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Terminada a 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu de 24 a 27 de abril de 2010 no município de Cachoeira do Arari (Marajó-Pará), cidade que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, cidade onde viveu o
escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira e que abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo, nos faz refletir o verdadeiro sentimento que nos move enquanto seres, produtores, pesquisadores, cineclubistas, realizadores, seres humanos. Os Argonautas Ambientalistas da Amazônia tem o prazer de enviar os resultados obtidos na 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu em homenagem ao aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04 e principalmente aos cachoeirenses-marajoaras.

Apesar de todas as dificuldades surgidas na mostra, os Edu-Comunicadores oficineiros Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida aportaram em Cachoeira do Arari com mais 10 arte-educadores, oficineiros de projetos e organizações que iam desenvolver uma gama de ações no município, mas infelizmente a maior parte deles foram apenas para a abertura do evento e retornaram logo no dia seguinte, inclusive o curador da Mostra, que também estava representando o Governo do Estado, que justificou que precisava retornar a Belém por motivos de trabalho. Com a Mostra sem curador, os amigos da Produtora LUX Eduardo, Paulo e Miranda tiveram que assumir o barco de realização da Mostra para não decepcionar o público, a nós mesmos.

A programação previa exibir obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia (exibido), “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa (exibido), selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso” (exibido), produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN. Os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, que infelizmente não foram exibidos no dia que deveria porque a secretária de cultura emprestou o data-show para alguém que não devolveu o equipamento para a realização dessa etapa da mostra.

Além da exibição dos filmes da Mostra, os Argonautas realizaram uma caravana de inclusão digital com oficinas de web 20, web-ativismo-digital e oficina de Elaboração de Projetos Socioculturais envolvendo e empolgando mais de 150 jovens no total das atividades oferecidas pelos educadores, o que demonstra o potencial pedagógico que a internet tem como tecnologia. A web 2.0 como ferramenta pedagógica contribui para a construção de conceitos, estimulando os jovens a se tornarem protagonistas de suas realidades, contribuindo para a manifestação sociocultural e estimulando o desenvolvimento local. Nesse sentido que os oficineiros avaliam que apesar de várias coisas não terem saído do jeito que foi combinado coletivamente entre os parceiros envolvidos, julgam positivamente suas ações que teve a participação empolgante dos jovens da Escola Estadual Delgado Leão.

Esperamos que na próxima ação possamos estar mais harmonizados enquanto grupo, praticando a solidariedade, o compromisso e a verdadeira transformação.

Confira as Fotos da Roda de Conversa, oficina de Web 2.0, Web-Ativismo-Digital, Elaboração de Projetos Socioculturais e Entrega de Certificados, realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Roda de Conversa realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ano do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Caravana de Inclusão Digital realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a entrega dos Certificados da Caravana de Oficinas realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).



Terminada a 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu de 24 a 27 de abril de 2010 no município de Cachoeira do Arari (Marajó-Pará), cidade que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, cidade onde viveu o
escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira e que abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo, nos faz refletir o verdadeiro sentimento que nos move enquanto seres, produtores, pesquisadores, cineclubistas, realizadores, seres humanos. Os Argonautas Ambientalistas da Amazônia tem o prazer de enviar os resultados obtidos na 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu em homenagem ao aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04 e principalmente aos cachoeirenses-marajoaras.

Apesar de todas as dificuldades surgidas na mostra, os Edu-Comunicadores oficineiros Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida aportaram em Cachoeira do Arari com mais 10 arte-educadores, oficineiros de projetos e organizações que iam desenvolver uma gama de ações no município, mas infelizmente a maior parte deles foram apenas para a abertura do evento e retornaram logo no dia seguinte, inclusive o curador da Mostra, que também estava representando o Governo do Estado, que justificou que precisava retornar a Belém por motivos de trabalho. Com a Mostra sem curador, os amigos da Produtora LUX Eduardo, Paulo e Miranda tiveram que assumir o barco de realização da Mostra para não decepcionar o público, a nós mesmos.

A programação previa exibir obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia (exibido), “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa (exibido), selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso” (exibido), produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN. Os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, que infelizmente não foram exibidos no dia que deveria porque a secretária de cultura emprestou o data-show para alguém que não devolveu o equipamento para a realização dessa etapa da mostra.

Além da exibição dos filmes da Mostra, os Argonautas realizaram uma caravana de inclusão digital com oficinas de web 20, web-ativismo-digital e oficina de Elaboração de Projetos Socioculturais envolvendo e empolgando mais de 150 jovens no total das atividades oferecidas pelos educadores, o que demonstra o potencial pedagógico que a internet tem como tecnologia. A web 2.0 como ferramenta pedagógica contribui para a construção de conceitos, estimulando os jovens a se tornarem protagonistas de suas realidades, contribuindo para a manifestação sociocultural e estimulando o desenvolvimento local. Nesse sentido que os oficineiros avaliam que apesar de várias coisas não terem saído do jeito que foi combinado coletivamente entre os parceiros envolvidos, julgam positivamente suas ações que teve a participação empolgante dos jovens da Escola Estadual Delgado Leão.

Esperamos que na próxima ação possamos estar mais harmonizados enquanto grupo, praticando a solidariedade, o compromisso e a verdadeira transformação.

Confira as Fotos da Roda de Conversa, oficina de Web 2.0, Web-Ativismo-Digital, Elaboração de Projetos Socioculturais e Entrega de Certificados, realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Roda de Conversa realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ano do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Caravana de Inclusão Digital realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a entrega dos Certificados da Caravana de Oficinas realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

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Entrega de Certificado das 1) 3° Oficinas de Web 2.0; 2) 1° de Web-Ativismo; 3) 1° de Elaboração de Projetos, realizada nos dias 26 e 27 de abril de 2010, pelos educomunicadores Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia na Escola Estadual Delgado Leão, Cachoeira do Arari (Marajó-PA), com carga horária de 4 horas, sendo parte da 1° Mostra de Cinema Marajoara 24 a 27 de Abril.

Confira algumas fotos das Oficinas realizadas

Hoje 29 de abril, Cachoeira do Arari amanhece com um sol que verdeja as mangueiras dos quintais, e nesse dia aluminado de solidariedade, transformação e protagonismo, é feita a entrega dos certificados para os 35 jovens participantes das oficinas de web 2.0, web-ativismo-digital e elaboração de projetos sociais ministradas pelos Edu-Comunicadores Argonautas Samir Raoni, Helton Almeida e Higor Tohany. Os oficineiros retornam hoje para a cidade das mangueiras, Belém do Pará, a segunda cidade mais populosa da região Norte e principal cidade da maior região metropolitana da Amazônia. Com população estimada em 1.437.600, é conhecida como “Metrópole da Amazônia”. Os oficineiros concluíram com honra a sua colaboração solidária, gerando um sentimento de inclusão para os 400 jovens da Escola Estadual Delgado Leão que fica no centro de Cachoeira do Arari (Marajo-Pará), cidade originada da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, município que abriga o Museu do Marajó, cidade onde viveu o ilustre escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira.

A oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa tem como objetivo introduzir os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores
quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Apesar de algumas coisas não terem saído do jeito que a coordenação da mostra havia previsto, é consenso entre os envolvidos da importância desta ação arte-politica.

Os resultados da 1° Mostra de Cinema Marajoara demonstram que a parceria entre os envolvidos fez com que a mostra de filmes produzidos no arquipélago fosse enriquecida com rodas de conversa e as mais diversas oficinas.

A ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará tem a finalidade de defender o meio ambiente e
promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, contribuiu nessa ação, pois acredita no poder transformador que tem estimular o protagonismo comunitária e fortalecer as parcerias.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Foto: Entrega de Certificado das 1) 3° Oficinas de Web 2.0; 2) 1° de Web-Ativismo; 3) 1° de Elaboração de Projetos, realizada nos dias 26 e 27 de abril de 2010, pelos educomunicadores Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia na Escola Estadual Delgado Leão, Cachoeira do Arari (Marajó-PA), com carga horária de 4 horas, sendo parte da 1° Mostra de Cinema Marajoara 24 a 27 de Abril.


Confira algumas fotos das Oficinas realizadas


Hoje 29 de abril, Cachoeira do Arari amanhece com um sol que verdeja as mangueiras dos quintais, e nesse dia aluminado de solidariedade, transformação e protagonismo, é feita a entrega dos certificados para os 35 jovens participantes das oficinas de web 2.0, web-ativismo-digital e elaboração de projetos sociais ministradas pelos Edu-Comunicadores Argonautas Samir Raoni, Helton Almeida e Higor Tohany. Os oficineiros retornam hoje para a cidade das mangueiras, Belém do Pará, a segunda cidade mais populosa da região Norte e principal cidade da maior região metropolitana da Amazônia. Com população estimada em 1.437.600, é conhecida como “Metrópole da Amazônia”. Os oficineiros concluíram com honra a sua colaboração solidária, gerando um sentimento de inclusão para os 400 jovens da Escola Estadual Delgado Leão que fica no centro de Cachoeira do Arari (Marajo-Pará), cidade originada da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, município que abriga o Museu do Marajó, cidade onde viveu o ilustre escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira.

A oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa tem como objetivo introduzir os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores
quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Apesar de algumas coisas não terem saído do jeito que a coordenação da mostra havia previsto, é consenso entre os envolvidos da importância desta ação arte-politica.

Os resultados da 1° Mostra de Cinema Marajoara demonstram que a parceria entre os envolvidos fez com que a mostra de filmes produzidos no arquipélago fosse enriquecida com rodas de conversa e as mais diversas oficinas.

A ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará tem a finalidade de defender o meio ambiente e
promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, contribuiu nessa ação, pois acredita no poder transformador que tem estimular o protagonismo comunitária e fortalecer as parcerias.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Hoje 26 de abril os Argonautas continuam suas ações em Cachoeira do Arari que realiza a 1° Mostra de Cinema Marajoara parceria entre Museu do Marajó prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari, Governo do Estado, Irmandade de São Sebastião, AMAM, ONG Argonautas, produtora LUX Amazônia entre outros, que privilegia filmes que tenham sido rodados no arquipélago e desenvolve rodas de conversas e oficinas de cine-ativismo-digital, web 2.0 – a internet colaborativa e cineclubismo.

Os Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida de Belém do Pará realizaram hoje pela manhã Roda de Conversa com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ciclo do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão que se localiza no centro de Cachoeira do Arari, no bairro 7 de Setembro. Os jovens receberam os educadores com bastante receptividade participando da roda de conversa. As vivências em rodas são participativas e coletivas, que buscam identificar os principais desafios, experiências e poéticas dos grupos de jovens das escolas, comunidades e pontos de cultura. Através destas atividades serão identificados os conflitos e valores existentes, bem como formas e espaços de resolução através do diálogo e da convivência que permita um sentimento de pertencimento que gere Cultura de Paz. Na roda Samir Raoni, documentarista, poeta e arte-educamor falou do vídeo-doc que esta realizando com jovens principalmente de escolas publicas, pontos de cultura, comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, ‘Roda Vida Juvenil” – continuação/ampliação do projeto ‘Rodas de Memória Escolar’, realizado no ano de 2008 na escola Ulysses Guimarães na I Feira da Cultura Ambiental, em outubro do mesmo ano com o Pontão Cultura do Instituto Pólis, São Paulo, em Marabá em parceria com o Ponto de Cultura GAM. O vídeo-documentário vai refletir a MEMÓRIA JUVENIL tendo como eixos de pesquisa a família, a escola e a sociedade. O documentarista pretende montar através das narrativas das histórias de vida, como a escola tem colaborado para o processo de formação de cidadãos comprometidos e participativos do desenvolvimento social e cultural da nova geração. Esses vídeos-documentários tem o apoio metodológico do Museu da Pessoa, responsáveis pelo Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede, projeto que sou pesquisador de histórias de vida e pretende ser exibido na 2° Mostra de Cinema Marajoara, enviado para as Escolas Publicas, Comunidades, Pontos de Cultura e Cineclubes.


Mais informações sobre esse projeto acesse: www.samiraoni.wordpress.com

Neste dia 20 de abril participaram da reunião Com Prof. Dr. Renato Padovese Pró- Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul; Nilce Léa Lobato (SP), Samir Raoni (PA) e Profª Drª Rosemary (SP) Santiago na qual teve como objetivo apresentar pessoalmente e ouvir dos próprios autores sobre o “Projeto Memória Social em Rede: Histórias e Culturas do Espaço Rural e Urbano do Norte e Sul do Brasil”. Conversamos sobre a relevância da memória e sua metodologia para a formação dos alunos de licenciatura da universidade, apresentamos a Carta de Anuência do Ponto de Cultura Caiçara-Cananéia, litoral de São Paulo, zona rural e o vídeo-registro do Encontro dos dias 14 e 15. O Profº Renato parabenizou a iniciativa e  colocou a Universidade Cruzeiro do Sul como potencial apoiador e colaborador do Projeto Memória Social em Rede entre outras propostas apresentadas.

Para o bom resultado do projeto que vai acontecer nas Ilhas de Ananindeua e Quilombo do Abacatau e Baixo Acará do Pará e em Belém (NO) e em Cananéia espaço rural e São Paulo (SU) contamos com apoio da Profª Dra. Rosemary parceira e amiga nesta nova trajetória que iniciou na reunião.


Samir Raoni Documentarista e Pesquisador do Pólo Pará do BMR/Argonautas de Belém do Pará e Nilce Léa Lobato, Universidade Cruzeiro do Sul/CNPq participam da Formação em Tecnologia Social da Memória e Revolução Midiática – 16, 17 e 18/04 – Cananéia – SP, onde irão apresentar o projeto “Memória Social em Rede – Histórias e Cultura do espaço rural e urbano do Norte e Sul do Brasil”, projeto que tem como tema a memória social, que serão as histórias de vida de Jovens e adultos que residem em São Paulo/Cananéia e Belém do Pará/Ribeirinha e Quilombolas, zona urbana e rural. O objetivo é resgatar memória de vida dos jovens e adultos que residem nestas cidades a fim de remontar a trajetória e recompor o tempo passado – recordação dos acontecimentos políticos, econômicos e social. Identificar os impactos que a cultura e costumes gera na vida destas pessoas.

O projeto é fruto de uma parceria entre esses dois pesquisadores que tem como pano de fundo o estudo científico de “Histórias de vida de pessoas adultas não alfabetizadas: a memória social da não escolarização” realizado pela pesquisadora Nilce Léa, que realiza o estudo a três anos com adultos acima de 40 anos, e Samir Raoni, que realiza vários projetos com jovens estudantes de escolas públicas com idade de 14 a 22 anos, em parcerias com organizações e pontos de cultura que se relacionam com o Programa de Protagonismo Juvenil da ONG Argonautas, na qual é o coordenador, onde tem ministrado oficinas de Comunicação Compartilhada para a Produção de Memória Local através do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil.

Esta formação faz parte do projeto Prêmio Tuxáua Cultura Viva, lançado pelo Ministério da Cultura em 2009 e tem como proposta a mobilização e articulação de ações que reúnam representantes de diversos Pontos de Cultura, redes sociais e iniciativas de atividades que promovam o fortalecimento de laços e somem esforços na construção de objetivos comuns. Visando isso, o Ponto de Cultura “Caiçaras” – Cananéia/SP, querem compartilhar sua experiência com os demais Pontos do Vale do Ribeira e tecer uma rede horizontal de iniciativas para fortalecer e potencializarmos suas ações.

O objetivo é articular e fomentar iniciativas individuais e coletivas de criação, produção e difusão de conteúdos relacionados com o registro de memória oral e histórias de vida, democratizando essas práticas como instrumento de visibilidade e fortalecimento da diversidade cultural e histórica do Vale do Ribeira e estimulando posturas e comportamentos sociais que permitam às comunidades viverem numa relação construtiva consigo mesmas e com seu meio, fortalecendo assim, suas identidades e dinâmicas culturais.

O Ponto de Cultura Caiçaras, através do Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede/Museu da Pessoa e do Pontão de Cultura “Nós Digitais”, realizará um ciclo de formação para os Pontos de Cultura do Vale do Ribeira interessados em desenvolver e/ou aperfeiçoar projetos de registro de memória e histórias de vida e de conhecer e/ou aprofundar na discussão sobre uso de software livre.

A formação esta dividida em quatro módulos, dois sobre: “Tecnologia Social da Memória” e dois sobre: “Software Livre e Revolução Midiática”. O primeiro módulo será sobre “Tecnologia Social da Memória” nos dias 17 e 18 de abril (sábado e domingo) em Cananéia – SP. As datas dos próximos serão definidas junto aos participantes, para que tenhamos a participação de todos durante esse ciclo de formação.

Além disso, no dia 16 de abril (sexta-feira) será feita uma breve discussão sobre a situação atual dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira em relação a diversas questões, como: administrativas, financeiras, operacionais, etc, afim de apoiar as organizações que estão com dificuldades de iniciar seus projetos e fomentar a troca de experiências entre as que estão caminhando.

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira – 16 de abril

Chegada dos participantes
19h – Roda de prosa sobre situação geral dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira (gestão, comunicação, articulação, prestação de contas, tecnologias, etc)

Sábado – 17 de abril

08h – Café da manhã
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória
13h – Almoço
14h – Curso de Tecnologia Social da Memória
19h – Jantar

21h – Mostra de Vídeo:

Agentes de Memória em Rede” (5min) – Pólo Pará BMR/Argonautas

O Grande Balé de Damiana” (15min) – Revelando os Brasis

22h – Apresentações culturais: Fandango Caiçara, Orchestra Sacinfônica e palco aberto

Domingo – 18 de abril

08h – Café da manhã
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória
13h – Avaliação e encaminhamentos
14h – Almoço
Retorno dos participantes

Informações

E-mail: cleberbio@yahoo.com.br ou fernando@matimperere.com.br ou ligue para (13) 9114-0749 (Cleber), (13) 9777-0030 (Fernando) ou (13) 3851-3959 (Ponto de Cultura “Caiçaras”).

Foto 1: Samir Raoni falando da Importância do Portal Colaborativo para a Produção da Memória Local.

O ENCONTRO DE ARTE-EDUCADORES que acontece dia 14 (hoje) e 15 de abril
iniciou com uma Roda de Conversa sobre a experiência de Samir Raoni,
que é Poeta e Arte-Educamor dos Argonautas, organização
não-governamental que realiza 9 projetos no Pará e que tem feito
parceria com a Universidade Cruzeiro do Sul e seu Programa de
Extensão/Proeja, através do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, no
qual é documentarista e pesquisador. O Pólo Pará do BMR e a
Universidade tem dialogado deis de Agosto de 2009, através da
Pesquisadora do CNPq Nilce Léa Lobato, que já realizou com o Samir
Raoni cinco projetos, entre eles o Portal de Educação Compartilhada e
Memória – CENTRO DE MEMÓRIA, espaço que Raoni e Nilce, idealizadores
dos projetos que tem conseguido resultados inspiradores. O Portal
Centro de Memória esta se tornando um espaço de troca de experiências
entre educadores e alunos principalmente de Artes e Pedagogia que tem o
apoio da Prof°. Dr. Rosema Santiago, parceira integral das iniciativas
deis de sempre.

Hoje 14 de abril, o Encontro de Arte-Educadores “O Papel do Portal
Colaborativo na Produção da Memória Local iniciou com a fala do
Pro-Reitor Dr. Renato Padovese sobre o Programa de Extensão da
Universidade que agrega vários projetos, e tem o interesse de estimular
os alunos a iniciação cientifica, após sua fala Rosemery falou do Pólo
Arte na Escola que tem como missão incentivar o ensino da Arte por meio
de formação contínua do professor do ensino básico, investigando e
qualificando processos de aprendizagem. Após sua fala o palestrante
convidado pelo Pólo Arte na Escola, Samir Raoni falou dos Argonautas
Ambientalistas da Amazônia gestora do Pólo Pará do BMR que tem como
objetivo fomentar o diálogo entre produtores, articuladores e usuários
de conteúdos de memória para democratizar o uso e a prática da memória
histórica do Pará. Raoni pontuou a importância das Universidades
estarem fazendo parcerias com projetos sociais. Contou os resultados
que essas parcerias tem emergido, no Pará a ONG é parceira da
Universidade Federal do Pará, Universidade da Amazônia – UNAMA e
Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA, parcerias que tem
permitido um trabalho de campo bem interessante entre as comunidades
tradicionais: ribeirinhos, quilombolas e indígenas. É uma soma perfeita
entre alunos/universidade e movimento social/comunidade fazendo uma
troca que permite a vivência, o debate e a pesquisa, função social dos
projetos e responsabilidade social das instituições. Exemplificou como
essa experiência de Memória Social pode contribuir para o
Desenvolvimento Local tendo as tecnologias de informação e comunicação,
regada com o respeito bio-regional, pode trazer para a superfície novos
olhares de fora para dentro e de dentro para fora, proporcionando um
sentimento de pertencimento, resgate e transformação.

Após citar o projeto, falar da transversalidade com os Programas de
Extensão que foi exemplificado com vídeo-doc “Agentes de Memória em
Rede” um dos resultados do Pólo Pará, Nilce Léa contextualizou como foi
feito os cinco projetos, trazendo para o dialogo sua experiência
enquanto aluna da universidade e pesquisadora do CNPq, que esta
relacionado ao programa de extensão da Universidade Cruzeiro do Sul
apoiador e incentivador destas ações realizadas colaborativamente por
Nilce em São Paulo e Samir no Pará, provando a função pratica do Portal
Centro de Memória. Nilce contou que ela e Samir se encontraram em
Dezembro para escreverem um projeto para o Museu da Pessoa, hoje
intitulado Memória Social em Rede – A Memória no Norte e Sul do País,
um estudo comparativo que tem como foco de pesquisa jovens e adultos
não alfabetizados e como plano de ação o meio Rural e Urbano de São
Paulo e Cananéia (SP) e Ananindeua e Belém. Nilce conclui sua
apresentação com fotos que narram a sua trajetória como pesquisadora em
parceria com o programa de extensão.

O programa de extensão com o apoio da coordenação do Proeja tem
fortalecido bastante a parceria entre essas duas regiões tão distinta
socioculturalmente, e que tem tantos pontos em comum para compartilhar
contribuindo para o desenvolvimento local, humano.

Foto 2: Samir Raoni, Argonautas / Pólo Pará BMR Entregando os livros João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária e a metodologia utilizada pela ong para gerir os projetos Desenvolvimento Local Amazônico – DELA, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Dr Renato, Pro-Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul.

Nilce Léa, PROEJA/CNPq falando dos cinco projetos realizados em parceria PROEJA/Universidade Cruzeiro do Sul e ARGONAUTAS/Pólo Pará BMR

Pro-Reitor Dr. Renato falando do Programa de Extensão da Universidade Cruzeiro do Sul, parabenizando os projetos desenvolvidos em parceria e convidando os alunos para se informarem mais desse programa que tem iniciado cientificamente os alunos.

Apresentação da História de Vida de Samir Raoni, apresentado por Nilce Léa, PROEJA/CNPq

Participantes do Encontro de Arte-Educadores “ A Importância do Portal Colaborativo para a Produção de Memória Local

Samir Raoni entregando o livro João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária, e a metodologia utilizada pela ong para gerir seus projetos, “Desenvolvimento Local Amazônico – DELA”, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Prof° Dra Rosemery Santiago, Universidade Cruzeiro do Sul.

O Arte-Educamor Samir Raoni fazendo dinimica “Fortalecendo-se em Rede” com os educadores da Universidade Cruzeiro do Sul.

Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades

II Encontro de Conhecimentos Livres / Fórum Amazônico de Cultura Digital

Nos dias 07 a 09 de abril, eu estarei participando em Santarém da primeira Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades Amazônicas representando o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, que desenvolve ações de cultura digital em seus projetos e tem boas experiências para compartilhar nesse importante momento de construção, essa feira é uma iniciativa do Pontão de Cultural do Tapajós, fruto da parceria entre Projeto Puraqué e Projeto Saúde e Alegria – PSA.

O evento integrará pela primeira vez uma diversidade grande de iniciativas de inclusão e cultura digital que vem sendo realizadas na região, dando-lhes visibilidade e possibilidades de maior apropriação pela população dos conceitos e usos práticos proporcionados pela cultura digital na vida dos cidadãos.

A feira vai mobilizar cerca de 13 comunidades da chamada Grande Área do Santarenzinho e Maracanã, além de participantes de 10 infocentros do Navegapará, 07 Pontos de Cultura Estaduais, Laboratórios de Informática Educativa da SEMED, 11 telecentros ribeirinhos da Rede Mocoronga do PSA e diversos pontos de cultura de outros estados da Amazônia.

Assim, a proposta da feira reúne uma gama de atividades que visam divulgar essas experiências para que a população possa interagir com elas, ampliando seu alcance não somente para quem já tem domínio do assunto, mas para a população em geral.

Um espaço no Centro de Formação da Paróquia Nossa Senhora do Rosário (antiga ASAT) está sendo preparado para receber o evento, que vai contar com laboratórios multimídia com acesso gratuito à internet sem fio, oficinas de áudio, blog, vídeo, edição gráfica e metareciclagem, cineclubismo, festival de cultura regional, rádio comunitária, debates e rodas de conversa, a feira de economia solidária, jogos e brincadeiras, lançamento da moeda social muiraquitã, encontro sobre relações de gênero e tecnologia e o II encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital, reunindo representantes de diversos estados da Amazônia.

A variedade de atividades tem o propósito de mostrar como as tecnologias digitais podem ser úteis em diversos aspectos da vida do cidadão, favorecendo o aprendizado e o compartilhamento de conhecimentos, buscando desmistificar o uso da tecnologia, que deve passar a ser entendida como ferramenta para promover mudanças sociais.

A Cultura Digital baseia-se em processos educativos em rede, valorizando as realidades locais, e os conhecimentos tradicionais associados a processos e conhecimentos globais e contemporâneos, utilizando principalmente as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs. Busca fomentar redes sociais e culturais que visem a transformação social e política, a autonomia nas comunidades, a geração e partilha de recursos através da economia solidária. A Feira será um grande laboratório dessa visão e das experiências que já vem acontecendo em nossa região.

Da periferia ao centro através da inclusão digital

A grande região do Santarenzinho e Maracanã, criados principalmente a partir de ocupações desordenadas, concentram hoje cerca de 60 mil habitantes. A região é considerada periferia da cidade de Santarém, com um baixo IDH, e tem em comum, problemas como altos índices de violência, saneamento precário e falta de acesso à vários serviços sociais básicos. Mas esta região vem buscando mudar essa imagem, com a presença de diversos movimentos sociais, grupos culturais e esportivos, políticas públicas de inclusão digital e associações comunitárias.

Desde o início de 2009, com a instalação de um núcleo do Projeto Puraqué e a revitalização da Casa Brasil, a região também passou a protagonizar experiências bastante positivas de inclusão digital, trazendo melhores oportunidades de desenvolvimento saudável, especialmente aos adolescentes e jovens.

Boa parte dos moradores dessas regiões, também são oriundos de comunidades ribeirinhas, pessoas que migraram para a cidade em busca de dias melhores. O evento vai proporcionar também o intercâmbio com as comunidades ribeirinhas onde a inclusão digital já chegou com o apoio do Projeto Saúde e Alegria. Na bagagem eles vão trazer, além de experiência, vídeos produzidos nos seus telecentros mostrando a realidade ribeirinha. Essa integração será útil para pensar a realidade de uma forma crítica e consciente, buscando sempre a qualidade de vida.

II Encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital

Presentes na Feira estarão ativistas de cultura digital vindos de diversos pontos de cultura de pelo menos 04 estados da amazônia. O objetivo é continuar o processo de articulação permanente com o uso das ferramentas da internet para discussões sobre políticas públicas, projetos, desafios e trocas de experiências, criando um espaço aberto de discussão que dê visibilidade às questões peculiares sobre como fazer cultura digital na Amazônia.

Saiba mais sobre as atividades da Feira:

  • CyberChibé: montagem de um laboratório multimídia metareciclado aberto à comunidade, com acesso gratuito à internet e orientação para experimentação (criação de email, pesquisas, bate-papo). Através de um Ponto de acesso do Navegapará, será disponibilizado conexão wi-fi livre onde pessoas com celulares e computadores poderão conectar gratuitamente;
  • Montagem de produtora multimídia de cultura popular, onde serão experimentadas a produção de áudio, vídeo e editoração gráfica para valorizar os talentos culturais da região;
  • Festival de Cultura Popular, contando com um palco com estrutura de som e luz onde serão apresentadas manifestações artísticas com cantores, poetas, grupos de teatro, bandas alternativas e grupos folclóricos;
  • Rádio Comunitária, com a elaboração de programação informativa durante a feira, difundida no local e via web-rádio;
  • Rodas de Conversa, espaço aberto para debates e palestras sobre Cultura Digital, Encomia Solidária, Fórum Social Panamazônico, Relações de Gênero e tecnologia;
  • Feira da Economia Solidária onde serão realizadas trocas e vendas de produtos, desde objetos eletrônicos usados, até artesanato, quitutes, vestuário, remédios caseiros, etc;
  • Jogos e brincadeiras, uma mistura entre jogos digitais e brincadeiras analógicas, um espaço para jogos em rede e uma brinquedoteca para que as crianças menores possam se divertir também sem computador, como brincadeiras de roda, macaca, pular corda, pebolim, tênis de mesa, etc;
  • Lançamento da Moeda Social Muiraquitã. todos os dias haverão sorteios de pendrives através de canhotos que poderão ser adquiridos com o Crédito Social Muiraquitã, que pode ser obtido trocando por garrafas pet, como uma forma de estimular as pessoas a praticarem uma nova lógica econômica solidária, baseada na preservação do meio ambiente, e no último dia será sorteado um computador;
  • II Encontro de Conhecimentos Livres, onde estarão presentes representantes de Pontos de Cultura vindos de diversos estados da Amazônia, para fortalecer o Fórum Amazônico de Cultura Digital;

SERVIÇO:

Local: Centro de Formação da Paróquia N. Sra. Do Rosário (Antiga ASAT), na avenida Olavo Bilac, esquina com a Tomé de Souza, Bairro Santarenzinho.

www.redemocoronga.org.br

www.puraque.org

www.casabrasilstm.wordpress.com