O artista para álem da técnica

Publicado: 10 de outubro de 2009 em Literatura
O artista para álem da técnica
por Samir Raoni
“A arte chega a um “deserto” onde a única coisa reconhecível que há é a sensibilidade” Refletiu Klasimir Malevitch no Manifesto do Suprematismo, Escrito em 1927.
Os artistas de ontem e de hoje, continuam a ser, crer, ter a subversão da resistência acesa – mesmo que as lunetas e veias que corriam, correm tenha mostrado o outro lado da ilha.
A genuína arte se descobre, mesmo que na subjetividade.
O artista não deve ser visto como um ser iluminado – apesar de haverem estes – se houver uma forma de ser visto, seria como um tela em que no principio era branca, tela em que tons se fizeram, foram feitas, é assim que o artista cria sentido aquilo que em outrora não tinha sentido.
O artista esta a todas as horas se utilizando das freqüências universais para criar um ambiente que favoreça a sua compreensão de si em reflexão para o mundo.
A arte, de certa forma é sempre subjetiva, vista que quem esta de fora, recria, reconstrói, resignifica aquela expressão que surgiu de outros embriões, de outras resigficações.
Refletindo a arte como um espírito que não esta atrelado a uma linguagem repleta de lógica, técnica, e sim como uma janela por onde passa alguns feches de luz, e essa clareza que se apresenta (é descoberta) em pequenos centímetros se expressa por uma linguagem que se apropriá da técnica, mas por ela passa sem se prender aos limites que os sentidos técnicos costumam ter.
O artista precisa ter contato com as linguagens técnicas por ser um rio que já foi navegado, mas deve saber que aquele em outrora não existia, foi criado, significado por um outro artista, que na necessidade ou tentativa de gerar transferência, desenvolveu uma linguagem técnica.
O artista se apropria para se desapropriar, criar sua própria coerência, mesmo que ela não faça sentido para “ninguém”.
O artista antes de quaisquer coisa, tem de saber qual foi o processo criativo, intuitivo, poético que aquela expressão representou para consigo.\

por Samir Raoni

“A arte chega a um “deserto” onde a única coisa reconhecível que há é a sensibilidade” Refletiu Klasimir Malevitch no Manifesto do Suprematismo, Escrito em 1927″.

Os artistas de ontem e de hoje, continuam a ser, crer, ter a subversão da resistência acesa – mesmo que as lunetas e veias que corriam, correm tenha mostrado o outro lado da ilha.

A genuína arte se descobre, mesmo que na subjetividade. O artista não deve ser visto como um ser iluminado – apesar de haverem estes – se houver uma forma de ser visto, seria como um tela em que no principio era branca, tela em que tons se fizeram, foram feitas, é assim que o artista cria sentido aquilo que em outrora não tinha sentido.

O artista esta a todas as horas se utilizando das freqüências universais para criar um ambiente que favoreça a sua compreensão de si em reflexão para o mundo.

A arte, de certa forma é sempre subjetiva, vista que quem esta de fora, recria, reconstrói, resignifica aquela expressão que surgiu de outros embriões, de outras resigficações.

Refletindo a arte como um espírito que não esta atrelado a uma linguagem repleta de lógica, técnica, e sim como uma janela por onde passa alguns feches de luz, e essa clareza que se apresenta (é descoberta) em pequenos centímetros se expressa por uma linguagem que se apropriá da técnica, mas por ela passa sem se prender aos limites que os sentidos técnicos costumam ter.

O artista precisa ter contato com as linguagens técnicas por ser um rio que já foi navegado, mas deve saber que aquele em outrora não existia, foi criado, significado por um outro artista, que na necessidade ou tentativa de gerar transferência, desenvolveu uma linguagem técnica.

O artista se apropria para se desapropriar, criar sua própria coerência, mesmo que ela não faça sentido para “ninguém”.

O artista antes de quaisquer coisa, tem de saber qual foi o processo criativo, intuitivo, poético que aquela expressão representou para consigo.

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