou mal sucedido. É isso que fazemos para atingir o que pretendemos construir.

Excluindo alguns nomes e passagens também importantes (mas não caberiam nesta linha de raciocínio estabelecida no texto) esta é a minha leitura da história do Clube de Cinema, e foi isso que relatei  no último fim de semana.

O Sebrae/GO, através do Décio Coutinho, viabilizou um seminário de apresentação do CFE para representantes do Cine + Cultura (da Ancine / MinC) e membros do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). Por parte do Circuito, a articulação foi do Tião Donato, que apresentou ao meu lado esta história. O encontro durou uma manhã dentro de um GT de quatro dias realizado na bela Alto Paraiso de Goiás, onde estes grupos se reuniram para estruturação interna.

Seminário do CFE para Cine+Cultura e Conselho Nacional de Cineclubes

Alto Paraíso / GO – 07/2010

Este encontro foi uma faísca necessária para o nosso processo. Ali presentes havia cineclubes sediados em cidades onde há pontos Fora do Eixo e já nesta semana parcerias começaram a ser construídas, produtores interessados em aderir à rede CFE, mostrando que nosso circuito não se limita à música e tampouco os cineclubistas se resumem na fruição audiovisual. Ali vivemos um encontro entre duas redes capilarizadas, cada uma com sua história, cada qual com seu acúmulo, mas ambas entendendo um norte semelhante, sinalizando que muitas parcerias ainda estão por vir.

A cultura é transversal, a arte é multimídia, a gestão é horizontal, a construção é coletiva. O mutualismo é a nossa evolução.

Cachoeira das Loquinhas – Alto Paraiso / GO

O Cineclube Argonautas fez a curadoria da Mostra Audiovisual da Teia da Cultura Amazônica em parceria com o Inovacine/Fapespa, projetos que tem como característica a formação cineclubista, a exibição cinematográfica principalmente brasileira e regional, formação de publico e o fomento das artes audiovisuais.

O Cineclube Argonautas – Cineclubismo Itinerante na Amazônia tem por objetivo realizar atividades de exibição, assim como, oficinas e cursos de capacitação para as comunidades da região metropolitana de Belém, e a partir do apoio do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, dos Pontos de Cultura, e de parceiros locais, pretendemos chegar a outras localidades do Estado do Pará.

A Mostra Audiovisual foi selecionada em parceria com o projeto de formação cineclubista Inovacine/Fapespa, que é uma parceria da Fundação de Amparo á Pesquisa do Estado do Pará – Fapespa, com a Associação Paraense dos Jovens Críticos de cinema – APJCC. O projeto Realiza sessões e oficinas de formação cineclubista nos pontos de cultura e nos infocentros do programa NAVEGAPARÁ.

Francisco Weyl, Inovacine e Samir Raoni, Cine Argonautas, exibiram filmes produzidos no Pará, entre os vídeos-documentários estava o Memória em Rede, resultado das oficinas do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, coordenado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia. A mostra apresentou também o vídeo-doc produzido pela TV Cultura sobre o Instituto Refazenda, I Unidade Demonstrativa de Permacultura do Pará, os vídeos eram exibidos e os exibidores faziam uma breve fala sobre a produção e seus projetos. Tivemos exibição do projeto realizado através de edital da Funart, Resistência Marajoara realizado em residência artística com o Ponto de Cultura Reconquistando Arte, Cultura e Cidadania em Soure, Marajó. Outro produção feita em Soure, Marajó nas comunidades do Pesqueiro, Céu e Caju-una foi o vídeo-doc parte do projeto Arte Educação Ambiental: Unindo Saberes Compartilhando Cidadania realizada pelo Coletivo Samaúma em parceria com o Pontão de Cultura Rede Juvenil. Tivemos também em nossa lista de exibidores o Galpão de Artes de Marabá – GAM, com as produções ‘Digitais de Família’ e ‘Memória de Tereza’ Bandeira. Finalizamos nossa mostra com o curta paraense ‘O Grande Balé de Damiana’, Santarém-Pará, que integra o projeto Revelando os Brasis apoiado pelo Minc, Secretaria do Audiovisual e Petrobras, o curta finalizou a Mostra Audiovisual realizada pelos cineclubistas na Teia da Cultura Amazônica.

Se você quiser conhecer ou se integrar a praticas cineclubistas do Norte entre em www.redecinenorte.ning.com

 Candidatos a delegados podem se inscrever até 31 de janeiro

As inscrições para participar como delegado da Pré-Conferência Setorial do Audiovisual, que ocorrerá nos dias 24 e 25 de fevereiro, em Brasília, estão abertas até o dia 31 de janeiro. Podem se inscrever representantes do setor audiovisual. A Pré-Conferência Setorial do Audiovisual tem como objetivo promover o debate entre os segmentos representativos do setor. O encontro também servirá para eleger os dez delegados que irão representar o audiovisual das cinco regiões brasileiras na II Conferência Nacional de Cultura. A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura fará a análise de currículos e das cartas de recomendação de entidades e divulgará a lista dos participantes no início de fevereiro. Serão indicados três delegados da sociedade civil por unidade da federação e um dos poderes públicos estadual ou distrital. Os critérios para a escolha dos delegados que participarão do evento levam em conta o número de instituições da área que subscreve a candidatura, a experiência anterior em instâncias de participação, a atuação na área e a atuação em redes sociais. As inscrições podem ser feitas no site da Conferência Nacional de Cultura. Além de preencherem o formulário na Internet, os candidatos a delegados terão que enviar os documentos exigidos pelo regulamento para o seguinte endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 3º Andar, Brasília – DF, CEP 70068-900.