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ImagemParaense radicado em Sampa, ele mostra suas preferências musicais

Envolvido com a cena musical do eixo São Paulo-Belém, tendo inclusive concebido a recente Mostra ‘Retratos de Uma Cena’ que aportou no Cine Líbero Luxardo no último dia 26, o cineasta, escritor e poeta Samir Raoni comanda o Interferência Zero desta quarta-feira, 1º de maio.

Ligado à banda paulistana Picanha de Chernobill, o paraense vive na Paulicéia, onde dirige e roteiriza clipes – como este “Velhos Sonhos” -, além do registro biográfico audiovisual da trajetória do grupo. Para o programa, ele conta que buscou fazer uma seleção musical onde uma canção desse continuidade verbal à outra.
Raoni destaca “I Want You”, de Bob Dylan, “Menino Jesus” de Tom Zé, e ainda Jorge Bne Jor, Novos Baianos (“Brasileiro”), Mestre Solano e La Pupuña.
Quer saber quais as outras músicas eleitas pelo nosso ouvinte? Então se ligue na Rádio Cultura FM 93.7, neste feriado, a partir das 11h, e curta o “Interferência Zero”.
O programa também pode ser acompanhado através do Portal Cultura.
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Foto: Espaço Eco House, Rua Amaro Cavalheiro 158, São Paulo.
Aos amigos que estiverem em São Paulo nesse Domingo (24/02), vou estar presente na Eco House, em papo com Dani Botelho e os outros empreendedores sociais da casa.
O norte do papo tem haver com os projetos que o Circuito Polifonico tem empreendido deis de 2010, com diversos artístas, produtores, escritores, cineastas, dançarinos, musicos, pesquisadores, ou seja, um circuito de pessoas que desenvolvem ações de arte e cultura, regidos pelos principios de redes sociais distribuídas, pontos interconectados de pessoas que se organizam a partir de um (ou mais) pontos em comum, e que, fundamentalmente, agem de forma independente em sem hierarquia entre si, valorizando as relações humanas e a autonomia.A chegada em São Paulo em julho ate dezembro de 2012, serviu para aproximar novos parceiros, projetos e sonhos. Hoje, estamos mais orgânicos como amigos-artístas-sonhadores. Tendo espaços para receber e aprofundar olhares e relações, um desses ambientes é o Estúdio Lâmina, galeria de arte pilimorfa, que trabalha com 11 artístas residentes de forma independente. Outra, é a Airon Fidler Films, produtora de filmes que trabalha na construção do imaginário da cena independente e principalmente rock ‘n’ roll, tendo como cerne a banda Picanha de Chernobill. Ambos moradores do Centro Histórico de São Paulo.
O papo na casa tem como portas e janelas essas iniciativas muitas vezes expontâneas e não-institucional, afinal, ainda estamos nos conhecendo, mas estamos bem felizes (todos) pelo convite e interesse de partilhar poéticas do olhar. Tem sido bem interessante exercitar rodadas de negócios livres para cambiar tecnologias sociais, projetos, idéias criativas e colaborativas.

Eles estão na cidade… finalmente. Belém deve ser a sexta capital, se não perdi a conta, a receber o projeto que iniciou, em abril deste ano em São Paulo. É possível seguí-los e assistí-los on line, além de saber de todos os passos que dão neste projeto.

Já passaram por Brasília, Salvador, Recife, Belo Horizonte e daqui seguem para Manaus, mas só depois do dia 22. Até lá, o Grupo Oficina de José Celso Martinez, com o “Dionisíacas em Viagem” fincam os pés na Cidade das Mangueiras.

Quando chegam, costumam sair em cortejo chamando para os espetáculos. Isso deve acontecer na semana que vem, porque nesta iniciam as oficinas, que são muitas, diversas e gratuitas.

Chamadas Uzynas Uzonas, ela propõem novas linguagens artísticas, baseadas na estrutura de montagem dos próprios espetáculos, onde a força da tecnologia se torna experimento cênico. Uma delas, por exemplo, ilustra bem isso. A oficina de Vídeo e Transmissão on line é para os interessados em Cinema Digital, ligado às artes cênicas de atuação, e à Internet – Transmissão Direta dos espetáculos.

Mas também vão acontecer oficinas de direção, atuação e música, sonoplastia, iluminação, figurino, arquitetura cênica e direção de arte, direção de cena e produção. E tem outra. Vários participantes poderão atuar nos espetáculos ou em seus bastidores.

Em Belém, elas acontecem entre os dias 12 e 22, na Escola de Teatro e Dança da Ufpa, e entre os dias 16 e 22, no Teatro de Extádio. Construído para abrigar cerca de 2.000 pessoas, a estrutura está sendo armada, desde domingo, na Praça da Bandeira.

Logo, logo, Taniko, o Nô Bossa Nova, “Cacilda!!”, “Bacantes” e “Banquete de Platão estarão sob nossos olhares e para quem fizer as oficinas talvez muito mais que isso.

Ainda há vagas, são 40 por oficina e não se pode fazer mais de uma. No primeiro dia Zé Celso Martinez conversa com todas as turmas. Mais informações pelos telefones do Teatro Cláudio Barradas – 91 3212.5050 / 3212.5050.

Postado por Holofote Virtual às 01:52

Festival Territórios de Teatro

Publicado: 11 de agosto de 2010 em Geral
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Uma semana inteirinha para curtir teatro. O Territórios chega em seu terceiro ano. Logo mais, às 10h, a abertura com o Pássaro Tucano dá início a uma grande jornada que se espalhará por vários pontos da cidade. Fique atento aos locais, espetáculos e os horários para aproveitar ao máximo.

Ao todo serão apresentados 24 espetáculos, chegando a exibição de até quatro por dia.
Na programação, a oportunidade de ver espetáculos que, apesar de terem ficado longa temporada em cartaz, ainda tem muita gente que não viu, como “Abraço”, com o Cláudio Barradas, e também alguns que ficaram em curtíssimas agendas, como espetáculo de marionetes “Contos da Floresta”.

O In Bust está com duas peças: “Sirênios” e “O Conto que eu vim Contar”.

Já os Palhaços Trovadores retornam com o excelente “Mão de Vaca”, assim como A Casa da Atriz, de Yeyé Porto, reapresentará “A Troca e a Tarefa”.

A maioria dos espaços tem endereço já conhecido para o público, como o Teatro Maria Sylvia Nunes, o Anfiteatro da Praça da República e até memso o Teatro Cláudio Barradas, que fica na Escola de Teatro de Dança da UFPA, na Jerônimo Pimentel com a Dom Romulado de Seixas. O Casarão do Boneco, na 16 de Novembro, 815 e a Casa da Atriz, na Oliveira Belo, 95, entre Generalissimo e D. Romulado de Seixas.

A Praça e o Memorial Indígena, no Ver-o-Rio, como o Maria Sylvia Nunes, entram pela primeira vez como espaço da programação. Também vão receber espetáculos, o Teatro Fundação Curro Velho (Na Fundação Curro Velho), o Teatro Porão Unipop (Na Senador Lemos, 557) e o Teatro Cuíra. Abaixo a programação completa.

A entrada é franca, mas os espetáculos apresentados em locais fechados terão como ingressos a doação de 1 Kg de alimento não perecível, que serão doados à instituição Paravida. Mais informações no blog do evento.

Dia 08 – Abertura

Teatro Universitário Cláudio Barradas -10h – PÁSSARO TUCANO

Casarão do Bonecos – 20H – MORGUE INSANO AND COOL

Dia 09

Anfiteatro da Praça da República – 19h30 – O MÃO DE VACA

Teatro Cuíra – 21h – ABRAÇO

Teatro da Fundação Curro Velho – 19h – UMA FLOR PARA LINDA FLORA

Dia 10

Casarão dos Bonecos – 19h – SIRÊNIOS

Anfiteatro da Praça da República – 19h30 – CONTOS DA FLORESTA

Teatro Cuíra – 21h – IRACEMA VOA

Dia 11

Casarão do Bonecos – 19h – O CONTO Q EU VIM CONTAR

Anfiteatro da Praça da República – 19h30 – PERIFÉERICO

Teatro Cuíra – 21h – ÚTERO

Dia 12

Teatro Cuíra – 21h – SEM FLOR, SEM PERFUME, SEM MARGARIDA

Teatro da Fundação Curro Velho – 19h-RETALHOS DE HOLANDA

Teatro Porão Cultural da Unipop – 20h – A MULHER MACACO

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – CORPO SANTO

Dia 13

Teatro da Fundação Curro Velho – 19h – ÁGUAS DE MARIANA

A Casa da Atriz – 19h – A TROCA E A TAREFA

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – MEIO DIA DO FIM

Dia 14

Praça Ver-o-Rio 17h – Grupo de Experimentação Teatro Miniatura

Memorial dos Povos Indígenas – 19h – 6 MESES AQUI

Teatro da Fundação Curro Velho – 19 – QUEM TEM RISO VAI A LONA

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – FROZEN

Dia 15

Teatro Universitário Cláudio Barradas – 18h – DONS DE QUIXOTE

Teatro Maria Sylvia Nunes – 21h – IN BETWEEN

Postado por Holofote Virtua

Foto 1: Samir Raoni falando da Importância do Portal Colaborativo para a Produção da Memória Local.

O ENCONTRO DE ARTE-EDUCADORES que acontece dia 14 (hoje) e 15 de abril
iniciou com uma Roda de Conversa sobre a experiência de Samir Raoni,
que é Poeta e Arte-Educamor dos Argonautas, organização
não-governamental que realiza 9 projetos no Pará e que tem feito
parceria com a Universidade Cruzeiro do Sul e seu Programa de
Extensão/Proeja, através do Pólo Pará do Brasil Memória em Rede, no
qual é documentarista e pesquisador. O Pólo Pará do BMR e a
Universidade tem dialogado deis de Agosto de 2009, através da
Pesquisadora do CNPq Nilce Léa Lobato, que já realizou com o Samir
Raoni cinco projetos, entre eles o Portal de Educação Compartilhada e
Memória – CENTRO DE MEMÓRIA, espaço que Raoni e Nilce, idealizadores
dos projetos que tem conseguido resultados inspiradores. O Portal
Centro de Memória esta se tornando um espaço de troca de experiências
entre educadores e alunos principalmente de Artes e Pedagogia que tem o
apoio da Prof°. Dr. Rosema Santiago, parceira integral das iniciativas
deis de sempre.

Hoje 14 de abril, o Encontro de Arte-Educadores “O Papel do Portal
Colaborativo na Produção da Memória Local iniciou com a fala do
Pro-Reitor Dr. Renato Padovese sobre o Programa de Extensão da
Universidade que agrega vários projetos, e tem o interesse de estimular
os alunos a iniciação cientifica, após sua fala Rosemery falou do Pólo
Arte na Escola que tem como missão incentivar o ensino da Arte por meio
de formação contínua do professor do ensino básico, investigando e
qualificando processos de aprendizagem. Após sua fala o palestrante
convidado pelo Pólo Arte na Escola, Samir Raoni falou dos Argonautas
Ambientalistas da Amazônia gestora do Pólo Pará do BMR que tem como
objetivo fomentar o diálogo entre produtores, articuladores e usuários
de conteúdos de memória para democratizar o uso e a prática da memória
histórica do Pará. Raoni pontuou a importância das Universidades
estarem fazendo parcerias com projetos sociais. Contou os resultados
que essas parcerias tem emergido, no Pará a ONG é parceira da
Universidade Federal do Pará, Universidade da Amazônia – UNAMA e
Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA, parcerias que tem
permitido um trabalho de campo bem interessante entre as comunidades
tradicionais: ribeirinhos, quilombolas e indígenas. É uma soma perfeita
entre alunos/universidade e movimento social/comunidade fazendo uma
troca que permite a vivência, o debate e a pesquisa, função social dos
projetos e responsabilidade social das instituições. Exemplificou como
essa experiência de Memória Social pode contribuir para o
Desenvolvimento Local tendo as tecnologias de informação e comunicação,
regada com o respeito bio-regional, pode trazer para a superfície novos
olhares de fora para dentro e de dentro para fora, proporcionando um
sentimento de pertencimento, resgate e transformação.

Após citar o projeto, falar da transversalidade com os Programas de
Extensão que foi exemplificado com vídeo-doc “Agentes de Memória em
Rede” um dos resultados do Pólo Pará, Nilce Léa contextualizou como foi
feito os cinco projetos, trazendo para o dialogo sua experiência
enquanto aluna da universidade e pesquisadora do CNPq, que esta
relacionado ao programa de extensão da Universidade Cruzeiro do Sul
apoiador e incentivador destas ações realizadas colaborativamente por
Nilce em São Paulo e Samir no Pará, provando a função pratica do Portal
Centro de Memória. Nilce contou que ela e Samir se encontraram em
Dezembro para escreverem um projeto para o Museu da Pessoa, hoje
intitulado Memória Social em Rede – A Memória no Norte e Sul do País,
um estudo comparativo que tem como foco de pesquisa jovens e adultos
não alfabetizados e como plano de ação o meio Rural e Urbano de São
Paulo e Cananéia (SP) e Ananindeua e Belém. Nilce conclui sua
apresentação com fotos que narram a sua trajetória como pesquisadora em
parceria com o programa de extensão.

O programa de extensão com o apoio da coordenação do Proeja tem
fortalecido bastante a parceria entre essas duas regiões tão distinta
socioculturalmente, e que tem tantos pontos em comum para compartilhar
contribuindo para o desenvolvimento local, humano.

Foto 2: Samir Raoni, Argonautas / Pólo Pará BMR Entregando os livros João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária e a metodologia utilizada pela ong para gerir os projetos Desenvolvimento Local Amazônico – DELA, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Dr Renato, Pro-Reitor da Universidade Cruzeiro do Sul.

Nilce Léa, PROEJA/CNPq falando dos cinco projetos realizados em parceria PROEJA/Universidade Cruzeiro do Sul e ARGONAUTAS/Pólo Pará BMR

Pro-Reitor Dr. Renato falando do Programa de Extensão da Universidade Cruzeiro do Sul, parabenizando os projetos desenvolvidos em parceria e convidando os alunos para se informarem mais desse programa que tem iniciado cientificamente os alunos.

Apresentação da História de Vida de Samir Raoni, apresentado por Nilce Léa, PROEJA/CNPq

Participantes do Encontro de Arte-Educadores “ A Importância do Portal Colaborativo para a Produção de Memória Local

Samir Raoni entregando o livro João Batista – O Matiri da Luta Pela Reforma Agrária, e a metodologia utilizada pela ong para gerir seus projetos, “Desenvolvimento Local Amazônico – DELA”, um dos resultado do projeto Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil realizado pela ong, para Prof° Dra Rosemery Santiago, Universidade Cruzeiro do Sul.

O Arte-Educamor Samir Raoni fazendo dinimica “Fortalecendo-se em Rede” com os educadores da Universidade Cruzeiro do Sul.

Será uma mostra da diversidade e da pluralidade da cultura regional

Está tudo pronto para a Teia da Cultura Amazônica, o primeiro grande encontro regional de pontos de cultura da Amazônia. O evento tem 140 participantes inscritos: 79 do Pará; 24 de Rondõnia, 21 de Roraima, 7 do Acre, 6 do Amazonas e 3 do Amapá. A Mostra Artística contempla  a pluralidade e a diversidade da cultura regional e vai envolver mais de 300 participantes em cena.

Vários pontos de cultura que vão participar da Teia foram selecionados em editais estaduais nos últimos dois anos. No Pará foram selecionados mais sessenta pontos que passam a integrar a rede de pontos e pontões de cultura, agora formada por 79 integrantes.  Durante os quatro dias serão realizadas rodas de diálogos, oficinas e painéis temáticos pautadas na organização e na agenda sociopolítica do movimento de prontos de cultura, como a Lei Cultura Viva, a mobilização pela aprovação da PEC 150 (Projeto de Emenda Constituição que destina mais recursos para a Cultura) e sobre o “custo amazônico” proposta que busca estabelecer um diferencial positivo para o financiamneto das políticas públicas realizadas na região. No Fórum Amazônico de Pontos de Cultura serão debatidas propostas para a Teia Brasil 2010, que acontecerá em Fortaleza-CE no periodo de 25 a 31 de março. Nos fóruns estaduais de pontos de cultura será discutida a organização interno do movimento em cada estado e eleitos os representantes estaduais para a CNPdC – Comissão Nacional de Pontos de Cultura. No encerramento estão previstas oficinas e rodas de diálogos focadas no fortalecimento da açõe em rede do movimento.

As programações completas da Teia da Cultura Amazônica (Fórum e a Mostra Artística), podem ser acessadas no site http://teiamazônica.wordpress.com, criado para acolher as publicações colaborativas dos participantes da Teia e do movimento de pontos de cultura da Amazônia.

SERVIÇO:

Durante os quatro dias de realização da Teia serão realizadas mostras artísticas abertas ao público (ver programação em http://teiamazônica.wordpress.com). Nos dias 4 e 6 os interessados em acompanhar a mostra devem retirar convite na SECULT (Avenida Magalhães Barata, 830- São Brás) ou diretamente no Parque dos Igarapés (Conjunto Satélite WE 12 Nº 1000, Administração sala B, bairro do Coqueiro).

No dia 5 a programação será realizada na Praça da Bíblia, em Ananindeua (Cidade Nova 2).  No dia 7 a programação de encerramento será na Roda de Carimbó do Ponto de Cultura Iaçá (Trav. Lomas Valentinas, 1080 (enntre Marquês de Herval e Visconde de Inhaúma) Bairro da Pedreira, a partir das 16h, com ingresso a R$ 3,00.

Fonte: Teia dta Cultura Amazônica