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Terminada a 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu de 24 a 27 de abril de 2010 no município de Cachoeira do Arari (Marajó-Pará), cidade que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, cidade onde viveu o
escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira e que abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo, nos faz refletir o verdadeiro sentimento que nos move enquanto seres, produtores, pesquisadores, cineclubistas, realizadores, seres humanos. Os Argonautas Ambientalistas da Amazônia tem o prazer de enviar os resultados obtidos na 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu em homenagem ao aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04 e principalmente aos cachoeirenses-marajoaras.

Apesar de todas as dificuldades surgidas na mostra, os Edu-Comunicadores oficineiros Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida aportaram em Cachoeira do Arari com mais 10 arte-educadores, oficineiros de projetos e organizações que iam desenvolver uma gama de ações no município, mas infelizmente a maior parte deles foram apenas para a abertura do evento e retornaram logo no dia seguinte, inclusive o curador da Mostra, que também estava representando o Governo do Estado, que justificou que precisava retornar a Belém por motivos de trabalho. Com a Mostra sem curador, os amigos da Produtora LUX Eduardo, Paulo e Miranda tiveram que assumir o barco de realização da Mostra para não decepcionar o público, a nós mesmos.

A programação previa exibir obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia (exibido), “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa (exibido), selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso” (exibido), produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN. Os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, que infelizmente não foram exibidos no dia que deveria porque a secretária de cultura emprestou o data-show para alguém que não devolveu o equipamento para a realização dessa etapa da mostra.

Além da exibição dos filmes da Mostra, os Argonautas realizaram uma caravana de inclusão digital com oficinas de web 20, web-ativismo-digital e oficina de Elaboração de Projetos Socioculturais envolvendo e empolgando mais de 150 jovens no total das atividades oferecidas pelos educadores, o que demonstra o potencial pedagógico que a internet tem como tecnologia. A web 2.0 como ferramenta pedagógica contribui para a construção de conceitos, estimulando os jovens a se tornarem protagonistas de suas realidades, contribuindo para a manifestação sociocultural e estimulando o desenvolvimento local. Nesse sentido que os oficineiros avaliam que apesar de várias coisas não terem saído do jeito que foi combinado coletivamente entre os parceiros envolvidos, julgam positivamente suas ações que teve a participação empolgante dos jovens da Escola Estadual Delgado Leão.

Esperamos que na próxima ação possamos estar mais harmonizados enquanto grupo, praticando a solidariedade, o compromisso e a verdadeira transformação.

Confira as Fotos da Roda de Conversa, oficina de Web 2.0, Web-Ativismo-Digital, Elaboração de Projetos Socioculturais e Entrega de Certificados, realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Roda de Conversa realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ano do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Caravana de Inclusão Digital realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a entrega dos Certificados da Caravana de Oficinas realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).



Terminada a 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu de 24 a 27 de abril de 2010 no município de Cachoeira do Arari (Marajó-Pará), cidade que originou-se da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, cidade onde viveu o
escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira e que abriga o Museu do Marajó, fundado em 1972 pelo padre italiano naturalizado brasileiro Giovanni Gallo no galpão onde funcionava uma fábrica de óleo, nos faz refletir o verdadeiro sentimento que nos move enquanto seres, produtores, pesquisadores, cineclubistas, realizadores, seres humanos. Os Argonautas Ambientalistas da Amazônia tem o prazer de enviar os resultados obtidos na 1° Mostra de Cinema Marajoara que aconteceu em homenagem ao aniversário do Padre Giovanni Gallo, que este ano completaria 83 anos no dia 27/04 e principalmente aos cachoeirenses-marajoaras.

Apesar de todas as dificuldades surgidas na mostra, os Edu-Comunicadores oficineiros Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida aportaram em Cachoeira do Arari com mais 10 arte-educadores, oficineiros de projetos e organizações que iam desenvolver uma gama de ações no município, mas infelizmente a maior parte deles foram apenas para a abertura do evento e retornaram logo no dia seguinte, inclusive o curador da Mostra, que também estava representando o Governo do Estado, que justificou que precisava retornar a Belém por motivos de trabalho. Com a Mostra sem curador, os amigos da Produtora LUX Eduardo, Paulo e Miranda tiveram que assumir o barco de realização da Mostra para não decepcionar o público, a nós mesmos.

A programação previa exibir obras raras como as de Líbero Luxardo “Marajó- Barreira do Mar” e o lançamento dos documentários “O Ajuntador de Cacos” de Paulo Miranda – Lux Amazônia (exibido), “Sou teu Maninho – Um grito Marajoara” de Daniel Corrêa (exibido), selecionado no Projeto Revelando os Brasis e “O Glorioso” (exibido), produzido pela Castanha Filmes, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN. Os Argonautas escreveram na mostra três produções realizadas no Arquipélago marajoara, “Agentes de Memória em Rede”, “Vozes Jovens da Amazônia” e “Comunicação Comunitária Marajó”, que infelizmente não foram exibidos no dia que deveria porque a secretária de cultura emprestou o data-show para alguém que não devolveu o equipamento para a realização dessa etapa da mostra.

Além da exibição dos filmes da Mostra, os Argonautas realizaram uma caravana de inclusão digital com oficinas de web 20, web-ativismo-digital e oficina de Elaboração de Projetos Socioculturais envolvendo e empolgando mais de 150 jovens no total das atividades oferecidas pelos educadores, o que demonstra o potencial pedagógico que a internet tem como tecnologia. A web 2.0 como ferramenta pedagógica contribui para a construção de conceitos, estimulando os jovens a se tornarem protagonistas de suas realidades, contribuindo para a manifestação sociocultural e estimulando o desenvolvimento local. Nesse sentido que os oficineiros avaliam que apesar de várias coisas não terem saído do jeito que foi combinado coletivamente entre os parceiros envolvidos, julgam positivamente suas ações que teve a participação empolgante dos jovens da Escola Estadual Delgado Leão.

Esperamos que na próxima ação possamos estar mais harmonizados enquanto grupo, praticando a solidariedade, o compromisso e a verdadeira transformação.

Confira as Fotos da Roda de Conversa, oficina de Web 2.0, Web-Ativismo-Digital, Elaboração de Projetos Socioculturais e Entrega de Certificados, realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Roda de Conversa realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ano do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a Caravana de Inclusão Digital realizada pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Confira a entrega dos Certificados da Caravana de Oficinas realizadas pelos oficineiros da ONG Argonautas em Cachoeira do Arari (Marajó-Pará).

Entrega de Certificado das 1) 3° Oficinas de Web 2.0; 2) 1° de Web-Ativismo; 3) 1° de Elaboração de Projetos, realizada nos dias 26 e 27 de abril de 2010, pelos educomunicadores Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia na Escola Estadual Delgado Leão, Cachoeira do Arari (Marajó-PA), com carga horária de 4 horas, sendo parte da 1° Mostra de Cinema Marajoara 24 a 27 de Abril.

Confira algumas fotos das Oficinas realizadas

Hoje 29 de abril, Cachoeira do Arari amanhece com um sol que verdeja as mangueiras dos quintais, e nesse dia aluminado de solidariedade, transformação e protagonismo, é feita a entrega dos certificados para os 35 jovens participantes das oficinas de web 2.0, web-ativismo-digital e elaboração de projetos sociais ministradas pelos Edu-Comunicadores Argonautas Samir Raoni, Helton Almeida e Higor Tohany. Os oficineiros retornam hoje para a cidade das mangueiras, Belém do Pará, a segunda cidade mais populosa da região Norte e principal cidade da maior região metropolitana da Amazônia. Com população estimada em 1.437.600, é conhecida como “Metrópole da Amazônia”. Os oficineiros concluíram com honra a sua colaboração solidária, gerando um sentimento de inclusão para os 400 jovens da Escola Estadual Delgado Leão que fica no centro de Cachoeira do Arari (Marajo-Pará), cidade originada da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, município que abriga o Museu do Marajó, cidade onde viveu o ilustre escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira.

A oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa tem como objetivo introduzir os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores
quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Apesar de algumas coisas não terem saído do jeito que a coordenação da mostra havia previsto, é consenso entre os envolvidos da importância desta ação arte-politica.

Os resultados da 1° Mostra de Cinema Marajoara demonstram que a parceria entre os envolvidos fez com que a mostra de filmes produzidos no arquipélago fosse enriquecida com rodas de conversa e as mais diversas oficinas.

A ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará tem a finalidade de defender o meio ambiente e
promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, contribuiu nessa ação, pois acredita no poder transformador que tem estimular o protagonismo comunitária e fortalecer as parcerias.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Foto: Entrega de Certificado das 1) 3° Oficinas de Web 2.0; 2) 1° de Web-Ativismo; 3) 1° de Elaboração de Projetos, realizada nos dias 26 e 27 de abril de 2010, pelos educomunicadores Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida da ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia na Escola Estadual Delgado Leão, Cachoeira do Arari (Marajó-PA), com carga horária de 4 horas, sendo parte da 1° Mostra de Cinema Marajoara 24 a 27 de Abril.


Confira algumas fotos das Oficinas realizadas


Hoje 29 de abril, Cachoeira do Arari amanhece com um sol que verdeja as mangueiras dos quintais, e nesse dia aluminado de solidariedade, transformação e protagonismo, é feita a entrega dos certificados para os 35 jovens participantes das oficinas de web 2.0, web-ativismo-digital e elaboração de projetos sociais ministradas pelos Edu-Comunicadores Argonautas Samir Raoni, Helton Almeida e Higor Tohany. Os oficineiros retornam hoje para a cidade das mangueiras, Belém do Pará, a segunda cidade mais populosa da região Norte e principal cidade da maior região metropolitana da Amazônia. Com população estimada em 1.437.600, é conhecida como “Metrópole da Amazônia”. Os oficineiros concluíram com honra a sua colaboração solidária, gerando um sentimento de inclusão para os 400 jovens da Escola Estadual Delgado Leão que fica no centro de Cachoeira do Arari (Marajo-Pará), cidade originada da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira do rio Arari, município que abriga o Museu do Marajó, cidade onde viveu o ilustre escritor Dalcídio Jurandir a qual homenageou com o livro Chove nos Campos de Cachoeira.

A oficina de Web 2.0 A Internet Colaborativa tem como objetivo introduzir os jovens à “nova” mudança da internet como plataforma, pois na nova era da web o importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores
quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Apesar de algumas coisas não terem saído do jeito que a coordenação da mostra havia previsto, é consenso entre os envolvidos da importância desta ação arte-politica.

Os resultados da 1° Mostra de Cinema Marajoara demonstram que a parceria entre os envolvidos fez com que a mostra de filmes produzidos no arquipélago fosse enriquecida com rodas de conversa e as mais diversas oficinas.

A ONG Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará tem a finalidade de defender o meio ambiente e
promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, contribuiu nessa ação, pois acredita no poder transformador que tem estimular o protagonismo comunitária e fortalecer as parcerias.

Fonte: Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Hoje 26 de abril os Argonautas continuam suas ações em Cachoeira do Arari que realiza a 1° Mostra de Cinema Marajoara parceria entre Museu do Marajó prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari, Governo do Estado, Irmandade de São Sebastião, AMAM, ONG Argonautas, produtora LUX Amazônia entre outros, que privilegia filmes que tenham sido rodados no arquipélago e desenvolve rodas de conversas e oficinas de cine-ativismo-digital, web 2.0 – a internet colaborativa e cineclubismo.

Os Argonautas Samir Raoni, Higor Tohany e Helton Almeida de Belém do Pará realizaram hoje pela manhã Roda de Conversa com 56 alunos do 1°, 2° e 3° ciclo do ensino médio da Escola Professor Delgado Leão que se localiza no centro de Cachoeira do Arari, no bairro 7 de Setembro. Os jovens receberam os educadores com bastante receptividade participando da roda de conversa. As vivências em rodas são participativas e coletivas, que buscam identificar os principais desafios, experiências e poéticas dos grupos de jovens das escolas, comunidades e pontos de cultura. Através destas atividades serão identificados os conflitos e valores existentes, bem como formas e espaços de resolução através do diálogo e da convivência que permita um sentimento de pertencimento que gere Cultura de Paz. Na roda Samir Raoni, documentarista, poeta e arte-educamor falou do vídeo-doc que esta realizando com jovens principalmente de escolas publicas, pontos de cultura, comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, ‘Roda Vida Juvenil” – continuação/ampliação do projeto ‘Rodas de Memória Escolar’, realizado no ano de 2008 na escola Ulysses Guimarães na I Feira da Cultura Ambiental, em outubro do mesmo ano com o Pontão Cultura do Instituto Pólis, São Paulo, em Marabá em parceria com o Ponto de Cultura GAM. O vídeo-documentário vai refletir a MEMÓRIA JUVENIL tendo como eixos de pesquisa a família, a escola e a sociedade. O documentarista pretende montar através das narrativas das histórias de vida, como a escola tem colaborado para o processo de formação de cidadãos comprometidos e participativos do desenvolvimento social e cultural da nova geração. Esses vídeos-documentários tem o apoio metodológico do Museu da Pessoa, responsáveis pelo Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede, projeto que sou pesquisador de histórias de vida e pretende ser exibido na 2° Mostra de Cinema Marajoara, enviado para as Escolas Publicas, Comunidades, Pontos de Cultura e Cineclubes.


Mais informações sobre esse projeto acesse: www.samiraoni.wordpress.com

Neste dia 20 de abril participaram da reunião Com Prof. Dr. Renato Padovese Pró- Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul; Nilce Léa Lobato (SP), Samir Raoni (PA) e Profª Drª Rosemary (SP) Santiago na qual teve como objetivo apresentar pessoalmente e ouvir dos próprios autores sobre o “Projeto Memória Social em Rede: Histórias e Culturas do Espaço Rural e Urbano do Norte e Sul do Brasil”. Conversamos sobre a relevância da memória e sua metodologia para a formação dos alunos de licenciatura da universidade, apresentamos a Carta de Anuência do Ponto de Cultura Caiçara-Cananéia, litoral de São Paulo, zona rural e o vídeo-registro do Encontro dos dias 14 e 15. O Profº Renato parabenizou a iniciativa e  colocou a Universidade Cruzeiro do Sul como potencial apoiador e colaborador do Projeto Memória Social em Rede entre outras propostas apresentadas.

Para o bom resultado do projeto que vai acontecer nas Ilhas de Ananindeua e Quilombo do Abacatau e Baixo Acará do Pará e em Belém (NO) e em Cananéia espaço rural e São Paulo (SU) contamos com apoio da Profª Dra. Rosemary parceira e amiga nesta nova trajetória que iniciou na reunião.


Samir Raoni Documentarista e Pesquisador do Pólo Pará do BMR/Argonautas de Belém do Pará e Nilce Léa Lobato, Universidade Cruzeiro do Sul/CNPq participam da Formação em Tecnologia Social da Memória e Revolução Midiática – 16, 17 e 18/04 – Cananéia – SP, onde irão apresentar o projeto “Memória Social em Rede – Histórias e Cultura do espaço rural e urbano do Norte e Sul do Brasil”, projeto que tem como tema a memória social, que serão as histórias de vida de Jovens e adultos que residem em São Paulo/Cananéia e Belém do Pará/Ribeirinha e Quilombolas, zona urbana e rural. O objetivo é resgatar memória de vida dos jovens e adultos que residem nestas cidades a fim de remontar a trajetória e recompor o tempo passado – recordação dos acontecimentos políticos, econômicos e social. Identificar os impactos que a cultura e costumes gera na vida destas pessoas.

O projeto é fruto de uma parceria entre esses dois pesquisadores que tem como pano de fundo o estudo científico de “Histórias de vida de pessoas adultas não alfabetizadas: a memória social da não escolarização” realizado pela pesquisadora Nilce Léa, que realiza o estudo a três anos com adultos acima de 40 anos, e Samir Raoni, que realiza vários projetos com jovens estudantes de escolas públicas com idade de 14 a 22 anos, em parcerias com organizações e pontos de cultura que se relacionam com o Programa de Protagonismo Juvenil da ONG Argonautas, na qual é o coordenador, onde tem ministrado oficinas de Comunicação Compartilhada para a Produção de Memória Local através do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil.

Esta formação faz parte do projeto Prêmio Tuxáua Cultura Viva, lançado pelo Ministério da Cultura em 2009 e tem como proposta a mobilização e articulação de ações que reúnam representantes de diversos Pontos de Cultura, redes sociais e iniciativas de atividades que promovam o fortalecimento de laços e somem esforços na construção de objetivos comuns. Visando isso, o Ponto de Cultura “Caiçaras” – Cananéia/SP, querem compartilhar sua experiência com os demais Pontos do Vale do Ribeira e tecer uma rede horizontal de iniciativas para fortalecer e potencializarmos suas ações.

O objetivo é articular e fomentar iniciativas individuais e coletivas de criação, produção e difusão de conteúdos relacionados com o registro de memória oral e histórias de vida, democratizando essas práticas como instrumento de visibilidade e fortalecimento da diversidade cultural e histórica do Vale do Ribeira e estimulando posturas e comportamentos sociais que permitam às comunidades viverem numa relação construtiva consigo mesmas e com seu meio, fortalecendo assim, suas identidades e dinâmicas culturais.

O Ponto de Cultura Caiçaras, através do Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede/Museu da Pessoa e do Pontão de Cultura “Nós Digitais”, realizará um ciclo de formação para os Pontos de Cultura do Vale do Ribeira interessados em desenvolver e/ou aperfeiçoar projetos de registro de memória e histórias de vida e de conhecer e/ou aprofundar na discussão sobre uso de software livre.

A formação esta dividida em quatro módulos, dois sobre: “Tecnologia Social da Memória” e dois sobre: “Software Livre e Revolução Midiática”. O primeiro módulo será sobre “Tecnologia Social da Memória” nos dias 17 e 18 de abril (sábado e domingo) em Cananéia – SP. As datas dos próximos serão definidas junto aos participantes, para que tenhamos a participação de todos durante esse ciclo de formação.

Além disso, no dia 16 de abril (sexta-feira) será feita uma breve discussão sobre a situação atual dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira em relação a diversas questões, como: administrativas, financeiras, operacionais, etc, afim de apoiar as organizações que estão com dificuldades de iniciar seus projetos e fomentar a troca de experiências entre as que estão caminhando.

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira – 16 de abril

Chegada dos participantes
19h – Roda de prosa sobre situação geral dos Pontos de Cultura do Vale do Ribeira (gestão, comunicação, articulação, prestação de contas, tecnologias, etc)

Sábado – 17 de abril

08h – Café da manhã
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória
13h – Almoço
14h – Curso de Tecnologia Social da Memória
19h – Jantar

21h – Mostra de Vídeo:

Agentes de Memória em Rede” (5min) – Pólo Pará BMR/Argonautas

O Grande Balé de Damiana” (15min) – Revelando os Brasis

22h – Apresentações culturais: Fandango Caiçara, Orchestra Sacinfônica e palco aberto

Domingo – 18 de abril

08h – Café da manhã
09h – Curso de Tecnologia Social da Memória
13h – Avaliação e encaminhamentos
14h – Almoço
Retorno dos participantes

Informações

E-mail: cleberbio@yahoo.com.br ou fernando@matimperere.com.br ou ligue para (13) 9114-0749 (Cleber), (13) 9777-0030 (Fernando) ou (13) 3851-3959 (Ponto de Cultura “Caiçaras”).

Foto 1: Samir Raoni falando da Importância do Portal Colaborativo para a Produção da Memória Local.

O ENCONTRO DE ARTE-EDUCADORES que acontece dia 14 (hoje) e 15 de abril
iniciou com uma Roda de Conversa sobre a experiência de Samir Raoni,
que é Poeta e Arte-Educamor dos Argonautas, organização
não-governamental que realiza 9 projetos no Pará e que tem feito
parceria com a Universidade Cruzeiro do Sul e seu Programa de
Extensão/Proeja, através do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, no
qual é documentarista e pesquisador. O Pólo Pará do BMR e a
Universidade tem dialogado deis de Agosto de 2009, através da
Pesquisadora do CNPq Nilce Léa Lobato, que já realizou com o Samir
Raoni cinco projetos, entre eles o Portal de Educação Compartilhada e
Memória – CENTRO DE MEMÓRIA, espaço que Raoni e Nilce, idealizadores
dos projetos que tem conseguido resultados inspiradores. O Portal
Centro de Memória esta se tornando um espaço de troca de experiências
entre educadores e alunos principalmente de Artes e Pedagogia que tem o
apoio da Prof°. Dr. Rosema Santiago, parceira integral das iniciativas
deis de sempre.

Hoje 14 de abril, o Encontro de Arte-Educadores “O Papel do Portal
Colaborativo na Produção da Memória Local iniciou com a fala do
Pro-Reitor Dr. Renato Padovese sobre o Programa de Extensão da
Universidade que agrega vários projetos, e tem o interesse de estimular
os alunos a iniciação cientifica, após sua fala Rosemery falou do Pólo
Arte na Escola que tem como missão incentivar o ensino da Arte por meio
de formação contínua do professor do ensino básico, investigando e
qualificando processos de aprendizagem. Após sua fala o palestrante
convidado pelo Pólo Arte na Escola, Samir Raoni falou dos Argonautas
Ambientalistas da Amazônia gestora do Pólo Pará do BMR que tem como
objetivo fomentar o diálogo entre produtores, articuladores e usuários
de conteúdos de memória para democratizar o uso e a prática da memória
histórica do Pará. Raoni pontuou a importância das Universidades
estarem fazendo parcerias com projetos sociais. Contou os resultados
que essas parcerias tem emergido, no Pará a ONG é parceira da
Universidade Federal do Pará, Universidade da Amazônia – UNAMA e
Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA, parcerias que tem
permitido um trabalho de campo bem interessante entre as comunidades
tradicionais: ribeirinhos, quilombolas e indígenas. É uma soma perfeita
entre alunos/universidade e movimento social/comunidade fazendo uma
troca que permite a vivência, o debate e a pesquisa, função social dos
projetos e responsabilidade social das instituições. Exemplificou como
essa experiência de Memória Social pode contribuir para o
Desenvolvimento Local tendo as tecnologias de informação e comunicação,
regada com o respeito bio-regional, pode trazer para a superfície novos
olhares de fora para dentro e de dentro para fora, proporcionando um
sentimento de pertencimento, resgate e transformação.

Após citar o projeto, falar da transversalidade com os Programas de
Extensão que foi exemplificado com vídeo-doc “Agentes de Memória em
Rede” um dos resultados do Pólo Pará, Nilce Léa contextualizou como foi
feito os cinco projetos, trazendo para o dialogo sua experiência
enquanto aluna da universidade e pesquisadora do CNPq, que esta
relacionado ao programa de extensão da Universidade Cruzeiro do Sul
apoiador e incentivador destas ações realizadas colaborativamente por
Nilce em São Paulo e Samir no Pará, provando a função pratica do Portal
Centro de Memória. Nilce contou que ela e Samir se encontraram em
Dezembro para escreverem um projeto para o Museu da Pessoa, hoje
intitulado Memória Social em Rede – A Memória no Norte e Sul do País,
um estudo comparativo que tem como foco de pesquisa jovens e adultos
não alfabetizados e como plano de ação o meio Rural e Urbano de São
Paulo e Cananéia (SP) e Ananindeua e Belém. Nilce conclui sua
apresentação com fotos que narram a sua trajetória como pesquisadora em
parceria com o programa de extensão.

O programa de extensão com o apoio da coordenação do Proeja tem
fortalecido bastante a parceria entre essas duas regiões tão distinta
socioculturalmente, e que tem tantos pontos em comum para compartilhar
contribuindo para o desenvolvimento local, humano.

Foto 2: Samir Raoni, Argonautas / Pólo Pará BMR Entregando os livros João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária e a metodologia utilizada pela ong para gerir os projetos Desenvolvimento Local Amazônico – DELA, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Dr Renato, Pro-Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul.

Nilce Léa, PROEJA/CNPq falando dos cinco projetos realizados em parceria PROEJA/Universidade Cruzeiro do Sul e ARGONAUTAS/Pólo Pará BMR

Pro-Reitor Dr. Renato falando do Programa de Extensão da Universidade Cruzeiro do Sul, parabenizando os projetos desenvolvidos em parceria e convidando os alunos para se informarem mais desse programa que tem iniciado cientificamente os alunos.

Apresentação da História de Vida de Samir Raoni, apresentado por Nilce Léa, PROEJA/CNPq

Participantes do Encontro de Arte-Educadores “ A Importância do Portal Colaborativo para a Produção de Memória Local

Samir Raoni entregando o livro João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária, e a metodologia utilizada pela ong para gerir seus projetos, “Desenvolvimento Local Amazônico – DELA”, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Prof° Dra Rosemery Santiago, Universidade Cruzeiro do Sul.

O Arte-Educamor Samir Raoni fazendo dinimica “Fortalecendo-se em Rede” com os educadores da Universidade Cruzeiro do Sul.

Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades

II Encontro de Conhecimentos Livres / Fórum Amazônico de Cultura Digital

Nos dias 07 a 09 de abril, eu estarei participando em Santarém da primeira Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades Amazônicas representando o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, que desenvolve ações de cultura digital em seus projetos e tem boas experiências para compartilhar nesse importante momento de construção, essa feira é uma iniciativa do Pontão de Cultural do Tapajós, fruto da parceria entre Projeto Puraqué e Projeto Saúde e Alegria – PSA.

O evento integrará pela primeira vez uma diversidade grande de iniciativas de inclusão e cultura digital que vem sendo realizadas na região, dando-lhes visibilidade e possibilidades de maior apropriação pela população dos conceitos e usos práticos proporcionados pela cultura digital na vida dos cidadãos.

A feira vai mobilizar cerca de 13 comunidades da chamada Grande Área do Santarenzinho e Maracanã, além de participantes de 10 infocentros do Navegapará, 07 Pontos de Cultura Estaduais, Laboratórios de Informática Educativa da SEMED, 11 telecentros ribeirinhos da Rede Mocoronga do PSA e diversos pontos de cultura de outros estados da Amazônia.

Assim, a proposta da feira reúne uma gama de atividades que visam divulgar essas experiências para que a população possa interagir com elas, ampliando seu alcance não somente para quem já tem domínio do assunto, mas para a população em geral.

Um espaço no Centro de Formação da Paróquia Nossa Senhora do Rosário (antiga ASAT) está sendo preparado para receber o evento, que vai contar com laboratórios multimídia com acesso gratuito à internet sem fio, oficinas de áudio, blog, vídeo, edição gráfica e metareciclagem, cineclubismo, festival de cultura regional, rádio comunitária, debates e rodas de conversa, a feira de economia solidária, jogos e brincadeiras, lançamento da moeda social muiraquitã, encontro sobre relações de gênero e tecnologia e o II encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital, reunindo representantes de diversos estados da Amazônia.

A variedade de atividades tem o propósito de mostrar como as tecnologias digitais podem ser úteis em diversos aspectos da vida do cidadão, favorecendo o aprendizado e o compartilhamento de conhecimentos, buscando desmistificar o uso da tecnologia, que deve passar a ser entendida como ferramenta para promover mudanças sociais.

A Cultura Digital baseia-se em processos educativos em rede, valorizando as realidades locais, e os conhecimentos tradicionais associados a processos e conhecimentos globais e contemporâneos, utilizando principalmente as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs. Busca fomentar redes sociais e culturais que visem a transformação social e política, a autonomia nas comunidades, a geração e partilha de recursos através da economia solidária. A Feira será um grande laboratório dessa visão e das experiências que já vem acontecendo em nossa região.

Da periferia ao centro através da inclusão digital

A grande região do Santarenzinho e Maracanã, criados principalmente a partir de ocupações desordenadas, concentram hoje cerca de 60 mil habitantes. A região é considerada periferia da cidade de Santarém, com um baixo IDH, e tem em comum, problemas como altos índices de violência, saneamento precário e falta de acesso à vários serviços sociais básicos. Mas esta região vem buscando mudar essa imagem, com a presença de diversos movimentos sociais, grupos culturais e esportivos, políticas públicas de inclusão digital e associações comunitárias.

Desde o início de 2009, com a instalação de um núcleo do Projeto Puraqué e a revitalização da Casa Brasil, a região também passou a protagonizar experiências bastante positivas de inclusão digital, trazendo melhores oportunidades de desenvolvimento saudável, especialmente aos adolescentes e jovens.

Boa parte dos moradores dessas regiões, também são oriundos de comunidades ribeirinhas, pessoas que migraram para a cidade em busca de dias melhores. O evento vai proporcionar também o intercâmbio com as comunidades ribeirinhas onde a inclusão digital já chegou com o apoio do Projeto Saúde e Alegria. Na bagagem eles vão trazer, além de experiência, vídeos produzidos nos seus telecentros mostrando a realidade ribeirinha. Essa integração será útil para pensar a realidade de uma forma crítica e consciente, buscando sempre a qualidade de vida.

II Encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital

Presentes na Feira estarão ativistas de cultura digital vindos de diversos pontos de cultura de pelo menos 04 estados da amazônia. O objetivo é continuar o processo de articulação permanente com o uso das ferramentas da internet para discussões sobre políticas públicas, projetos, desafios e trocas de experiências, criando um espaço aberto de discussão que dê visibilidade às questões peculiares sobre como fazer cultura digital na Amazônia.

Saiba mais sobre as atividades da Feira:

  • CyberChibé: montagem de um laboratório multimídia metareciclado aberto à comunidade, com acesso gratuito à internet e orientação para experimentação (criação de email, pesquisas, bate-papo). Através de um Ponto de acesso do Navegapará, será disponibilizado conexão wi-fi livre onde pessoas com celulares e computadores poderão conectar gratuitamente;
  • Montagem de produtora multimídia de cultura popular, onde serão experimentadas a produção de áudio, vídeo e editoração gráfica para valorizar os talentos culturais da região;
  • Festival de Cultura Popular, contando com um palco com estrutura de som e luz onde serão apresentadas manifestações artísticas com cantores, poetas, grupos de teatro, bandas alternativas e grupos folclóricos;
  • Rádio Comunitária, com a elaboração de programação informativa durante a feira, difundida no local e via web-rádio;
  • Rodas de Conversa, espaço aberto para debates e palestras sobre Cultura Digital, Encomia Solidária, Fórum Social Panamazônico, Relações de Gênero e tecnologia;
  • Feira da Economia Solidária onde serão realizadas trocas e vendas de produtos, desde objetos eletrônicos usados, até artesanato, quitutes, vestuário, remédios caseiros, etc;
  • Jogos e brincadeiras, uma mistura entre jogos digitais e brincadeiras analógicas, um espaço para jogos em rede e uma brinquedoteca para que as crianças menores possam se divertir também sem computador, como brincadeiras de roda, macaca, pular corda, pebolim, tênis de mesa, etc;
  • Lançamento da Moeda Social Muiraquitã. todos os dias haverão sorteios de pendrives através de canhotos que poderão ser adquiridos com o Crédito Social Muiraquitã, que pode ser obtido trocando por garrafas pet, como uma forma de estimular as pessoas a praticarem uma nova lógica econômica solidária, baseada na preservação do meio ambiente, e no último dia será sorteado um computador;
  • II Encontro de Conhecimentos Livres, onde estarão presentes representantes de Pontos de Cultura vindos de diversos estados da Amazônia, para fortalecer o Fórum Amazônico de Cultura Digital;

SERVIÇO:

Local: Centro de Formação da Paróquia N. Sra. Do Rosário (Antiga ASAT), na avenida Olavo Bilac, esquina com a Tomé de Souza, Bairro Santarenzinho.

www.redemocoronga.org.br

www.puraque.org

www.casabrasilstm.wordpress.com

 

 A Organização Não-Governamental sem-fins-lucrativos Argonautas Ambientalistas da Amazônia, fundada em 14 de agosto de 1992, no campus da Universidade Federal do Pará, em decorrência da mobilização para a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, também conhecida como ECO-92. Com a finalidade de defender o meio ambiente e promover o desenvolvimento local sustentável, a cidadania e a democratização das relações sociais, humanas, econômicas, políticas e culturais da Amazônia, que ao longo de seus 17 anos, contribuíram para o meio ambiente e a qualidade de vida no Pará, estão com participação confirmada na Teia Brasil – Tambores Digitais, evento que vai reunir em Fortaleza (CE), entre 26 a 31 de março, 2.500 representantes de Pontos de Cultura participantes do Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania – Cultura Viva.

 

Os Argonautas estarão com seus tripulantes (representante) participando de diversos momentos da Teia Brasil. Na Teia das Ações que acontecerá entre os dias 26 e 28, será uma excelente oportunidade para Pontos de Cultura e redes dos programas Cultura Viva e Mais Cultura compartilharem práticas e experiências vivenciadas; no Fórum Nacional de Pontos de Cultura, que acontece nos dias 29 e 31 de março, oportunidade para aprofundar o debate sobre políticas públicas voltadas à Cultura no país, com ênfase nos Pontos de Cultura, Programa Cultura Viva e Sistema Nacional de Cultura.  

 

Os Argonautas estão participando da Teia Brasil – Tambores Digitais com cinco representantes, colaborando nas mais diversas áreas.  

Samir Raoni, estará representando o Pontão de Cultura Rede Juvenil e Comissão Paraense de Pontos de Cultura, na Teia das Ações, Eixo-temático Cultura Digital, onde pretende contribuir com as discussões junto com com os Pontos e Pontões de Cultura da Amazônia que fazem parte do Fórum Amazônico de Cultura Digital. O Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizou oficinas de Comunicação Comunitária: criação de Website Colaborativo, Web Rádio, WebTV, Edição de Jornais Comunitários em parcerias com Pontos de Cultura da RMB de Belém, de Marabá, Santarém e Marajó, e tem boas experiências para compartilhar com os Pontos de Cultura do Brasil. Essas ações são de fundamental importância para a inclusão digital e pedagógica dos povos amazônidas, além de ser estratégicos para os pontos de cultura que tem como filosofia o compartilhamento de conhecimentos relacionados ao uso do software livre e ferramentas de produção e comunicação digital, diz Samir Raoni. Após a Coordenação do Coletivo de Comunicação Compartilhada da Teia da Cultura Amazônica, que contou com a colaboração de inúmeros pontos de cultura e projetos socioculturais, Samir foi convidado a integrar a Equipe de Comunicação Compartilhada Teia Brasil – Tambores Digitais. Foram recebidas 175 inscrições de comunicadores de todo o país – ligados ou não a Pontos de Cultura. A comissão de seleção levou em conta critérios como distribuição regional, experiência em outras coberturas colaborativas, disponibilidade de tempo e de equipamento por parte dos inscritos.  Nilton Silva, irá pela Comissão Nacional de Pontos de Cultura – CNPdC, participar da terceira edição do Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, que acontece de 29 e 31 de março, parte da programação da Teia 2010 – Tambores Digitais, espaço para que os Pontos possam se conhecer melhor e, ainda, para aprofundar o debate sobre políticas públicas voltadas à Cultura no país, com ênfase nos Pontos de Cultura, Programa Cultura Viva e Sistema Nacional de Cultura. Expressão legítima e organizada deste movimento da cultura brasileira, que apresenta para o conjunto da sociedade sua produção artística, pautas políticas, práticas pedagógicas, manifestações e expressões culturais. Participação decisiva para garantirmos que este processo seja reconhecido como Política de Estado, incorporado ao Sistema Nacional de Cultura e amparado em dispositivos legais que qualifiquem a gestão compartilhada de Políticas Públicas, como a proposta de construção da Lei Cultura Viva. José Maria, ira participar representando o GT Pontões e Redes da Comissão Nacional de Pontos de Cultura, que tem como objetivo a articulação e fortalecimento dos fóruns e redes estaduais de Pontos de Cultura e Fortalecimento de ações transversais em rede entre Pontos de Cultura de todo o país e principalmente o Diálogo sobre os desafios institucionais da gestão compartilhada das Políticas Públicas de Cultura entre o Estado e a sociedade civil. 

Luã Gabriel, estará como delegado representando o Pontão de Cultura Rede Juvenil e coordenador do Projeto, levando para a Teia – Tambores Digitais a metodologia de Desenvolvimento Local Amazônico que os Argonautas à mais de uma década aplica na Amazônia e o debate a cerca da execução de projetos na Amazônia, pontuando o Custo que tem realizar tais projetos.  Carlos Siqueira, estará como delegado representando o Ponto de Cultura Ananin, e coordenador do Projeto, onde irá participar dos Fóruns de discussões na Teia das Ações – Eixo Memória, onde pontos de memória de todo o país vão se reunir, de 26 a 28 de março, para o debaterem sobre o tema memória social, afim de apresentar e definir estratégias de ação, trocar idéias e experiências culturais. Na programação estão prevista mesa-redonda com o tema “O poder transformador da memória”, uma “Roda da Memória” – atividade com metodologia aplicada pelo Museu da  

Pessoa; e um momento em que será discutido o inventário participativo a ser desenvolvido pelos Pontos de Memória. 

A Teia das Ações pode ser considerada como uma zona de intersecção entre os pontos, facilitando e organizando as trocas e o aprendizado coletivos que o evento promete proporcionar, disparando reflexões e inspirando futuras ações estratégicas de continuidade.
Além da divulgação e circulação ampla das propostas, um documento-síntese será encaminhado ao ministro da Cultura Juca Ferreira, a fim de enriquecer as articulações em torno das políticas públicas de cultura do Brasil.Teia das Ações acontece na manhã do dia 26 (sexta-feira) e reunirá os cerca de 600 participantes inscritos nos 15 eixos-temáticos propostos.  No período da tarde, as redes iniciam seus encontros, afim de consolidarem relatórios a serem apresentados na manhã do dia 28 (domingo) e encaminhados ao Ministério da Cultura.
Espera-se também que deste diálogo surjam propostas que reforcem a necessária institucionalização dos Programa Cultura Viva e Mais Cultura como políticas de Estado no Brasil.
A abertura da
Eixos-temáticos
O Programa Cultura Viva fomenta diferentes ações e iniciativas, cujo objetivo maior é a formação contínua de redes para estabelecimento de novas relações sociais, não hierárquicas, e o fortalecimento, protagonismo e autonomia das organizações e agentes culturais.
Dentre elas, podemos citar o resgate da tradição oral (Ação Griô); a inclusão digital, fomento à pesquisa e formação de redes digitais (Cultura Digital); a produção e circulação de conteúdos livres (Mídias Livres); a valorização da cultura indígena a partir das suas próprias criações e produções (Redes Indígenas); o incentivo à sustentabilidade da cultura (Economia Viva); o aprofundamento da relação entre cultura e educação (Escola Viva) e cultura e saúde (Cultura e Saúde); o incentivo ao engajamento de jovens por meio de bolsas (Agente Cultura Viva) e a ampliação das possibilidades de intercâmbio artístico tem incrementado a divulgação das obras produzidas (Interações Estéticas).


Olá Sra Thalita,


Como vai?

Fico muito grato por ter entrado em contato para definirmos as datas que a Comissão Paraense de Pontos de Cultura – CPPC / Gt Audiovisual e Cineclube Rede Norte – CRN eixo Pará, junto ao Movimento Cineclubista da Região Metropolitana de Belém irão se reunir na Casa da Juventude – Centro de Articulação Social e Apoio da Juventude. Diálogo que tem o Apoio do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil e Pontos de Cultura do Pará, que tem feito parcerias com as instituições/atuações governamentais, ampliando a atuação e articulação da sociedade civil organizada ou como diz alguns amigos do movimento: se organizando.

A Casa da Juventude(CAJU), nos interessa porque a Casa é mais que um símbolo. É a síntese do trabalho do Governo do Estado para apoiar, capacitar e gerar oportunidades aos jovens do Pará, e essa missão se dá em parceria com os movimentos de base, com os projetos que acontecem no interior destas comunidades, envolvendo unidades de ensino e compartilhamento do saber, em Infocentros, Centros Comunitário, Bibliotecas Comunitárias, Associação de Bairro, Sindicatos…

Nesse sentido estamos sempre dialogando com Gestores Públicos e Comunidades Locais, acreditando que essa parceria é capaz de gerar posi tivas transformarções!


Nesse sentido, as Comissões Estaduais, instâncias de representação dos Pontos e Pontões de Cultura e são formadas autonomamente por cada fórum estadual. A Comissão Paraense de Pontos de Cultura – CPPC, foi definido pelo Fórum Paraense de Pontos de Cultura – FPPC a composição da Comissão Paraense de Pontos de Cultura (CPPC) mediante critérios de indicação por GTs permanentes (criados pela plenária do Fórum) e indicação por representação das 12 regiões de integração do Pará aprovadas na Plenária).

CPPC – Comissão Paraense de Pontos de Cultura


O Cineclube Rede Norte – CRN é um facilitador desse debate que vem sendo fomentado por vários projetos/coletivos/ongs e organizações atuantes nas causas sociais-culturais-ambientais do Pará.


Estamos convidando a todos, pesquisadores, educadores, cineclubistas, roteiristas, atores e atrizes que integrem a Comissão Organizadora da Jornada Paraense de Cineclubes – JOPACINE e Fórum Audiovisual Amazônia Legal – FAAL, (eventos de fundamental importância para o fortalecimento da identidade da população Amazônida) que participem das Rodas de Encaminhamento da JOPACINE E FAAL que acontecem nas segundas-feiras de cada semana (segue calendário abaixo), na Sala de Reuniões da CAJU.


Junte-se a esse novo ciclo que inicia em nosso movimento!

Calendário com Datas e Horários das Rodas de Encaminhamentos do Movimento Cineclubista do Pará, tabela do Movimento da Região Metropolitana de Belém.

Local: CAJU

End: Gentil, ao lado do Centur

Contatos: (91) 8181-4994 / redecinenorte@yahoo.com.br

Rede Social: www.redecinenorte.ning.com


..: EM ANEXO TABELA DE DATAS E HORÁRIO DAS RODAS DE ENCAMINHAMENTOS DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ.

Mês Dia Horário Observação
Abril 6 16 horas ás 19 horas
Abril 13 16 horas ás 19 horas
Abril 20 16 horas ás 19 horas
Abril 27 16 horas ás 19 horas
Maio 4 16 horas ás 19 horas
Maio 11 16 horas ás 19 horas
Maio 18 16 horas ás 19 horas
Maio 25 16 horas ás 19 horas
Junho 1 16 horas ás 19 horas
Junho 8 16 horas ás 19 horas
Junho 15 16 horas ás 19 horas
Junho 22 16 horas ás 19 horas
Junho 29 16 horas ás 19 horas
Julho 6 16 horas ás 19 horas
Julho 13 16 horas ás 19 horas
Julho 20 16 horas ás 19 horas
Julho 27 16 horas ás 19 horas

—-

Aproveito a oportunidade e venho em nome do Movimento Cineclubista do Pará enviar a Carta Aberta do Movimento Cineclubista do Pará, ao Governo do Estado, ao Conselho Nacional de Cineclubes, a Secretária de Audiovisual e a Todos do Movimento do Audiovisual/Cineclubismo.

ao mesmo tempo em que lançamos essa carta aberta com intuito de somar,
de compartilhar e sugerirmos idéias que visam o fortalecimento
do audiovisual em nosso Estado.

Fazemos parte de um grupo denominado “CRN – Cineclube Rede Norte/Pará” que reúne 9 cineclubes com forte atuação na
capital e no Estado. Estamos nos organizando em rede exatamente por
entender que somente com a cultura colaborativista, poderemos tratar
da questão do audiovisual como uma teia. E sabemos que o papel

dos exibidores ainda precisa ser melhor entendido e respeitado como
sendo de fundamental importância na cadeia produtiva dessa
linguagem.

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas – Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde são
desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua-Pará (onde foi escrita a CARTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELEM) e a Teia da Cultura Amazônica – fortalecendo as identidades e a diversidade regional nas comunidades, realizada de 4 a 7 de março de 2010 (onde a CARTA foi reaberta para novas adesões de movimentos de cidades do Pará, virando a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ), trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária.

Nesse sentido, nós, abaixo-assinados, realizadores, produtores e técnicos, atores e atrizes, cineclubistas, críticos e pesquisadores, exibidores e amantes do cinema, representantes de projetos e organizações com forte atuação em Belém, Ananindeua, Santa Barbara, Mosqueiro, Soure, Cachoeira do Arari, ,Parauapebas, Eldorado dos Carajás, Marabá, Rondon do Pará, Xinguara, Conceição do Araguaia, Santarém e Altamira, tornam pública a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ, com o objetivo de refletir, compartilhar e sugerir idéias e propostas para fortalecer o cinema, o audiovisual e o cineclubismo no Estado do Pará.


Conheça a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ, Link: http://redecinenorte.ning.com/forum/attachment/download?id=3785400%3AUploadedFile%3A8232


Assine a CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CINECLUBISTA DO PARÁ, Link:

http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dHFoT0MwWW1qZTNTVnYyRWlaSnAxNlE6MA

Fraternalmente,

Força e Honra!

– – – – –

Samir Raoni ۞

Comissão Paraense de Pontos de Cultura / Gt Audiovisual

Pontão de Cultura Rede Amazônia Juvenil

Gestor CRN – Cineclube Rede Norte

Pólo Pará Brasil Memória em Rede

Argonautas Ambientalistas da Amazônia

Website: www.samiraoni.wordpress.com

(91) 8181-4994

Teia das Relações

Twitter: www.twitter.com/samiraoni

Msn: samiraoni@hotmail.com

Flickr: www.flickr.com/photos/samiraoni

Orkut: Samir Raoni

Constelação
www.redeamazoniajuvenil.ning.com

www.redecinenorte.ning.com

www.bmr.org.br

O Cineclube Argonautas fez a curadoria da Mostra Audiovisual da Teia da Cultura Amazônica em parceria com o Inovacine/Fapespa, projetos que tem como característica a formação cineclubista, a exibição cinematográfica principalmente brasileira e regional, formação de publico e o fomento das artes audiovisuais.

O Cineclube Argonautas – Cineclubismo Itinerante na Amazônia tem por objetivo realizar atividades de exibição, assim como, oficinas e cursos de capacitação para as comunidades da região metropolitana de Belém, e a partir do apoio do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, dos Pontos de Cultura, e de parceiros locais, pretendemos chegar a outras localidades do Estado do Pará.

A Mostra Audiovisual foi selecionada em parceria com o projeto de formação cineclubista Inovacine/Fapespa, que é uma parceria da Fundação de Amparo á Pesquisa do Estado do Pará – Fapespa, com a Associação Paraense dos Jovens Críticos de cinema – APJCC. O projeto Realiza sessões e oficinas de formação cineclubista nos pontos de cultura e nos infocentros do programa NAVEGAPARÁ.

Francisco Weyl, Inovacine e Samir Raoni, Cine Argonautas, exibiram filmes produzidos no Pará, entre os vídeos-documentários estava o Memória em Rede, resultado das oficinas do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, coordenado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia. A mostra apresentou também o vídeo-doc produzido pela TV Cultura sobre o Instituto Refazenda, I Unidade Demonstrativa de Permacultura do Pará, os vídeos eram exibidos e os exibidores faziam uma breve fala sobre a produção e seus projetos. Tivemos exibição do projeto realizado através de edital da Funart, Resistência Marajoara realizado em residência artística com o Ponto de Cultura Reconquistando Arte, Cultura e Cidadania em Soure, Marajó. Outro produção feita em Soure, Marajó nas comunidades do Pesqueiro, Céu e Caju-una foi o vídeo-doc parte do projeto Arte Educação Ambiental: Unindo Saberes Compartilhando Cidadania realizada pelo Coletivo Samaúma em parceria com o Pontão de Cultura Rede Juvenil. Tivemos também em nossa lista de exibidores o Galpão de Artes de Marabá – GAM, com as produções ‘Digitais de Família’ e ‘Memória de Tereza’ Bandeira. Finalizamos nossa mostra com o curta paraense ‘O Grande Balé de Damiana’, Santarém-Pará, que integra o projeto Revelando os Brasis apoiado pelo Minc, Secretaria do Audiovisual e Petrobras, o curta finalizou a Mostra Audiovisual realizada pelos cineclubistas na Teia da Cultura Amazônica.

Se você quiser conhecer ou se integrar a praticas cineclubistas do Norte entre em www.redecinenorte.ning.com

Será uma mostra da diversidade e da pluralidade da cultura regional

Está tudo pronto para a Teia da Cultura Amazônica, o primeiro grande encontro regional de pontos de cultura da Amazônia. O evento tem 140 participantes inscritos: 79 do Pará; 24 de Rondõnia, 21 de Roraima, 7 do Acre, 6 do Amazonas e 3 do Amapá. A Mostra Artística contempla  a pluralidade e a diversidade da cultura regional e vai envolver mais de 300 participantes em cena.

Vários pontos de cultura que vão participar da Teia foram selecionados em editais estaduais nos últimos dois anos. No Pará foram selecionados mais sessenta pontos que passam a integrar a rede de pontos e pontões de cultura, agora formada por 79 integrantes.  Durante os quatro dias serão realizadas rodas de diálogos, oficinas e painéis temáticos pautadas na organização e na agenda sociopolítica do movimento de prontos de cultura, como a Lei Cultura Viva, a mobilização pela aprovação da PEC 150 (Projeto de Emenda Constituição que destina mais recursos para a Cultura) e sobre o “custo amazônico” proposta que busca estabelecer um diferencial positivo para o financiamneto das políticas públicas realizadas na região. No Fórum Amazônico de Pontos de Cultura serão debatidas propostas para a Teia Brasil 2010, que acontecerá em Fortaleza-CE no periodo de 25 a 31 de março. Nos fóruns estaduais de pontos de cultura será discutida a organização interno do movimento em cada estado e eleitos os representantes estaduais para a CNPdC – Comissão Nacional de Pontos de Cultura. No encerramento estão previstas oficinas e rodas de diálogos focadas no fortalecimento da açõe em rede do movimento.

As programações completas da Teia da Cultura Amazônica (Fórum e a Mostra Artística), podem ser acessadas no site http://teiamazônica.wordpress.com, criado para acolher as publicações colaborativas dos participantes da Teia e do movimento de pontos de cultura da Amazônia.

SERVIÇO:

Durante os quatro dias de realização da Teia serão realizadas mostras artísticas abertas ao público (ver programação em http://teiamazônica.wordpress.com). Nos dias 4 e 6 os interessados em acompanhar a mostra devem retirar convite na SECULT (Avenida Magalhães Barata, 830- São Brás) ou diretamente no Parque dos Igarapés (Conjunto Satélite WE 12 Nº 1000, Administração sala B, bairro do Coqueiro).

No dia 5 a programação será realizada na Praça da Bíblia, em Ananindeua (Cidade Nova 2).  No dia 7 a programação de encerramento será na Roda de Carimbó do Ponto de Cultura Iaçá (Trav. Lomas Valentinas, 1080 (enntre Marquês de Herval e Visconde de Inhaúma) Bairro da Pedreira, a partir das 16h, com ingresso a R$ 3,00.

Fonte: Teia dta Cultura Amazônica

NavegaPará transmite pela web debate do projeto Inovacine-Fapespa

É o barravento* que se inicia, com a apresentação do filme homônimo de Glauber Rocha. A pretensão é dinamizar uma oficina de formação cineclubista – visando teoria cinematográfica, história do cinema e prática cineclubista – e a agilização de uma cena forte de sessões durante pouco mais de uma semana, exibindo e discutindo um filme por dia, em diversos pontos de cultura da grande Santarém. A intenção maior é fortalecer a cultura fraterna e crítica, de formação cultural e existencial, que envolve a área dos amantes de cinema. Uma comunidade que discuta, de forma democrática e enriquecedora, arte e sociedade, regularmente, é o princípio da base cineclubista.

A oficina ocorrerá entre os dias 18 e 20 de fevereiro de 2010, de manhã e à tarde. No dia 18, à noite, acontecerá a inauguração oficial do projeto itinerante, que depois de Santarém, ainda pretende aportar, pela ordem, em Ananindeua e Bragança (março), Altamira (abril) e Marabá (maio). Como a inauguração trata de todas essas cidades, todas elas estarão participando, através do programa NavegaPará – assistindo; e, através do chat online – discutindo. E não apenas eles, mas o mundo todo poderá participar, entrando no site www.webtv.pa.gov.br, a partir das 20 horas do dia 18 de fevereiro.

Entre os responsáveis pela iniciativa estão o governo do Estado do Pará, as secretarias de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect), Cultura (Secult) e Educação (Seduc), a Empresa de Processamento de Dados do Pará (Prodepa), e as ONGs Argonautas Ambientalistas da Amazônia, Poraquê e Saúde e Alegria – de Santarém, além da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema, APJCC.

A democratização e discussão da cultura audiovisual será massiva, com uma programação que tenta dar a volta ao mundo em 8 dias.

*barravento: momento de violência, quando as coisas da terra e mar se transformam, quando no amor, na vida e no meio social ocorrem súbitas mudanças.

Mateus Moura, Miguel Haoni e Francisco Weyl (Inovacine-Fapespa)

PROGRAMAÇÃO:

Dia 18 de fevereiro, 20 horas

– AULA INAUGURAL com transmissão web (www.webtv.pa.gov.br)

“Barravento” (Glauber Rocha)

Instituto Saude e Alegria/Pontão de Cultura – Rua Barjona de Miranda com Sebastião. Bairro Aldeia (Contato: Paulo Lima 93 – 91410052)

Dia 20 de fevereiro, 20 horas

“Sede de sangue (Park Chan-Wook)
Instituto Saude e Alegria/Pontão de Cultura – Rua Barjona de Miranda com Sebastião. Bairro Aldeia (Contato: Paulo Lima 93 – 91410052)

Dia 22 de fevereiro, 20 horas

“Malditos mendigos” (Vicente Franz Cecim) & “Brega S/A “(Wladimir Cunha e Gustavo Godinho)
Associação dos moradores do bairro do Maracanã – Rua Lorena, 191, Bairro Maracanã (Contato: Carol 93 – 9143-0682 / Donaldo Godinho 93 – 3523-8855)

Dia 23 de fevereiro, 20 horas

“A grande ilusão” (Jean Renoir)
FAMCOS – Av. Curuá-Una, Canto com a Av. São Nicolau, n 20, Bairro Diamantino

(Contato: Patrícia/Jorge. Fone: 93 – 35245110 9124-9710)

Dia 24 de fevereiro, 20 hs

“Aurora” (F. W. Murnau)

Associação dos moradores do  bairro Conquista – Rua Valni Sarmento, S/N – Conquista

(Contato – Antonio Duarte 93 – 35239823 / 91412626)

Dia 25 de fevereiro, 20 hs

“Pierrot Le fou” (J. L. Godard)
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém – Rodovia Santarém-Cuiabá, km 3 (Contato Raimundo de Lima Mesquita – 93 – 35241845)

Dia 26 de fevereiro, 20 hs

“A moça com a valise” (Valerio Zurllini)
Fundo de Desenvolvimento e Ação Comunitária – FUNDAC – Rua Frei Rogério, nº 107. Bairro: Esperança (Contato Socorro Peloso – 93 – 35243509/35243009)

Dia 27 de fevereiro, 20 horas

“Santa Marta” (Eduardo Coutinho)
Associação dos moradores bairro Aeroporto Velho – Trav. Tupaiulandia, 545 – Aeroporto-Velho (Contato Lauro Corrêa -93 – 91331858)

Dia  28 de fevereiro, 20 horas

“Bastardos inglórios” (Quentin Tarantino)

Colônia dos Pescadores de Santarém Z-20 – Av. Mendonça Furtado, nº161 – Px. Peixaria Piracatu (Contato Amarildo – 93 – 35221764 / João Nilson – 93 -9122-3963 / 9132-8367)


Fonte: Ascom / Fapespa

Roda com artistas e colaboradores do GAM 

  O Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá, em parceria com o Instituto Transformance, Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil e Movimentos Culturais, realizaram de 22 a 26 de Setembro nos Municípios de Parauapebas, Eldorado dos Carajás e Marabá, o I Fórum Rios de Encontro da Cultura Solidária da Região Carajás, que transformou a região durante 05 dias na capital cultura do Estado, reunindo inúmeras entidades que desenvolveram na região atividades artísticas democratizando a cultura em nosso Estado.Durante os 05 dias de atividades que se iniciaram no Município de Parauapebas com abertura, a Caravana da Cultura Solidária realizou inúmeros cursos e oficinas na cidade, durante os dias 22 e 23, reunindo centenas de participantes em inúmeras ações como oficinas de teatro, dança, artes visuais, dentre outras, levando assim a arte e a cultura para toda comunidade.

No dia 24 a Caravana da Cultura solidária aportou no município de Eldorado dos Carajás, realizando ações artísticas, culturais e tecnológicas, o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil ministrou oficinas de audiovisual, construção de Blogs, Radio Web e fez documentário do Fórum.

Oficina de Web 2.0 - A Internet Colaborativa

Oficina de Web 2.0 - A Internet Colaborativa, Infocentro Bairro Independência, Marabá

A oficina Web 2.0 Blog – A Internet Colaborativa, ministrada por Samir Raoni foi realizada em Eldorados do Carajás no Infocentro do Assentamento 17 de Abril, já a oficina de Web Rádio, ministrada por Nilton Silva aconteceu na Casa da Juventude Camponesa do Assentamento 17 de Abril. E nos dias 25 e 26, a Caravana do Fórum Rios de Encontro, chegou ao seu destino final, o município de Marabá, onde foram realizadas mais de 30 atividades artísticas e culturais, que aconteceram nos Bairros do Cabelo Seco, São Felix e Liberdade, cumprindo assim o seu papel de levar arte e cultura para os bairros mais afastados do centro da cidade.

O evento teve como objetivo abraçar reflexões, ações e intervenções para celebrar a cultura e as linguagens artísticas como caminhos essenciais de transformação social e pessoal, motivando assim a criação de políticas públicas para a cultura e educação, cultivando uma Rede de Cultura Solidária para fomentar o processo de desenvolvimento cultural da Região Carajás.

As atividades do fórum se encerraram na noite de sábado 26, com um grande encontro cultural na praça da Liberdade, onde inúmeros grupos culturais do bairro, organizados pela Biblioteca Ozana Lopes de Abreu, chamou atenção de centenas de pessoas que viram de perto as expressões artísticas do seu bairro, que foram aplaudidos e ovacionados pela comunidade presente no evento.

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A Proposta do Fórum é inspirada no Fórum da Cultura Solidária que acontece na Villa El Salvador, na periferia da cidade de Lima, Peru, mobilizado pelo centro cultural Vichama Teatro. Hoje em sua quinta edição, mobiliza em torno de 30.000 pessoas, entre artista, educadores, associações comunitárias, intelectuais, grupos e produtores culturais, estudantes, crianças e jovens, que durante uma semana realizam seminários, oficinas, apresentações artísticas, cortejo cultural e cursos de formação nas comunidades.

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O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.
Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.
O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.
A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.
Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.
Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.
Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.
O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael>>>>>>, colaborador do Sítio Refazenda.

HORTA

O sítio Refazenda, é um espaço de 3,6 hectares, onde são exercidos os  conceitos emergentes de sustentabilidade humana focada na Permacultura como: Casas bio-construídas e bio-climatizadas, telhados vivos, cozinha e galinheiro ecológicos, banheiro compostável, bioremediação de águas servidas, hortas-mandala, cultivo de plantas de uso alimentar, fitoterápico, aromático, paisagístico, fogão e forno de barro e viveiro de mudas; demonstrando na prática como é viver sustentavelmente. A proposta principal é formar um exemplo vivo onde as tecnologias interagem em harmonia com a natureza. Conta Rafael de Rivera – Coordenador Pedagógico do Coletivo Samaúma.

Após quase um ano de planejamento e construção, o Sítio Refazenda, convida os parceiros potenciais para um dia interativo, abrindo suas hortas, igarapés e trilhas para visitações, vivências e cursos.

magia de cada ser

O dia começou com a Roda dos Jardineiros (as), dinâmica realizada por Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Coletivo Samaúma – Arte Educação Ambiental, pertencente a organização não-governamental Argonautas Ambientalistas da Amazônia, que integra o conselho gestor do Sítio Refazenda.

A Roda dos Jardineiros começa com uma reflexão sobre a origem das rodas e sua importância para relações mais solidárias e humanas, “ a roda não tem tamanhos maiores nem menores. É proporcional em todas as suas dimensões. As rodas geram os ciclos dos anéis universais, dos sistemas solares às galáxias, as proporções moleculares e  tantos outros processos naturais. A roda é o elo de ligação, é a representação das redes, é o simbolo das mandalas que representam a perfeição das proporções em si” reporta Samir Raoni para o núcleo de comunicação do Samaúma.

Nando falando sobre os principios éticos da permacultura

Em seguida ouve um diálogo sobre os princípios éticos da permacultura ministrada pelo Fernando Paraense (Nando). Este falou da deturpação do termo ecologia, refletiu os três princípios da permacultura, da importância da economia solidária, das agroflorestas, energias limpas e explanou sobre sua experiência em ter construído um ambiente sistêmico. Foi um momento de interação, reflexão de uma nova postura para nossos atos de consumo e interação com o meio ambiente.

Após temos refletido sobre práticas ecológicas, todos foram convidados a um almoço com alimentos integrais e orgânicos.

Estando todos bem nutridos, o grupo foi adentrar a floresta conhecer as trilhas, o igarapé, relaxar ouvindo som de passarinhos, pés nas folhas e sentir a água gelada de igarapé no corpo.

O dia teve seu desfecho com uma peça de fantoche oferecida pelo Rafael Soares, colaborador do Sítio Refazenda.

É preciso reencantar o mundo

Veja mais fotos dessa ação no nosso Flickr, acesse: www.flickr.com/photos/samauma

Fonte: Portal de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Este Vídeo é um resumo das práticas de Memória que o Pólo Pará do projeto Brasil Memória em Rede, representado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia. Deis de 2007 compomos essa parceria com o Museu da Pessoa.O Brasil Memória em Rede é uma rede de instituições e pessoas que valorizam o uso da memória como ferramenta de desenvolvimento social e cultural do país. Seu objetivo é fomentar o diálogo entre produtores, articuladores e usuários de conteúdos de memória para democratizar o uso e a prática da memória histórica do país.

Por meio deste movimento nacional, buscamos também mobilizar e fortalecer as iniciativas de memória presentes em todo o país, por meio da realização de encontros para troca de experiências e fomento de ações coletivas entre os participantes. Recentemente, Eu, Samir Raoni, Facilitador do Pólo Pará participei do III Fórum Brasil Memória em Rede, que aconteceu em São Paulo, de 19 a 21 de Agosto de 2009 – Evento onde foi exibido esse vídeo sobre nossa prática de Memória junto as Redes que integram o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil e o Pólo Pará do Brasil Memória em Rede.

Faça parte dessa Rede, acesse: http://www.bmr.org.br / Pólo Pará Acesse: http://www.poloregionalbmr.wordpress.com ou envie um e-mail para samirflemer@argonautas.org.br

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Esse Vídeo-Arte-educacional é parte do projeto ARTE EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UNINDO SABERES COMPARTILHANDO CIDADANIA – Projeto realizado pelo Coletivo Samaúma com o apoio da organização não-governamental sem fins lucrativos Argonautas Ambientalistas da Amazônia.O vídeo apresenta a peça SERES ANIMADOS em três comunidades de Soure, Marajó.

A peça reflete a problemática ambiental através de uma linguagem lúdica, com arte de circo, teatro e educação ambiental. “O objetivo do projeto Arte Educação Ambiental: Unindo Saberes, Compartilhando Cidadania é aflorar o desenvolvimento artístico, cultural e ambiental das comunidades de Soure, Marajó, gerando o desenvolvimento local para uma cultura de paz que resgate e fortaleça a memória dos povos tradicionais, gerando renda através do ecoturismo e dos saberes populares, Explica Samir Raoni, cordenador de Cultura de Paz do Projeto, em entrevista para o Portal Rede Teatro da Floresta”

Um desdobramento dessa experiência é produção de um vídeo documentário Arte Educacional que tem por objetivos resgatar a memória tendo por base a metodologia consagrada no projeto “Brasil Memória em Rede”. Os resultados esperados são: a) Comunicar as realidades das três comunidades envolvidas; b) Demonstrar a Arte Educação Ambiental como alternativa de transformação social; c) Ajudar na divulgação para conseguir apoios para a continuidade desse trabalho, que em seu plano prevê oficinas de inclusão digital, fotografia, memória, teatro, artes circenses, confecção de brinquedos educativos, arte-reciclagem, artesanato e iniciação a Permacultura, conclui Rafael de Rivera, cordenador Pedagógico do Projeto em entravista para a Rede Teatro da Floresta.

MISSÃO

O Coletivo Samauma vem aprofundando suas raízes para três desafios; 1) despertar o valor da educação nas comunidades onde atua, usando a arte como instrumento; 2) contribuir para o desenvolvimento sócio-ambiental e cultural, valorizando a diversidade e a memória social; 3) Promover a Arte Educação Ambiental Transdiciplinar através da visão de Ecologia Sistêmica baseada na Permacultura. Mais informações sobre os samaumeiros acesse: http://www.samauma.wordpress.com

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Gestor do Cineclube Rede Norte entrega Carta dos Cineclubistas de Belém ao Presidente do Centro Cineclubista de São Paulo.

Reconhecendo a importância dos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS para o processo de fortalecimento, fomento e principalmente reconhecimento das demandas que refletem as realidades Paraenses e Amazonidas, no que se refere à audiovisual e movimento cineclubista, Samir Raoni, Gestor do Cineclube Rede Norte e Facilitador do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil pelos Argonautas, após ter participado do III Fórum do Brasil Memória em Rede, que aconteceu no SESC Vila Mariana no período de 19 a 21 de agosto, aproveitou a presença em São Paulo para cumprir uma agenda de entrega da CARTA DOS CINECLUBISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM e fazer uma troca de experiências com os movimentos de São Paulo, a fim de consolidar uma comunicação mais horizontal e por conseguinte mais direta com os movimentos Cineclubistas do País.

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas – Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde são desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua – Pará, trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária.

Nesse sentido, nós, realizadores, produtores e técnicos, atores e atrizes, cineclubistas, críticos e pesquisadores, exibidores e amantes do cinema, representantes de projetos e organizações com atuação em Belém e em Ananindeua, resolvemos tornar pública a CARTA DOS CINECLUBISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM, com o objetivo de refletir, compartilhar e sugerir idéias e propostas para fortalecer o cinema, o audiovisual e o cineclubismo no Estado do Pará e no Brasil.

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Facilitador do Pontão de Cultura Rede Juvenil entrega Carta dos Cineclubes da Região Metropolitana de Belém em entidades de SP e RJ.

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas – Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde são desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua, trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária.
Nesse sentido, nós, realizadores, produtores e técnicos, atores e atrizes, cineclubistas, críticos e pesquisadores, exibidores e amantes do cinema, representantes de projetos e organizações com forte atuação em Belém e em Ananindeua, resolvemos tornar pública a <a href=”http://redecinenorte.ning.com/forum/topics/carta-dos-cineclubistas-da-1” target=”_blank”>CARTA DOS CINECLUBISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM</a>, com o objetivo de refletir, compartilhar e sugerir idéias e propostas para fortalecer o cinema, o audiovisual e o cineclubismo no Estado do Pará.

Reconhecendo a importância dos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS para o processo de fortalecimento, fomento e principalmente reconhecimento das demandas que refletem as realidades Paraenses e Amazonidas, no que se refere à audiovisual e movimento cineclubista, eu, Samir Raoni, Facilitador do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, Após ter participado do III Fórum do Brasil Memória em Rede, que aconteceu no SESC Vila Mariana no período de 19 a 21 de agosto, aproveito a presença em São Paulo para cumprir uma agenda de entrega da CARTA DOS CINECLUBISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM, a fim de consolidar uma comunicação mais horizontal e por conseguinte mais direta com os movimentos Cineclubistas do País.

AGENDA DE ENTREGA DA CARTA DOS CINECLUBISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM

  • SÃO PAULO
    27 de Agosto, Cineclube Pólis – Pontão de Cultura
    27 de Agosto, Cineclube Centro Paulista – Ponto de Cultura
    28 de Agosto, Pimentel – CNC
    28 de Agosto, TEIA Regional SP, Encontro dos 280 Pontos de Cultura de São Paulo.
  • RIO DE JANEIRO
    31 de Agosto, Escola de Cinema Darcy Ribeiro

Para falar com Samir Raoni acesse: www.samiraoni.wordpress.com / (91) 8181-4994

Essa matéria foli publicada:
– Poral Rede Juvenil
– Portal Cineclube Rede Norte
– Rede Amazônia Juvenil
– Rede Teatro da Floresta
– Pólo Regional BMR Pará
– Rejuma
– Samir Raoni

Projeto articula comunicadores comunitários em rede colaborativa

O projeto foi aprovado em edital do Navegapará e será implementado pelos Argonautas

Entre os vinte e três projetos aprovados pelo edital “Infocentros Navegapará: Ações Colaborativas para a Cidadania Digital”, está o projeto Rede Amazônia de Comunicadores Comunitários – REDECOM, apresentado pelos Argonautas, como uma ação complementar de continuidade do projeto Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, realizado pelos Argonautas em convênio com o Ministério da Cultura.

Os comunicadores comunitários capacitados em oficinas de comunicação comunitária e cursos de comunicação popular serão articulados em uma rede de produção de informação e comunicação colaborativa. As ações terão base a infraestrura montada em quarenta infocentros do Navegapará, oitenta telecentros de pontos de cultura, e centenas de laboratórios de informática de escolas. Essa interação tem como objetivo de aprofundar pesquisas e práticas de comunicação comunitária em rede. Para isso serão criados meios de comunicação popular colaborativos, como webradio, webtv e blog, articulados em formato de rede social. Espera-se, com essa prática, ampliar a utilização dos infocentros, telecentros e laboratórios para usos mais qualificados, para além da informática básica, e disseminr o uso de plataformas livres.

As metas do projeto prevêm a realização de curso à distância sobre Redes Sociais distribuídas; a realização de oficinas de produção em audiovisual visando e a criação e gestrão de programas de webradio e webtv.

Entre os projetos aprovados pelo edital “Infocentros Navegapará: Ações Colaborativas para a Cidadania Digital”, cinco são ligados a pontos de cultura: Guamá conectado na Comunicação Comunitária pelo Desenvolvimento Local (Ponto Ananin – Ananindeua); Jovem em Rede (Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá); REDECOM – Rede Amazônia de Comunicadores Comunitários (Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil); Infocentro Cultura de Ouro (Ponto de Cultura de Ouro – Itaituba); e Vídeo na Escola (Coletivo Puraquê – Santarém). Como muitos projetos estão voltados para as áreas de Comunicação Social e de Tecnologia da Informação, isso fortalece mais ainda a rede de pontos de Cultura do Pará.

Fonte: Coordenação de Comunicação da Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil

Publicado originalmente em www.redejuvenil.com.br e www.redeamazoniajuvenil.ning.com

Argonautas faz visita ao Pontão Cultura e Convivência de Paz

Após ter participado do III Fórum do Brasil Memória em Rede, que aconteceu no SESC Vila Mariana no período de 19 a 21 de agosto, o jovem Samir Raoni, cordenador do Programa de Protagonismo Juvenil dos Argonautas e facilitador do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, aproveitou a presença em São Paulo para cumprir uma agenda de visitas a parceiros.Papa Xibé Samir Raoni que deis de 2008 vem construindo essa visita junto ao Pólis através de Martha Lemos e Veridiana Negrine, Coordenadoras do Pontão Convivência e Cultura de Paz.

A primeira visita aconteceu na manhã de segunda-feira, dia 24 de agosto, junto à equipe da Revista Viração que já é parceira dos Argonautas desde 2005. Pela tarde foi a vez do Instituto Pólis receber a visita do

O momento possibilitou a troca de experiências e a retomada de projetos que vem sendo amadurecidos deis de 2008, quando Martha e Veridiana foram realizar a Roda de Conversa pelo Projeto Pontão Convivência e Cultura de Paz em Belém do Pará, terra das Mangueiras e do Carimbó. A Roda de Conversa reuniu lideranças juvenis dos mais variados seguimentos de juventude que refletiram a contribuição dos seus movimentos e expressões para a construção da cultura de paz.

Uma das possibilidades que as duas entidades vem amadurecendo é o Projeto Interações Estéticas em Pontos de Cultura que visa o contato de artistas com as atividades socioculturais desempenhadas pelos pontos culturais.

Na oportunidade o Poeta e Conselheiro do Instituto Pólis, Hamilton Faria deixou o convite para a construção do Encontro Internacional de Arte Educação – IDEA, evento de fundamental importância para consolidar um mundo mais Responsável, Plural e Solidário, trazendo para superfície o reencantamento do mundo através de uma sociedade pautada numa cidadania mundial, no respeito à diferença, na sustentabilidade do planeta e na cultura de paz, concluí Hamilton Faria.

A equipe do Instituto Pólis se organiza por área de atuação, diz Martha Lemos. O Pólis – Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais é uma Organização-Não-Governamental de atuação nacional, constituída como associação civil sem fins lucrativos, apartidária, pluralista e reconhecida como entidade de utilidade pública nos âmbitos municipal, estadual e federal.

Fundado em 1987, a cidade e a atuação no campo das políticas públicas e do desenvolvimento local definem a sua identidade.

A cidadania, como conquista democrática, é o eixo articulador de sua intervenção dirigida à construção de cidades justas, sustentáveis e democráticas.

Para saber mais sobre os projetos e propostas do Instituto Pólis acesse: www.polis.org.br / www.convivenciaepaz.orb.br

Para saber mais sobre o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil acesse: www.redejuvenil.com.br / www.redeamazoniauvenil.ning.com

Para falar com Samir Raoni acesse: www.samiraoni.wordpress.com / www.flickr.com/photos/samiraoni / www.issuu.com/samiraoni/docs

(91) 8181- 4994

Próximas visita de Samir Raoni, Facilitador Pontão de Cultura Rede Juvenil
26 de Agosto, 10 horas – Museu da Pessoa

26 de Agosto, 16 horas – Cineclube Atibaia

27 de Agosto, 10 horas – Revista Onda Jovem

27 de Agosto, 14 horas – FUNART

27 de Agosto, 10 horas – Ponto de Cultura Mídias Livres

28 de Agosto, 10 Horas – TEIA Regional – Pontos de Cultura de São Paulo.

Argonautas  Pontão de Cultura Rede Juvenil faz visita a Revista Viraçâo luz

Após ter participado do III Fórum do Brasil Memória em Rede, que aconteceu no SESC Vila Mariana no período de 19 a 21 de agosto, o jovem Samir Raoni, cordenador do Programa de Protagonismo Juvenil dos Argonautas e facilitador do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, aproveitou a presença em São Paulo para cumprir uma agenda de visitas a parceiros.

A primeira visita aconteceu nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, junto à equipe da Revista Viração que já é parceira dos Argonautas desde 2005. A equipe ficou muito contente com a visita que vem sendo planejada desde o começo de 2009. O momento permitiu a articulação de um espaço mensal na Revista pelos pólos da Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil. Segundo Samir Raoni, o diálogo proporcionou um grande ganho para as juventudes do Norte. Uma das pautas da conversa foi sobre as oficinas de Comunicação Comunitária (ComCom) que o projeto realizou junto aos pólos do projeto. Também foi feita uma breve apresentação das atividades dos Jovens Ambientalistas Argonautas.

Vivian Ragazzi, Editora da Revista parabenizou a atuação da juventude amazônida quando viu o portal www.redejuvenil.com.br que traz um registro da produção dos programas de webTV, webrádio e Blog realizados nas oficinas de ComCom. Ragazzi Deixou o convite para as próximas edições da Revista publicar conteúdos da Rede Juvenil. Na oportunidade Samir Raoni compartilhou ferramentas Freesociais (issuu, ning e bblilvre) com a equipe da Revista.

Paulo Lima, presidente da Viração.Org reconhece a importância da Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil para consolidar as várias juventudes existentes no Brasil.

“Os Argonautas estão trabalhando no empoderamento comunitário para que esses atores sejam protagonistas de suas realidades, pois sabemos que esse é um processo contínuo, onde todos somos responsaveis”, pondera Samir.

O Projeto/Revista Viração desenvolve diversos projetos voltados às (aos) jovens e adolescentes, buscando dar visibilidade às suas iniciativas e fornecendo ferramentas para que elas (eles) se expressem por meio de uma comunicação democrática.

Com oficinas organizadas por educadores ligados à Viração, os participantes debatem conceitos importantes como o direito à comunicação, ética, diversidade, e socializam suas experiências com jovens de diferentes realidades sociais. Os produtos dos encontros são jornais, murais e blogs, nos quais elas (eles) têm a oportunidade de exercer sua cidadania e divulgar suas ações.

<b>Para saber mais sobres os projetos da Revista Viração acesse: www.revistaviracao.org.br

(11) 3237-4091</b>

Para saber mais sobre o Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil acesse: www.redejuvenil.com.br / www.redeamazoniauvenil.ning.com

Para falar com Samir Raoni acesse: www.samiraoni.wordpress.com / www.flickr.com/photos/samiraoni / www.issuu.com/samiraoni/docs
(91) 8181- 4994

Próximas visita de Samir Raoni, Argonautas / Pontão de Cultura Rede Juvenil

24 de agosto, 17 horas – Instito Pólis/ Pontão de Cultura de Paz

25 de Agosto, 10 horas – Museu da Pessoa

25 de Agosto. 15 horas – Ponto de Cultura Cineclube São Paulo

26 de Agosto, 10 horas – Revista Onda Jovem

26 de Agosto, 15 horas – Cineclube Atibaia

26 de Agosto, 14 horas – FUNART

27 de Agosto, 10 horas – Ponto de Cultura Mídias Livres

28 de Agosto, 10 Horas – TEIA Regional – Pontos de Cultura de São Paulo. Paulo.

No período de 24 a 26 de julho foi realizada em Belém a oficina para as regionais Amapá, Carajás, Marajó e Nordeste Paraense. O pontão de cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, projeto realizado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia com patrocínio do Ministério da Cultura, apoiou a realização da oficina. Os Argonautas fazem parte da rede GTA e o apoio à rede é um dos objetivos do pontão de cultura.

No período de 24 a 26 de julho foi realizada em Belém a oficina para as regionais Amapá, Carajás, Marajó e Nordeste Paraense. O pontão de cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, projeto realizado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia com patrocínio do Ministério da Cultura, apoiou a realização da oficina. Os Argonautas fazem parte da rede GTA e o apoio à rede é um dos objetivos do pontão de cultura.

A Rede GTA – Grupo de Trabalho Amazônico está percorrendo a Amazônia Legal realizando oficinas de inclusão digital e comunicação comunitária para os membros das entidades associadas à rede GTA. As oficinas fazem parte do Projeto de Desenvolvimento Institucional para a Consolidação e Disseminação de Tecnologias Sociais, realizado em parceria com a Fundação Banco do Brasil – FBB.

No período de 24 a 26 de julho foi realizadma e Belém a oficina para as regionais Amapá, Carajás, Marajó e Nordeste Paraense. O pontão de cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, projeto realizado pelos Argonautas Ambientalistas da Amazônia com patrocínio do Ministério da Cultura, apoiou a realização da oficina. Os Argonautas fazem parte da rede GTA e o apoio à rede é um dos objetivos do pontão de cultura.

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