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Comunicado Importante

Publicado: 29 de novembro de 2010 em Artes Cênicas, Artes Visuais
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Caros,

Neste mês de novembro a APJCC não realizará as sessões semanais no Cine Argonautas por motivo da realização do projeto Samaúma – Jornada de Produção Audiovisual. As jornadas vão acontecer em Ananindeua (Infocentro do Ponto de Cultura Ananin) no período de 10 a 15 de novembro; em Marabá (Infocentro do Ponto de Cultura Galpão de Artes de Marabá) de 16 a 30 de novembro e em Santarém (Infocentro do Pontão de Cultura Digital do Tapajós), de 5 a 15 de dezembro.
O Cine Argonautas volta com suas atividades regulares em dezembro, realizando o Ciclo “Riso é Coisa Séria”, com curadoria de Lionay Dias, Thiago Oliveira e Samir Raoni.
Agradecemos a compreensão.

Atenciosamente,

Samir Raoni (APJCC-2010)

EDUCAÇÃO – Cine Refazenda leva grandes filmes de graça para o interior do Estado

A comunidade de Genipauba, localidade do município de Santa Barbara, poderá ir ao cinema, com a inauguração do Cine Refazenda, amanhã. Na sua estreia o espaço apresenta o filme ‘O Cineasta da Selva’ (1997), de Andre Michiles. O cineclube é resultado de uma parceria entre a Associação dos Jovens Críticos de Cinema (APJCC) a Rede Norte de Cineclubes.

O Cine Refazenda atenderá o público de 12 comunidades rurais da localidade e tem a proposta de discutir sobre a sustentabilidade, arte e espiritualidade. As sessões ocorrerão quinzenalmente, aos sábados, no Instituto Refazenda e depois da estreia, o próximo filme será ‘Sangue e Suor: a saga de Manaus’ (1977), de Luiz Miranda Corrêa, no dia 14 de agosto.

Os amigos Mateus Moura e Miguel Haoni estão entre os fundadores da APJCC (Associação Paraense dos Jovens Críticos de Cinema). Para eles, o cineclube é um meio de apresentar filmes de grandes diretores, importantes para a história do cinema. Para o diretor executivo da APJCC, Mateus Moura, o cineclube é uma ação de arte-educação que democratiza a cultura audiovisual e proporciona às pessoas o acesso a um conhecimento que não é repassado na sala de aula. Para os cineclubistas, frequentar as sessões dos cineclubes é fazer um curso de cinema. Vantagem para as comunidades rurais de Abaetetuba, que terão uma alternativa de entretenimento, além de uma nova forma de educação.

Os cineclubistas usam o cinema para transmitir conhecimento. Antes da exibição dos filmes, as obras são apresentadas. A plateia é informada sobre o enredo, o contexto histórico no qual foi produzida, características marcantes do diretor do filme e outras informações que os cineclubistas considerem importantes para o expectador compreender melhor o filme. Após a exibição, os membros do cineclube discutem sobre os pontos interessantes da obra.

Serviço:

Inauguração do Cine Refazenda. Dia 31, às 19h30, no Instituto Refazenda – Km 12 da estrada do Genipauba, em Abaetetuba (PA). Entrada gratuita. Informação: (91) 8154-1386 e cinerefazenda@gmail.com

Fonte: O Liberal

O Clube de Cinema surge com este nome em janeiro de 2010, mas as ações de audiovisual dentro do Circuito Fora do Eixo estão ativas desde 2008 como força de trabalho nacional (isso descartando o acúmulo que cada coletivo traz em sua trajetória pré Circuito Fora do Eixo).

Em 2008 criamos o canal do You Tube, intitulado de Web TV Fora do Eixo. Na época a Web TV era a grande ação Audiovisual no CFE, e a cobertura das atividades dos coletivos, a atividade mais articulada desenvolvida nesta frente gestora, mostrando à rede o quão estratégico seria fomentar o trabalho em linguagens artísticas variadas, para além da cadeia produtiva da música.

No início de 2009 a Web TV começou a trabalhar de forma integrada. Naquele momento 3 coletivos (Espaço Cubo, Goma e Massa Coletiva, representados por Thiago Dezan, Tassio Lopes e Eu) formavam a base de trabalhos da frente, estimulando dia a dia a participação de mais agentes no audiovisual.

O primeiro resultado desta equipe foi a criação do Curto Circuito Fora do Eixo, soltando em um mesmo vídeo a cobertura realizada por diferentes coletivos. O 1º episódio foi uma conquista e em pouco tempo o formato do programa mudou, vários outros empreendimentos contribuíram para sua evolução como o Retomada, Do Sol, Megalozebú… O programa foi semanal por um período, passando inclusive em TV aberta, na TVE São Carlos, mas a dificuldade em manter a constância da produção dificultou a manutenção da parceria.

Ainda em 2009 ambicionamos realizar mais do que cobertura de atividades. Os agentes da Web Tv queriam extrapolar a linguagem Web, extrapolar a TV. A meta era trabalhar o audiovisual em todas as suas frentes. O nome Web TV era pouco para as metas do projeto.

Durante o II Congresso Fora do Eixo, realizado em Rio Branco no Acre, entre um GT e uma plenária, depois do almoço ou na alta madrugada, os três militantes do AV escrevemos um documento a ser apresentado ao Circuito na plenária final. Tratava-se de um compromisso com a evolução da cadeia produtiva da linguagem que nos movia dentro desta rede cultural.

II Congresso Fora do Eixo – Rio Branco / AC – 09/2009

Neste documento mudamos o nome Web TV para Audiovisual, reiteramos o comprometimento das regionais com o fomento desta cadeia produtiva, cobramos a participação na SEDA – Semana do Audiovisual, cobramos dos coletivos a produção de conteúdo, propusemos a realização de exibições não comerciais. Tentamos amarrar de todas as formas o compromisso do CFE ao trabalho com esta linguagem.

Apesar de todo o estímulo do Congresso, uma coisa nos incomodava demais. A inconstância dos colaboradores do agora intitulado Audiovisual FDE. Na SEDA 2009 em Cuiabá nos encontramos novamente, com mais pessoas e coletivos envolvidos (contando com a entrada fundamental da Bahrbara Andrade – Megafônica – e FerKrum – Macondo Coletivo) e lá descobrimos o nosso erro. Como exemplo de desenvolvimento da cadeia produtiva, havia o trabalho acumulado na linguagem musical. Oferecer o show autoral, formar público como espectador, estimular o consumo, fomentar a produção e formar tecnicamente.

SEDA – Cuiabá / MT – 12/2009

A equivalência ao show autoral para o cinema é o cineclubismo. Este deveria ser nosso norte. E lá mesmo mapeamos aonde encontrar as ferramentas para desenvolver esta metodologia.

De volta a São Carlos conversei com Léo BR e Dudu (meus amigos cineclubistas), e questionei o que fazer para potencializar esta prática no circuito. A resposta foi imediata: acervo. Ofereça os filmes que as pessoas poderão assistir, exibir, reproduzir.

Já em janeiro de 2010, num encontro das regionais em São Paulo, em uma roda num gramado do Parque do Ibirapuera, horas antes do primeiro show do Macaco Bong Convida, no auditório do parque (inesquecível), apresentamos esta reflexão sobre o novo norte do Audiovisual. Neste contexto, foi-nos proposto mudar o nome audiovisual para cineclube. Dias depois, em nossa reunião semanal, optamos pelo nome Clube de Cinema, uma chancela que representa bem este clubinho de apaixonados pela 7ª arte.

Macaco Bong Convida – Auditório do Ibirapuera – São Paulo / SP – 01/2010

Estimulados com o potencial surgimento de uma rede de cineclubes dentro do CFE, a dupla de cineclubistas iniciou o Catalogo de Filmes do fora do eixo. Prontamente alguns coletivos incluíram seus títulos no catalogo, outros solicitaram filmes e realizaram suas mostras, mas muitos viviam o mesmo problema. Falta de local para exibição, falta de equipamento e infraestrutura.

Um acervo sem espaço de exibição realmente não teria muita serventia. E mais uma vez a oportunidade de contar com pessoas com acúmulo na vivência de exibição não comercial trouxe-nos uma solução: identificar em quais cidades que possuem um ponto do CFE existe um Cine + Cultura ou cineclube instalado.

Da-lhe pesquisa para constituir o Mapeamento CFE / Políticas Públicas. Boa parte das cidades inseridas no Circuito possuem um cineclube. Então, tudo resolvido. Exceto as relações humanas, o acúmulo interpessoal, as dificuldades da cena local, as gestões públicas em cada município… o Clube de Cinema criou ferramentas, mas a solução de um, não é a solução de todos.

Este trabalho trouxe resultados positivos, mas também explicitou dificuldades e fragilidades na nossa metodologia. É um processo no qual aprendemos a cada referência absorvida, a cada empirismo bem ou mal sucedido. É isso que fazemos para atingir o que pretendemos construir.

Excluindo alguns nomes e passagens também importantes (mas não caberiam nesta linha de raciocínio estabelecida no texto) esta é a minha leitura da história do Clube de Cinema, e foi isso que relatei  no último fim de semana.

O Sebrae/GO, através do Décio Coutinho, viabilizou um seminário de apresentação do CFE para representantes do Cine + Cultura (da Ancine / MinC) e membros do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). Por parte do Circuito, a articulação foi do Tião Donato, que apresentou ao meu lado esta história. O encontro durou uma manhã dentro de um GT de quatro dias realizado na bela Alto Paraiso de Goiás, onde estes grupos se reuniram para estruturação interna.

Seminário do CFE para Cine+Cultura e Conselho Nacional de Cineclubes

Alto Paraíso / GO – 07/2010

Este encontro foi uma faísca necessária para o nosso processo. Ali presentes havia cineclubes sediados em cidades onde há pontos Fora do Eixo e já nesta semana parcerias começaram a ser construídas, produtores interessados em aderir à rede CFE, mostrando que nosso circuito não se limita à música e tampouco os cineclubistas se resumem na fruição audiovisual. Ali vivemos um encontro entre duas redes capilarizadas, cada uma com sua história, cada qual com seu acúmulo, mas ambas entendendo um norte semelhante, sinalizando que muitas parcerias ainda estão por vir.

A cultura é transversal, a arte é multimídia, a gestão é horizontal, a construção é coletiva. O mutualismo é a nossa evolução.

Cachoeira das Loquinhas – Alto Paraiso / GO

Cine Refazenda apresenta:

O Cineasta da Selva, de Aurélio Michiles


Ainda hoje, os filmes de Silvino Santos (1886-1970) parecem bem mais que peças de um museu cinematográfico. Suas tomadas enchem os olhos pelos sentidos de movimento, ação, composição e detalhe. Cineasta do capitalismo caboclo nascente, cronista de índios, seringüeiros, pescadores e grandes empresários, são pétalas que caem na margem dessa amazônia retratada por um cineasta que passou mais tempo em terras amazônicas que na própria terra em que nasceu (Portugal). Silvino praticamente inaugurou, junto com o major Tomaz Reis, o documentarismo etnográfico brasileiro. E também uma série de dilemas que o nosso cinema historicamente enfrentou junto aos poderes político e econômico – principalmente em terras de “índio”.

Aurélio Michiles encorpou uma perspectiva romântica para enfocar O cineasta da selva e o efeito ressalta a opção de Michiles por uma espécie de memorialismo lúdico, combinando rigor histórico e liberdade poética.

Uma cobra avança entre cachos de película, uma borboleta pousa num pedaço de filme. São imagens sintéticas que pretendem substituir grandes esforços de produção do filme de época. Da mesma forma, o uso gracioso de fotografias, mapas, transições de cor e incrustações digitais, além de um trabalho musical delicadíssimo e primoroso, tudo solicita do espectador uma atenção pelo menos tão lírica quanto histórica. A síntese acaba sendo a maior virtude desse filme que se lança ao desafio de retratar uma epopéia.

O filme retrata um tema de grande importância histórica para o Pará, o ciclo da borracha, que serve de paralelo com a situação da Amazônia dos anos 1970 no curta que será exibido na próxima sessassão do dia 14 de agosto, “Sangue e suor: A saga de Manaus”.

Samir Raoni (APJCC – 2010)

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O Cine Refazenda convida as 12 Comunidades Rurais do Genipauba para espaço de exibição de grandes obras da cinematografia mundial e rodas de conversa sobre Permacultura, Arte e Espiritualidade.

Numa parceria entre a Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema (APJCC) e a Rede Norte de Cineclubes, a programação passará a funcionar quinzenalmente, aos sábados, a partir do próximo dia 31 de julho, sempre às 19h30, com entrada franca.

A primeira sessão apresenta o filme “O Cineasta da Selva”, de Aurélio Michiles. No dia 14 de agosto, será exibido “Sangue e Suor: A Saga de Manaus “, de Luiz de Miranda Corrêa

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Serviço:

31 de julho (sábado) às 19h30
debaixo da Mangueira do Instituto Refazenda (Km 12 da estrada do Genipauba) – Veja Mapa
Entrada franca

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Mais informações:

Site do Instituto Refazenda
E-mails: samiraoni@gmail.com e cinerefazenda@gmail.com
Contato: (91) 8154-1386

NavegaPará transmite pela web debate do projeto Inovacine-Fapespa

É o barravento* que se inicia, com a apresentação do filme homônimo de Glauber Rocha. A pretensão é dinamizar uma oficina de formação cineclubista – visando teoria cinematográfica, história do cinema e prática cineclubista – e a agilização de uma cena forte de sessões durante pouco mais de uma semana, exibindo e discutindo um filme por dia, em diversos pontos de cultura da grande Santarém. A intenção maior é fortalecer a cultura fraterna e crítica, de formação cultural e existencial, que envolve a área dos amantes de cinema. Uma comunidade que discuta, de forma democrática e enriquecedora, arte e sociedade, regularmente, é o princípio da base cineclubista.

A oficina ocorrerá entre os dias 18 e 20 de fevereiro de 2010, de manhã e à tarde. No dia 18, à noite, acontecerá a inauguração oficial do projeto itinerante, que depois de Santarém, ainda pretende aportar, pela ordem, em Ananindeua e Bragança (março), Altamira (abril) e Marabá (maio). Como a inauguração trata de todas essas cidades, todas elas estarão participando, através do programa NavegaPará – assistindo; e, através do chat online – discutindo. E não apenas eles, mas o mundo todo poderá participar, entrando no site www.webtv.pa.gov.br, a partir das 20 horas do dia 18 de fevereiro.

Entre os responsáveis pela iniciativa estão o governo do Estado do Pará, as secretarias de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect), Cultura (Secult) e Educação (Seduc), a Empresa de Processamento de Dados do Pará (Prodepa), e as ONGs Argonautas Ambientalistas da Amazônia, Poraquê e Saúde e Alegria – de Santarém, além da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema, APJCC.

A democratização e discussão da cultura audiovisual será massiva, com uma programação que tenta dar a volta ao mundo em 8 dias.

*barravento: momento de violência, quando as coisas da terra e mar se transformam, quando no amor, na vida e no meio social ocorrem súbitas mudanças.

Mateus Moura, Miguel Haoni e Francisco Weyl (Inovacine-Fapespa)

PROGRAMAÇÃO:

Dia 18 de fevereiro, 20 horas

– AULA INAUGURAL com transmissão web (www.webtv.pa.gov.br)

“Barravento” (Glauber Rocha)

Instituto Saude e Alegria/Pontão de Cultura – Rua Barjona de Miranda com Sebastião. Bairro Aldeia (Contato: Paulo Lima 93 – 91410052)

Dia 20 de fevereiro, 20 horas

“Sede de sangue (Park Chan-Wook)
Instituto Saude e Alegria/Pontão de Cultura – Rua Barjona de Miranda com Sebastião. Bairro Aldeia (Contato: Paulo Lima 93 – 91410052)

Dia 22 de fevereiro, 20 horas

“Malditos mendigos” (Vicente Franz Cecim) & “Brega S/A “(Wladimir Cunha e Gustavo Godinho)
Associação dos moradores do bairro do Maracanã – Rua Lorena, 191, Bairro Maracanã (Contato: Carol 93 – 9143-0682 / Donaldo Godinho 93 – 3523-8855)

Dia 23 de fevereiro, 20 horas

“A grande ilusão” (Jean Renoir)
FAMCOS – Av. Curuá-Una, Canto com a Av. São Nicolau, n 20, Bairro Diamantino

(Contato: Patrícia/Jorge. Fone: 93 – 35245110 9124-9710)

Dia 24 de fevereiro, 20 hs

“Aurora” (F. W. Murnau)

Associação dos moradores do  bairro Conquista – Rua Valni Sarmento, S/N – Conquista

(Contato – Antonio Duarte 93 – 35239823 / 91412626)

Dia 25 de fevereiro, 20 hs

“Pierrot Le fou” (J. L. Godard)
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém – Rodovia Santarém-Cuiabá, km 3 (Contato Raimundo de Lima Mesquita – 93 – 35241845)

Dia 26 de fevereiro, 20 hs

“A moça com a valise” (Valerio Zurllini)
Fundo de Desenvolvimento e Ação Comunitária – FUNDAC – Rua Frei Rogério, nº 107. Bairro: Esperança (Contato Socorro Peloso – 93 – 35243509/35243009)

Dia 27 de fevereiro, 20 horas

“Santa Marta” (Eduardo Coutinho)
Associação dos moradores bairro Aeroporto Velho – Trav. Tupaiulandia, 545 – Aeroporto-Velho (Contato Lauro Corrêa -93 – 91331858)

Dia  28 de fevereiro, 20 horas

“Bastardos inglórios” (Quentin Tarantino)

Colônia dos Pescadores de Santarém Z-20 – Av. Mendonça Furtado, nº161 – Px. Peixaria Piracatu (Contato Amarildo – 93 – 35221764 / João Nilson – 93 -9122-3963 / 9132-8367)


Fonte: Ascom / Fapespa

Gestor do Cineclube Rede Norte entrega Carta dos Cineclubistas de Belém ao Presidente do Centro Cineclubista de São Paulo.

Reconhecendo a importância dos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS para o processo de fortalecimento, fomento e principalmente reconhecimento das demandas que refletem as realidades Paraenses e Amazonidas, no que se refere à audiovisual e movimento cineclubista, Samir Raoni, Gestor do Cineclube Rede Norte e Facilitador do Pontão de Cultura Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil pelos Argonautas, após ter participado do III Fórum do Brasil Memória em Rede, que aconteceu no SESC Vila Mariana no período de 19 a 21 de agosto, aproveitou a presença em São Paulo para cumprir uma agenda de entrega da CARTA DOS CINECLUBISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM e fazer uma troca de experiências com os movimentos de São Paulo, a fim de consolidar uma comunicação mais horizontal e por conseguinte mais direta com os movimentos Cineclubistas do País.

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas – Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde são desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua – Pará, trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária.

Nesse sentido, nós, realizadores, produtores e técnicos, atores e atrizes, cineclubistas, críticos e pesquisadores, exibidores e amantes do cinema, representantes de projetos e organizações com atuação em Belém e em Ananindeua, resolvemos tornar pública a CARTA DOS CINECLUBISTAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM, com o objetivo de refletir, compartilhar e sugerir idéias e propostas para fortalecer o cinema, o audiovisual e o cineclubismo no Estado do Pará e no Brasil.

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